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terça-feira, 1 de setembro de 2026

A VERDADEIRA ORIGEM DA ASSEMBLEIA DE DEUS



Existe uma romantização da origem da Assembleia de Deus. Quando se pergunta para algum assembleiano como foi a origem da Assembleia de Deus, eles vão contar de uma forma pueril, de uma forma romantizada, como surgiu o seu segmento religioso. E é muito bonito.

Fizeram até um filme, escreveram livros sobre os dois missionários suecos que vieram aqui no Brasil e de uma forma desbravadora fundaram a Assembleia de Deus. E é fato, Gunnar Wingren e Daniel Berg realmente fundaram aqui no Brasil a Assembleia de Deus. Mas o processo não foi da forma como eles falam.

Não foi uma coisa pueril, romântica, honrada, como contam os adeptos da Assembleia de Deus. A origem real da Assembleia de Deus é cheia de entraves, traições, mentiras, enganações, divisões, facções e etc. E isso é muito comum entre as igrejas evangélicas, porque quase todas as igrejas evangélicas, sejam elas pentecostais ou neopentecostais, nasceram de uma divisão.

Nasceram com brigas, discussões, dedo no olho, arranca-rabo, voadora e etc. É muito comum. E no caso da Assembleia de Deus, não foi diferente.

A divisão, que é óbvio, foi um tanto desonesta, é apenas mais um caso dos muitos casos das origens dessas igrejas evangélicas. A origem da Assembleia de Deus é cheia de erros. E os fundadores Gunnar Wingren e Daniel Berg tinham mais intenção de pregar aos batistas do que aos incrédulos.

Ou seja, o que eles fizeram é o velho truque conhecido que é pescar no aquário alheio. O rastro de divisões e mágoas dentro da Assembleia de Deus foi feita por onde passava. Antes de mais nada, eu sei que muitos assembleianos ou simpatizantes da Assembleia de Deus vão comentar, xingar, falar que isso não é verdade, que é uma invenção, que eu tenho que me converter, que eu estou com o diabo no corpo e etc.

Eu vou citar aqui as fontes. A primeira fonte é a origem da Assembleia de Deus no Brasil, autor Gilberto Stefano. E a segunda fonte é de Francisco José Barbosa, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

E a última fonte é a do historiador Antônio de Almeida. Ele registra essa história na Igreja Batista do Belém. Então, é verdade.

Eis a história real da fundação da Assembleia de Deus aqui no Brasil. Tudo começa no dia 19 de novembro de 1910, quando desembarcam no Brasil dois pastores, no caso pastores batistas, que eram Gunnar Wingren e Daniel Berg. Esses dois congregavam na Igreja Batista dos Estados Unidos.

Mas devido ao fato de se unirem ao movimento pretecostal realizado na Rua Zusa 312, em Los Angeles, eles foram excluídos das igrejas batistas. Ou seja, ocorreu lá o evento da Rua Zusa. Tem um vídeo que eu fiz sobre isso, o link está aí para vocês.

Foi uma sessão espírita, não foi nada de Deus, não foi movimento religioso, cristão como se pensa. Mas o link está aí, quem quiser pode acessar. Ocorrido este evento na Rua Zusa, com o tempo este evento ficou muito conhecido nos Estados Unidos, não só lá como em outros países.

Gunnar Wingren e Daniel Berg, ambos batistas, souberam, óbvio, do evento ocorrido na Rua Zusa e eles começaram a aderir ao movimento pretecostal. Por conta disso, eles foram expulsos da Igreja Batista. Isso mesmo, eles foram excluídos, expurgados, expulsos, porque eles desobedeceram aos seus superiores.

A Igreja Batista era pretecostal, mas essa Igreja Batista que os suecos Gunnar Wingren e Daniel Berg eram membros, ainda aguardava algumas doutrinas anglicanas. E Gunnar Wingren e Daniel Berg, depois de expulsos da Batista, foram então acolhidos pelo pastor maçom Charles Fox Farton. Charles Fox Farton, claro, vocês sabem, ele era maçom, um dos líderes da Kuklux Klan, maçom convicto e homossexual.

Depois eles se desentendem com Charles Fox Farton e vão ter outro pastor como líder. É assim o sistema religioso evangélico. Não tem uma lealdade, fidelidade, é muito comum.

Pois bem, ao chegarem ao Brasil, Gunnar Wingren e Daniel Berg foram apresentados ao pastor Eurico Nelson. Eurico Nelson era o pastor da Igreja Batista do Belém do Pará. Eles foram apresentados para o pastor Eurico Nelson porque eles eram batistas e Eurico Nelson era da Igreja Batista, então tudo em casa.

E foi feito então o pedido que os religiosos fazem quando você muda de igreja, que é a tal da carta, no caso uma carta de transferência, que tem que ser assinado por um pastor, toda aquela burocracia. E o pastor Eurico Nelson pediu a Gunnar Wingren e Daniel Berg a tal carta de transferência e eles não tinham. Por que eles não tinham? Eles não tinham esta carta de transferência porque eles foram expulsos da Igreja Batista de lá dos Estados Unidos.

Qual foi a estratégia de Gunnar Wingren e Daniel Berg? Mentir. Eles mentiram para Eurico Nelson que eles não eram membros excluídos da Igreja Batista americana. O erro já começa aí, já começa com mentiras.

Mentiras aceitas, infelizmente, eles foram morar então no porão dessa Igreja Batista cujo pastor era Eurico Nelson. E eles ficaram no porão até conseguirem se estabelecer e depois arrumarem dinheiro, emprego, até conseguirem alugar uma casa. Nesse inteirinho o tempo passa e o então pastor Eurico Nelson precisa viajar para o sudeste do país porque haveria uma convenção batista e foi neste tempo que os dois pastores suecos agiram.

Sem a presença do pastor titular e ajudado por um moderador da Igreja chamado José Plácido da Costa, Gunnar Wingren e Daniel Berg conseguiram a filiação na Igreja Batista, mesmo sem as cartas de transferência. Já é o segundo erro ou segundo pecado. O primeiro pecado foi a mentira e o segundo é a manipulação e agir pelas costas e isso é chamado de conluio.

Gunnar Wingren e Daniel Berg começam então a induzir alguns membros da Igreja Batista a ficarem depois do culto para assistir as suas reuniões. No caso seria as sessões espíritas que os evangélicos chamam de cultos pentecostais. É claro que essas reuniões depois do culto eram feitas sem o conhecimento da Igreja e eram feitas, claro, no porão onde eles estavam instalados.

Com o tempo, o grupo de pessoas que ficavam depois do culto começou a aumentar. Em esses cultos pentecostais, que na verdade eram sessões espíritas, havia muito barulho, as pessoas entravam em êxtases, que eram o tal de entrarem em mistério, falavam em línguas estranhas, que são as línguas hinokianas e alguns começaram a dizer que tinham recebido dos dois pastores o que eles chamavam de batismo com fogo, que é o tal do pentecostes. E esse culto escondido, feito nas escuras, pelas costas, um dia teve que ser descoberto porque toda mentira que se preze, não importa o tempo, um dia ela vem à tona.

Aconteceu que um irmão da igreja, o evangelista Raimundo Nobre, descobriu o caso e logo ele comunicou a toda a igreja. Depois disso foi feita uma reunião para apurar o caso e nessa reunião os dois pastores, a saber Gurnar Vingar e Daniel Berg e mais 11 membros da igreja, foram excluídos e isso com o pastor titular fora do estado, porque ele estava no sul em uma conferência batista. Esse caso aconteceu no ano de 1910.

Gurnar Vingar e Daniel Berg continuaram a realizar o seu trabalho de proselitismo entre os membros da igreja e ficou aquela rinha porque com a chegada de Gurnar Vingar e Daniel Berg, a divisão na igreja batista de Belém do Pará foi muito forte. Eles causaram o que é chamado de facção. O próprio Gurnar Vingar afirma em seu diário que eles faziam isso, abre aspas, por onde íamos buscávamos nas igrejas e nas casas dos batistas infundirem o novo batismo, fecha aspas.

Esse tal novo batismo que Gurnar Vingar fala em seu diário, é o tal do batismo com fogo, era o novo culto pentecostal como se conhece hoje, que sabemos que é espiritismo gospel e esses cultos pentecostais, vocês sabem, eram a tal das vigílias avivadas, campanhas nos lares, cultos matinais que é a tal da consagração, orar no monte e etc. E nesses cultos sempre se aprendia a falar as tais línguas estranhas, pular, rodar, correr, gritar e etc. Nesses cultos também foram introduzidos a heresia pentecostal do Chequinar, aí então é fundada a Assembleia de Deus do Belém do Pará.

Passa-se o tempo e vem outra divisão, outra rachadura na Assembleia de Deus. Devido a divergências teológicas, brigas, doutrinárias, desentendimentos, discórdias e etc. surge a Assembleia de Deus de Madureira.

Paulo Leivas Macalão funda o Ministério Madureira. Tudo bem que Paulo Leivas Macalão foi o maior compositor de hinos da harpa cristã no Brasil. Mas não nos esqueçamos, Paulo Leivas Macalão era um maçom importante na comunidade evangélica brasileira.

Paulo Leivas Macalão foi consagrado a pastor pelas mãos do próprio Gunnar Wingren e pelo também sueco Levi Petrus. Essa consagração aconteceu no dia 17 de agosto de 1930. Agora eu lhes faço uma pergunta, é de Deus o surgimento de uma instituição que nasça por meio de divisão, brigas, separação, segmentação e outra coisa? É de Deus facções religiosas? É de Deus ter brigas, desentendimentos e todo tipo de desagregação? Segundo consta nos evangelhos, qualquer coisa que nasça com brigas, discussões, confusões, litígios, disputas, querelas, discórdias etc. 

não pode ser de Deus. Em segundo livro de Atos não vemos nenhum surgimento de religião, não vemos nenhuma doutrina ou usos e costumes. O próprio Cristo não fundou nenhum segmento religioso.

Ainda mais o segmento religioso que nós sabemos são surgidos através de discussões, brigas, confusões, litígios, disputas, querelas, discordâncias, discórdias, choques, desavenças, rixas, atritos e etc. E a Assembleia de Deus aqui no Brasil foi a primeira das muitas que surgiram desta forma.


A ORIGEM DO POVO CANANEU



Os povos cananeus são vários povos que se fundiram com a complexa multiculturalidade de múltiplas etnias que se juntaram, misturaram, formando, com o tempo claro, uma nação diversa, heterogênea e complicada.

Era uma colcha de retalhos culturais multinacionais que se ajudavam e que também guerreavam entre si, formando diversos clãs que mudavam de lado conforme a precisão e ocasião. Foram ondas migratórias de vários povos que ocuparam a mesma região. Ora brigavam entre si, ora se ajudavam, o que é normal quando se tem muita gente morando no mesmo lugar.

Embora as culturas fossem diversas, com o tempo foi se formando uma cultura una, singular e similar. Com o passar do tempo, estes povos heterogêneos formaram uma base cultural onde todos, por assim dizer, se entendiam, obtendo uma base religiosa, linguística e comercial para se protegerem, se atacarem, se ajudarem e, por fim, guerrearem entre si. Dentre estes povos multifacetados, temos os Sim, os israelitas ou os hebreus eram cananeus.

Não tem para onde fugir. São todos povos cananeus, incluindo os hebreus, israelitas e tem povos que eu esqueci de colocar aqui, neste mosaico cultural. Para este vídeo, eu estou usando os seguintes livros como referência, que são O primeiro livro, Histórias da Antiga Canaã, dos autores Michael J. Kogan e Mark S. Smith.

Livro lançado em 2012, de 192 páginas. E também o livro, Os Antigos Cananeus, a história das civilizações que vieram em Canaã antes dos israelitas. O livro tem 102 páginas, foi publicado em 2019.

Este livro é pertencente a uma série de livros com vários autores. E também o livro, Mitologia Cananeia, deuses e religião da Antiga Canaã. O livro tem 74 páginas e o autor é Sebastian Berg.

A ocupação na região não se deu ao mesmo tempo. Há povos que são muito antigos, como os jebuseus, jegarzeus e heveus, por exemplo. E outros que chegaram depois, lá pelo século XII, como os filisteus.

Estamos falando de uma região complicada de se entender e tem uma história complexa, difícil e confusa. Assim como atualmente, a confusão na região continua atual. E os aspectos que eram homogêneos, por assim dizer, que eram divididos pelos povos da região, eram vários.

Eles falavam mais ou menos o idioma equivalente para todos se comunicarem. Embora alguns tivessem suas próprias formas de diálogo ou próprios idiomas, eles tinham uma forma geral de fazer comércio entre si e, por conseguinte, tinham mais ou menos a mesma religião. Lembrando, com o tempo, cada um foi se isolando, tendo sua própria cultura, sua própria religião, idioma, forma de comércio.

Foram formando pequenos reinos, pequenos polos de reinados. Como o reino dos cananeus, o reino dos israelitas, o reino dos jebuseus. Foram se formando e um atacava o outro ou um ajudava o outro.

Aí depende do que era preciso na época. No caráter religioso, as religiões basicamente eram inspiradas, influenciadas na religião sumeriana. Pois os deuses eram sumerianos.

Se puxando a etimologia, o passado, a história. O famoso Puxar a capivara de vários deuses. Você pega lá o CPF e o RG dos deuses, vai dar Suméria.

Fatalmente. O idioma também era inspirado na Suméria. Ou eles falavam sumeriano, ou acadiano, ou aramaico.

Mas não fugia disso. O aramaico e o acadiano vem da Suméria. Não tem como ser diferente.

Estas nações, micro reinos, se inspiravam, claro, nas culturas sumérias. E no aspecto religioso, como eu disse, os cananeus adotaram, claro, a região dos sumérios. E temos aqui, que eu vou mostrar para vocês, alguns deuses para termos uma noção do que eu estou falando.

Os deuses cananeus eram divindades, a grosso modo, sumerianos. Que com o tempo vai se moldando conforme a particularidade de cada povo. Eu vou começar com o deus mais poderoso, mais forte, mais adorado, reverenciado.

E que vai ser o molde para os outros deuses a seguir. Que é o deus El, ou Enlil. O deus El, ou Enlil, é um deus sumério.

E isso, o deus El dos israelitas, de Israel, Miguel, é sumério. Não tem para onde correr. Sumério.

Ele é o deus do vento, ele é o deus da tempestade, deus da chuva, deus da agricultura, deus da colheita, deus dos grãos, deus dos raios, deus do furacão, deus do tempo. O deus El não é hebraico, é sumério. Nem é de Ugarit, como dizem aí, de Ebla, não é. O deus El não é da Síria, o deus El é sumério.

Ele também é entendido como Enlil. Ou você fala Enlil, ou El, tanto faz. Este deus era adorado pelos israelitas, acadianos, gútils, cacetas, hititas, elamitas, assírios, caldeus, amoritas, fenícios e etc.

Ele foi adorado em Ebla, em Ugarit, em toda a Síria, na Caldeia, jebuseus, digarzeus, eteus, eveus, arqueus, arvadeus, zemareus, amateus, etc. Todos eles adoravam o deus El, ou Enlil, tanto faz. E vou provar isto porque o deus El vai ganhar também o nome de Baal.

Baal não é demônio, não é diabo. Baal é uma outra forma, um outro nome do deus El, o deus Enlil. O deus Baal é o deus da tempestade, deus do vento, deus da chuva, agricultura, colheita, grãos, raio, furacão, deus da guerra, deus do tempo, o deus Baal.

O deus Baal era adorado pelos fenícios, israelitas, acádia, gútils, cacetas, hititas, elamitas, caldeus, amoritas, etc. Que também, mais pra frente, este deus El, que também criou-se o nome de Baal, vai ser o deus Moloch, ou Milcon, o deus adorado pelos amoritas, israelitas, fenícios, ebla e etc. E também ele é o deus El, são todos deuses El, que será o deus Kamos, quer dizer, o deus Moloch, que aqui é o Moloch ainda, é o deus do tempo, da chuva, do vento, agricultura, colheita, raio, furacão, etc.

E também vai ser o deus Kamos, ou Kamos, ou Kamesh. O deus El também vai ser o deus Kamos, Kamos, Kamesh, que vai ser adorado pelos moabitas, ugarit, ebla, israelitas, etc. Depois temos o deus Dagon.

A mesma coisa, gente, o deus El, conforme o povo, conforme a nação, lembrando que são todos cananilos, com o tempo cada um vai criar sua religião, seu idioma, etc. E o deus El vai criando novos, eles, aliás, vão criando novos aspectos, nomes, nomenclaturas para o deus El, que virou Baal, que virou Moloch, ou Milcon, Kamos, Kamos ou Kamesh, e agora Dagon. E o Dagon é o deus da tempestade, do vento, da chuva, agricultura, colheita, grãos, raio, furacão, deus da guerra, deus do tempo, Dagon, que também é adorado pelos filisteus, sírios, ebla, ugarit, fenícia.

Os urritas chamavam o deus Baal, El, Il, De, Kumarbi, que vai ser a mesma coisa, deus do tempo, tempestade, chuva, agricultura, colheita, raio, furacão, guerra, que é o deus Kumarbi. Os hebreus vão chamar este deus de Yavé. O YHWH, ou Jeová, é o deus El, e Jeová era o deus da tempestade, vento, chuva, agricultura, colheita, grãos, raio, furacão, do tempo e da guerra.

E também temos o deus Hadak, que vai ser o Iskur, Sumério, uma corpitela do deus El, que vai ser adorado pelos israelitas, fenícios, acadianos, gútios, cacetas e titas, elamitas, assírios, caldeus, amoritas, etc, o deus Hadad, que é o deus do tempestade, vento, chuva, agricultura, colheita, grãos, raio, furacão, do tempo, da guerra. Temos também o deus Zedek. Eu tenho Adonai Zedek da bíblia.

Zedek também é um deus que vai ter a corpitela do deus El, ou Enlil, que vai ser adorado pelos jebuseus, gigaseus, eteus, eveus, arqueus, simeus, arvadeus, zemareus, amateus e outros povos da região. E o deus Zedek é o deus, isso mesmo, deus da tempestade, vento, chuva, agricultura, colheita, grãos, raio, furacão, do tempo e da guerra. E o tal do Bel, o deus Bel.

Eu falei rapidinho sobre ele, o deus Bel. Esse deus também é o deus El, é o deus Enlil. O deus Bel, que é o deus El, ou Enlil, é tão importante que vai ganhar nome de cidade, a cidade de Bel, que chamam de Babilônia, ou Babilônia.

Não existe Babilônia, não existe a palavra Babilônia, é uma invenção posterior, não é errado. Só dê nome aos bois, só coloquem os pingos nos is, deem os créditos para os inventores, só isso que eu peço. Do demais, o deus El, ou Elil, ou Enlil, é o deus Bel, que vai ser a cidade de Bel, ou Babel.

É isso, deus Bel, que vai ser o deus da tempestade, vento, chuva, agricultura, colheita, grãos, raio, furacão, do tempo e da guerra. Então, nós vimos aqui que a religião suméria foi importante, e ainda é, para os árabes e hebreus, para o povo daquela época. Falando em árabe, o deus da religião árabe é o deus El-Lá, que é o deus Enlil, o deus El, e o deus dos hebreus até hoje é o deus Jehová, El-Yá.

Então, deus Bel, deus Enlil, deus El. E tinha outros deuses menores, que era o Yam-Mot, que em Eblá, em Elgareth, Yam era o deus do oceano, e Mot, em Eblá, em Elgareth, era o deus da morte, o deus do submundo. O deus El terá várias esposas, por quê? Porque ele vai ter várias formas de ser adorado, reverenciado, e chamado por vários povos, como eu já disse aqui.

Entre essas esposas, uma das principais é a deusa Astarte, Azerá, Esther, Esther da bíblia é a deusa Astarte, a deusa Azerá, que é a deusa Inanna. Ela vai ser esposa de Bel, ou El, ou Enlil, ou El-Leu, que vai ter o nome de Baal, Moloque, Milkom, Kemos, Kamos, Kamesh, Dagon, Kumarbe, Yavé, Jehová, Hadad, Zedek, enfim. Então, o povo cananeu é um povo multifacetado que tem como base o quê? A religião dos sumérios, e também como base toda a cultura dos sumérios.

Todo aquele povo daquela região tinha como base a cultura sumeriana. Eblá, os persas, em Elgareth, não importa, os elamitas, cacitas, o ritas, não importa, se é daquela região, vai ter cultura sumeriana no meio. 


A ORIGEM DO NOME ORIENTE MÉDIO



Onde hoje é o Oriente Médio, é novo. Foi criado depois de 1869.

Foi feito pelos ingleses após a construção do canal de Suez. Antes, o nome da região era África Oriental. O termo Oriente Médio, que foi dado pelos ingleses, vem de sua visão, onde eles dividiram o Oriente em três partes.

E estas partes são Oriente Próximo, Oriente Médio e Oriente Extremo. O Oriente Próximo, que eles chamam de Near East, referia-se à região dos Balcãs, onde estão Sérvia, Montenegro, Bulgária, Albânia, Grécia, Anatólia, que é a atual Turquia. Eles colocaram também neste bojo as regiões da Síria, Palestina e Egito.

O Oriente Médio, que eles chamam de Middle East, referia-se à região da Arábia e toda a Mesopotâmia. E o Golfo Pérsico. A Mesopotâmia são onde estão o atual Iraque e o Irã.

E, por fim, o Oriente Extremo, que eles chamam de Far East, que referia-se à região da China, Japão, as Coreias, Bangladesh, Singapura, Filipinas, Malásia, Índia, Nepal, Vietnã, Tailândia, Camboja, Taiwan e etc. Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos substituíram os ingleses e os franceses na região do Oriente Médio. E eles ampliaram a definição do termo Oriente Médio para incluir os países ocupados por ambos países europeus, além do Norte da África.

No Norte da África, nós sabemos que estão os locais onde hoje é o Egito, Tunísia, Argélia, Líbia e Marrocos. Para falarmos da modificação do nome da região, é precisamente importante entender a história do canal de Suez, pois o canal foi uma das causas que o nome da África Oriental foi modificado para Oriente Médio. Desde sua antiguidade, são frequentes os projetos que visam ou visavam criar novas rotas comerciais, ou seja, novas rotas de navegação na região.

E um destes projetos foi posto em prática na gestão do faraó da 12ª Dinastia, Sesóstris III. Ele construiu um canal no sentido oeste-leste, escavando através do Wadi Tumilat, unindo o Rio Nilo ao Mar Vermelho, para fazer o comércio direto com o reino de Punti. O reino de Punti pode ter sido ao que é hoje a Somália, parte da Etiópia, Sul da Núbia ou até mesmo Oman.

No reinado do faraó Ramsés II, o canal já era bastante utilizado. Por conta de guerras e outros fatores, a região fica desocupada, abandonada e desabitada. Isso até o ano 660 a.C., quando o Farao Neco, filho do faraó Psamédico II, voltou a escavar o canal.

Porém, não conseguiu completar seu projeto, por conta de guerras e outros fatores. No ano 500 a.C., o rei Dário empreende o projeto no canal. Isso porque a região voltou a ficar deserta, desocupada, etc.

E o rei Dário consegue concluir sua construção e o mesmo comemora seu feito com inúmeras estelas de granito, que ele ergueu às margens do Nilo, incluindo um próximo a Cabreira, a 130 km de Suiz. Após isso, o canal volta novamente a ficar desocupado, abandonado e deserto. E no ano 250 a.C., o canal novamente é restaurado pelo rei Pitolomeu II, Filadelfo.

Nos mil anos seguintes, o canal é sucessivamente modificado, sendo novamente destruído e abandonado. Isto foi acontecendo ao longo do tempo e, por vezes, o canal foi sendo destruído e reconstruído, até ter sido totalmente abandonado no século VIII, pelo Califa Abássida Almassor. No ano de 1859, entra em cena a Companhia de Suez, de Ferdinand de Lepers.

Esta empresa era de propriedade de Ferdinand Marie, que era, claro, mais conhecido como Ferdinand de Lepers, ou Visconde de Lepers, já que Ferdinand era um visconde. Além de ser visconde, Ferdinand de Marie foi também um grande diplomata, maçom e empresário muito influente. Ferdinand era um francês patriota e ele encarou o desafio de finalmente reconstruir por completo o canal de Suez.

E no ano de 1859, o Visconde de Lepers, ou Ferdinand de Lepers, começa a construir o canal de Suez. Terminando dez anos depois, no ano de 1869, fazendo um projeto que na época era arrojado e muito importante. Esta grande obra fez de Ferdinand um homem muito notável em sua época.

E ele era considerado uma personalidade muito à frente de seu tempo. Ele foi considerado como um dos melhores empreendedores de sua época. Embora o mesmo se deu muito mal ao construir o canal do Panamá.

Depois da construção do canal de Suez, o poderoso Império Britânico muda o nome da região para Oriente Médio. Antes da mudança do nome, a região era chamada de África Oriental. Devemos saber que o termo África como uma região continental é nova.

Pois o termo África para região já era usado pelos antigos para denotar a temperatura alta da região. Onde hoje chamamos Oriente Médio, os antigos chamavam de África Oriental. O termo África quer dizer quente.

Pois África em grego se diz Afrique, que significa sem frio. E em latim se diz Áprica, que significa ensolarado. Já no final da Idade Média, ou seja, mais precisamente no ano de 1400, os europeus estenderam o nome para outras partes do continente.

Ou seja, os próprios europeus medievais já chamavam toda aquela região, onde hoje chamamos de Oriente Médio, de África Oriental. O escritor, historiador, poeta e filósofo Homero, chamava a região de Aitióps, ou Etiópia, como conhecemos hoje, que quer dizer queimado pelo sol. Portanto, a região onde é hoje chamada de Oriente Médio, se chama assim por causa dos ingleses, após os franceses construírem o canal de Suez.

Porque antes o nome da região era África Oriental. O nome de África sabemos que é um lugar quente. Todo aquele périplo é quentíssimo e oriental, porque fica ao oriente, fica a leste, fica à direita do nosso planeta.

Pois é onde nasce o sol. Inclusive, o nome Oriente quer dizer nascer, nascente. É uma palavra latina, de onde Oriri, que vem daí o nome Oriente, quer dizer nascer, nascido, surgir, surgido.

No caso, nascido do sol, surgido do sol. Contudo, o nome Oriente Médio não está assim tão errado de dizer. Isto porque o Oriente Médio fica realmente no centro da Eurásia.

Ou seja, o Oriente Médio fica entre a África, Europa e Ásia. O que é errado é não dar o entendimento racional para o seu nome antigo. E por que isto não é feito? Isto não é feito por causa de vários fatores.

O movimento sionista, eugenia e etc. A própria geopolítica não deixa. Se isso acontecer, vamos ter que dar mão a palmatória de que realmente as nações que estão onde é o Oriente Médio são negras, pretas, escuras.

Os povos antigos que moravam onde hoje é Oriente Médio são pretos, negros, escuros. Devemos lembrar que a região é quente por si só. O nome África quer dizer quente.

E Oriente é onde nasce o sol, onde surge o sol. E é uma região quentíssima. Lembremo-nos que é uma região saariana, uma região árida.

Portanto, não é crível que antigamente o povo lá seria branco. Como aparece nos filmes, desenhos, novelas, na internet, nos livros de geografia, história, filosofia e etc. E este ensinamento é feito nas faculdades da vida, nas escolas, nos cursos e etc.

Como, por exemplo, o povo de Israel bíblico, segundo a eugenia europeia, é branco. O pessoal do Egito é branco. E sabemos que este pessoal não pode ser branco porque estão situados no Oriente Médio ou África Oriental.

Infelizmente, esta falsa geografia e esta falsa história será contada, recontada e pregada a mundo afora. Isso quer dizer que temos também um problema racial. Lembre-se que eu falei da eugenia.

E a eugenia é um sistema de ciência que abrange todas as áreas do conhecimento de uma forma totalmente racial, separatista e para dar legitimidade aos conceitos religiosos dos personagens bíblicos brancos. Jesus, branco. Os povos da Bíblia, brancos.

Por quê? Porque assim tem que ser. Porque antes eles sempre foram pretos, negros, escuros. E também usar o nome Oriente Médio não vai obrigar a nós pensarmos em uma região onde viviam os pretos, os negros, os escuros.


A ORIGEM DA FALA



Cada povo, cada tribo, cada raça, cada clã, vai contar uma história sobre a origem das línguas de seu país, de sua região. Cada um, conforme a sua cultura, tem um mito próprio falando da origem das línguas, ou seja, dos idiomas. As lendas são várias, porém, vou contar apenas algumas para termos uma pequena noção do quão vasto é a história das origens das línguas.


O povo da América Central dizia que, depois de um grande dilúvio, um casal sobreviveu flutuando em uma casca de árvore, em algumas versões, em um galho grande ou um tronco de árvore. A história conta que, quando em terra seca, este casal teve vários filhos que eram incapazes de falar. Eles só aprenderam a falar quando uma pomba veio e deu-lhes línguas, ou seja, deu um idioma diferente para cada criança.


Não podendo se entender, quando crescidos, cada um foi morar em terras diferentes e distantes. Na América do Norte, a tribo dos iroquenses que viviam onde é hoje a cidade de Nova York, dizia que o Deus da Porta do Céu guiou sua tribo para que eles vivessem em diferentes lugares. Por conta disso, cada tribo falava uma língua diferente da outra.


E é perceptível que nós vemos aqui uma semelhança desse Deus Porta do Céu da tribo iroquense com o Deus da Torre de Babel. De onde a palavra Bab quer dizer Porta e El quer dizer Deus. Os gregos também têm o seu conto da origem de seu idioma.


Para os gregos, o Deus Hermes é o Deus da Palavra e também o Deus da Eloquência. O Deus Hermes levou para os gregos diferentes línguas. O historiador grego Heródoto relata em seus documentos que viu na antiga Mesopotâmia uma torre escalonada.


Ou seja, Heródoto viu um zigurate, que seria uma torre em degraus. E esse zigurate, ou torre escalonada que Heródoto viu, tinha oito níveis. E esta torre tinha por volta de 200 metros de altura.


E no topo tinha nessa torre um santuário sagrado dedicado a Bel. A palavra Bel quer dizer Deus, que vem do termo El. E ambas as palavras querem dizer Senhor, que para os gregos vai ser Zeus.


Na África Ocidental, a tribo Akawaki queria estar perto do Deus Nayankubum. Para isso, eles construíram uma torre ou templo que eles chamavam de Masayami. Mas a torre ou templo desabou e eles tiveram que fugir por conta disso.


E fugindo por causa do desabamento dessa torre ou templo, eles se espalharam e viveram cada um em uma localidade diferente, dando origem assim a várias línguas ou idiomas desde então. Ainda na África, a tribo Asani conta que havia somente um idioma. Mas, infelizmente, por conta de uma fome terrível, os homens tiveram que se espalhar para procurar alimento.


Vagando em várias direções, eles se assentaram onde cada um estava, fazendo surgir com isto novos idiomas. Na Polinésia, o povo das ilhas Rao conta que Deus com raiva puniu os construtores de uma torre ou templo. Destruindo esta construção, este Deus mudou o idioma dos homens, fazendo cada um falar uma língua diferente.


Nas ilhas Andaman, que fica na Baía de Bengala, na África do Sul, conta a lenda que o Deus Tuluga criou o primeiro casal, e ele modificou as línguas dos homens. Ele fez isso quando os muitos filhos deste casal tiveram que deixar sua casa por causa da grande quantidade de pessoas. Lendas chinesas contam que a divisão da língua fez com que o universo se desviasse pelo caminho, porque antes disso havia apenas uma língua original.


Na mitologia persa, o Deus Arimã, que seria uma entidade do mal, pulverizou a linguagem dos homens em 30 idiomas. Um dos contos sagrados do povo maia, em um livro chamado Popovú, está escrito que as línguas da tribo mudaram, a fala ficou diferente. Conta esta lenda que antes a língua era uma quando eles partiram da região de Tulan.


E no conto bíblico está escrito que Deus destrói a torre-templo de Babel e ainda confunde a língua dos homens. Não é estranho todos estes povos terem uma raiz histórica em comum, e são todos povos distantes, e eles contam basicamente o mesmo pano de fundo. É claro que os detalhes são muito diferentes, mas o pano de fundo é isso aí mesmo.


Quando se trata de origem da fala, sempre vai ser algum Deus que vai fazer com que os seres humanos, que antes falavam um único idioma, começam a falar vários idiomas. Não existem coincidências nos campos da história, arqueologia e etc. Como também não existem acasos.


Todas as histórias, lendas e mitos são dados por um processo lento e gradual, que são aprendidos e contados ao longo do tempo. Não se sabe ao certo quando surgiu a fala. Isso porque na época não existia a escrita.


Sendo assim, não era possível registrar o nascimento da comunicação oral. Por outro lado, isso indica que a nossa busca pela raiz histórica da linguagem sempre terá um ponto inicial em comum. Ao que parece, todos os relatos convergem da mesma raiz.


Este relato é o seguinte. Um Deus, seja lá qual for o nome deste Deus, fez os homens. Este Deus fez os homens falar línguas diferentes.


Uma coisa é certa de que a fala não é genética. A fala não é passada de uma geração para outra geração automaticamente. Ninguém nasce falando, ninguém aprende a falar sozinho.


A fala é uma habilidade adquirida e aprendida ao longo do tempo. É certo que há palavras que são comuns em grande parte dos idiomas falado por nós. Não são comuns em todos os idiomas.


Mas, na maioria dos idiomas, algumas palavras são entendidas de várias formas. E temos dois exemplos destas palavras, como a palavra não e a palavra mãe. Em quase todos os idiomas, estas palavras têm a mesma raiz fonética.

Indicando assim, que nos primórdios da humanidade, o ser humano falava um único idioma. O ser humano tinha somente um idioma em comum.


A HISTÓRIA DO CIGARRO



A história do tabaco, ou do cigarro, começa com os povos originários das Américas. Segundo pesquisadores, o consumo do tabaco no continente americano é feito desde 6.000 a.C., tornando-se uma planta sagrada dos povos originários do continente americano. O tabaco fazia parte do dia-a-dia dos rituais religiosos, onde os sacerdotes faziam uso da planta em seus rituais religiosos.

Em geral, eram plantas psicoativas que eram fumadas para que eles se aproximassem dos deuses, ou que os deuses se aproximassem deles. Tanto faz. Os europeus tiveram contato com a planta pela primeira vez no ano de 1492, quando Cristóvão Colombo chegou às Américas.

Segundo historiadores, em novembro daquele ano, os europeus conheceram o hábito dos indígenas de fumar. No entanto, foram necessários quatro décadas para que a planta chegasse à Europa. No ano de 1530, o tabaco passou a ser cultivado pela família real portuguesa, inicialmente com finalidades medicinais.

E foi desta forma que a planta chegou à França, no ano de 1560, onde o então embaixador francês em Portugal, chamado Jean Nicot, enviou o tabaco à rainha Catarina de Médici para tratamento de sua enxaqueca. E ela teria dado início ao hábito de fumar, que foi rapidamente difundido entre a nobreza da França e, posteriormente, entre os demais países da Europa. Neste mesmo período, os colonos portugueses iniciaram o cultivo do tabaco em lavouras no Brasil, para o consumo próprio.

E o excedente começou a ser comercializado com a Europa. Inicialmente, a produção se concentrava no recôncavo baiano, de Salvador e também em Recife. Durante o século XVII, o tabaco passou a ser um dos principais produtos de exportação do Império Português.

As lavouras, no entanto, se expandiram rapidamente, somente depois da famosa Proclamação da República. Abrindo aqui um parênteses, a Proclamação da República, que é falada nos jornais, revistas, etc., não é uma proclamação. Na verdade, é uma implantação da ditadura militar aqui no Brasil, mas isso é assunto para outro vídeo.

Inicialmente, entre os europeus, o tabaco era usado como uso medicinal. E tudo começa quando o médico e diplomata Jean Nicot envia as primeiras sementes à rainha da França, a Catarina de Médici. E em sua homenagem, a planta foi batizada como Nicotiana Tabaco.

E em pouco tempo, o tabaco virou remédio para todos os tipos de doença na Europa. O tabaco virou uma panaceia e esta planta foi indicada para crianças que comem muita carne e também para combater pedras no rim e até para tratar mordidas de tigre. Em 50 anos, o tabaco conquistou o mundo.

No ano de 1542, já havia samurais fumando tabaco. As tribos africanas costeiras adotaram a planta e levaram as aldeias interioranas séculos antes de os primeiros brancos chegarem lá. Nem o islamismo impediu a sua circulação e a planta foi admitida nos países árabes onde o álcool era proibido.

A indústria do marketing, como as revistas, o cinema, a televisão e toda a indústria do audiovisual, vê no cigarro um meio de propagar o produto. Já nos anos 20, o objetivo surgiu como um elemento de transmitir o glamour e a rebeldia e muitas vezes servia como metáfora para a relação sexual. A exemplo disso nós temos o filme Carne e o Diabo de 1926 com Greta Garbo.

E na era de ouro de Hollywood, especialmente no final dos anos 30 ao início dos anos 60, o impacto do cigarro foi potencializado em grande escala e o fumo teve a função quase que de fazer a propaganda da sétima arte. Artistas como Bette Davis, Audrey Hepburn, Humphrey Bogart, James Dean e todos os grandes nomes do cinema americano e etc, sempre foram vistos consumindo cigarros e eles consumiam cigarros atrás de cigarros e é claro, em frente às telas. Havia uma clara glamourização do fumo, contribuindo assim para a construção do comportamento e o aumento exponencial do número de fumantes adultos e jovens no planeta.

Estima-se que entre os anos 70 e os anos 90, a indústria do cigarro teria investido mais de 1 bilhão de dólares apenas para inserir o cigarro nos filmes, inclusive escolhendo quais atores apareceriam fumando e até intervindo nos roteiros. Ao mesmo tempo na TV, campanhas celebravam o fumo como algo aventureiro e prazeroso. Um exemplo bem claro disso é a lendária série de propagandas do Cowboy da Marlboro, que anos depois acabou se voltando contra a companhia, diante do fato de que alguns dos cowboys vieram a falecer de câncer pulmonar ou problemas respiratórios causados pelo cigarro.

No Brasil, o papel midiático de propagar o hábito do fumo foram as novelas da Globo. Fumar era sinônimo de charme e de liberdade. A indústria da moda e empresas de marketing, revistas, jornais e etc, utilizavam seus veículos para fazer propaganda do uso do cigarro.

Isto era feito porque toda uma indústria tinha que ser alimentada, só que nem todos eram a favor da disseminação do tabaco. O rei inglês James I, do século XVII, dizia a seguinte frase, abre aspas, Fumar é um costume repulsivo para os olhos, detestável para o olfato, danoso para o cérebro e perigoso para os pulmões. Fecha aspas.

É claro que infelizmente ele foi ignorado. O imperador otomano Murad IV proibiu o fumo em seu reino e para fiscalizar, para ver se havia alguém fumando em seu reinado, ele se vestia de mendigo e implorava por umas baforadas. Quem dava o tabaco a ele era decapitado.

Estima-se que 25 mil pessoas foram mortas em 14 anos no reinado do imperador otomano Murad IV. A partir dos anos 40 e 50, as primeiras pesquisas científicas sobre os malefícios do cigarro começaram a ganhar força. E no final da década de 60, a comunidade científica no mundo todo já admitia existir os prejuízos à saúde causados pelo consumo do tabaco.

Em geral, são três os componentes básicos da composição do cigarro, que são a nicotina, alcatrão e monóxido de carbono. O alcatrão é na realidade uma mistura imprevisível que pode conter vários compostos com diferentes toxinas. Por isso sua quantidade total não serve como medida de controle.

Alguns produtos conhecidos que compõem o cigarro são acetona, ácido cianídrico, amoníaco, butano, DDT, formal, matanol, mercúrio, naftalina, polônio e etc. O cigarro é danoso à saúde e sabendo que é um veneno para os seres humanos, infelizmente não há nada que proíba o seu comércio. 

A FORMAÇÃO DA TERRA



Muitos vão se lembrar dos experimentos de Miller e Urey, e lembrando destes experimentos, vão se lembrar, obviamente, que Miller e Urey fizeram em 1953, seus famosos experimentos para mostrar como era o clima do planeta na Terra Primitiva. Stanley Lloyd Miller e Harold Clayton Urey, no ano de 1953, construíram em laboratório um sistema que simulava as condições da atmosfera quando nosso planeta era primitivo. Acreditando que a Terra Primitiva era composta de amônia, metano, nitrogênio e vapor d'água, eles queriam colocar em prática a tão famosa hipótese dos cientistas Oparin e Haldane, que defendiam esta teoria ainda nos anos de 1920.

A hipótese da atmosfera da Terra quando era primitiva, é uma hipótese explicativa da origem da vida aqui na Terra, que foi desenvolvida pelos biólogos Alexander Ivanovitch Oparin e John Burdon Sanderson Haldane. Eles afirmavam que a origem dos organismos vivos encontra-se no comportamento físico-químico da matéria inanimada, ou seja, através da matéria inanimada que geraram comportamentos químicos e físicos, geraram os primeiros organismos vivos. Isso quer dizer que a vida, segundo estes cientistas, se originou de material sem vida, e sabemos que em biologia, a vida gera vida, e materiais que não têm vida, não podem gerar vida.

Mas o cientista Alexander Ivanovitch Oparin propôs sua teoria em 1924, mas seu trabalho não chegou ao ocidente, e isso até nos anos de 1930, quando John Burdon Sanderson Haldane, um bioquímico, propôs de forma independente uma teoria semelhante em 1929, e Miller e Urey colocaram a teoria destes cientistas em prática, e segundo o experimento de Miller e Urey, as condições na Terra Primitiva favoreciam a ocorrência de reações químicas que formavam compostos inorgânicos em compostos orgânicos, percursores da vida, ou seja, eles colocaram em laboratório as condições da, entre aspas, Terra Primitiva, e estes compostos sem vida, ou seja, inorgânicos, com reações químicas, fizeram ocorrer os compostos orgânicos, ou seja, geraram vida, material ou materiais sem vida, geraram material ou materiais com vida, a não vida gerou vida, e isto em biologia é meio que impossível, porque a vida, o organismo só pode vir da vida ou do organismo, mas Miller e Urey colocaram as teorias de Hopper e Haldane em prática, e então em 1953, Stanley e Urey realizaram esta experiência, e esta experiência tornou-se um clássico sobre a origem da vida, o experimento era formado por tubos e balões de vidro interligados, onde foram adicionados compostos existentes na atmosfera primitiva, segundo Hopperin, a terra primitiva era composta de amônia, metano, nitrogênio e vapor d'água, o sistema foi aquecido e recebeu descargas elétricas, simulando a temperatura elevada da época, e as tempestades que ocorriam, no condensador a mistura dos gases era resfriada simulando o resfriamento da terra, pois as gotículas de água acumuladas escorriam, simulando as chuvas, o aquecimento provocava o ciclo desse processo, Miller manteve esse sistema por uma semana, após esse tempo a água do reservatório ou armadilha, foi analisada através de vários experimentos e mostrou a presença de aminoácidos e outras substâncias químicas mais simples, mas não tinham vida, ou seja, não obtiveram seres vivos, mesmo que uma molécula de ser orgânico, tudo o que eles obtiveram nessa experiência foram elementos inorgânicos, onde sabemos que os gases presentes na atmosfera eram bem diferentes das teorias propostas por Hopperin e Haldane, que foram utilizadas por Miller e Urey, experimentos recentes demonstraram que a atmosfera primitiva era formada por gás carbônico, metano, monóxido de carbono e gás nitrogênio, mesmo que Miller e Urey tivessem usados esses elementos aquecitados agora, seus experimentos iam dar os mesmos resultados, porque mesmo se eles tivessem usados esses elementos, eles ainda assim não conseguiriam gerar uma molécula orgânica, porque somente esses elementos já listados ou usados por eles, não são suficientes para fazerem que os aminoácidos produzidos fossem capazes de produzir uma proteína de uma molécula viva, é provado que nosso planeta passou por muitos processos químicos e climáticos complexos e que nessas complexidades climáticas, teríamos o vento como fator resultante destas forças variáveis, em ambos os casos, no caso da bíblia e no caso da ciência, a água já existia no nosso planeta, porque mesmo que a ciência diga que existia vapor d'água no nosso planeta, vapor d'água é água na forma de vapor, então existia a água no nosso planeta, e neste quesito a ciência irá concordar com a bíblia na questão da existência da água, e na questão relatado na bíblia, que o espírito de Deus se movia sobre a face das águas, em Gênesis 1 versículo 2, irá concordar com a ciência que o vento ou o ar em movimento se movia sobre a face do planeta, e na questão da terra ser sem forma e vazia, é exatamente isto que é relatado na ciência, porque haviam processos químicos e climáticos complexos no nosso planeta, mas não sabemos explicar como estes processos químicos e climáticos complicados fizeram a vida, a ciência até hoje não consegue explicar como surgiu a vida aqui na terra, além dos cientistas Opari e Haldane, Emile e Uri, outros cientistas tentaram fazer experimentos para provar que de fato a vida se originou segundo conta a ciência, mas infelizmente sem sucesso, isto porque até hoje não foi possível fazer a vida orgânica nascer, crescer e viver, sendo gerada de uma substância que não tem a vida, porque segundo a biologia, a vida só pode vir de algo vivo, é alguma coisa que tem vida que gera outra vida, é fato que a bíblia e a ciência nos explicam que a vida começou nos oceanos, a vida começou na água, o problema é explicar o como a vida se originou.


A FARSA DAS IRMÃS FOX

 No mês de março de 1848, perto de Rochester, Nova York, duas irmãs chamadas Catherine Fox e Margaret Fox, com idades de 11 anos e 13 anos, alegavam que ouviam sons de pancadas inexplicáveis que partiam de um cômodo da casa, na fazenda onde moravam. Esta notícia se espalhou e muitas carruagens estacionaram na fazenda, e muitas pessoas viam de várias localidades testemunhar as irmãs que supostamente se comunicavam com os espíritos, ou seja, com os mortos. Entre estes espíritos estava o espírito de um vendedor itinerante que havia sido assassinado no local.

O nome deste caixeiro viajante era Charles Rosman, que foi assassinado anos atrás naquela casa. Charles Rosman indicou até mesmo o motivo do crime onde seu corpo fora sepultado. Segundo as irmãs Fox, Charles Rosman fora sepultado no porão da casa.

As habilidades mediúnicas de Catherine Fox e Margaret Fox tornaram-se muito conhecidas e elas embarcaram numa carreira bastante lucrativa como médiuns, realizando sessões em salas privadas pelos Estados Unidos e na Inglaterra. As meninas eram filhas do pastor John D. Fox. John D. Fox era pastor da Igreja Metodista de Nova Iorque e também um membro atuante da maçonaria de Nova Iorque.

Toda a família Fox era evangélicos metodistas e viram no espiritismo uma boa forma de ganhar dinheiro, fama e conhecimento. E a fama da família Fox influenciou bastante algumas correntes da religião evangélica da época. As tais pancadas muito conhecidas, que é um dos meios de comunicação que os espíritas têm com os mortos, foi feito também com as irmãs Fox.

Isaac Post, um dos moradores do vilarejo, teve a ideia de nomear em voz alta as letras do alfabeto, pedindo ao tal espírito que batesse uma pancada quando a letra entrasse na composição das palavras, para formar, assim, um meio de comunicação mais elucidativo. Desde esse dia, ficou descoberta o que é chamado na religião espírita de telegrafia espiritual, que é o processo que, com pequenas variações, seria aplicado no fenômeno das mesas girantes. E foi graças a esse tipo de comunicação que Charles Rosman pôde relatar sua breve história.

Porém, tudo não passava de uma farsa, porque as irmãs evangélicas e espíritas produziam estes sons de batidas em forma de truques. Nada era verdade, e as próprias admitiram a fraude. Primeiro, elas utilizavam uma maçã que ficava presa a um barbante que lançavam contra a parede de uma sala escura, manipulando o barbante.

E mais tarde, elas faziam estas batidas, simplesmente estalando as juntas dos dedos. A revista People Magazine, de 25 de outubro de 1999, na página 125, comprova esta fraude. Margaret Fox, já crescida, confessa sua fraude, dizendo que sua irmã foi a primeira a descobrir que, por esfregar os dedos, ela podia produzir certo ruído com as juntas, e que o mesmo efeito podia ser produzido com os outros dedos, no caso, o dedo do pé.



E descobrindo que as duas podiam criar ruídos com os pés, ninguém suspeitava que fosse um truque orquestrado por elas. E Margaret Fox, vai mais fundo, perguntaram para ela o significado destas pancadas, e ela disse que elas praticavam, ou seja, elas ensaiavam estas batidas, sendo uma pancada para sim, e três pancadas para não. Depois elas modificavam, mudavam o código.

Margaret Fox, faz uma extensa declaração sobre isso tudo, no jornal New York World News Paper, no dia 21 de outubro de 1888. Além das irmãs Fox, vários personagens conhecidos e influentes do espiritismo, começaram a ser descobertos. Foi mais que provado que o movimento espírita era mais um movimento religioso que enganava as pessoas.

Tanto é, homens como Harry Houdini e James Randi, fizeram vários desafios para que os defensores do espiritismo, provassem que o espiritismo era verdadeiro. E nesses desafios, ninguém conseguiu provar que o espiritismo não fosse uma fraude. O próprio Harry Houdini, ofereceu 25 mil dólares, para quem provasse que o espiritismo era verdadeiro.

E James Randi, foi mais radical. Ele ofereceu o prêmio de 1 milhão de dólares, para quem provasse que o espiritismo não é uma farsa. E pasme, ninguém ganhou até hoje, os 25 mil dólares de Harry Houdini.

Como também, ninguém ganhou o 1 milhão de dólares de James Randi. Não esqueça de se inscrever no canal. Clique no sininho, para receber as notificações.


A INDÚSTRIA DO CIGARRO



O lobby e o comércio e a defesa que se faz à indústria do tabaco ainda é muito forte. Ao contrário do que muitos pensam, a indústria do cigarro ainda tem seus defensores. Porém, houve um escândalo que abalou esta indústria.
Este escândalo só foi possível graças às denúncias de um executivo e bioquímico da empresa Brown Williamson. A empresa Brown Williamson é uma poderosa indústria do tabaco dos Estados Unidos. E o nome do denunciante é Jeffrey Wigan.
Por denunciar esta gigante, Jeffrey Wigan foi demitido no ano de 1993. Isso porque ele começou a fazer pesquisas para produzir um cigarro menos cancerígeno. Jeffrey Wigan contou para a rede de TV CBS os segredos mais escusos desta poderosa indústria que movimentava em sua época, anualmente, mais de 300 bilhões de dólares.
E isso em todo o mundo. Foi a primeira vez que um membro destacado desta forte indústria admitia, publicamente, que o cigarro devastava os fumantes e ainda causava câncer. E graças a este alarido, graças a estas denúncias, toda a indústria tabagista teve que pagar mais de 246 milhões de dólares em indenizações para compensar os gastos com a saúde pública.
Com esta goleada fenomenal de 7 a 1 sobre a indústria tabagista, muitos conceitos que eram defendidos pelo cigarro começou a ruir. Mas esta guerra não vem de hoje. Esta guerra é fruto de alguns estudos feitos há mais de 40 anos antes que provavam que o cigarro causa câncer.
E o nome de um destes investigadores, ou seja, pesquisadores, é Ernst Winder. Ernst Winder foi um médico judeu-alemão que fugiu da Alemanha durante a Segunda Guerra e ele foi morar nos Estados Unidos. No ano de 1953, Ernst Winder começou a pesquisar os efeitos do cigarro no corpo humano.
E nestes estudos ele fez algumas experiências. E uma destas experiências ele fez com ratos. Ele pincelou o dorso depilado de 86 ratos.
E ele fez isso com uma substância extraída da fumaça do cigarro. Para seu estudo, para sua pesquisa, ele utilizou a marca de cigarro Love Strike. Então ele pegava os ratos, tirava os pelos, extraia algumas substâncias da fumaça e pintava as costas destes ratos.
Ele usou outras marcas de cigarro, mas a marca Love Strike foi a que realmente ele usou com mais frequência. Cada rato pintado recebeu, semanalmente, por dois anos, 40 gramas de alcatrão destilado. Esta quantidade era, mais ou menos, a mesma quantidade presente no maço de cigarros.
E esta experiência, claro, deu um resultado. E o resultado foi que dos 62 ratos que chegaram ao final do experimento, 58% tinham desenvolvidos tumores cancerígenos. Nos 20 meses seguintes, 90% dos ratos haviam morrido.
No grupo destes ratos, que não tinham recebido estas substâncias, 58% sobreviveram. Nem é preciso dizer que as descobertas de Ernest Winder não foram bem aceitas pela indústria do cigarro, é claro. Isto porque foi a primeira vez que um estudo realizado sob condições rigorosas comprovava que o fumo causava câncer.
Embora rejeitado pela indústria, o estudo do Dr. Ernest Winder foi amplamente divulgado pela mídia. E a descoberta foi responsável por uma queda de 10% no consumo de cigarros nos Estados Unidos, entre 1953 e 1954. Como nem tudo são flores, a indústria tabagista pegou pesado para demonizar Ernest Winder.
Isto porque ele comprou briga com Golias. Embora acuados, a poderosa indústria tabagista iniciou sua ofensiva para neutralizar as más notícias. Em um anúncio publicado em mais de 448 jornais espalhados pelos Estados Unidos, em 1954, a indústria bombardeava as descobertas do pesquisador alemão e afirmava que ele não tinha evidências científicas.
Ernest Winder era uma voz solitária, era um grito ecoando a esmo e por muitas vezes ele não tinha direito de respostas. Os ataques a sua pessoa vinham de todos os tipos. Isto porque a poderosa indústria tabagista contratou cientistas, jornalistas, médicos, atores e quem pudesse comprar para vender uma boa imagem do cigarro e para desqualificar Ernest Winder.
E estes cientistas, atores, médicos e etc. apareciam na televisão, no rádio, nas revistas, nos jornais, dando declarações positivas para o cigarro e desqualificar o máximo possível a pessoa de Ernest Winder. Por estar em uma guerra solitária, Ernest Winder acabou sendo visto como despreparado, desqualificado e um sujeito questionável.
Seus estudos, suas pesquisas agora eram vistas com desconfiança e até mesmo alguns órgãos do governo americano desacreditavam de Ernest Winder. Contudo, embora desacreditado, as pessoas que fumavam começaram a morrer de câncer, começaram a morrer de tuberculose, começaram a morrer de várias doenças causadas pelo cigarro. Mas mesmo assim o estudo, a pesquisa de Ernest Winder foi jogada no lixo.
Apesar de ter suas investigações de laboratório enxovalhadas diante de milhões de americanos e também de ser ridicularizado por fumantes que defendiam o consumo do cigarro, Ernest Winder, embora abalado, continuou sua luta e luta esta, infelizmente, solitária. Por conta de vários problemas de saúde que aconteceram devido ao cigarro, no ano de 1969, as pessoas começaram a se lembrar das pesquisas de um desconhecido e desacreditado Ernest Winder. E sua luta solitária, neste ano, culminou com a fundação da American Health Foundation, que é a fundação de saúde americana.
Esta fundação é uma instituição que, entre outras coisas, é o bastião na pesquisa sobre os males do cigarro. Ernest Winder faleceu no ano de 1999 reconhecido e vitorioso. 


segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A LOUCURA DE DANIEL 4 É UM PLÁGIO DO ORIGINAL A ORAÇÃO DE NABONIDO



A maioria dos historiadores e peritos bíblicos aponta que a narrativa de Daniel 4 (onde o rei Nabucodonosor fica louco e vive como um animal por sete anos) preserva, na verdade, memórias históricas que originalmente pertenciam a Nabonido, o último rei de fato da Babilônia. O Livro de Daniel, ao ser compilado em sua forma final, teria transferido a história para Nabucodonosor porque ele era uma figura muito mais famosa, imponente e emblemática na memória dos judeus (visto que foi ele quem destruiu Jerusalém e o Primeiro Templo).

Registros babilônicos oficiais (como as Crônicas de Nabonido) confirmam que Nabonido realmente abandonou a capital Babilônia por cerca de dez anos para viver no deserto de Temã. Durante esse período, seu filho Belsazar governou como corregente na capital (o que explica perfeitamente por que Belsazar aparece agindo como rei em Daniel 5). Nenhum documento babilônico cuneiforme relata loucura por parte de Nabucodonosor, o que reforça que os detalhes de Daniel 4 são uma adaptação teológica da real e misteriosa ausência de Nabonido.

Os registros babilônicos também sugerem que Nabonido sofria de uma condição física/psicológica e tinha forte conflito com os sacerdotes locais porque ele rejeitou o deus principal da Babilônia (Marduque) para adorar o deus da lua (Sin). 

A Oração de Nabonido foi descoberta em 1956 na Caverna 4 de Qumran, entre os Manuscritos do Mar Morto. A Oração de Nabonido reteve o nome histórico correto (Nabonido) e a localização geográfica real (Temã). 


Prestígio Literário e Teológico: O livro de Daniel foca muito na dinastia de Nabucodonosor (seus sonhos, a estátua de ouro, a fornalha ardente). Manter o mesmo rei centraliza a lição teológica do livro: o maior monarca da Terra precisou ser humilhado para reconhecer que o Deus dos judeus governa o reino dos homens.


Tradução de 4Q242 - A Oração de Nabonido

A Oração de Nabonido (catalogada oficialmente como 4Q242 é um texto em aramaico fragmentado encontrado na Caverna 4 de Qumran entre os Manuscritos do Mar Morto, baseada na célebre reconstrução paleográfica do professor Frank Moore Cross.


Linha 1:"As palavras da ora[çã]o que Nabonido, rei da [te]rra da Babilônia, o [grande] rei, oro[u quando foi afligido]

Linha 2:com uma inflamação maligna por decreto do D[eus Altís]simo, em Temã. [Eu, Nabonido] fui afligido [por uma inflamação maligna]

Linha 3:por sete anos, e fui banido para longe [dos homens, até que orei ao Deus Altíssimo]

Linha 4:e um exorcista perdoou o meu pecado. Ele era um ju[deu] do[s exilados, que me disse:]

Linha 5:«Faça uma proclamação por escrito, para que glória, exal[tação e hon]ra sejam dadas ao nome do [De]us [Altíssimo». E eu escrevi o seguinte: «Quando]

Linha 6:eu fui afligido por uma inflamação ma[ligna] [...] em Temã, [por decreto do Deus Altíssimo]

Linha 7:[eu] orei por sete anos [a todos] os deuses de prata e ouro, [de bronze e ferro]

Linha 8:de madeira, de pedra e de barro, porque [eu pensa]va que e[les eram] deuses [...]"

 O restante do texto se perdeu devido à deterioração natural do pergaminho


Três detalhes cruciais que a tradução revela:

O "Exorcista" Judeu: No texto de Qumran, quem atende o rei não é chamado pelo nome (como Daniel). É descrito apenas como um judeu exilado. Na cultura antiga, termos como "exorcista" ou "adivinho" eram usados para sábios que decifravam males espirituais e físicos.

A Natureza da Doença: Enquanto na Bíblia o castigo é a loucura (licantropia/boantropia), o fragmento do Mar Morto fala explicitamente de uma "inflamação maligna" ou "úlcera maligna" (um grave problema de pele).

O Pecado da Idolatria: Na linha 7 e 8, Nabonido admite que passou os sete anos de sua doença orando para falsos deuses de ouro, prata e pedra. Essa lista exata de materiais aparece em Daniel 5:23, mostrando como esses dois textos compartilham a mesma tradição literária e vocabular babilônica.


A FARSA COMPROVADA DO ESPIRITISMO



Os primeiros relatos que se conhece do movimento espírita são de 1840, e de lá pra cá o mundo praticamente tem reverenciado esta religião. Mas mesmo no seu início foi provado que o espiritismo não passa de uma farsa. Infelizmente mesmo com as fraudes comprovadas e confessadas pelos seus líderes e pelos seus praticantes, o movimento espírita continua crescendo exponencialmente, e vem ganhando muito apoio do esoterismo, hinduísmo, budismo, cristianismo e etc.
A propaganda que se faz em volta do meio do espiritismo é muito grande e muito forte, e as pessoas vez ou outra abraçam estas religiões, acreditando piamente que as tais resolverão seus problemas. Uma das primeiras fraudes comprovadas do espiritismo vem do pastor luterano da Inglaterra, Emanuel Swenderborg. Ainda nos anos de 1700, este pastor evangélico dizia que entrava em transe para se comunicar com o mundo espiritual.

Pastor Emanuel Swenderborg
O entrar em transe hoje em dia no meio evangélico é conhecido como entrar em mistério. O pastor Emanuel Swenderborg meio que entrava em mistério ou em transe e se comunicava com anjos, demônios, Jesus e até com pessoas mortas. Colocado à prova sua crença, foi declarado e comprovado que estes transes ou estes mistérios que ele entrava não eram verdadeiros, e ele nem se comunicava com estes espíritos ou com estes anjos, e muitas de suas revelações e profecias não se cumpriram.
O pastor luterano Emanuel Swenderborg dizia que se suas visões não foram comprovadas em vida, após sua morte com certeza seriam comprovadas. E o que aconteceu que o pastor Swenderborg falece no ano de 1772 e suas profecias e visões até hoje não passam de uma fraude, pois todas não foram comprovadas. 

Franz Anton Mesmer
Outro mentiroso da religião é o doutor Franz Anton Mesmer.
Franz Anton Mesmer nasceu na Alemanha, ele era médico, músico, maçom e filósofo. O doutor Mesmer dizia que entrava em hipnose, é mais ou menos o que fazia o falso profeta luterano Emanuel Swenderborg, porque como era um religioso, ele dizia entrar em transe ou entrar em mistério. Já o doutor Franz Anton Mesmer dizia entrar em estado hipnótico, e este estado hipnótico que nós sabemos que é entrar em transe ou mistério, era conhecido como mesmerismo.
E doutor Anton Mesmer não só tinha o suposto poder de entrar no mesmerismo ou em hipnose, como induzir as pessoas a ficarem hipnotizadas. Verificado por AMAISP, a sua doutrina e a sua relação com o hipnotismo, ou seja, com o mesmerismo, foi provado que as pessoas eram induzidas a entrarem em hipnose. Muitos psicólogos sérios da época examinaram tanto o doutor Anton Mesmer como os seus seguidores, e foi mais que comprovado que tudo não passava de uma farsa, não passava de uma fraude.
Tanto é que o doutor Franz Anton Mesmer ficava viajando de região para região porque a sua farsa era revelada, e seus seguidores queriam seu dinheiro de volta, queriam as suas vidas de volta. 

 Andrew Jackson Davis
Outro gatuno pego trapaceando as pessoas com o espiritismo foi o escritor Andrew Jackson Davis. Andrew Jackson Davis dizia ter o poder de entrar em transe, isso é comum no meio evangélico e também no meio espírita.
Lembrando que entrar em transe é o mesmo que entrar em estado de hipnose ou entrar em mistério. E nesses transes que o Andrew Jackson Davis entrava, ele dizia receber ou incorporar ou conversar com o médico da Roma Antiga, o doutor Cláudio Galeno. E nessas supostas aparições do doutor romano Cláudio Galeno, Andrew Jackson Davis dizia curar muitas pessoas de suas enfermidades.
Como acontecem hoje na religião evangélica, acontecia também nos primórdios do espiritismo. Andrew Jackson Davis curava caroço, curava dores de cabeça, essas coisas que os pastores da religião evangélica fazem hoje em dia. É muito comum no sistema religioso evangélico a pessoa vai ao culto e é curada de um caroço sei lá onde, dor de cabeça, mal estar e etc.
Mas curar pessoas com problemas crônicos de saúde não cura. E o mesmo aconteceu com Andrew Jackson Davis. Pessoas que eram cegas, amputadas, pessoas que tinham problemas crônicos de saúde como câncer e outras enfermidades não eram curadas.
Andrew Jackson Davis dizia que outras pessoas não tinham fé para serem curadas, igualzinho como fazem hoje os pastores evangélicos. Pessoas que tinham paralisia infantil e etc, acreditavam piamente que Andrew Jackson Davis curava as pessoas, porque Andrew Jackson Davis dizia que recebia ou conversava ou que era incorporado ou seja canonizado pelo espírito do doutor Cláudio Galeno. E nem é preciso dizer que essas pessoas ficaram frustradas e nervosas e começaram a denunciar que Andrew Jackson Davis não passava de uma farsa.

As Irmãs Fox
Outra fraude muito conhecida no meio espírita são as Irmãs Fox. As Irmãs Fox eram seguidoras do Espiritismo e também adeptas da Igreja Metodista. Elas eram filhas do Sr. John D. Fox.
John D. Fox era pastor titular da Igreja Metodista e como o dinheiro começou a entrar com esse negócio de Espiritismo, o pastor John D. Fox apoiou suas filhas quanto ao fenômeno paranormal do Espiritismo. Anos depois, já crescidas, as irmãs admitiram o que muitas pessoas já sabiam, que as tais batidas que elas faziam ou recebiam eram meramente um ardil bem elaborado. Katie Fox e Margaret Fox confessaram toda a farsa em várias entrevistas que elas deram.
A desculpa foi que na época elas foram induzidas a fazer isso porque eram crianças. O que era verdade, elas eram muito crianças, elas eram muito jovens, mas a farsa revelada de que as irmãs Fox não conversavam com espíritos, ou seja, não conversavam com gente morta, foi revelada. 

Sr. William Humler
E a lista de enganadores não para por aí. Nós temos na nossa lista o Sr. William Humler. William Humler era um famoso e conhecido fotógrafo de espíritos, e essa fama durou até o ano de 1869, quando finalmente foi descoberta sua fraude. Além de ser acusado de fraude, William Humler foi acusado por diversas práticas ilegais como invasão de domicílio e roubo de fotografias.
As tais fotos de espíritos foram comprovadas que eram fraudulentas, e quem comprovou essas fraudes foi o próprio sistema jurídico americano, porém ele não foi preso. Só que desde então que foram descobertas suas fraudes, ele nunca mais tirou nenhuma foto de espíritos, e William Humler terminou seus dias na mais absoluta miséria. 

William Hupp
Um outro larápio do espiritismo foi William Hupp. William Hupp era inglês e partilhava da mesma paixão por fotografias de Humler. Embora partilhasse a mesma paixão por fotografias de espíritos de Humler, não aprendeu a lição de seu antecessor. Acontece que William Hupp também era médium, e além de médium, ele era um grande amigo do escritor e maçom Arthur Conan Doyle, o autor de Sherlock Holmes.
As fotos de espíritos que William Hupp tirava foram comprovadas que eram fraudes, e entre as acusações de fraudes, constava que William Hupp utilizava chapas de vidro com imagens de espectros para produzir o efeito de espíritos nas fotos, o mesmo processo que era usado pelo seu antecessor William Humler. Por conta dessas fraudes comprovadas, surgem em cena dois personagens. O primeiro foi Harry Houdini, e o segundo James Randi.

Harry Houdini
Depois de ser enganado em uma sessão espírita na casa do Sr. Arthur Conan Doyle, desafia toda a elite espírita, e lhe ofereceu 25 mil dólares para quem provasse a eficácia do espiritismo. E pasme, Harry Houdini faleceu, e ninguém recebeu os 25 mil dólares. 

James Randi 
Foi um mago canadense, e ele desafia abertamente qualquer crente espírita a provar que o espiritismo é real ou que não passa de uma fraude.
James Randi oferece o prêmio de 1 milhão de dólares para quem provar que o espiritismo não é uma farsa. Ele é o fundador da organização James Randi Educational Foundation, e este prêmio que lhe oferece de 1 milhão de dólares para quem provar que o espiritismo é verdadeiro vem de sua fundação. É claro que o desafio perdura por décadas e continua aberto até nos dias de hoje, porque ninguém provou que o espiritismo não é uma farsa.

Mesmo provado que o espiritismo não funciona em nenhuma esfera, as pessoas continuam acreditando em espíritos de gente morta, e que de fato, os médiuns ajudam a seus seguidores. Como estamos falando de uma religião, é óbvio que este sistema religioso nunca irá parar de crescer, pois o ser humano sempre quer ter uma religião para chamar de sua. Mas é provado que o espiritismo é realmente uma farsa.