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sábado, 12 de setembro de 2026

A FARSA DA ARCA DA ALIANÇA

 

A Arca na Bíbia

No livro de Êxodo 25,10-22, temos a descrição detalhada da construção e confecção da Arca da Aliança. 

No Hebraico fala-se  ארון הברית Aróhn Hab Beríth e no Grego fala-se Ki Bo Tós Tes Di A Thé Kes, foi o objeto mais sagrado na religião judaica, pois além de representar a aliança de Deus para com seu povo, continha também as tábuas dos Dez Mandamentos, a Vara de Arão que floresceu (que não só floresceu, mas que também brotou amêndoas) e o pote de Maná Hebreus 9:4.

A Arca também servia como objeto de guerra, pois indo adiante do exército nas batalhas, este símbolo representava Deus como General das Batalhas, conhecido como Jeová Sabaoth o Senhor dos Exércitos. 

Somente os sacerdotes levitas poderiam transportar e tocar na arca, e apenas o sumo-sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente. 

A Arca era feita de madeira de acácia, tinha um metro e dez centímetros de comprimento, setenta centímetros de largura e setenta centímetros de altura. Êxodo 25:10.


Sumiço

Infelizmente, ninguém sabe do paradeiro da Aca do Concerto, sabemos que no ano 586 a.C.  Nebuzaradã, comandante da guarda imperial, incendiou o templo do de Jerusalém, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes, foi uma destruição total. "No sétimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, comandante da guarda imperial, conselheiro do rei da Babilônia, foi a Jerusalém. Incendiou o templo do Senhor, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes. 2 Reis 25:8,9.

Depois desta devastação geral, a Arca nunca mais é mencionada na Bíblia, ao longo do Novo Testamento, a Arca não é mencionada estando na Terra de Israel, muito menos na sede do país em Jerusalém, Jesus ou os Apóstolos não falam nada da Arca estando no Templo Sagrado de Jerusalém ou estando em outro lugar, e nem os Fariseus, ou Saduceus, ou os Herodianos, mencionam alguma coisa sobre a sumida e desaparecida Arca da Aliança.

É uma incógnita, pois ninguém sabe o que aconteceu de fato com o objeto de culto mais adorado na religião Hebraica, tudo é vago quanto ao seu destino. Não há menção de sua destruição, não há menção de seu sumiço e nada de seu paradeiro. 

Há quem alegue que a Arca foi levada pelos Babilônicos com os demais objetos sagrados que existiam no Templo de Jerusalém, mas não há menção nas escrituras quanto a isso, na verdade, não há menção em nenhum lugar sobre isto. 

Uma coisa é certa, a Arca da Aliança está desaparecida e não existem evidências de seu paradeiro.


A Realidade

A vasta pesquisa sobre o assunto, até hoje é inconclusivo, é certo e provado de que a academia, considera a Arca da Aliança uma farsa.


Baú

É muito provável que o Reino de Israel de fato possuísse um baú sagrado de madeira revestido de ouro. Cultos da Idade do Bronze e do Ferro no Oriente Médio utilizavam arcas e barcos sagrados para transportar ídolos ou decretos reais.

Mas isso não é uma exclusividade do povo de Israel, tal objeto era comum em toda região do Levante.


Khemet

Os egípcios transportavam as estátuas de seus deuses em cofres ou barcas portáteis sobre varas nos ombros de sacerdotes, de forma idêntica à descrição da Arca. 


Tutankámon

As arcas douradas encontradas na tumba de Tutancâmon (KV62) são quatro grandes santuários encaixados uns nos outros que protegiam o sarcófago do faraó. 

Quatro caixas retangulares de madeira revestidas com folhas de ouro, dispostas em tamanho decrescente na câmara mortuária.

Ornamentadas com textos religiosos do Livro dos Mortos e imagens de divindades protetoras (como Ísis, Néftis e Anúbis).

A maior delas preenchia quase todo o espaço da câmara funerária, deixando apenas pequenos vãos nas laterais.

Foram encontradas por Howard Carter em 1922, lacradas e em perfeito estado de conservação.


Falsas Descobertas

Rabinos em Jerusalém 1981

Os Rabinos Shlomo Goren e Yehuda Getz iniciaram escavações secretas em túneis abaixo do Monte do Templo. Rumores de que haviam avistado a Arca causaram enorme euforia e quase iniciaram um conflito armado com a comunidade muçulmana. Posteriormente, o governo israelense selou o local e confirmou que nada havia sido descoberto. Foi constatado que tudo não passava de uma fraude.


Ron Wyatt 1982

O arqueólogo amador Ron Wyatt afirmou ter encontrado a Arca da Aliança em uma caverna subterrânea abaixo do Monte do Calvário, em Jerusalém. Wyatt alegou inclusive ter coletado o sangue de Jesus Cristo que teria pingado sobre o propiciatório. No entanto, ele nunca apresentou evidências físicas, fotografias válidas ou relatórios científicos, fazendo com que a comunidade acadêmica e a maioria dos teólogos classificassem sua alegação como uma fraude.


Igreja de Santa Maria de Sião - Etiópia

A Igreja Ortodoxa Etíope afirma que a Arca real está guardada em uma capela na cidade de Axum. Contudo, apenas um único guardião vigia o objeto sagrado 24 horas por dia e tem permissão para vê-la.  Ele permanece no cargo por toda a vida e escolhe o próprio sucessor antes de morrer.

Historiadores e arqueólogos internacionais tratam a alegação com grande ceticismo devido à proibição absoluta de acesso a pesquisadores independentes.

Contudo, Historiadores e guardas desertores que já analisaram o objeto de Axum apontam que o artefato guardado ali é, na verdade, uma réplica medieval, e não o baú da era de Moisés.


O Mito

Segundo o livro sagrado etíope Kebra Negast, a Arca foi trazida de Jerusalém para a Etiópia por Menelik I, filho do Rei Salomão com a Rainha de Sabá


Idolatria Religiosa Evangélica

Hoje, os Evangélicos idolatram a Arca da Aliança e, infelizmente, é um ídolo muito usado na religião evangélica. Eles invalidam o que está escrito em Jeremias 3:16. Está escrito: "Quando vocês aumentarem e se multiplicarem na sua terra naqueles dias", declara o Senhor, "não dirão mais: ‘A arca da aliança do Senhor’. Não pensarão mais nisso nem se lembrarão dela; não sentirão sua falta nem será feita outra arca. Jeremias 3:16". 

Eles fazem campanhas, cultos, templos e uma infinidade de cerimônias religiosas em torno deste objeto. É mais um ponto de contato dentre tantos símbolos religiosos da religião evangélica. 

A Religião Evangélica é idolatra, pagã, politeísta, infiel e anticristã, é mais uma dentre tantas fanfarronices religiosas que não pregam o evangelho de Cristo e sim Usos e Costumes e Tradição Religiosa.

Até hoje, a ciência arqueológica não possui nenhuma evidência material ou científica do paradeiro da Arca

 

terça-feira, 8 de setembro de 2026

JESUS NÃO ANDOU SOBRE O MAR

 


Diferentes Nomes do Lago

Ele é conhecido como Mar da Galileia ou Mar ou Lago de Tiberíades e Lago Quineret (ou Quinerete) estes nomes são os mais famosos. 


Embora seja chamado de "mar" nas escrituras, devido à sua grande extensão para os padrões da época. 

O Mar da Galileia ou Mar de Tiberíades é geograficamente um grande lago de água doce. Esse lago é alimentado e drenado pelo Rio Jordão. 

O suposto mito do milagre em que Jesus caminha sobre as águas aconteceu hipoteticamente no meio desse grande lago, durante uma forte tempestade noturna, quando os discípulos estavam afastados da margem em um barco. A passagem pode ser conferida detalhadamente nos livros de Mateus 14:22-33, Marcos 6:45-52 e João 6:16-21.

Jesus, se estivesse existido na vida real, não andou em nenhum mar, ele não caminha sobre o mar, ele caminha sobre o lago.


Dados do Lago

O Mar da Galileia ou Mar de Tiberíades é alimentado por nascentes subterrâneas e principalmente pelo Rio Jordão, que entra pelo norte e sai pelo sul. 

Ele possui cerca de 21 km de comprimento, 13 km de largura e 43 metros de profundidade. Está cerca de 213 a 214 metros abaixo do nível do mar, sendo o lago de água doce mais baixo da Terra.

Por estar localizado em uma depressão profunda muito abaixo do nível do mar e cercado por montanhas, o Lago de Genesaré sofre com ventos fortes repentinos que criam ondas violentas e grandes tempestades.



PICARETAS FILOSOFIA X COACHING

 


O mundo da cultura da autoajuda do planeta Colt é uma farsa, é uma porcaria. Só imbecil, idiota, leso, asno, burro, jegue para acreditar em uma vergonha alheia dessa. Eles pagam caros para entrarem neste mercado pilantrópico.

Para enterrar com uma pá de cal e para cravar um prego gigante nesse caixão do mundo da picareitagem Colt da autoajuda, a filosofia nos ajuda muito. Filosofia que eu digo é a filosofia séria, a filosofia da verdadeira academia. Por um acaso você já cansou de ouvir que o sucesso é apenas uma mudança de mentalidade? Já está farto desse negócio idiota de lei da atração? Já acionou seu código mental ou mindset? Já ouviu que tudo o que falta na sua vida é acordar às 5 da manhã? Já fez seu ioga e recitou seu mantra de gratidão? Ou já fez sua lista de gratidão matinal hoje? Pois bem, as pessoas que fazem isso são os retardatários, idiotizados, gados dos Coach.

São os fantoches, bonecos de ventríloquos. Estes são os troachins. Mas graças a Deus, tem aqueles que descobriram que estão sendo enganados.

Este é o maravilhoso mundo dos fracassados. Vou citar apenas 3 filósofos para derrubarem esta falcatrua intelectual chamado mundo Colt. Ou o mundo da alta ajuda.

Só trouxa para cair no negócio deste. O primeiro filósofo que eu vou trazer em pauta é o filósofo Kant. Ele é o pai do imperativo categórico e do próprio esclarecimento.

Kant deve estar se revirando no túmulo pelo que estão fazendo com o seu conceito de autonomia. Os picaretas do mundo Colt dizem que você é o único responsável por sua vida e que tudo depende de suas escolhas. Bom, mais ou menos, porque Kant provavelmente concordaria em parte.

Afinal, somos seres racionais e responsáveis por nossas ações. Mas o que acontece é que Kant jamais iria dizer que basta você pensar positivo, acionar o seu mindset para o universo conspirar ao seu favor. Isso não existe na vida real.

Na verdade, Kant lembraria que viver é enfrentar dilemas morais e que nem sempre o bem-estar virá em pacotes prontos, como os Coach ensinam. E vendendo os malditos cursos caros que não ajudam em nada, e como eu já disse em vários vídeos, você pode acessar esses códigos mentais abrindo o Novo Testamento, lendo o que está escrito no Novo Testamento, de grátis, sem pagar nada e aplicar na sua vida. Simples assim.

Mas não. Os trouxas, quer dizer, os trouxins preferem pagar mil, dois mil, duzentos mil reais e uma fortuna para não aprenderem nada e ficarem mais idiotas. Só que idiotas fracassados.

Outro filósofo que vou trazer aqui em pauta é o filósofo Schopenhauer. Schopenhauer é tão realista quanto Kant, só que com um pequeno grau a mais de pessimismo. Bom, aí depende.

Enquanto tem enganadores, picaretas, vagabundos dizendo e te persuadindo que o seu mantra é você ser o único e também ser incrível e que nasceu para brilhar, Schopenhauer já de pronto joga um balde de água gelada nesta fogueira mixuruca de palito de fósforo. Com todo o amor do mundo, ele vai te dizer, a vida é sofrimento, a vida é frustração, a vida é muitas vezes pura e simples falta de sentido. Em outras palavras, a vida é nua e crua, não tem dó e nem piedade.

E você é só mais um zé-ninguém na fila do pão. Schopenhauer sempre disse que a vida é um grande ciclo de desejos frustrados, ainda mais para o pobre, e que o melhor que você pode fazer é diminuir suas expectativas. E ele manda real, sem dó nem piedade.


Ele diria para você assim, meu querido, desejar coisas só te leva a uma vida de insatisfação constante. A verdadeira felicidade está em aceitar o fracasso frustrado, relaxar e apreciar a existência. É claro que ele pegou pesado, não é bem assim, mas isto é justamente o que os seguidores dos coaches, que são os troachins, devem ouvir, porque há desejos que você consegue alcançar.

Só que na maioria das vezes, a vida é mais perder do que ganhar, e se isto for pessimista demais para você, talvez seja porque você passou tempo demais ouvindo frases desmotivacionais do mundo coach, que é uma mentira, dizendo que você tem que ser a mudança que você quer ver no mundo, isto para ganhar dinheiro e ficar milionário. A mudança que você tem que ser para ver o mundo, é a mudança de caráter, é a mudança de comportamento para os que estão a sua volta, se sentirem mais confiáveis em relação a você. Quando na verdade, para a maioria desse pessoal do mundo coach, o desejo incessante de ser melhor, ficar rico, ficar milionário ou de ter sucesso, só aumenta a angústia deles próprios.

E o último é o Nietzsche, Nietzsche irá sempre nos lembrar que ser super homem, não é transcender as alimentações humanas, e sempre ser o super, se sentindo a última bala do pacote. Ninguém é melhor que ninguém, e este super ser que Nietzsche nos lembra, não tem absolutamente nada a ver com acordar 5 da manhã e fazer uma lista de gratidão, Nietzsche irá nos lembrar que a verdadeira liberdade envolve confrontar a realidade dura e crua, é o fio na navalha, e não transformar a liberdade em uma nuvem cor-de-rosa, onde tudo é possível desde que você queira ou mentalize o suficiente. Nietzsche se estivesse vivo, iria dizer, torne-se aquilo que você é, bom, para você melhorar, você tem que aceitar aquilo que você é para começar a sua jornada, encarando a realidade como se fosse realidade, porque é realidade, e não este mundo de fantasia que o mundo da autoajuda do planeta Coah ensina para você, não existe este negócio de pega o código, pega o mindset, o que existe é, encare a realidade, seja um ser humano de caráter, para você poder lidar com a realidade de uma forma justa, verdadeira e honesta, e só assim, quem sabe as coisas irão acontecer, porque antes de ganhar, você irá perder muito, só que lembrando, quando Nietzsche fala que nós temos que sermos aquilo que somos, vamos verificar que a nossa vida é uma bagunça interminável, para os que vão discordar destas verdades inexoráveis, eles vão preferir o mundo Coah, porque é o caminho mais fácil, porque ele dá uma sensação de ilusão, e ficam dentro de uma boia totalmente confortável, pois para estes, a mentira é melhor que a realidade, o problema deste negócio de Coah, esta porcaria do mundo colt, e do mundo da alta ajuda, é que eles vendem soluções fáceis para problemas complicados, o próprio mundo é um caos, o mundo é um caos, temos que encarar isto, isto não é ser pessimista, ou ser otimista, e sim ser puramente realista, para poder trabalhar a melhoria do dia de amanhã, a isto damos o nome de esperança, porque para o mundo Coah, tudo é fácil, o mundo é um caos, respira fundo, imagine o sucesso, está infeliz no trabalho, seu trabalho é uma droga, tenha gratidão, sua vida financeira vai melhorar, mas se sua vida financeira está desmoronada, tenha foco e ação, no fundo é tudo sua culpa, e a solução sempre está em comprar o próximo curso online, ou o próximo livro de auto ajuda, ou o próximo post viral, você vai conseguir, o mundo Coah não ensina a você a viver no caos, eles sempre te dão fórmulas prontas e inúteis, e só para lembrar aos estúpidos de plantão, que ainda insistem em seguir picaretas da montanha, perdedores de eleição, e estes gurus do mundo Coah, Kent, Schopenhauer e Nietzsche, nunca acordariam às 5 da manhã, eles diriam para você levantar cedo, pegar o busão lotado, e ir ao trabalho, é isso que eles diriam para você, e com certeza nenhum filósofo sério, vai dar este conselho, vai aceitar estes ensinamentos, destes gurus picaretas de auto ajuda e desenvolvimento pessoal, a filosofia séria e útil, não oferece um mindset vencedor, isso não existe, a filosofia séria, vai te oferecer conhecimento, conhecimento e conhecimento, justamente para você não ser presa fácil destes enganadores de plantão, a filosofia te oferece um pensamento crítico, pensar é desconfortável para o brasileiro médio, infelizmente, nem tudo na vida tem solução, é isso que os Coahs picaretas de auto ajuda, não dizem para você, viver dá trabalho, viver é aceitar nossas limitações, é isso que eles não ensinam e não explicam, mas se você quiser estudar filosofia, estou aqui à disposição.


O SER HUMANO VIVIA MAIS ANTIGAMENTE



O ser humano vivia mais antigamente ou não? Porque é muito comum as pessoas dizerem que antigamente se vivia mais. Muitos alegam ter na família uma tia, ou uma avó, ou sei lá quem, que viveu com mais de 80, 90 ou 100 anos de idade. Mas será que antigamente nós vivíamos mais mesmo? Muita gente destaca o livro de Gênesis do mito bíblico do gênero de fantasia para alegar esse argumento, porque nós temos neste livro homens que viveram muitos anos, e todos eles nasceram antes do dilúvio. Adão, Sete, Enos, Kenan, Jared, Matusalém e Noé viveram mais de 900 anos de idade. 
Paralelo a esses dados, no livro dos Salmos 90, versículo 10, que a vida dura apenas entre 70 a 80 anos. Está escrito, os dias da nossa vida chegam a 70 anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a 80 anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando. 
O que muitos não sabem é que o livro dos Gênesis é uma escrita que contém alguns elementos da mitologia sumeriana, nada do livro de Gênesis e da própria Bíblia é original.
No também mito do gênero de fantasia da Suméria, tem a lista dos reis sumerianos, por exemplo, a vida destes reis era exageradamente longa, muito mais que os patriarcas bíblicos. Se você acha a vida dos patriarcas bíblicos longa, é que vocês não sabem sobre a lista de alguns reis da antiga Suméria. Esses viveram muito mais que os patriarcas bíblicos pré-diluvianos, como Adão ou Matusalém, por exemplo. 
Nós temos o caso de um rei chamado Alulim, ele foi rei de Eridu. Segundo o registro sumeriano, ele viveu 28.800 anos. Tem também o rei Alalgad, que também foi rei de Eridu, ele reinou por 36.000 anos. 
Temos também o rei Dumuzi, ele foi rei de Urutu, ele viveu 36.000 anos. Um outro caso é o rei Ubur-Tutu, ele foi rei de Churupaque, ele viveu 18.600 anos. E segundo a mitologia sumeriana, depois desse rei, o Ubur-Tutu, rei de Churupaque, aconteceu o dilúvio. 
Há muito mais reis sumérios com essa expectativa exagerada de vida. Mas todos esses homens que viveram muito, tanto no relato bíblico quanto no relato sumeriano, tem duas coisas em comum para ter uma vida tão longa. A primeira, todos eram homens.
Sendo homens, eles não iriam engravidar e não teriam as dores de parto. Antigamente, infelizmente, mesmo as mulheres ricas, corriam risco de morte ao dar a luz. E o segundo fator, todos eles eram ricos, todos eram chefes. 
Vocês podem reparar, todos serão reis, no caso dos sumérios, ou serão patriarcas, no caso dos personagens bíblicos. É claro que tais idades são exageradas, mas eles viveram muito. Dito isso, é sabido então que todos eram oriundos de uma casta social elevada, então eles tinham privilégios.
Novamente, eu sei que é exagerado essas expectativas longevas desses dois grupos. No caso da bíblia, ou dos reis sumérios, estas expectativas de vida exageradas são aspectos meramente mitológicos, que no seu grosso modo, vão nos dar uma conotação de proximidade com Deus ou com os deuses, e também se verificará com isso o fator da obediência, honra e virtude. Com essas premissas, os deuses, ou Deus, concederá uma vida longa e próspera para quem obedece.
É claro que o ser humano não pode viver 950 anos ou 36 mil anos. Outra coisa que tem que ser levado em conta, são as variáveis que podem ou não fazer com que as pessoas vivam mais ou menos. Como por exemplo, o fator socioeconômico. 
Já acabamos de falar desses reis ou patriarcas que tiveram vidas longas. Assim como antigamente, como até nos dias de hoje, quem nasce em uma posição privilegiada, tem todas as condições de viver mais. E quem nasce pobre, já tem seu destino traçado, infelizmente.
Temos também o fator guerra. Antigamente, as pessoas viviam em guerras ou em guerrilhas. É claro que as guerras e guerrilhas ainda existem nos dias atuais, mas no âmbito mundial, tem diminuído drasticamente.
Isso permite que as pessoas vivam mais, porque no mundo antigo, com as constantes guerras, o pobre era obrigado a ir para a guerra. E o rei também, por muitas vezes, iria à guerra. E sendo, portanto, um fator muito importante para longevidade de vida ou morte precoce.
Nos dias de hoje, nós temos, infelizmente, a violência urbana, que é um fator socioeconômico que impacta na vida de quem mora nas regiões pobres. A violência urbana das grandes cidades contribui drasticamente para a baixa durabilidade de vida das pessoas que moram nessas localidades. E as pessoas que moram nessas regiões são, claro, pobres.
E onde está a pobreza, explode a violência. O período histórico também interfere na sua longevidade ou não. Dependendo do período histórico que você nasce, você pode ter ou não uma vida longa.
Isso vai depender de epidemias, guerras e etc. O clima é outro elemento que permitirá que as pessoas vivam mais ou não. Os seres humanos vão ou não cultivar a terra para obter alimentos.
E vão ou não ter as condições de criar animais ou caçar ou pescar. Tudo isso irá depender do clima. Uma seca, por exemplo, já contribui para a baixa qualidade de vida.
Isso vai nos remeter à região geográfica. Junto com o clima, a região geográfica irá influenciar positivamente ou negativamente na longevidade e na qualidade de vida das pessoas de uma determinada região. Um fator que nunca é levado em conta é o trabalho.
Principalmente o trabalho braçal. Por causa da classe social inferior e por causa da região que nasce, o pobre geralmente irá executar trabalhos que uma pessoa rica certamente não executará. E isso vem acontecendo ao longo da história humana.
E isso não importa a época. Em todos os períodos da história da humanidade, o pobre é forçado a trabalhar carregando peso. Executando trabalhos que exigem força física, geralmente debaixo de sol ou dentro de algum galpão sem ar-condicionado e com péssimas qualidades de trabalho, a saúde do pobre irá cair consideravelmente.
E isso, juntado com uma alimentação pífia, pobre e rudimentar, vai contribuir com certeza na curta vida deste pobre trabalhador. Então, a expectativa de vida do pobre é baixa. Pode ser que ele viva mais aqui e ali, mas basicamente é isso.
Porque o trabalho braçal que o pobre é obrigado a executar, vai interferir na sua baixa expectativa de vida. E esses são os elementos que fazem uma pessoa viver mais ou não. Ok, aí você me pergunta.

O que eu quero saber é se as pessoas viviam mais ou não. Certo, eu vou responder. As pessoas não viviam mais. É fato. As pessoas não tinham uma vida longa como dizem na rádio peão. A questão é que o saudosismo do passado faz com que muita gente romantize os tempos de outrora.
Mas antigamente se vivia menos. Principalmente quem fosse pobre. É claro, o rico teria mais condições de viver mais que o pobre.
Isso é fato. E isso acontece até nos dias de hoje. Se você nasce pobre ou fosse escravo no mundo antigo, ou pior, se fosse uma mulher, ou piorando ainda, uma mulher grávida, certamente você morreria cedo.
É claro, tinha as exceções. Mas o problema é que essas exceções eram raras. Eu falei de guerra, né? Um guerreiro de baixa patente teria uma chance de 80% de morrer cedo em batalhas.
Sendo pobre, você não teria o mesmo acesso à alimentação de uma pessoa rica. Aí você me fala, mas o pobre ainda não tem esse acesso. Pois é, o pobre ainda não tem o acesso livre à alimentação.
Nunca teve, nunca tem e pelo visto nunca terá. As pessoas nessas condições não viviam muito. E também continuam não vivendo muito.
Desde antigamente, assim como nos dias de hoje, 30 ou estourando 50 anos era a expectativa de vida das pessoas. Isso com muita sorte. Levando em conta que esse fator de vida continua o mesmo ainda nos dias atuais.
É claro, existem alguns fatores inexplicáveis e milagrosos que o ser humano não é capaz de compreender. E nesses fatores inexplicáveis e milagrosos, há pessoas pobres que tiveram um parente ou um conhecido, por tudo, que viveu entre 80 a 100 anos. Mas isso é muito raro.
Hoje em dia, o ser humano tem uma expectativa de vida longa, se comparado a algumas décadas ou séculos atrás. Hoje a vida média de uma pessoa comum é de 70 a 90 anos. Nunca na história da humanidade o pobre viveu tanto.
Prova disso são as reformas que os governos fazem por causa da alta expectativa de vida que os pobres têm. E com isso, o pobre velho de 70 anos continua trabalhando. Eu sei que isso é errado, mas infelizmente é o que acontece.
Principalmente em um país chamado Brasil. Eu acho que você já ouviu falar nesse país. Eu estou visando a expectativa de vida de pessoas pobres de propósito.
Porque nós sabemos que ao longo da história da humanidade, os ricos comem bem e vivem bem. Já o pobre, infelizmente tem vários fatores que reduzem sua taxa de vida.

ORIGEM DA LEI DA ATRAÇÃO



A Lei da Atração é um movimento falacioso que chegou para ficar e não vai embora tão cedo. Como qualquer outro tipo de ensino, pensamento e movimento errado, a regimenta milhões de idiotas mundo afora. Mas qual é a origem da Lei da Atração? Sobre a Lei da Atração já expliquei em um vídeo anterior, mas quem ainda não assistiu ou deseja assistir novamente, está disponível, vou deixar o link na descrição e no primeiro comentário.

Tudo na vida tem um início, tudo tem um princípio, e qual é o princípio da Lei da Atração? O princípio da Lei da Atração começa com um movimento falacioso chamado Movimento Positivo. Não confundam o pensamento positivo com o positivismo do filósofo francês Auguste Comte. O positivismo de Comte é uma corrente filosófica que defende que o verdadeiro conhecimento é científico e que as crenças religiosas não são válidas.

Então esse negócio de pensamento positivo, Lei da Atração, que originou-se com o movimento pensamento positivo, já é descartado. O positivismo de Comte baseia-se na ciência e na ordem social, e tem também como método a observação dos fenômenos, e é claro, eles são colocados de uma forma científica e não de uma forma supersticiosa, como é a Lei da Atração. O Novo Pensamento, ou Movimento Novo Pensamento, é um movimento espiritual, e não científico e não filosófico, que eclodiu nos Estados Unidos no final do século XIX.

Dizem alguns que não foi bem no final do século XIX, dizem alguns que foi por volta dos anos de 1719, 1728, amém. Esse pensamento, chamado Movimento Novo Pensamento, ou Novo Pensamento, enfatiza crenças metafísicas, e consiste em um grupo livremente formado por denominações religiosas, organizações seculares, autores filosóficos, indivíduos que compartilham um conjunto de crenças metafísicas, referentes, claro, aos efeitos do pensamento positivo, que é a moderna Lei da Atração. E conforme este movimento positivo, que também é a Lei da Atração, com pensamentos positivos você obtém curas, tem uma força vital, tem uma visualização criativa e poder pessoal.

Estas correntes de pensamentos, ou esta corrente de pensamento, promove a ideia de que Deus tem o dom da onipresença, e que o Espírito Santo é a totalidade das coisas reais, e que a verdadeira natureza humana é divina. E prega também que o pensamento divino é uma força para o bem, que todas as doenças se originam da mente, e que o pensamento certo tem um efeito curativo e regenerador. Alguma coincidência com o movimento teológico da prosperidade? Pois é, vem daí a teologia da prosperidade, e o movimento pentecostal vem daí.

E este movimento teve origem com a pessoa do falso profeta Phineas Parkhurst Camby. Ele nasceu em 1802 e faleceu no ano de 1866. Ele morreu aos 63 anos.

Phineas Parkhurst Camby era evangélico, para variar, e também maçom e adepto do mesmirismo. O mesmirismo é uma outra forma de enganação, que é mais conhecido popularmente como hipnose. Na religião evangélica, é o truque de estar fora de si, ou seja, em transe.

Como eles dizem lá no meio, é ficar em mistério. Então este negócio de novo pensamento, ou movimento novo pensamento, ou lei da atração, tem origem na maçonaria e no espiritismo. Por quê? Por que Phineas Parkhurst Camby, ele era, além de evangélico, ele era adepto, seguidor do espiritismo.

O mesmirismo, que é a hipnose, ou entrar em mistério na religião evangélica, é uma técnica criada pelo médico alemão Franz Anton Mesmer. Franz Anton Mesmer nasceu em 1734 e faleceu em 1815. Ele faleceu aos 80 anos.

Franz Anton Mesmer era maçom, espírita e médico. Ele foi um charlatão do mundo dos fenômenos paranormais, ou espíritas. E Parkhurst Camby é um dos criadores das técnicas de lavagem cerebral para a religião evangélica.

E ele usou a hipnose, ou o mesmirismo, que é a técnica de entrar em mistério, também no movimento evangélico. E vemos muito isto no meio pentecostal. O movimento Novo Pensamento, com o tempo, claro, vai mudar de nome.

E hoje em dia, ele é conhecido como Lei da Atração. E hoje, essa crendice do mundo espírita e também do mundo da maçonaria está no meio evangélico desde seu projeto embrionário. E é conhecido este negócio no meio religioso evangélico como Teologia da Prosperidade.

E no mundo empresarial, no mundo corporativo, é conhecido como Movimento Coah, ou Movimento da Autoajuda. Você gosta de autoajuda? Ama esse negócio de Coah? Pois é, amigo. Você trabalha para os maçons e para os espíritas sem ganhar nada.

Você é mais um gado e massa de manobra. Com a heresia do movimento Novo Pensamento, ou Lei da Atração, ou hipnose, ou entra em mistério, ou sei lá o que, essa besteira aí, você não precisa ir ao médico quando estiver doente, porque basta você ter fé que Deus irá te curar. Ou você mentaliza positivamente em ser rico e ter pensamentos positivos que o universo irá conspirar ao teu favor.

Agora, se você não ter fé suficiente, se você não pensar positivo e tudo der errado, a culpa é sua. Porque você não teve fé, não teve vontade própria, foi fraco, a culpa sempre será sua. Pois, se você pensa que você atrai o universo e ele vai dar pra você tudo que você merece ou deseja, segundo eles, isso irá acontecer.

E se não acontecer, você não foi forte o suficiente, não teve a fé suficiente, e alguma coisa não suficiente que você deixou de fazer ou de ser. Segundo eles, com o pensamento positivo da Lei da Atração, o seu desejo é uma ordem. E esse desejo, que é uma ordem dada ao universo, emana para todo o cosmos.

E ele conspirará ao teu benefício. A Lei da Atração é uma fraude. A Lei da Atração é uma pseudociência.

É igualmente acreditar nos signos do Zodíaco. Ou acreditar no Papai Noel, Coelho da Páscoa, acreditar na Mula Sem Cabeça, acreditar que o Batman existe, sei lá. Os farsantes apelam até para a Física Quântica, para dar a falsa credibilidade para esta pseudociência fajuta e falaciosa.


Este tipo de crendice supersticioso e fraudulenta tem suas origens nas entranhas da maçonaria e no espiritismo. E, infelizmente, é usado nas religiões evangélicas e no meio empresarial do mundo corporativo.

Não é errado ter pensamentos positivos. Não é errado ter atitudes positivas. Todos temos que tê-los, ainda mais nos dias de hoje.

O problema é conceitualizar isto, transformando em religião empresarial, que é o meio cult, o mundo da autoajuda, ou nas demonionizações evangélicas. Uma coisa é ter fé e ter pensamentos positivos e atitudes positivas. Outra coisa é fazer deste conceito uma religião, como é feito erroneamente.


O QUE SE PREGA NA MAÇONARIA



Muitas pessoas não sabem bem ao certo o que de fato se prega na maçonaria. Muitas pessoas têm dúvidas sobre qual sua doutrina e qual a sua linha de pensamento no caráter religioso. Essa dúvida se dá por causa dos mistérios que envolvem esta fraternidade.

O que devemos ficar cientes é que a maçonaria é uma religião, embora os maçons não admitam isto. Verificando que a maçonaria é sim uma religião, e não somente uma religião, mas um caldeirão, um mix de várias religiões, entende-se que o ecumenismo religioso é muito forte nesta franquia. E neste mix religioso são pregados vários tipos de doutrinas.

Muitas doutrinas pregadas na maçonaria vão fazer parte das religiões conhecidas. Uma destas práticas religiosas pregadas na maçonaria é a eugenia. A eugenia não é bem uma religião, mas é um ensinamento pregado pelos aristocratas.

A eugenia é a casta social dos bem-nascidos em detrimento dos mal nascidos. A eugenia seria o poder do domínio da raça branca, em detrimento das outras raças. Vocês vão entender o conceito da eugenia nas religiões evangélicas que pregam as doutrinas calvinistas.

A doutrina calvinista prega o ensinamento religioso de que algumas pessoas nasceram para serem salvas, e portanto essas terão todas as benesses do mundo, e outras pessoas nasceram para serem condenadas. Ou seja, certas pessoas nasceram para serem pobres, doentes e terem todos os infortúnios da vida. Este ensinamento vem da maçonaria.

Muitos ensinamentos que são feitos na maçonaria ficam escondidos com seus membros, não podem ser passados para pessoas comuns, por isso que eles são eugenistas exclusivistas. Dado isto, acredita-se que é uma religião ocultista, não no sentido de ser satanista, e sim de ser uma religião que esconde o que é ensinado lá dentro. Daí o termo ocultista.

Também é pregado na maçonaria conceitos religiosos da Kabbalah. A Kabbalah é o nome de uma religião pseudociência ocultista da magia judaica. Na maçonaria também é pregado o misticismo.

O misticismo é o mundo do reino transcendental da magia, da feitiçaria e da adivinhação. Está ligada ao espiritismo e ao esoterismo. Também é pregado na maçonaria conceitos doutrinários do hermetismo.

Sendo uma religião que prega a doutrina hermética, ela prega, portanto, o estudo e prática da filosofia oculta da magia e da bruxaria. Também é teosófica, porque a teosofia é muito pregado no sistema religioso maçônico. A teosofia é a prática mística que prega o esoterismo no sentido de conhecimento.

A maçonaria também trabalha com conceitos conspiratórios. Essas Fake News de terra plana, terra oca e etc., nascem na própria maçonaria. A maçonaria prega muito forte a doutrina espírita.

O ensinamento espírita é a religião espiritualista que tem por prática a interação com vivos e mortos. Ou seja, as pessoas conversando com espíritos. E também é pregado o conceito da reencarnação.

Sendo espírita, automaticamente, a maçonaria também é esotérica. O esoterismo é um conceito religioso ligado ao misticismo e à feitiçaria tradicional que está atrás da busca de supostas verdades e leis ocultas que regem todo o universo porém migando, ao mesmo tempo, o natural com o sobrenatural. Nomeadamente, espiritualistas ou espíritas é o conhecimento do mundo místico.

E a maçonaria também é cheia de inúmeros rituais envolvendo simpatias, necromancia e etc. Simpatias, vocês sabem, é aquele conceito de crença popular que envolve o mundo das superstições e a necromancia é a doutrina que tem por ensinamento a consulta dos mortos por meio do dom de revelação e profecia. Ou seja, a consulta religiosa que se faz através de gente morta é você receber uma revelação, uma profecia ou algum recado de pessoas que já morreram.

Isto é necromancia. Também é empregado na maçonaria os ensinamentos de astrologia que há crença nos signos, búzios, tarô e xing, leitura de mãos, revelação de sonhos, visões em bolas de cristais e etc. Também é empregado na maçonaria ensinamentos do mundo da superstição, ou seja, da simpatia e também da adivinhação.

Esses conceitos supersticiosos revelativos e adivinativos são conhecidos como profecia e revelação através de oráculos humanos. A versão evangélica disso é quando o crente vai lá na igreja para se consultar com a irmã que é canela de fogo ou irmão que é canela de fogo que revela o oculto e o profundo, revela o CPF, o RG e etc. Mas infelizmente estes tais profetas não conseguem revelar os números da mega sena, não é esquisito? Além de ser uma religião que de fato é, a maçonaria é de longe uma somatória de várias seitas religiosas que se organizaram em diferentes frentes na sociedade e muitas destas religiões se confundem com a maçonaria e a própria maçonaria também se confunde com estas religiões e é tão forte a ligação entre ambas que elas são praticamente uma organização de vários braços com várias frentes.

E a exemplo disso nós temos a Ordem dos Iluminatis, a Ordem Goldendal, a Ordem Rosa Cruz. Temos também o esoterismo, a cabala, a religião Wika, a Nova Era, o Espiritismo, o Budismo, a Religião do Vodu, Umbanda, Quimbanda, Candomblé, Parapsicologia, a Ordem da Companhia de Jesus, o Movimento Evangélico, o Movimento Católico Romano, Religião Zoroastra, Religião Hindu, Religião Judaica, Religião Fé Bahá'í e etc. 


POVOS DO MUNDO


 

É certo que só existe uma raça, a raça humana, mas infelizmente há pessoas que não concordam com isso e fazem a diferenciação de raça por raça. Sempre os humanos se diferenciaram entre si sobre essa questão e para isso foi criado a cultura dos bem-nascidos, que é a eugenia. É certo que esse conceito não vem de agora, essa diferenciação das pessoas pelas próprias pessoas é muito antiga, isso é feito desde a antiguidade.

Em muitas culturas antigas, povos que não falavam o mesmo idioma e não cultuavam os mesmos deuses, se diferenciavam entre si para referirem-se que a outra cultura era estrangeira. Portanto, diferente, sendo assim, de fora. Na Grécia e em Roma, eles têm um termo para isso, e esse termo é bárbaro.

Os gregos e romanos chamavam de bárbaros as nações que não falavam o grego ou o latim e não cultuavam seus deuses. E é certo que esta palavra bárbaro é um adjetivo usado para quem é estrangeiro. Para muitos, essas diferenciações para definir quem pertence ao país ou a uma família se faz necessário ainda nos dias de hoje.

Mas a diferenciação também é usada para definir qual grupo é melhor que o outro, ou seja, qual grupo de raça humana é mais bonito, mais bela, mais desenvolvida que a outra. A concepção de racismo é uma invenção recente na história da humanidade. Este conceito era inexistente no mundo antigo.

Sendo assim, este conceito foi criado para justificar a escravização dos índios e dos negros. E é claro, e é óbvio, que este conceito é um conceito da eugenia. Sabemos que a eugenia é uma criação da maçonaria.

Um exemplo bem clássico disso é do conde francês Arthur de Coburnet. Ele era maçom, diplomata, filósofo e escritor. Ele escreve um ensaio sobre a desigualdade das raças.

E este ensaio é publicado no ano de 1853 e 1855. E este ensaio que ele escreveu sobre a desigualdade das raças humanas nos apresenta este conceito de raça ou racismo como é pensado nos dias de hoje. É claro que este conceito começou a existir lá no renascimento e várias obras foram publicadas desde então.

E segundo seu ensaio, os grupos humanos que se diferenciam entre si são a raça dos amarelos, a raça dos brancos e a raça dos pretos. Segundo o conde Arthur de Coburnet, a raça dos amarelos também é conhecida como a raça mongol. Segundo esta visão, esta raça compõe grupos humanos originários da Ásia e eles têm olhos puxados como características em comum.

E eles se dividem em asiáticos do extremo oriente como mongóis, chineses, coreanos e japoneses. Asiáticos do sudeste que são os malaios, cambojanos, lausianos, vietnamitas, filipinos, birmaneses e tailandeses. Agora aqui uma observação, durante a colonização, ou seja, durante a invasão, pilhagem, roubo, estupro, escravidão e etc, feita pelos europeus na região da Ásia Oriental, houve o mesmo tratamento sub-humano com estes povos como também teve com os negros.

Alguns lugares como o Vietnã, Tailândia, Camboja, Filipinas e etc, são lugares que os brancos tratavam os seus moradores como sub-raça. A raça branca ou caucasiana tem esse termo criado pelo naturalista, antropólogo e maçom eugenista alemão, Christopher Maynard, ele é autor de um livro intitulado Esboço de uma História da Humanidade. Este livro foi lançado no ano de 1793 e nessa obra ele classifica os homens em dois grandes grupos, os bonitos de cor clara que são os brancos e os feios de cor escura que são os negros.

A raça branca também é chamada de raça ariana. Todo mundo sabe que o termo índio é um termo errôneo dado pelos moradores do continente americano quando os europeus aportaram aqui. Vendo que estes moradores tinham a mesma cor de pele dos índios, eles chamavam o povo daqui de índio.

Os índios erroneamente também são conhecidos como pele vermelha e os índios por um bom tempo foram tratados como sub-raça, igualmente foram tratados alguns povos da Ásia oriental e como também foram tratados os negros. Infelizmente os índios foram dizimados com a chegada dos europeus, onde estes perderam suas terras e hoje onde existem as cidades eram propriedades do povo originário daqui. E aí temos o povo preto.

O povo preto, que é também conhecido como povo negro, são originários da África e também do Oriente Médio. Lembrando que onde é o Oriente Médio, antigamente também era chamado de África. Isso foi mudado no ano de 1869 quando foi feito o canal de Suíça e de lá pra cá essa região ganha um novo nome que é Oriente Médio.

E o povo preto ganha vários nomes para ser descrito sua raça como pardo, moreno e mulato. Mas todas essas palavras querem dizer negro, preto, escuro. Se alguém discordar dessas divisões de raças, não estará errado porque a grosso modo existe apenas uma raça, que é a raça humana e nada mais.


POR QUE OS POVOS ANTIGOS FALAM DO DILÚVIO



É fato que o dilúvio aconteceu. O evento do dilúvio é um dos poucos mitos que realmente é verdadeiro. Acontece que todos os povos, sem exceção, contam a história do dilúvio.

Não importa o povo, não importa a nação. Cada um contará a sua própria história sobre o dilúvio. Vendo que cada povo, cada nação, a seu modo, sempre terá uma história sobre o dilúvio, temos que observar quais foram os motivos, ou o motivo que levou estes povos, estas nações, a terem uma história em comum.

Qual foi o motivo que levou estes povos antigos a contarem a história do dilúvio? Existem alguns motivos que levou estes povos a formatarem a história do dilúvio.

Primeiro temos que levar em conta que estes povos que relatam o dilúvio sempre moravam perto de grandes rios. No mundo antigo, nós tivemos alguns povos que moravam perto de grandes rios, tais como os sumérios, que moravam próximo aos rios Tigre e Eufrates. Nós temos também o povo chinês, que moravam perto dos rios Amarelo e Yangtze.

Na Índia, nós temos os povos hindus, que moravam próximos dos rios Indo e Ganges. E também o povo do Egito, que moravam perto ou próximo do rio Nilo. Tem uma coisa que você sempre tem que lembrar.

Estes rios sempre inundaram. Estes rios sempre sofreram inundações com as grandes chuvas. E antes do ser humano morar perto ou próximo destes grandes rios, estes rios sempre, mas sempre, sofreram com as inundações devido às grandes chuvas.

Mas por que estes povos foram morar perto destes grandes rios? Estes povos foram morar perto destes grandes rios para terem acesso à água. Tendo acesso à água, eles começarão a criar animais. Vão parar de caçar e vão começar a pecuária, com a criação e domesticação destes animais.

E também eles vão trabalhar a agricultura. Neste período começa-se a se desenvolver o que conhecemos hoje como agricultura. Com isso, nós temos o nascimento, crescimento e o desenvolvimento da civilização.

Lembrem-se, estes rios sempre encheram, desde sempre. Não se esqueçam deste detalhe. As cheias, as inundações e transbordamentos destes rios sempre aconteceram.

E de quando em quando, ao longo do tempo, estes rios alcançavam patamares de águas inimagináveis. Mas neste período, o ser humano ainda é nômade. Pouco mais da metade do Neolítico, uma pequena parte dos seres humanos começaram a se fixar próximo destes grandes rios.

Nesta época, uma pequena parte destes seres humanos pararam de serem nômades. Para eles, era conveniente ter acesso aos animais sem se arriscar a caçar e ter acesso a frutas, legumes, etc. Sem se preocupar em disputar estes vegetais com outros animais.

Este período da história da humanidade é conhecido como pré-história. E com a criação de animais e com o desenvolvimento da agricultura, estes seres humanos sedentários tiveram mais acesso aos alimentos. Lembrem-se do que eu disse antes, que estes rios sempre encheram.

E como estes rios sempre encheram e os seres humanos moravam próximos a estes rios, logicamente que estes seres humanos começaram a se deparar de quando em quando com as cheias destes grandes rios. Uma coisa que você tem que pôr em mente é que quando estes seres humanos pré-históricos moravam perto destes grandes rios, não é que eles moravam a 10 metros ou a 100 metros destes rios. Eles moravam a uma distância de mais ou menos entre 10 quilômetros a 70 quilômetros.

Claro que as habitações mais nobres ficavam mais próximas destes rios. E as habitações mais pobres, que eram menos nobres, ficavam mais afastadas nas zonas periféricas. É como hoje nas praias que você vai à praia e vê os ricos morando próximo à beira da praia e os pobres morando longe, bem na periferia do litoral.

Mas de qualquer maneira, morando próximos a estes rios, estes seres humanos largaram seus hábitos nômades e levando em conta que estes rios sempre encheram. Desde sempre, os rios Tigre e Eufrates, os rios Amarelo e Yantze, os rios Indo e Ganges e o Rio Nilo começaram a inundar com as grandes chuvas. E como sempre eles ficavam cheios, eles passaram a serem percebidos pelos seres humanos que moravam próximos a estes rios.

Com isto, estes rios começaram a atingir as moradias destes seres humanos. Os períodos de tempestades, tormentas, pé d'águas, monções, etc. proporcionavam grandes cheias, grandes alagamentos, grandes transbordamentos, ou seja, grandes dilúvios para os seres humanos que moravam próximos a estes rios.

E com o tempo, cada povo, cada nação, cada clã, cada raça e cada tribo contava o acontecimento destas grandes inundações ou dilúvios ao seu modo. E para quem pesquisa mitologias e histórias vai se deparar com um pequeno detalhe. Todos estes dilúvios, todas estas grandes cheias aconteceram antes da escrita.

Sempre vai ser relatado pelos povos antigos, que vai dar mais ou menos o mesmo período. E como a escrita nasce na Suméria, os negros sumerianos foram os primeiros povos antigos a registrar o acontecimento destas grandes cheias ou dilúvios. Depois, com o crescimento da escrita que ocorreu na civilização egípcia, na civilização hindu, na civilização chinesa, etc.

Estes povos também começaram a relatar o advento do dilúvio em seus relatos escritos. É fato comprovado que o dilúvio aconteceu ainda na pré-história, no final do Neolítico. É consenso geral que quando surge a escrita com o povo sumeriano, começa o que se conhece como história. Mas não é o dilúvio bíblico como se ensinam nas igrejas.

Porque antes do surgimento da escrita que foi criada pelo povo negro da Suméria, não existe história. Então o que existe antes da escrita é a pré-história. E é justamente na pré-história, no final do Neolítico, que todos os povos da terra vão relatar o grande evento do dilúvio.


QUAL A DIFERENÇA DO ESQUELETO MASCULINO E FEMININO



Qual a diferença dos esqueletos masculinos e femininos? Bom, muitos nem sabiam que os esqueletos masculinos e femininos têm suas diferenças. Há diferenças importantes no esquema ósseo masculino e feminino. Ao começar pela órbita ocular.

A órbita ocular de um crânio feminino é redonda e a órbita ocular de um crânio masculino é mais quadrada. A glabela é um outro fator importante para sabermos a diferença dos esqueletos masculino e feminino. A glabela no crânio feminino é reta e a glabela no crânio masculino é angular.

A mandíbula também é diferente. A mandíbula masculina tende a ser de um ângulo mais reto e a mandíbula feminina é de um ângulo mais aberto. A diferença também estará nos palatinos.

Os palatinos na ossada feminina é retangular e os palatinos na ossada masculina é triangular. A cavidade pélvica é muito diferente e é bem notável porque no caso das mulheres, a cavidade pélvica é muito mais larga para permitir a passagem de um bebê. Além disso, a cavidade pélvica feminina é arredondada enquanto a masculina tem o formato de um coração.

O sacro feminino também tem suas diferenças. Neste caso, o sacro feminino é largo e o sacro masculino é estreito. A incisura ciática também ajuda a identificar as diferenças.

Isto porque a incisura ciática feminina é mais reta e a incisura ciática masculina é angular. A curva sacral também nos ajuda na identificação porque a curva sacral feminina é elíptica e a curva sacral masculina é um segmento de circunferência. E por último são as mastoides.

As mastoides femininas são arredondadas e as mastoides masculinas são angulares. Com estes detalhes é possível saber a diferença entre o esqueleto masculino e o esqueleto feminino. 


segunda-feira, 7 de setembro de 2026

QUEM É A MULHER DA NOTA



É muito pregado, no meio religioso e evangélico, e também no meio conspiracionista da internet, que esta mulher, na nota do real, é a rainha Semiramis. Para todos estes, a rainha Semiramis também é uma deusa. É pregado para estas pessoas que Semiramis governou a Babilônia.

Só que tudo isto não é verdade. Esta personagem que está na nota é uma deusa romana. E o nome desta deusa é Libertas.

A deusa Libertas era a deusa do vinho, a deusa da fertilidade e a deusa da liberdade. Esta deusa ficou muito popular durante as guerras púnicas. E esta divindade romana, que é a deusa Libertas, foi o símbolo colocado na moeda romana durante as guerras púnicas.

No ano 238 a.C., antes da Segunda Guerra Púnica, Tibério Graco construiu um templo para a deusa Libertas, no Monte Aventino. Um templo posterior foi construído entre os anos 58 a 57 a.C., agora no Monte Palatino. O construtor deste templo foi Públio Clódio Púlcro.

Ao construir e consagrar o templo no local da antiga casa do então exilado Cícero, o Imperador Cláudio assegurou que a terra era legalmente inabitável. Isso após seu retorno. Após o seu retorno, Cícero argumentou com sucesso que a consagração era inválida.

E assim ele conseguiu recuperar suas terras e destruir o templo da deusa Libertas, que foi construído por Públio Clódio Púlcro. No ano 46 a.C., o Senado Romano votou para construir e dedicar um santuário à deusa Libertas, em reconhecimento aos sucessos políticos e militares de Júlio César. Mas nenhum templo foi construído.

Em vez disso, uma pequena estátua da deusa Libertas foi colocada no Fórum Romano. A deusa Libertas, juntamente com outras deusas romanas, serviu de inspiração para muitos símbolos modernos, incluindo a estátua da Liberdade, que está na Ilha da Liberdade, nos Estados Unidos. A deusa Libertas é o símbolo da Revolução Francesa, ocorrido no ano de 1789.

O pintor francês Eugène Delacroix pinta, no ano de 1830, o quadro muito famoso, intitulado Liberdade guiando o povo. No ano de 1793, na cidade de Notre-Dame, os revolucionários derrubaram a cabeça de várias estátuas, pois tais cabeças representavam o passado do período monarquista, onde eles substituíram no lugar a deusa Libertas. Dentro dos templos religiosos católicos, os revoltosos também tiraram as estátuas da Virgem Maria para colocar no lugar as estátuas da deusa romana Libertas.

Claramente que isso provocou muitas guerras. E no Brasil, nós temos a deusa Libertas nas notas do Real. No ano de 1889, a deusa Libertas é estampada pela primeira vez na moeda brasileira, que no caso era uma moeda de 500 reais.

No ano de 1897, na cidade de Belém, é erigido o primeiro monumento em homenagem à deusa Libertas. E hoje nós vemos as estátuas da deusa Libertas em muitos lugares no Brasil e no mundo. Durante o Plano Real, ocorrido em 1994, o rosto da deusa Libertas foi colocada nas notas do Real.

E hoje vemos esta divindade no dinheiro brasileiro. A deusa Libertas não é a rainha Semiramis, como dizem os religiosos e os conspiracionistas da internet. E este rosto que vocês veem na nota do Real não é o rosto da rainha Semiramis.

É o rosto da deusa romana Libertas. A deusa romana da liberdade. Não esqueça de se inscrever no canal.


sábado, 5 de setembro de 2026

O DILÚVIO NAS MITOLOGIAS DOS POVOS



Todos os povos da Terra contam uma história sobre um dilúvio que ocorreu em suas regiões. E o mais interessante de tudo é que o mito do dilúvio ocorreu no início dessas civilizações. Os povos sumérios, asiáticos, assírios, armênios, egípcios, persas, gregos, etc., pregam também o mito do dilúvio. É claro, cada um de uma forma diferente, mas sempre é o dilúvio.


Nessas histórias, basicamente semelhantes, sempre são mencionadas chuvas torrenciais, uma divindade que decide limpar a Terra porque a humanidade ficou corrupta ou imperfeita, e essas divindades escolhem um homem bom para a salvar e para este dar continuidade à raça humana. A primeira vez que é contada a história do dilúvio é na mitologia sumeriana. É óbvio que a história do dilúvio é muito antiga, até mais antiga do que os próprios sumerianos.


Mas registrado, ou seja, escrito, os negros da antiga Suméria é o primeiro povo a contar uma história sobre um dilúvio em sua mitologia. O mito sumeriano de Gilgamesh conta os feitos do rei da cidade de Uruk, que é Gilgamesh, que parte em uma jornada de aventura em busca de sua imortalidade. E nessa busca ele encontra as duas únicas pessoas que são imortais, que é Utnapishtim e sua esposa.


Estes dois únicos seres humanos imortais contam a Gilgamesh como eles conquistaram tal sorte. Na tradição suméria, o ser humano foi dizimado por incomodar seus deuses. Segundo este mito, o deus Ea, por meio de um sonho, apareceu a Utnapishtim e revelou a este as pretensões dos deuses de exterminar os seres humanos através de um dilúvio.


O deus Ea pede a Utnapishtim que renuncie aos seus bens materiais e conserve seu coração puro. Utnapishtim então reúne sua família e constrói uma embarcação que lhe foi ordenada pelo deus Ea. E estes ficam por sete dias debaixo do dilúvio que consomem os seres humanos.


Eis aqui um trecho da tal história. Abri aspas. Eu percebi que havia grande silêncio.


Não havia um só ser humano vivo além de nós no barco. Ao barro, ao lodo, haviam retornado. A água se estendia plana como um telhado.


Então eu da janela chorei, pois as águas haviam encoberto o mundo todo. Em vão procurei por terra. Somente consegui descobrir uma montanha, que é o Monte Níger, onde caímos e ficamos por sete dias retidos.


Resolvi soltar uma pomba que voou para longe, e não encontrando local para repouso, retornou. Então soltei um corvo e este voou para longe. Encontrou alimento e não retornou.


Fecha aspas. A segunda história mais antiga do planeta que relata por escrito a história do dilúvio é o povo da Acadia. Os acadianos conquistaram os sumérios.


Sendo assim, depois dos sumérios, o conto da antiga Acadia é o segundo conto do dilúvio mais antigo que se conhece. No dilúvio acadiano é contado o épico de Atrahásis. Atrahásis não é exatamente um nome, mas sim um título.


Portanto, Atrahásis significa grande sábio, ou seja, filósofo em acádio. Segundo o conto acadiano, o Deus que ordenou o dilúvio é o Deus Enlil. O Deus Enlil, então, decidiu destruir toda a vida na terra por causa de um motivo inusitado.


Este motivo é que a humanidade estava fazendo muito, mas muito barulho e não deixava este Deus dormir. Foi um outro Deus chamado Enki que avisou Atrahásis, ou seja, o sábio do futuro desastre que iria vir. E ordenou que Atrahásis construísse uma arca.


E Atrahásis e sua família são salvos do dilúvio. A terceira vez que o dilúvio é mencionado nas escrituras, ou seja, registrado através da escrita, é na Bíblia Sagrada. E segundo a Bíblia, todo mundo conhece a lenda de Noé. 


Todos conhecem a história de Noé. Na América do Norte também temos o mito do dilúvio. Por exemplo, na tribo Lakota, segundo esta tribo, um espírito resolve tocar músicas e atrai a chuva.


E com o tempo, as águas vão aumentando até causar um dilúvio que afoga todos os seres vivos, menos um corvo. E depois, o espírito reconstrói os humanos usando areia colorida. E na mitologia Asteca, das quatro vezes que o mundo acabou, uma dessas vezes foi por causa do dilúvio.


No Brasil, tem-se o mito dos Tupinambás. Segundo consta a lenda, um incêndio universal cria todas as montanhas e vales do nosso planeta. Então, um dilúvio vem para apagar o fogo e torná-la habitável.


Depois do dilúvio, chega um segundo dilúvio, mas os humanos se salvam subindo em árvores. Segundo a mitologia chinena, nós temos o dilúvio da tribo Mapuche. Nas tradições do povo Mapuche, que fica no Chile, existe a lenda sobre uma inundação que aconteceu.


E esta lenda se refere à história das serpentes, chamadas Tenten Vilo e Kaikai Vilo. O dilúvio também é contado na Austrália. Os aborígenes deste local transmitem sua história do dilúvio em forma de conto para crianças.


Segundo a tribo dos Gunai da Austrália, um sapo gigante bebe toda a água do mundo. Enquanto este sapo está com a água na boca, os outros animais fazem cócegas na sua barriga, fazendo ele rir. E com isso, ele despeja todo o líquido no planeta, causando o dilúvio.


Na Índia, os hindus também têm a sua versão diluviana. Segundo as escrituras véticas, conta a história de um rei chamado Svayambuva Manu, que foi avisado sobre o dilúvio por uma encarnação do deus Vishnu, ou Matsaya Avatar. Este deus arrastou o barco do rei Svayambuva Manu e o salvou da destruição.


Este aviso veio através de um peixe que foi poupado da morte. Este peixe avisava o rei Svayambuva Manu sobre um dilúvio de grandes proporções que iria destruir toda a raça humana. Svayambuva Manu então construiu uma nave, ou seja, um barco ou uma arca e arrastou até o ponto mais alto.


E foi assim que ele se salvou da grande inundação. Dessa forma, ele fez um sacrifício aos deuses, usando azeite e nata azida sobre as águas. E desta água emergiu uma mulher conhecida pelo nome de Filha de Manu, com a qual se uniu e deu início à nova geração da raça humana.


Os gregos também contam a mitologia do dilúvio. Segundo a mitologia grega, o dilúvio se deu pelo deus Poseidon, que por ordem de Zeus, havia decidido por o fim a existência humana. Isto porque o rei Licaão e seus descendentes faziam sacrifícios humanos, matando as pessoas que visitavam o seu reino para oferecer em banquete.


Eles cometiam o canibalismo e Zeus, portanto, transforma Licaão e alguns de seus descendentes em lobisomens. Enojado com tais sacrilégios praticados por esta família, Zeus decide dar cabo da raça humana através de um dilúvio. E fala para o seu irmão do meio, Poseidon, enviar o dilúvio.


Segundo a visão de Zeus, a raça humana ficou assim tão sábia para o mal por causa de Prometeu, que havia roubado o fogo dos deuses e dado aos homens. Deucalão e sua esposa Pyrrha foram os únicos sobreviventes do dilúvio. Prometeu disse a seu filho Deucalão que construísse uma arca e nela introduzisse um casal de cada animal.


E assim estes sobreviveram. Ao terminar o dilúvio, a arca de Deucalão pousou sobre o monte Barnazo, onde estava o oráculo de Têmis. Deucalão e Pyrrha entram no templo de Têmis e o oráculo diz para o casal para que eles voltassem a povoar a terra.


E desta forma, o oráculo diz para o casal, abre aspas, voltem aos ossos de suas mães. Deucalão e sua mulher entendem que o oráculo se referia às rochas. E desta forma, as pedras tocadas ou jogadas por Deucalão, aí depende da versão da mitologia, se converteram em homens.


E as pedras tocadas ou jogadas por Pyrrha se transformavam em ninfas. As ninfas eram deusas menores, porque ainda não se havia criado a mulher. Na ilha de Páscoa também é contada a história do dilúvio.


Segundo o povo da ilha de Páscoa, o dilúvio se deu por todo o planeta. E seus ancestrais chegaram à ilha escapando da inundação do mítico continente ou ilha chamado Iva. Na mitologia maia, o dilúvio se deu por conta do deus Urakan.


Segundo consta o Popovu, o livro que reúne relatos históricos e mitológicos do grupo étnico maia da tribo Kish, os deuses, após terminarem a criação do mundo, decidiram criar seres capazes de lhes exaltar e servir. E são criados, portanto, os primeiros seres humanos, todos moldados em barro. Porém, estes seres de barro não eram resistentes ao clima e à chuva, e logo se desfizeram em lama.


Então os deuses criaram o segundo tipo de seres humanos, a partir da madeira. E nessa segunda humanidade, ao contrário da primeira, prosperou rapidamente e se multiplicou em muitos povos e cidades. Mas estes seres feitos de madeira não agradaram aos deuses.


Eles eram secos, não temiam aos deuses e não tinham sangue. Se tornaram arrogantes e não praticavam sacrifícios aos seus criadores. Então os deuses decidem exterminar esta segunda humanidade através de um dilúvio.


Ao contrário da maioria dos outros relatos do dilúvio, nenhum indivíduo foi poupado. Depois da catástrofe, a matéria-prima utilizada para moldar os novos seres humanos foi o milho. E foram criados quatro casais, que são considerados os oito primeiros índios da tribo Kish.


E eles deram origem às três famílias fundadoras, onde hoje é a Guatemala. Segundo a tribo Azteca, no manuscrito denominado Código de Borgia, a história do mundo é dividido em idades, das quais, na última era ou idade, terminou com um grande dilúvio produzido pela deusa Chalchitlicui. Na mitologia dos Incas, Viracocha destruiu os gigantes com uma grande inundação e duas pessoas repovoaram a terra, que foram Manco Capac e Mama Oco, e mais dois irmãos que sobreviveram.


Temos também o dilúvio do povo Uro, próximo ao lago Titicaca. Este povo crê em uma lenda que diz que, depois do dilúvio universal, foi no lago Titicaca onde se viram os primeiros raios de sol. Os chineses, claro, vão ter também uma história sobre o dilúvio.


O grande herói da história chinesa é Yu. Yu é o domador das águas. Foi ele quem conseguiu que esta se retirasse para Ornar, logrando assim que as terras ficassem aptas para o cultivo, contribuindo para o agradecimento da população.


Dos distintos relatos do dilúvio, temos também o de Fang He, ocasionado pelo crescimento dos rios ao redor. Mas a tradição mais extensa é a que tem a Nu Wa. Nu Wa é o protagonista desta história.


Segundo consta a lenda, Nu Wa se salvou junto com sua mulher e seus três filhos de um dilúvio. Nu Wa e seus filhos, como também sua mulher, construíram uma embarcação e colocaram nesta embarcação um casal de cada espécie de animal que habitava a terra. E é tão importante esta história para o povo chinês, que a palavra nave em chinês é Nu Wa.


E o fonema, ou seja, o som da palavra Nu Wa, é bem parecido com o fonema ou o som da palavra Noé. Temos também o mito do desaparecimento da Atlântida e também o mito do desaparecimento da Ilha de Mu. Tanto a Atlântida quanto a Ilha de Mu se desfizeram por causa de um dilúvio.


O mito do dilúvio é praticamente universal. Todas as culturas vão falar sobre um dilúvio. Exceto os povos contam que houve em algum momento na terra um transbordamento de água a tal ponto que inundou várias regiões e fez desaparecer várias civilizações.