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quinta-feira, 2 de abril de 2026

POR QUE SEGUNDO OS JUDEUS JESUS NÃO É O MESSIAS


Segundo a Tradição Judaica, o candidato a messias, teria ou terá que preencher vários requisitos para ser reconhecido como O Messias. Segundo a visão religiosa e teológica Judaica, Jesus não preencheu e não preenche tais requisitos.

O Messias deve cumprir Todas as Profecias. O Tanach elenca em várias passagens esparsas uma série de profecias que o messias judeu cumprirá quando vier. E aqui está um ponto muito importante: o messias judeus cumprirá TODAS. Isso mesmo: todas. Ele não cumprirá uma, duas, três profecias, mas todas elas. Caso contrário, estaremos chamando o Eterno de mentiroso (Que o Eterno não permita!).

Ademais, se bastasse cumprir apenas um profecia para ser considerado o messias, praticamente qualquer um poderia ser o messias. Por exemplo: eu sou da tribo de Judá, o messias será da tribo de Judá, e isso não faz de mim o messias!

É preciso cumprir todas as profecias. TODAS. E aqui está um ponto que os cristãos e islâmicos ignoram completamente.

Este livreto: Isaías Segundo o Judaísmo, foi redigido para demonstrar com base no Tanach o porquê Jesus não pode ser considerado messias segundo a tradição judaica. Segundo o Tanach, existem critérios que nos permitem identificar com precisão quando o messias houver chegado. No caso, para os Judeus, Jesus descumpriu praticamente todos os critérios.


Segundo a Tradição Judaica Elias Reaparecerá Antes do Messias Malaquias 4:5-6

No “Novo Testamento” cristão, Jesus afirma que João Batista era Elias (Mateus 11:13-14, 17: 10-13). Entretanto, quando João Batista foi perguntado sobre o assunto, ele negou (João 1:21). O Evangelho de Lucas 1:17 tenta resolver o problema, afirmando que João Batista apareceu no espírito de Elias. É prudente lembrar que o cristianismo em geral nega com ênfase a doutrina da reencarnação. Isso por si só já é uma contradição, já que o próprio cristianismo lança mão dessa doutrina para justificar o retorno do profeta Elias em João Batista. Independente dessa polêmica, há outras críticas em relação ao mesmo assunto.

O Profeta Malaquias previu que o próprio Elias iria retornar, e não apenas alguém em seu espírito, caso típico da reencarnação. Elias, para quem não sabe, foi o único que subiu aos céus sem morrer segundo o Tanach (2 Reis 2:11). Por isso, espera-se que o profeta, ao voltar, volte diretamente do céu sem a necessidade de reencarnar.

Ressalte-se que João Batista, além de ter negado ser Elias, não cumpriu a profecia do Tanach sobre o retorno do profeta Elias. A profecia diz: “E ele [Elias] fará volver o coração dos pais para o Eterno através dos filhos, e o coração dos filhos para o Eterno através dos pais, para que Eu não venha desferir sobre esta terra uma destruição completa” (Malaquias 4:6). Evidentemente João Batista não realizou a profecia. Pelo contrário,  parte dos judeus se afastou das Leis do Eterno para seguir o “messias nazareno”, Jerusalém entrou em guerra civil e os romanos destruíram  toda cidade, inclusive o segundo templo, após a morte de Jesus.


Segundo o Tanach, o Messias deve ser descendente do Rei Davi e Salomão. Jeremias 23:05, 33:17, Ezequiel 34:23-24;  2 Samuel 7:5-13

O “Novo Testamento” cristão fala sobre a genealogia de José. Entretanto, há um grande problema para os cristãos resolverem: Jesus afirma ter nascido de uma virgem e que José não era seu pai. (Mat. 1:18-23). Em resposta, alega-se que José adotou Jesus, e passou sua genealogia a ele por adoção. De qualquer maneira, tenha ou não adotado, o problema permanece.

Não há base bíblica para a adoção nesses casos. Um pai não pode passar sua linha tribal por adoção. Um sacerdote que adota um filho de outra tribo não pode fazer dele um sacerdote por adoção. Mas, suponhamos que tenha havido a adoção. Mesmo assim, José não poderia dar a Jesus o que ele mesmo não tinha. José é descendente de Jeconias  (Mateus 1:11-16). E daí? E daí que os escritores cristãos esqueceram que isso fez José cair na maldição do Eterno que prevê que nenhum dos descendentes de Jeconias se sentaria como rei no trono de Davi. (Jeremias 22:30, 36:30). Ora. Conforme vimos, o messias será necessariamente um rei descendente do Rei Davi e Salomão.

Outra questão: não há provas de que Maria descende de Davi. Mesmo que se pudesse comprovar que Maria é descendente de David, a filiação tribal nos tempos antigos dava-se através do pai e não através da mãe conforme previsto em Números 1:18 e Esdras 2:59. Se Jesus não tinha pai humano, como ficaria então a questão da filiação?

Suponhamos que por uma generosidade do Eterno a linhagem tribal de José pudesse ser transferida a Jesus por “afinidade”. Em qualquer caso, como José é descendente de Jeconias, Jesus não poderia ser o messias por causa da maldição prevista para os descendentes de Jeconias (Jeremias 22:30 e 36:30).

Mas, o “Novo Testamento” cristão é confuso em relação à genealogia de José. Enquanto Mateus diz que José é desdente de Jeconias, o amaldiçoado, Lucas discorda e diz que José é descendente de Natã filho de Davi. (Lucas 3:23-31). De qualquer modo, isso é insuficiente para qualificar Jesus como possível messias tendo em vista que é preciso ser descendente de Davi e Salomão. Dessa maneira, a descrição de Lucas é inútil, pois Jesus passa por filho de Natã, não de Salomão.

Além disso, Lucas (3:27) também lista Salatiel e Zorobabel na árvore genealógica de Jesus. Ora, lembremos que os dois também aparecem em Mateus 1:12 como descendentes de Jeconias, o amaldiçoado! Enfim: de qualquer maneira Jesus não preenche os requisitos para ser messias.

Mas deixemos de lado essas questões de genealogia. Não é apenas essa questão que inviabiliza Jesus como o pretendido messias. 


O Messias deve reunir  Povo Judeu do Exílio e devolvê-los a Israel

“E ele deve criar uma bandeira para as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e reunirá os dispersos de Judá dos quatro cantos da terra.” (Isaías 11:12)  Quando Jesus estava vivo, nada disso aconteceu. Pelo contrário, surgiu uma religião nova e os judeus foram divididos e dispersos pelo mundo mais ainda!


Ele Reconstruirá o Templo de Jerusalém

(Ezequiel 37:26-27), mas como Jesus reconstruiria o terceiro templo se o segundo templo ainda estava em pé? Para escapar dessa dificuldade, os cristãos inventaram uma nova interpretação: relacionaram o terceiro templo ao corpo de Jesus que, segundo eles, teria ressuscitado no terceiro dia. De todo modo, ironicamente, tanto Jesus, quanto o segundo templo foram destruídos pelos romanos de modo que a profecia de Ezequiel passou longe de ser cumprida.

Temos dois grandíssimos problemas ai que se chamam, Al Aqsa e Domo da Rocha, como resolver estas duas questões importantes?


Al Aqsa 685 d.C. e 715 d.C.

O problema é o Templo de Al Aqsa ou Haram al-Sharif, que está localizado exatamente onde ficava o antigo Templo de Jerusalém ou Monte do Templo ou Har ha-Bayit. O local é o ponto mais sagrado do judaísmo e o terceiro mais sagrado do islã, gerando intensas disputas históricas e religiosas na Cidade Velha de Jerusalém.

Iniciada após a conquista de Jerusalém pelo califa Omar, está situada na esplanada Al-Haram al-Sharif "Nobre Santuário".


Domo da Rocha 691

Domo da Rocha está localizado no topo do Monte Moriá, na Cidade Velha de Jerusalém, exatamente onde se situava o Templo de Jerusalém, o Primeiro Templo de Salomão e o Segundo Templo de Herodes. Atualmente, o local é conhecido como Esplanada das Mesquitas ou Monte do Templo.

A rocha branca abrigada no interior do Domo é considerada o lugar do "Santo dos Santos" do antigo templo judaico.

Foi construído em 691 d.C., foi construído pelo califa Omíada Abd al-Malik ibn Marwān entre 685 e 691/2 d.C., para proteger a rocha sagrada, o Monte Moriá e comemorar a ascensão de Maomé ao céu. É o local mais sagrado do judaísmo, onde Abraão teria preparado o sacrifício de seu filho Isaac. 

O local é o centro de tensões devido à sua importância para as três religiões abraâmicas, judaísmo, islã e cristianismo.


O Messias Governará em uma época de Paz no Mundo Inteiro

“E julgará entre muitos povos, e castigará poderosas nações até mui longe, e converterão as suas espadas em enxadas, e as suas lanças em foices: uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.”. (Miquéias 4:3).

“O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha como o boi.” (Isaías 11:6-7).

Em outras palavras: O messias trará a paz universal e tornará desnecessária a guerra. No entanto, o período que Jesus viveu não pode ser considerado pacífico nem mesmo na região onde ele morava. Revoltas, guerras civis, golpes, matanças sanguinárias e muitas lutas. O próprio Jesus foi morto violentamente e a maioria de seus apóstolos tiveram mortes violentas e seus seguidores foram perseguidos também pela força da violência.  Nem mesmo entre os judeus havia paz. Toda essa confusão belicosa por si só já mostra que a profecia não foi cumprida.

Ironicamente, a Idade Média, onde prevaleceu a mentalidade cristã na Europa, foi uma dasépocas mais violentas e insanas da história da humanidade. Basta saber ler para conferir a informação nos livros de história. Só isso, por si só já é suficiente para demonstrar que a era messiânica não tinha chegado. Logo, como o Eterno não mente, a única conclusão coerente é que Jesus não era o messias.


Quando o messias governar, o povo judeu observará os estatutos do Eterno

“Meu servo Davi será rei sobre eles, e todos eles terão um só pastor. Devem seguir as minhas ordenanças e ter o cuidado de observar os meus estatutos” (Ezequiel 37:24).

Pelo contrário, os seguidores de Jesus acusam as leis mosaicas de “retrógradas” e “ultrapassadas”. Paulo ficou famoso pelas polêmicas com Pedro por incitar as pessoas a não fazerem circuncisão (Gálatas 5:6  e 6:15, Felipenses 3:2-3). Paulo também lançou polêmica sobre o cumprimento das leis das festas religiosas, de Rosh Codesh (lua nova) e de Shabat  (Sábado): (Colossenses 2:16). O próprio Jesus incitava o povo a descumprir as leis da cashrut sobre a alimentação adequada (Mateus 15:11). Algo assim contradiz completamente a profecia de Ezequiel que diz que o Messias levará o povo judeu a observar as leis da Torah e suas Mitzvoth.


Quando o Messias governar, todos os povos servirão ao Eterno

E virá passar que desde uma lua nova até à outra e desde um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Eterno” (Isaías 66:23).

Ora, até hoje isso não aconteceu! Pelo contrário, as divisões de fé se multiplicaram. E muitas guerras foram feitas por causa delas. Outro ponto importante é que o messias será um rei terreno, um governante de povos. O reino dele será deste mundo e não do outro mundo como afirmou o próprio Jesus (João 18:36).

“a terra se encherá de conhecimento do Eterno, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11:9).

Isso não aconteceu nem na época de Jesus, nem depois, nem hoje. Os povos do mundo inteiro ainda continuam afastados do Eterno. A busca de riqueza e poder ainda lidera o ranking da principal meta de vida das pessoas. Ainda é minoria os que priorizam uma vida pautada pela elevação espiritual e pelo compromisso de melhorar a vida de todos na sociedade.


O restabelecimento da dinastia David, que jamais cessará Daniel 7:13-14

Mas Jesus não teve filhos, nem estabeleceu reinado algum, muito menos um que nunca cessaria.


Uma era de paz eterna entre todos os povos e todas ás nações Isaías 2:2-4; Miquéias 4:1-4; Ezequiel 39:9.

Obviamente não temos paz, e infelizmente muitas guerras foram feitas em nome de Jesus.


Todos os povos do mundo serão convertidos ao monoteísmo. Jeremias 31:31-34; Zacarias 8:23; Isaías 11:9; Zacarias 14:9, 16.

O mundo ainda está cheio de idolatria, inclusive idolatrando Jesus como se fosse o próprio Eterno, comportamento antijudaico já que o Eterno ordenou nos seus preceitos que só Ele pode ser adorado. Obviamente, Jesus não é o Eterno. Foi por esse motivo doutrinário e por outras questões políticas que a Igreja Católica Romana separou-se da Igreja Cristã Ortodoxa do oriente, o primeiro “grande cisma” cristão.


Reconhecimento que só o Eterno é o Eterno Deus Isaías 11:9

Obviamente o mundo ainda não reconheceu o Eterno de Israel como único D’us. Para o Judaísmo a questão é muito simples. O Eterno é Deus, Ele é Único. Simples, não é?

Entretanto, o cristianismo afirma a existência de três divindades distintas e independentes que, apesar disso, formam um só deus, a trindade divina. Mistério da fé cristã que afirma que 1=3 e que o igual é idêntico ao diferente! Nenhum cristão consegue explicar isso de maneira satisfatória. Já consultei vários padres e bispos, nenhum deu uma resposta coerente. Também já li as obras de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Nenhum deles respondeu sem agredir os princípios mais elementares da lógica e do ser.

A ideia de trindade é comum nos cultos pagãos. Na Grécia tínhamos a trindade Zeus, Poseidon e Hades. Em Roma: Júpiter, Netuno e Plutão. No Egito: Osíris, Isis, Hórus. A mesma ideia também se repete nos cultos pagãos antigos do norte da Europa, no Taoismo, nos cultos africanos, nos cultos indígenas do “novo mundo”, no Budismo e no Hinduísmo.

A única resposta coerente sobre o assunto da “trindade” nas religiões é dada pela Cabalá judaica nas lições sobre o pilar do equilíbrio na Árvore da Vida. Evidentemente, um mestre autorizado de Cabalá deve ser consultado.


O mundo se tornará Vegetariano Isaías 11:6-9

Obviamente o mundo não é vegetariano! Tem dúvidas?


Reunião das doze tribos de Israel Ezequiel 36:20

Infelizmente as dez tribos continuam desaparecidas…


Não haverá fome no mundo Ezequiel 36:29-30

Não precisamos olhar para a África para perceber que ainda há muita fome no mundo. Basta andar nas ruas e ver as centenas de pessoas que moram nas ruas e debaixo das pontes. E, claro, os milhares de desamparados que existem dentro de nosso grande Brasil.


A morte cessará Isaías 25:8

A morte não cessou. Elas continuam diariamente. E, portanto, é evidente que Jesus não cessou a morte no mundo.


Ressurreição de todos os mortos Isaías 26:19; Daniel 12:2; Ezequiel 37:12-13; Isaías 43:5-6.

Obviamente Jesus não ressuscitou todos os mortos antes de ser morto pelos romanos!


As nações ajudarão materialmente Israel Isaías 60:5-6; 60:10-12

O que vemos são muitas nações querendo destruir Israel, ou no mínimo, prejudicar Israel. Existem nações, como o Irã que prometem destruir Israel. Jesus não cumpriu esta profecia. Pelo contrário, em nome de Jesus, as nações perseguiram os judeus por séculos a fio!

Atualmente há o movimento “boicote Israel” que deseja que todos os países do mundo não comprem produtos de Israel para destruir financeiramente o estado judeu. Ou seja: o mundo ainda está muito longe da chegada do messias.


As nações irão até os judeus para buscar orientação espiritual.  Zacarias 8:23

Em boa medida, os não-judeus querem é converter os judeus para acreditarem em Jesus ou Maomé! E mais: muitos criticam os judeus como “péssimos exemplos” a serem seguidos.

É comum os povos fazerem piadinhas de judeus como avarentos, maus e sanguinários, apesar da maioria dos judeus praticarem Tsedacá e as leis judaicas serem pioneiras em relação a “função social da propriedade” e a “proteção ao meio-ambiente”, ideias que só ganharam força entre os gentios no séc. XX.


Todas as armas serão destruídas Ezequiel 39:9, 12

Jesus não destruiu as armas. Pelo contrário, foi a inspiração de muitas delas, inclusive de ordens religiosas com fins militares. O mundo de hoje está armado até os dentes, inclusive com armas nucleares, químicas e biológicas que podem destruir toda vida no planeta…


O rio Nilo secará Isaías 11:15

Jesus não secou o rio Nilo. Ele continua forte, vigoroso e fluindo como de costume.


As árvores darão frutos mensalmente Ezequiel 47:12.

Isso não aconteceu nem acontece. Duvida? Experimente plantar um pé de manga e colher os frutos mensalmente…


As tribos de Israel receberão de volta as terras herdadas do Eterno Ezequiel 47:13-13.

Isso não aconteceu nos tempos de Jesus. Começou a acontecer agora no séc. XX com o retorno dos Judeus para Israel. Mesmo assim, os não judeus querem tomar a terra de Israel. As outras 10 tribos de Israel ainda continuam desaparecidas e dispersas pelo mundo.

Lembro: o mundo inteiro vocifera contra Israel sem nenhuma razão ética válida, mesmo quando Israel tem razão. Um exemplo é a “flotilha humanitária” noticiada pelo mundo como se Israel tivesse atacado civis inocentes sem mais nem menos. Apesar de tudo ter sido filmado e documentado, o mundo ignorou a verdade e as TV e jornais caluniaram Israel sem o menor escrúpulo.

Outro exemplo é a tentativa da divisão de Israel em Palestina e Israel. É evidente que o mundo de hoje deseja dividir o minúsculo estado de Israel, único estado Judeu no mundo. O objetivo é dar parte do Estado de Israel para ser controlado por organizações árabes terroristas. Ressalte-se, há dezenas de países de cultura árabe seguidores do islão no mundo. Por que, então, essas dezenas de países recusam abrigo a seus compatriotas árabes da palestina? Porque querem destruir Israel, o único estado judeu no mundo. Basta ler qualquer edição do jornal Visão Judaica para constatar a canalhice e a má-fé dos árabes na palestina em relação aos judeus. Só não vê quem não quer.


As nações da terra reconhecerão suas injustiças contra Israel Isaías 52 e 53

Isso não aconteceu. E até mesmo o holocausto, esse poço inominável de brutalidade que marcou o séc. XX não comoveu todas as nações. O Irã nega o holocausto constantemente e promete “varrer Israel da face da terra”.

As nações caluniam Israel constantemente. Basta se lembrar da “flotilha humanitária” e dos movimentos de “direitos humanos” que não defendem os humanos, mas apenas animais, plantas e terroristas/criminosos.



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