Seguidores

domingo, 20 de setembro de 2026

PROFECIAS ERRADAS DITAS PELOS FALSOS PROFETAS



Todos os falsos profetas que fizeram previsões sobre o fim do mundo e a volta de Cristo erraram categoricamente. 

Nenhum deles acertou e mesmo assim estes falsários da fé continuam a ter milhares de seguidores fanáticos que acreditam em suas falsas profetadas. 


Hoje vamos falar das profecias erradas ditas pelos falsos profetas. 

No ano 300 e 65 o bispo de Poitiers anunciou que o mundo acabaria naquele ano e terminou o ano 300 e 65 e o mundo continua até hoje. 


No ano 500 Hipólito de Roma, Sexto Júlio Africano e Irineu de Leão previram o fim do mundo para este ano e terminou o ano 500 e a tríade destes falsos profetas veio a bancarrota pois eles anunciaram aos quatro ventos que o mundo acabaria no ano 500 e nada aconteceu. 

Não contente em errar a data para o fim do mundo no ano 500, Sexto Júlio Africano refez seus cálculos e cravou a data para o fim do mundo para o ano 800. É claro que ele errou outra vez foi um erro retumbante. 


Entre os anos de 799 a 806 Gregório de Tours calculou que o fim do mundo aconteceria entre estes anos e terminou o ano de 806 veio o ano 807 808 809 e o mundo continuou sendo o mundo que conhecemos. 


No dia 5 de abril de 1534 Diamantis previu que o apocalipse aconteceria naquele dia e que apenas a cidade de Manster na Alemanha seria poupada. Aí chegou o dia 6 de abril de 1534 aí virou 7 de abril 8 de abril completou um ano 1536 e nada aconteceu e Diamantis foi dado como mais um falso profeta. 


O famoso astrólogo vidente e médico francês Nostradamus previu quatro datas para o fim do mundo que foram os anos de 1587 1544 1801 e 1814. 

É claro que ele errou todas porque vieram os anos de 1587 e o mundo não acabou.

Ele previu então que o mundo acabaria em 1544 e o mundo não acabou. 

Ele previu que o mundo acabaria no ano de 1801 e o mundo obviamente não acabou. 

E a última previsão foi para 1814 e o mundo continuou como conhecemos. Nostradamus errou todas estas datas. 


O reformador Martinho Lutero previu que o mundo acabaria no ano de 1600. 

Chegou o ano de 1600 e é claro que o mundo não acabou. Mais uma profecia errada. 


No ano de 1814 Joana Sotikor que na época contava com 64 anos anunciou para todo mundo que ela estava grávida de Jesus. 

Ou seja, ela estava grávida do menino Jesus. E o menino Jesus que estava em sua barriga iria nascer no dia de Natal do ano de 1814. E aconteceu que ela morreu no dia 25 de dezembro de 1814 e foi provado é claro que ela não estava grávida. 

Ela era mais uma mentirosa e enganadora. 


No mês de julho de 1999 alguns intérpretes de alguns textos do Nostradamus davam conta de que o fim do mundo estava marcado para aquele mês. O mês de julho que por ser o sétimo mês e o ano de 1999 era um ano auspicioso viria portanto do céu um grande rei do terror. 

É claro que esta profecia jamais aconteceu. 


No ano de 2008 o falso profeta Ronald Whelan da igreja de Deus disse que centenas de milhões de pessoas morreriam a partir do ano de 2006 e que começaria o pior momento da história humana. Ele previu também que no outono de 2008 os Estados Unidos deixariam de ser uma potência e não existiriam mais. É claro que este falso profeta errou retumbantemente. 


Em 2011 Harold Campin previu o fim do mundo e uma série de terremotos devastadores a partir do dia 21 de maio de 2011. Segundo ele apenas 3% da população mundial iria para o céu. 

Ao errar a data é claro ele refez uma outra data que seria agora para o dia 21 de outubro do mesmo ano de 2011 e alegou o que ocorreu em maio foi um julgamento espiritual que preparava para o grande dia que seria no dia 21 de outubro de 2011. É claro que Harold Campin era mais um falsário da fé. 



PREVISÕES ERRADAS DE SEITAS E SUÍCIDOS COLETIVOS

 Todos os falsos profetas que fizeram previsões sobre o fim do mundo e a volta de Cristo, erraram categoricamente. 

Nenhum deles acertou e mesmo assim, estes falsários da fé, continuam a ter milhares de seguidores fanáticos que acreditam em suas falsas profetadas. Mas mesmo assim, os gados religiosos continuam a seguir e acreditar nestes impostores eclesiásticos.


Hoje vamos falar dos erros de previsões de seitas criminosas e suicídios coletivos inspirados pelo fim do mundo. 

No dia 21 de dezembro de 1954, a Irmandade dos Sete Raios avisava que o mundo seria destruído por uma enchente nesta data. No ano de 1969, Charles Manson previu uma guerra racial apocalíptica. 

Por conta disso, ele ordenou dois assassinatos, inclusive o assassinato da atriz Sharon Tate. Sharon Tate era esposa do diretor de cinema Roman Polanski. Charles Manson está preso até hoje.


No dia 23 de abril de 1990, a falsa profetisa Elizabeth Clary disse que uma guerra nuclear começaria neste dia e ela refugiou-se com seus gados religiosos para o abrigo. E a tal guerra nuclear nunca aconteceu. Bom, pelo menos até hoje.



No dia 28 de outubro de 1992, o falso profeta Lee Jang-hyun da seita religiosa Igreja Dami da Coreia do Sul marcou o dia do arrebatamento para esta data. As autoridades sul-coreanas evitaram o suicídio coletivo de milhares de seguidores que esperavam o fenômeno, mas quatro pessoas cometeram suicídio nos dias anteriores. 


No dia 26 de março de 1997, Marshall A. White, líder da seita Heaven's Gate, disse que uma nave espacial viajava atrás do cometa Haley-Bopp e que a NASA ocultava esta informação do grande público.

E ele propôs, é claro, o suicídio de seus seguidores. E o suicídio apareceria como uma forma de sair da Terra para que as almas dos seguidores pudessem embarcar na tal nave e conhecer outro nível da existência humana. O líder da seita Heaven's Gate e seus 38 seguidores cometeram suicídio coletivo.


Cuidado com estes religiosos! Cuidado com as religiões! Cuidado com os falsos profetas! Religião mata! 


PREVISÕES ERRADAS DA 2º VINDA DE CRISTO E DO JUÍZO FINAL



Todos os falsos profetas que fizeram previsões sobre o fim do mundo e a volta de Cristo erraram categoricamente. 

Nenhum deles acertou e mesmo assim estes falsários da fé continuam a ter milhares de seguidores fanáticos que acreditam em suas falsas profetadas. 

Mas mesmo assim os gados religiosos continuam a seguir e acreditar nesses impostores eclesiásticos. 


Hoje vamos falar das previsões erradas da segunda vinda de Cristo e do juízo final. 

No século I, mais conhecido como século I, os primeiros cristãos esperavam a segunda vinda de Cristo na geração seguinte à sua morte e isto não se cumpriu.


No ano de 1260, o místico italiano Joaquim de Fiore determinou que o reinado de Cristo sobre a Terra começaria entre os anos de 1200 a 1260. Depois do erro, seus seguidores revisaram a data para 1290 e depois para 1335 e é claro, isto não aconteceu.


No ano de 1504, o pintor Sandro Botticelli acreditava que o reinado de Cristo sobre a Terra começaria em até três anos e meio depois de 1500. É claro que isto nunca aconteceu. 


No ano de 1533, o anabatista Melchior Hoffmann previu que apenas 144 mil pessoas seriam salvas na segunda vinda de Cristo que começaria em Estrasburgo e o restante da humanidade seria consumida pelo fogo. 


No dia 19 de outubro de 1533, o matemático Michael Stifel calculou que o juízo final começaria às 8 horas da manhã neste dia e isto não aconteceu. 


Entre os anos de 1892 e 1911, o piramidologista Charles Beatty Smith concluiu a partir dos estudos das dimensões da pirâmide de Gizé que Jesus Cristo voltaria entre os anos de 1892 e 1911. 


Uma ramificação da igreja católica apostólica romana, denominada Igreja Católica Apostólica, fundada no ano de 1831, previu que Jesus voltaria quando seus 12 fundadores estivessem mortos. O último morreu em 1901 e Jesus ainda não veio. 


O fundador da coalizão cristã, Pat Robertson, informou a seus seguidores que o juízo final aconteceria até no final do ano de 1982 e, é claro, não veio o juízo e nem veio também o final. 


Cuidado com estes religiosos, cuidado com as religiões, cuidado com os falsos profetas. Religião mata. 


FALSAS PROFECIAS EVANGÉLICAS SOBRE A VOLTA DE CRISTO



O sistema religioso, por si só, já é uma fraude. A coisa fica pior quando eles querem profetizar a volta de Jesus. Mas esses falsos profetas insistem em marcar uma data, dado claro as suas ridículas interpretações erradas das escrituras. 

E é claro que, cabalmente, todas essas profecias nunca se cumpriram, e nem irão se cumprir. 


Igreja Batista

Vamos começar esta lista com a Igreja Batista. Antigamente, nos anos de 1500, eles tinham o nome de Anabatistas, e agora eles mudaram o nome para Batistas. 

Eles previram a volta de Jesus no ano de 1533. É óbvio que nada aconteceu. Quando eles erraram esta profecia, eles deram a desculpa esfarrapada de que as duas testemunhas, Enoch e Elias, tinham efetivamente vindo, mas na forma de John Matins e John Wilkinson, que eram, na época, dois falsos profetas líderes do movimento religioso falacioso Anabatista, que hoje são conhecidos por Batistas. 


Igreja Adventista do Sétimo Dia

A nossa próxima integrante na lista é a Igreja Adventista do Sétimo Dia. O falso profeta William Miller, previu que a volta de Jesus Cristo ocorreria no ano de 1844. Ele marcou até uma data, dia 21 de março de 1844, mas a sua profecia, obviamente, não se cumpriu. 

Ele então marcou uma nova data para a volta de Cristo, que seria no dia 18 de abril de 1844. E, novamente, nada aconteceu. É pouco dizer que a vergonha foi para lá de estarrecedora. 

E é quando entra em cena Ellen White, que faz uma nova profecia sobre a volta de Jesus. Ela disse que Jesus Cristo voltaria antes da escravidão negra acabar. E, é claro, nada disso aconteceu. 

Com essas profecias para lá de erradas, esses falsos profetas, obviamente, deram uma de migué. Eles disseram que Jesus já tinha vindo, só que ele está no santuário celestial para fazer a obra de purificação. E essa mentira que vem sendo contada nas igrejas adventistas do sétimo dia, desde então. 


Assembleia de Deus

Não podemos deixar de fora da lista a Igreja Assembleia de Deus. Durante a Primeira Guerra Mundial, a Assembleia de Deus, lá dos Estados Unidos, publicou em sua revista semanal, chamada The Weekly Evangel, que quer dizer o Evangelho Semanal. E, nessa revista semanal, eles disseram, categoricamente, que Jesus Cristo voltaria antes do final da Primeira Guerra. 

É claro que foi uma profetada para lá de errada. Fizeram um papelão sem tamanho. 


Testemunhas de Jeová

Não vamos esquecer das Testemunhas de Jeová

Charles Tate Russell disse que Jesus voltaria no ano de 1874. Ele também previu que o arrebatamento da igreja aconteceria neste mesmo ano. E, mais uma vez, a profetada falhou. 

Joseph Franklin Rutherford, outro líder das testemunhas de Jeová, previu que o início do milênio aconteceria no ano de 1925. E que figuras bíblicas como Abraão, Isaac, Jacó e o Rei Davi, ressuscitariam como príncipes. As testemunhas de Jeová até compraram o enorme terreno e construíram uma mansão, que eles deram o nome de Beth Sarim, na Califórnia, para os tais príncipes ressurretos.

E é claro que nada disso aconteceu. Não veio o milênio. E Abraão, Isaac, Jacó e Davi não ressuscitaram. 

Imagine a confusão que aconteceu. No ano de 1966, eles fizeram outra previsão e disseram que o Armagedon aconteceria agora no ano de 1975. E, novamente, tal profecia, mais uma vez, não se cumpriu. 

E a confusão foi enorme, gigantesca. E tiveram que arrumar várias desculpas esfarrapadas para tentar tapar esse buraco.


Porque quando essas religiões fizeram essas profecias, que, óbvio, não se cumpriram, seus seguidores venderam suas propriedades, venderam seus bens. E eles venderam para quem? Para os líderes desses movimentos religiosos. Todos eles ganharam muito dinheiro com a ignorância de seus seguidores. 

Porque é costume dos seguidores não se instruírem. É costume dos seguidores idolatrar seus líderes. Esse é o problema. 

Sempre devemos suspeitar. Mas, enquanto o povo não ler e não se instruir, eles sempre serão presas fáceis nas mãos desses lobos devoradores. 


ERROS DE PREVISÕES DE FALSOS EVENTOS



Todos os falsos profetas que fizeram previsões sobre o fim do mundo e a volta de Cristo, erraram categoricamente. 

Nenhum deles acertou. E mesmo assim, estes falsários da fé, continuam a ter milhares de seguidores fanáticos que acreditam em suas falsas profetadas. 

Mas mesmo assim, os gados religiosos continuam a seguir e acreditar nestes impostores eclesiásticos. Hoje, vamos falar dos erros de previsões de falsos eventos. 


Entre o ano 66 a 70, os essênios, que era uma seita judaica que existiu na Palestina, esperavam que a batalha que tiveram com os romanos fosse a batalha final da humanidade. 

Para eles, o mundo acabaria entre os anos 66 a 70. No ano de 1346 a 1351, a peste negra que assolou a Europa, foi interpretada como o sinal do fim do mundo. Muitos religiosos pregavam que o mundo acabaria entre estes anos. 

No ano de 1648, o Rabino Shabtai-Tzvi esperava a vinda do Messias para este ano, que seria o ano de 1648. Depois que ele errou a data, é claro, ele mudou o ano para 1666. É claro que ele errou outra vez. 

O ano de 1666 para os europeus foi tido como o número da peste, porque 1 seguido por 666 era encarado, entendido e anunciado como o ano da peste, o ano do anticristo, o ano do apocalipse. E o medo aumentou depois que ocorreu um grande incêndio em Londres. Este grande incêndio foi encarado e entendido como o sinal da ira de Deus. 

E o ano de 1666 era o ano da besta, o ano da perdição, o ano do meia meia meia, o ano do fim do mundo. É claro que o mundo não acabou e os religiosos europeus deram com burro na água. No ano de 1806, na cidade de Leeds, na Inglaterra, uma galinha começou a botar ovos com a inscrição Cristo está chegando. 

Isto causou um grande estrondo na cidade de Leeds. As igrejas começaram a lotar, o pessoal começou a acreditar nesta galinha profetiza. Aí depois descobriram que tudo não passava de uma grande farsa, porque a mensagem escrita Cristo está chegando era escrita tinta pelo dono do animal. 

Após descoberta a fraude, a confusão foi esclarecida. 

Religião mata. 


ERROS DE PREVISÕES DE DATAS SIMBÓLICAS



Todos os falsos profetas que fizeram previsões sobre o fim do mundo e a volta de Cristo erraram categoricamente. 

Nenhum deles acertou e mesmo assim estes falsários da fé continuam a ter milhares de seguidores fanáticos que acreditam em suas falsas profetadas. 


No ano 389 a.C. os romanos temiam que a cidade de Roma, que era obviamente o centro do Império Romano, fosse destruída neste ano. Para eles isto significava o fim da civilização moderna. 

É claro que eles erraram feio, porque a queda da cidade de Roma aconteceu no ano 476 d.C. No dia 1º de janeiro do ano 1000 a igreja católica apostólica romana dizia que a virada do milênio traria o fim do mundo. É claro que os europeus medievais acreditaram na igreja católica e no dia 2 do ano 1000 o mundo continuou sendo o mundo que conhecemos. E essa profecia da igreja católica apostólica romana deu com os burros na água. Foi uma profecia errada. 


No ano de 1033 a igreja católica dizia que o apocalipse aconteceria no milésimo ano da morte de Jesus Cristo. É claro que no ano de 1033 completava, segundo o calendário católico, o milésimo ano da morte de Jesus Cristo. 

Mesmo assim, esta profecia deu errado. A previsão errática da igreja católica foi revisada e agora está anunciado que o apocalipse acontecerá no ano 2033. E é claro que muitos católicos acreditam nesta data errática. Sabemos que nada disso irá acontecer. 


No ano de 1284 o Papa Inocencio III previu que o fim do mundo acabaria no ano que marca os 666 anos do surgimento do islamismo. É claro que o Papa Inocencio III, sendo um falso profeta, errou a data. 


No ano de 1656 alguns católicos acreditavam que o fim do mundo estava marcado para este ano, que era o ano de 1656, que para eles é o suposto número de anos entre a criação e o dilúvio, isto segundo a interpretação da bíblia na visão deles. E é claro que eles levaram em conta o calendário católico. No ano de 1658 Cristóvão Colombo concluiu que o mundo foi criado no ano 5343 a.C. e duraria 7 mil anos. 

Logo, segundo os cálculos de Cristóvão Colombo, o mundo terminaria no ano de 1658. E é claro que ele errou. 

Segundo, ele não contou com o ano zero. 

Terceiro, ele usou o calendário católico. 


Cuidado com estes religiosos. Cuidado com as religiões. Cuidado com os falsos profetas. Religião mata. 


ERROS DE PREVIÕES DOS FENÔMENOS NATURAIS



No ano 1186 João de Toledo previu o fim do mundo a partir de um alinhamento de vários planetas. 

João Toledo errou feio. O mundo continua a existir. 


No dia 1º de fevereiro do ano de 1524 foi previsto que o fim do mundo começaria a partir de uma enchente que iria acontecer em Londres. 

Aí chegou o dia 1º de fevereiro de 1524 e não choveu. Na verdade, os meses de janeiro, fevereiro e março foram meses de pouca chuva em todo o Reino Unido. 


No dia 20 de fevereiro de 1524 o astrólogo Johannes Stoffler previu o alinhamento dos planetas em peixes. 

Johannes Stoffler interpretou isto como o fim do mundo, o fim dos tempos. Aí chegou o dia 20 de fevereiro de 1524 e nada aconteceu. No dia 5 de abril de 1719 o matemático Jacob Bernoulli previu que um cometa iria se chocar contra o planeta Terra. 


E no dia 5 de abril de 1719 todo mundo ficou atento olhando para o céu, pois o cometa iria se chocar com a Terra. O matemático Jacob Bernoulli passou o que se chama hoje de vergonha alheia, pois nenhum meteoro se chocou com a Terra. Foi um lindo dia de céu aberto e nada aconteceu.


No ano de 1780, alguns moradores da Nova Inglaterra nos Estados Unidos pregaram que o fim do mundo aconteceria quando uma tempestade de neve escura caiu na região. O fenômeno ocorreu por causa da fumaça, das queimadas das florestas e também da neblina e o tempo encoberto. Eles previram que o mundo iria acabar no ano de 1780 e é claro que nada disso aconteceu.


No ano de 1805, o falso profeta presbiteriano Christopher Love previu que o mundo iria acabar depois de um terremoto e depois deste terremoto o mundo iria seguir por uma era de paz onde Deus seria conhecido por todos. Pois é, o falso profeta presbiteriano Christopher Love errou categoricamente, pois não chegou este grande terremoto e o mundo não vive em uma era de paz e o mundo está a pouco se lixando para Deus. No ano de 1881, o astrônomo Camille Flammarion descobriu que as caudas dos cometas tem um gás mortal e ele chamou este gás de gás cianogênio.


Como o cometa Halley estava previsto para passar na terra em 1910, o pânico coletivo e a histeria social ficou muito em evidência. Isto porque as pessoas temiam que a humanidade fosse intoxicada pelo gás mortal que vinha na cauda do cometa Halley. No dia 29 de abril de 1988, o cometa Halley passa sobre a terra, só que desta vez Leiland Jansen previu que ele seria puxado para a órbita da terra nesta data, causando grande destruição e o cometa Halley passou, a televisão mostrou a passagem do cometa e a profecia de Leiland Jansen não aconteceu.


No dia 5 de maio de 2000, Richard Nonn previu que um alinhamento dos planetas no céu faria com que uma espessa camada de gelo congelasse todo o planeta. E no dia 5 de maio de 2000, veio o tal alinhamento dos planetas e nenhuma camada de gelo congelou o planeta. Mais uma previsão errada. 


Cuidado com estes Religiosos. Cuidado com as Religiões. Cuidado com os Falsos Profetas.


sábado, 19 de setembro de 2026

MELISSA TOBIAS


O livro de ficção científica "A Realidade de Madhu", escrito pela autora brasileira Melissa Tobias e publicado em 2014 (escrito em 2013), viralizou no início de 2020 por conter um trecho que muitos leitores interpretaram como uma "previsão" exata da pandemia de COVID-19.

Quando o trecho viralizou nas redes sociais no início de 2020, a própria autora declarou que não se lembrava de ter escrito essa parte específica e que levou um susto com a coincidência temporal.

Na página 183 da obra, um personagem alienígena explica a história da Terra com as seguintes palavras:

"– Em 2020, quando a Terceira Realidade terminou de envolver o planeta Terra, uma pandemia global matou mais de 3 bilhões de terráqueos. Foi um momento muito caótico que durou dois anos. Foi uma pandemia viral psicossomática que penetrava somente em corpos incompatíveis com a vibração de amor ao próximo. Não havia para onde fugir..."


Outro trecho interligado menciona que, após esse caos, o sistema financeiro global falia, dando lugar a um sistema baseado em filantropia e energias limpas.


Ficção vs. Realidade

Embora a coincidência do ano (2020) e do evento de uma pandemia global viral tenha assustado a internet e a própria autora na época, os desdobramentos da ficção diferem drasticamente do que aconteceu no mundo real


Número de Vítimas

O livro cita a morte de mais de 3 bilhões de pessoas (quase metade da população mundial), enquanto a pandemia real de COVID-19 causou a morte de cerca de 7 milhões de pessoas globalmente.


Natureza da Doença 

Na obra, a peste é descrita como "psicossomática" e ligada à "vibração de amor ao próximo", uma abordagem puramente mística/espiritualista da ficção científica. Na realidade, o coronavírus é um agente biológico que infecta as pessoas independentemente de suas inclinações morais ou espirituais.


Contexto da Obra

O livro não é sobre virologia ou saúde pública. A trama central acompanha Madhu, uma jovem que é abduzida por uma nave intergaláctica. Ela descobre ser uma "Semente Estelar" com a missão de ajudar a Terra a fazer uma transição dimensional e enfrentar forças ligadas a Lúcifer (na figura do personagem Marduk).

Em entrevistas dadas após o surto de atenção que o livro recebeu, Melissa Tobias declarou no YouTube que a história nasceu de um sonho em 2013 e que ela mesma havia esquecido os detalhes daquele parágrafo específico, levando um susto ao ver a página compartilhada massivamente em grupos de mensagens. Trata-se, portanto, de uma feliz coincidência literária de timing que ajudou a impulsionar a literatura de ficção científica nacional no período de isolamento.


Religião 

Ela é praticante do Esoterismo e seguidora da doutrina Holística. Além disso, ela é uma ávida formação em: Naturologia, Medicina Tradicional Chinesa, Ayurveda (medicina tradicional indiana), Theta Healing (uma técnica de meditação e cura energética espiritual).


O NOME ORIGINAL DA ÍNIDA



A República da Índia também é conhecida por vários nomes, cada um dos quais é historicamente significativo para seu povo.

Meluhha ou Me-luḫ-ḫaKI
Sumérios
O nome usado pelos antigos sumérios para se referir à região da Índia, especificamente à Civilização do Vale do Indo.
Em textos cuneiformes, o termo era grafado como 𒈨𒈛𒄩𒆠 (Me-luḫ-ḫa KI), onde o sufixo "KI" servia como um indicador de "lugar" ou "terra".
Os textos sumérios referem-se repetidamente a três importantes centros com os quais comercializavam: Magan, Dilmun e Meluhha.
♦Magan: A localização suméria de Magan é agora aceita como sendo a área que atualmente abrange os Emirados Árabes Unidos e Omã.
♦Dilmun: Dilmun era uma civilização do Golfo Pérsico que comercializava com civilizações mesopotâmicas. O consenso acadêmico atual é que Dilmun abrangia o Bahrein, a Ilha de Failaka e a costa adjacente da Arábia Oriental no Golfo Pérsico 
Historiadores e linguistas sugerem que a palavra pode ter raízes dravídicas (uma família linguística do sul da Índia), possivelmente derivada de mel akam, que significa "terra alta" ou "morada elevada". Outra vertente liga o nome à palavra sânscrita Mleccha, usada posteriormente para designar estrangeiros.
♦Meluhha: Nos tabletes de argila da Mesopotâmia, Meluhha é descrita como uma terra distante e próspera localizada a leste. Os sumérios importavam de lá matérias-primas valiosas como marfim, ouro, madeira exótica e contas de cornalina.
Vários selos do Vale do Indo com escrita Harappiana foram encontrados na Mesopotâmia, particularmente em Ur , Babilônia e Quis 

Gudea de Lagash
Gudea, governador da cidade de Lagash numa das suas inscrições, mencionou a sua vitória sobre os territórios de Magan, Meluhha, Elam e Amurru. Antes disso, ele referiu-se aos Meluhhans que vieram à Suméria para vender pó de ouro, cornalina, etc..
Nos cilindros de Gudea ele menciona o seguinte: "Espalharei pelo mundo o respeito pelo meu Templo, sob meu nome todo o universo se reunirá nele, e Magan e Meluhha descerão de suas montanhas para participar" (cilindro A, IX). No cilindro B, XIV, ele menciona sua aquisição de "blocos de lápis-lazúli e cornalina brilhante de Meluhha".

Reino Acádio
De acordo com alguns relatos do rei acádio Rimush , ele lutou contra as tropas de Meluhha, na área de Elam.
"Rimuš, o rei do mundo, em batalha contra Abalgamash , rei de Paraḫšum , saiu vitorioso. E Zahara, Elam, Gupin e Meluḫḫa, dentro de Paraḫšum, reuniram-se para a batalha, mas ele (Rimush) saiu vitorioso e matou 16.212 homens e fez 4.216 prisioneiros. Além disso, capturou Ehmahsini, rei de Elam, e todos os nobres de Elam. Além disso, capturou Sidaga'u, o general de Paraḫšum, e Sargapi, general de Zahara, entre as cidades de Awan e Susa , junto ao "Rio do Meio". Além disso, um túmulo foi erguido sobre eles no local da cidade. Além disso, os alicerces de Paraḫšum, da terra de Elam, ele arrancou, e assim Rimuš, rei do mundo, governa Elam, (como) o deus Enlil havia mostrado..."
—  Inscrição de Rimush

Assírios
Em uma inscrição, Sargão da Acádia (2334–2279 a.C.) mencionou navios vindos de Meluhha, Magan e Dilmun. Seu neto Naram-Sin (2254–2218 a.C.), ao listar os reis rebeldes sob seu domínio, mencionou " (..)ibra , homem de Melukha". Em uma inscrição, Gudea de Lagash (c.  século XXI a.C.) mencionou os meluhhans que vieram à Suméria para vender pó de ouro, cornalina , etc. Nos cilindros de Gudea , Gudea menciona que:
"Espalharei pelo mundo o respeito pelo meu Templo, sob o meu nome todo o universo se reunirá nele, e Magan e Meluhha descerão de suas montanhas para participar."
—  Inscrição do cilindro A, IX:19 
No cilindro B , XIV, ele menciona sua aquisição de "blocos de lápis-lazúli e cornalina brilhante de Meluhha".
Meluhha também é mencionada em lendas mitológicas como Enki e Ninhursag :
"Que a terra estrangeira de Meluhha carregue navios repletos de cornalina preciosa e desejável, madeira mes perfeita e madeira aba. "
— Enki e Ninhursag
Não há menções conhecidas de Meluhha depois de 1760 a.C. 

Terceira Dinastia de Ur
Numa das suas inscrições, Ibbi-Sin Rei da  Terceira Dinastia de Ur (Suméria e da Acádia), menciona que recebeu como tributo de Marhasi um cão vermelho Meluhha.
"Ibbi-Sîn, o deus de seu país, o poderoso rei, rei de Ur e rei dos quatro quadrantes do mundo, seu 'cão' Meluḫḫa malhado, trazido por eles de Marḫaši como tributo, uma réplica dele ele moldou e dedicou a ele por sua vida (Nanna)."

Colônia Comercial de Meluhhan na Suméria
No final do período sumério, há numerosas menções em inscrições de um assentamento de Meluhha no sul da Suméria, perto da cidade-estado de Girsu. A maioria das referências parece datar do Império Acádio e especialmente do período Ur III. A localização do assentamento foi provisoriamente identificada com a cidade de Gu'abba. As referências a "grandes barcos" em Gu'abba sugerem que ela pode ter funcionado como uma colônia comercial que inicialmente teve contato direto com Meluhha.
Parece que o comércio direto com Meluhha diminuiu durante o período Ur III e foi substituído pelo comércio com Dilmun , possivelmente correspondendo ao fim dos sistemas urbanos no Vale do Indo por volta dessa época.

Bhārat ou Bhāratavarṣa
O nome da Índia em várias línguas Indianas, é derivado principalmente do nome da tribo védica dos Bharatas, mencionada no Rigveda como um dos principais reinos do Aryavarta. Também é dito que é derivado do nome do filho de Dushyanta, Bharata do Mahabharata, ou do filho de Jain Tīrthaṅkara Rishabhanatha, Bharata.
O nome quer  "aquilo que é mantido" ou "aquele que nutre". No sânscrito védico antigo, era frequentemente usado como um epíteto para Agni (o deus do fogo), referindo-se ao fogo sagrado que precisava ser constantemente mantido e alimentado pelas pessoas.
Bhāratavarṣa é um termo que pode ser um adjetivo ou nome próprio para designar a nação por meio do sufixo Varṣa (que significa "terra" ou "região"). Bhāratavarṣa significa, portanto, "a terra dos descendentes de Bharata" ou "o reino de Bharata".
De acordo com textos sagrados como o Vishnu Purana, esse território era delimitado geograficamente como a região que ficava "ao norte do oceano [Índico] e ao sul das montanhas nevadas [Himalaia]".
No início, o nome Bhārat referia-se apenas à parte ocidental do Vale Gangético, mas posteriormente foi aplicado de forma mais ampla ao Subcontinente Indiano e à região da Grande Índia, assim como o nome "Índia". Hoje refere-se à contemporânea República da Índia ali localizada.

Āryāvarta
Āryāvarta (do sânscrito आर्यावर्त, "Terra dos Nobres" ou "Terra dos Ários") é um termo geográfico e cultural de textos hindus antigos (como os Dharmashastras, Sutras e Manusmriti) para designar a região norte do subcontinente indiano. O conceito não se referia a um país político moderno ou a uma fronteira estática, mas sim a um ecossistema cultural e geográfico moldado pelo idioma sânscrito, pela ritualística védica e pelo dharma.
A extensão territorial de Aryavarta expandiu-se consideravelmente ao longo dos séculos, acompanhando a própria difusão da influência bramânica e das migrações indo-arianas.
♦Período Védico Inicial (Baudhayana Dharmasutra): Originalmente, estava limitado à fértil região do Doab, o território situado estritamente entre os rios Ganges e Yamuna. Fora dessas fronteiras, as terras eram consideradas "impuras".
♦Período Védico Tardio (Patanjali Mahabhashya): A definição expandiu-se para abranger a Planície Indo-Gangética. Limitava-se ao norte pelo Himalaia, ao sul pelas montanhas Vindhya, ao oeste onde o rio Sarasvati desaparecia (deserto de Thar) e a leste pela Floresta Negra (Kalakavana).
♦Era Clássica (Manusmriti): Teve sua maior expansão textual, passando a ser descrita como toda a terra entre o Himalaia e os Vindhyas que se estendia do mar oriental (Baía de Bengal) ao mar ocidental (Mar Arábico).

Aryavarta vs. Bhārata - Índia
Historicamente, Aryavarta não é sinônimo de toda a Índia. Enquanto Bhārata (ou Bharatavarsha) descrevia uma noção geográfica muito mais ampla de todo o subcontinente indiano (do Himalaia até o oceano ao sul), Aryavarta focava predominantemente na metade norte, onde a ortodoxia ritualística védica e a estrutura social de castas mantinham-se mais rígidas. Regiões ao sul da cordilheira de Vindhya ou muito ao leste muitas vezes ficavam de fora desse escopo tradicional.

Significado Cultural e Renascimento Moderno
Mais do que um mapa, Aryavarta representava uma maneira de viver baseada no Dharma. Quem viajava para além de seus limites frequentemente precisava passar por rituais de purificação ao retornar.
No século XIX e início do século XX, o nome ganhou uma nova vida política e mística. Movimentos de reforma hindus, como o Arya Samaj fundado por Swami Dayananda Saraswati, e intelectuais da Sociedade Teosófica (como Madame Blavatsky) reavivaram o termo. Eles usavam a ideia de "Aryavarta" como um símbolo de uma Idade de Ouro espiritual para inspirar o orgulho nacionalista e a resistência cultural contra o colonialismo britânico.

Sindhu ou Índia
A palavra Sindhu significa "grande rio", "correnteza" ou "oceano". Sindhu é o nome em sânscrito do rio Indo e a raiz histórica da palavra Índia.
Nos textos védicos antigos, como o Rig Veda, o rio Indo era chamado de Sindhu. A região noroeste da Índia também era conhecida como Sapta Sindhu (a terra dos sete rios). 
O nome "Índia" é originalmente derivado do nome do rio Sindhu (Rio Indo) e tem sido usado em grego desde Heródoto (século V a.C). O termo apareceu no inglês antigo no início do século IX e ressurgiu no inglês moderno no século XVII.
O termo 'Hindu' foi a adaptação Persa Antiga de "Sindhu" ou Rio Indo. Os antigos persas tinham dificuldade em pronunciar o som "s" e o transformavam em "h". Assim, Sindhu virou Hindu ou Hindus para descrever a região ao redor do rio.
Os gregos antigos retiraram o "h" inicial de Hindu e adaptaram o termo para Indu, Indas e, finalmente, Indika (que deu origem a India em inglês e Índia em português).
Portanto, a palavra "Índia" é uma evolução linguística de "Sindhu". Além disso, o termo também deu origem às palavras Indo (o rio), Hindu (o povo/religião) e Hindi (o idioma).

Hindūstān
O termo 'Hindu' foi a adaptação Persa Antiga de "Sindhu" ou Rio Indo. "Hindustão" ainda é comum entre os estudiosos do Urdu.
A etimologia da palavra Hindūstān tem origem no persa antigo e resulta da junção de dois elementos principais: o nome de um rio e um sufixo geográfico.
♦Hindu: Este termo deriva diretamente do sânscrito Sindhu, que é o nome original do rio Indo (localizado no atual Paquistão). Quando os antigos persas (que falavam o idioma avéstico) tentavam pronunciar Sindhu, o som do "S" inicial transformava-se naturalmente em "H", resultando na palavra Hindu. Portanto, inicialmente, "hindu" não se referia a uma religião, mas sim a qualquer pessoa ou elemento pertencente à região geográfica ao redor do rio Indo.
♦Stān: É um sufixo de origem indo-iraniana (partilhado pelo persa e pelo próprio sânscrito na forma -sthāna) que significa "lugar de", "país" ou "terra de". É o mesmo sufixo encontrado em nomes de países modernos como Paquistão, Afeganistão e Cazaquistão.

Quando esses dois elementos foram unidos pelos falantes de persa, a palavra passou a significar literalmente "A terra do rio Indo" ou "A terra dos povos além do Indo". Ao longo dos séculos, à medida que os impérios de língua persa (como o Sultanato de Déli e o Império Mogol) se expandiram, o significado de Hindūstān também se ampliou geográfica e culturalmente, passando a designar todo o subcontinente indiano e, eventualmente, os seus habitantes em geral.
Sendo assim, Hindūstān é o nome em língua persa para a Índia, referindo-se historicamente ao subcontinente indiano. A palavra é uma junção de Hindū (termo persa derivado do rio Indo) com o sufixo -stān (que significa "terra" ou "país"), traduzindo-se literalmente como "a terra dos hindus".
Historicamente, os persas, árabes e o Império Mogol utilizavam o termo para designar toda a região geográfica da Índia.
Cultural e geograficamente, descreve comumente a vasta planície do norte da Índia (entre o rio Sutle e a cidade de Varanasi), onde o idioma hindustâni (base do hindi e do urdu) é predominantemente falado.
Desde a Partição da Índia em 1947, o termo continua em uso popular e literário dentro e fora do país como um nome histórico e afetivo para a República da Índia.

Jambudvīpa
O nome quer dizer "A Ilha da Jambu ou A Terra das Árvores de Jambu" (a ameixa-roxa indiana ou jambolão). É um conceito profundo e multifacetado que transita entre a geografia histórica da Ásia Meridional e a cosmologia sagrada de três grandes religiões nascidas na Índia: o Hinduísmo, o Budismo e o Jainismo.
Era a forma como os antigos descreviam a posição geográfica do subcontinente no mundo conhecido. O imperador Ashoka no século III a.C., usava este termo em suas inscrições para se referir ao seu reino.
Era usado em escrituras antigas como um nome para a Índia antes que o termo Bhārat se tornasse difundido. Pode ser uma referência indireta à Índia Insular. Em Myanmar, era chamada de "Zabudipa". O derivado Jambu Dwipa era o termo histórico para a Índia em muitos países do Sudeste Asiático antes da introdução da palavra inglesa "India". Este nome alternativo ainda é usado ocasionalmente na Tailândia , Malásia , Java e Bali para descrever o subcontinente indiano. No entanto, também pode se referir a todo o continente asiático. Foi usado pelo imperador Maurya Ashoka no século III a.C., em suas inscrições para denotar seu reino.

Nābhivarṣa
O nome quer dizer "Terra de Nabhi", é um nome antigo e histórico para a Índia antes de ser conhecida como Bhāratavarṣa. O nome está profundamente enraizado nas tradições hindu e jainista. 
O termo deriva do rei Nabhi , um monarca lendário (Chakravartin). Na genealogia das escrituras, ele era filho do rei Agnīdhra, neto de Priyavrata e marido de Merudevī.
A transição para o nome Bhāratavarṣa vem do filho e sucessor do Rei Nabhi, que é seu filho chamado de Rishabhanatha que também é chamado de Arihant Rishabha, reverenciado assim como como o primeiro Tirthankara do Jainismo. 
O filho de Rishabhanatha foi Bharata, neto do Rei Nabhi. 
De acordo com textos de ambas as tradições, o subcontinente foi renomeado Bhāratavarṣa em homenagem a Bharata quando ele ascendeu ao trono.

Tianzhu ou Tenjiku
Era o nome utilizado por antigos estudiosos e crônicas da China e do Leste Asiático para designar a Índia, representando uma variação fonética histórica também ligada à palavra Sindhu.

Hodu
É o nome em hebraico bíblico para a Índia, aparecendo explicitamente no Livho de Ester no Antigo Testamento.


quinta-feira, 17 de setembro de 2026

ADRÔNICO DE RODES



Foi o filósofo grego responsável pela criação do termo "Metafísica" no século I a.C.. Embora a disciplina em si tenha sido fundada por Aristóteles, que a chamava de "filosofia primeira", o nome que usamos hoje nasceu de um critério puramente organizacional e de catalogação bibliotecária feito por Andrônico.

Ao organizar a biblioteca com os pergaminhos deixados por Aristóteles no Liceu, Andrônico agrupou os quatorze livros que tratavam dos primeiros princípios, das causas da realidade e do "ser enquanto ser".

Como esses manuscritos não tinham um título definitivo e foram posicionados fissicamente depois dos tratados sobre a Física, Andrônico os batizou de tà metà tà physiká (τὰ μετὰ τὰ φυσικά), que significa literalmente "aquilo que vem depois da física" ou "além da física".

Embora a origem do termo tenha sido puramente editorial e espacial (a posição dos livros na estante), a palavra acabou ganhando um significado filosófico perfeito ao longo da história.

O estudo do que está além do mundo sensível e material, investigando as estruturas abstratas da realidade, como a essência, o tempo, o espaço e a existência de Deus.


MULHERES ESTUPRADAS NA BÍBLIA


 

Na Bíblia Hebraica (Antigo Testamento), há relatos explícitos e implícitos de violência sexual e abusos de poder contra mulheres. As personagens femininas mais conhecidas que passaram por essas situações são:


Diná

Filha de Jacó e Lia. A sua história é narrada em Gênesis 34. Ela foi violentada por Siquém, um príncipe cananeu da região. O ato resultou em uma violenta vingança por parte de seus irmãos, Simeão e Levi.


Tamar 

Filha de Davi e Irmã de Absalão e meia-irmã de Amnon. A sua história está descrita em 2 Samuel 13. Amnon fingiu estar doente para atraí-la aos seus aposentos e a estuprou. Após o crime, ele a desprezou e a expulsou.


A Concubina do Levita

Uma mulher cujo nome não é mencionado no texto bíblico. O seu relato está em Juízes 19. Ela foi entregue pelo seu companheiro (um levita) e pelo anfitrião da casa a uma multidão enfurecida na cidade de Gibeá. Ela foi abusada e violentada a noite inteira pelos homens da cidade, vindo a falecer na manhã seguinte.


Não podemos nos esquecer dos casos debatidos como abuso de poder ou coerção, pois historiadores e estudiosos frequentemente incluem outras mulheres nesta lista devido à clara assimetria de poder, onde o consentimento era impossível ou anulado pelo contexto.


Bate-Seba

Esposa de Urias. Em 2 Samuel 11, o Rei Davi a vê do palácio, ordena que a tragam à sua presença e deita-se com ela. Embora o texto tradicional muitas vezes use a linguagem de adultério, análises teológicas contemporâneas apontam o caso como um abuso de autoridade real (estupro por abuso de poder), já que um súdito não tinha o direito de recusar uma ordem direta do rei.


Agar

Serva egípcia de Sara. Em Gênesis 16, por não conseguir engravidar, Sara entrega Agar a Abraão para que ela gere um filho. Na condição de escrava e propriedade de Sara, Agar não possuía autonomia física ou direito de escolha sobre o próprio corpo.


As filhas de Ló

Em Gênesis 19:8, quando uma multidão em Sodoma tenta atacar os hóspedes (anjos) de Ló, o próprio pai oferece suas duas filhas virgens à multidão para que fizessem com elas "o que bem entendessem", expondo-as à iminência de um estupro coletivo para proteger os visitantes (embora o ato acabe não se concretizando por intervenção dos anjos).


ERROS TEXTUAIS DO NOVO TESTAMENTO



A  crítica histórica e a análise textual apontam categorias recorrentes de divergências, anacronismos e problemas gramaticais nos escritos dos autores neotestamentários.


Divergências e Inconsistências dos Livros Sinóticos

Os evangelistas frequentemente narram os mesmos eventos com detalhes conflitantes ou focos cronológicos distintos.


A morte de Judas Iscariotes 

Em Mateus 27:5, é dito que Judas se enforcou e os chefes dos sacerdotes compraram o "Campo de Sangue". Já em Atos 1:18 (escrito por Lucas), Judas compra o campo, cai de cabeça e suas entranhas se derramam.


A Genealogia de Jesus

Mateus 1:1-17 e Lucas 3:23-38 trazem linhagens completamente diferentes para José. Mateus traça a linhagem a partir de Salomão; Lucas, a partir de Natã (ambos filhos de Davi).


Os Cegos de Jericó

Mateus 20:29 fala de dois cegos curados quando Jesus saía de Jericó. Marcos 10:46 menciona apenas um cego (Bartimeu) ao sair da cidade. Lucas 18:35 relata um cego quando Jesus se aproximava de Jericó.


O Dia da Crucificação 

Nos Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), a última ceia é a refeição da Páscoa judaica. No Evangelho de João, Jesus é crucificado no dia da preparação da Páscoa, exatamente no momento em que os cordeiros pascais estavam sendo sacrificados no Templo.


O Relato da Ressurreição

Os quatro evangelhos divergem sobre detalhes cruciais da manhã da ressurreição: quantas mulheres foram ao túmulo, quem eram elas e se encontraram um jovem sentado (Marcos), um anjo (Mateus) ou dois homens em pé (Lucas)


Imprecisões Históricas e Geográficas

Erros grotescos e imprecisos dos registros da história secular da época.


O Censo de Quirino

Lucas 2:1-2 afirma que Jesus nasceu durante um censo decretado por César Augusto quando Quirino era governador da Síria. Historiadores apontam que Quirino se tornou governador por volta do ano 6 d.C., cerca de dez anos após a morte de Herodes, o Grande (período em que Mateus afirma que Jesus nasceu).


Geografia de Marcos

Em Marcos 7:31, é dito que Jesus "saiu das terras de Tiro, passou por Sidom e veio para o mar da Galileia, atravessando o território de Decápolis". Geograficamente, ir de Tiro ao Mar da Galileia passando por Sidom significa caminhar na direção totalmente oposta (Norte em vez de Sul).


Citações e Atribuições Equivocadas do Antigo Testamento

Atribuição a Jeremias

Em Mateus 27:9-10, o autor cita uma profecia sobre as "trinta moedas de prata" e a atribui ao profeta Jeremias. Contudo, o texto citado pertence originalmente ao livro de Zacarias 11:12-13.


A profecia do Nazareno

Em Mateus 2:23, diz-se que o fato de Jesus morar em Nazaré cumpria o que fora dito "pelos profetas: Ele será chamado Nazareno". Essa frase não existe em nenhum livro do Antigo Testamento.


A Profecia das Moedas de Prata - Mateus 27:9-10

Mateus cita uma profecia sobre as trinta moedas de prata e atribui ao profeta Jeremias. Contudo, o texto citado pertence, na verdade, ao livro de Zacarias (11:12-13).


A Citação de Marcos 1:2-3: Marcos introduz uma citação dizendo: "Conforme está escrito no profeta Isaías...". No entanto, o versículo 2 é uma colagem de Malaquias 3:1, e apenas o versículo 3 pertence de fato a Isaías 40:3.


Limitações Gramaticais e Linguísticas

Os autores do Novo Testamento não escreveram em grego clássico erudito, mas sim no grego Koiné (popular)  e, às vezes, cometiam desvios gramaticais evidentes.


Erros Gramaticais no Apocalipse

O livro do Apocalipse, escrito por João, contém diversos solecismos (erros de concordância nominal e verbal em grego). Por exemplo, o autor por vezes mistura casos gramaticais (como usar o nominativo logo após uma preposição que exigia o genitivo ou acusativo).


Anacolutos Paulinos

Em várias epístolas (como Efésios), Paulo inicia pensamentos longos e muda de direção no meio da frase, deixando construções sem verbos principais ou com frases gramaticalmente incompletas (anacolutos).


Variantes Textuais e Erros de Copistas

Como os textos originais (autógrafos) se perderam, dependemos de cópias manuscritas. Ao longo dos séculos, monges e escribas cometeram erros de omissão, repetição de linhas ou acréscimos teológicos (interpolações).


O Final de Marcos - Marcos 16:9-20

Os manuscritos mais antigos e confiáveis do Novo Testamento (como o Codex Sinaiticus) terminam abruptamente no versículo 8. Os versículos seguintes, que narram as aparições de Jesus, foram adicionados posteriormente por copistas para dar um encerramento mais suave ao evangelho.


A Mulher Adúltera - João 7:53–8:11

A famosa história do "quem não tiver pecado que atire a primeira pedra" não aparece nos manuscritos mais antigos de João. Ela possui um estilo de escrita diferente do resto do evangelho e foi inserida séculos mais tarde.


O Comma Johanneum - 1 João 5:7-8

O trecho que diz "o Pai, a Palavra e o Espírito Santo; e estes três são um" (uma clara menção à Trindade) não existe em nenhum manuscrito grego anterior ao século XIV. Foi uma nota de rodapé em latim que acabou incorporada ao texto sagrado.


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

QUAL É A IDADE DA TERRA



Infelizmente aqui no Brasil nós temos um grande exército populacional de pessoas que sofrem de analfabetismo funcional, a pessoa que sofre de analfabetismo funcional é por si só analfabeta, saber ler mas não saber interpretar o que lê é analfabetismo, e nada difere a pessoa que sabe ler mas não interpreta da pessoa que não sabe ler, ambos são analfabetos.

Há uma guerra secular entre as pessoas que acreditam na Bíblia e as pessoas que acreditam na ciência sobre a questão da criação da vida aqui na Terra e o surgimento do homem. Os crentes da Bíblia, logicamente, vão acreditar no criacionismo e os crentes da ciência vão acreditar, logicamente, no evolucionismo. Este empate nunca terá fim, cada um terá sua versão, cada qual terá sua razão e essa história vem se prolongando há décadas e já dura há mais de 150 anos.

E nesta guerra ideológica que nunca termina, nós temos um longo histórico de acusações, brigas, inimizades, fraudes, mentiras e manipulações de provas. E se fizéssemos um exercício racional unindo as duas partes, como ficariam as coisas?


Datação Radiométrica

Segundo a ciência, os geólogos estimam que a Terra já existe há 4 bilhões de anos e os astrônomos calculam que o Universo pode ter até 15 bilhões de anos. Este valor é baseado em datação radiométrica, isso no caso do nosso planeta.

Há algumas maneiras que os geólogos, biólogos e outros cientistas têm de calcular a idade do nosso planeta, tais como a datação radiométrica, que eu acabei de citar, as camadas rochosas e os cálculos de evolução. A datação radiométrica é um método onde os cientistas calculam a idade de rochas a partir do nível de degradação dos seus átomos. A idade das rochas mais antigas foi calculada em vários milhões de anos.

No entanto, essa técnica não considera que a possibilidade de a degradação ocorrer ocorre em velocidades diferentes e também em tempos diferentes e alguns cálculos provaram estar também errado. As camadas rochosas é um método onde os geólogos calculam a idade da Terra de acordo com o tempo que te iria levado para criar diferentes camadas rochosas e tem os mesmos problemas que a datação radiométrica. 


Cálculos de Evolução

Os cálculos de evolução é um método onde os evolucionistas calculam o tempo que teria levado para animais microscópicos evoluírem até chegar a diversidade que temos hoje.

Contudo, não é provado que a teoria da evolução está certa, é uma suposição, porque das faltas de evidências, por exemplo, é a falta de ter achado o intermediário entre uma espécie a outra espécie. Por mais que os evolucionistas dizem que houve uma evolução, observando mais de perto seus experimentos, veremos que de fato a espécie do macaco tem evoluído, mas o macaco continua sendo macaco, as mãos melhoraram, os pés melhoraram, seus métodos melhoraram, como também os pássaros, suas asas melhoraram, modos de voo ficaram melhores, mas o pássaro continua sendo pássaro, a espécie do pássaro não migrou de ave para anfíbio ou vice-versa e nenhum mamífero migrou de mamífero para ave, não há transação de uma espécie para outra, o que há são melhorias da própria espécie, os vertebrados continuam sendo vertebrados, mamíferos continuam sendo mamíferos e aves continuam sendo aves, não foram achados nenhuma prova ou evidência que comprove esta mutação, migração de uma espécie para outra.


O Livro de Gênesis

Algumas pessoas leem a história de Gênesis 1 como literal, no caso de Gênesis 1 os religiosos leem como sendo literal, por isso creem que a criação levou apenas 6 dias, e outras pessoas pensam ser uma metáfora a questão da criação, devemos considerar que a bíblia quando descreve a palavra dia, nem sempre vai representar 24 horas literalmente, as vezes irá representar eras e tempos indefinidos, isso depende de como vamos interpretar os 6 dias da criação, e para os religiosos analfabetos funcionais pode ter levado uma semana, mas certamente que isso levou muitos anos, um dos muitos exemplos disso são as listas dos descendentes de Adão e Noé, que tem exatamente 10 gerações cada, isso provavelmente indica que as genealogias estão incompletas, e foram só registradas as pessoas mais importantes para o contexto histórico do escritor, certamente que a lista destes patriarcas poderiam ser muito mais extensas, uma vez que tais personagens, são fictícios e nunca existiram na realidade, sendo assim a terra é muito mais antiga que meros 6 mil anos, como se acredita no sistema religioso, e no mito do gênero de fantasia da alegoria do Gênesis. 


A Questão do Calendário

Parte dos religiosos assumem que a terra foi criada literalmente em 6 dias, e somam as genealogias irreais e fictícias de Gênesis 5 e Gênesis 11, calculando para trás a partir de Abraão, o fato é que a palavra hebraica traduzida dia, pode significar vários períodos, e não apenas um dia de 24 horas, e nós temos o exemplo para dar para vocês, no mito bíblico, quando resumiu a obra criativa de Deus, Moisés (personagem que nunca existiu) referiu-se a todos os 6 dias criativos como apenas um dia, nós vamos ver isso em Gênesis 2 versículo 4, está escrito, estas coisas são as origens do céu e da terra, quando foram criados no dia em que Deus o Senhor fez a terra e os céus, além disso, no primeiro dia criativo, Deus começou a chamar a luz de dia, mas a escuridão chamou noite, Gênesis 1 versículo 5, aqui apenas uma parte do período de 24 horas é definida pelo termo dia, com certeza não há base nas escrituras para declarar arbitrariamente que cada dia criativo foi de 24 horas específico, e temos também um outro probleminha aqui, quando os religiosos fazem os cálculos, pegando as genealogias de Gênesis 5 e 11, fazendo este cálculo a partir de Abraão, para dar os 6 mil anos como eles querem, eles ignoram uma questão muito básica, que é a questão dos calendários, para fazer os cálculos, para dar a idade da terra de 6 mil anos, como querem os religiosos, do sistema religioso, eles ignoram que os hebreus usavam o calendário sumeriano, que é o calendário lunar, e outro erro, eles fazem a soma usando o calendário católico, que é o calendário solar ou calendário gregoriano, é o calendário que nós usamos aqui no Brasil, este calendário é católico, foi feito pelo Papa Gregório no dia 24 de fevereiro de 1582, qual é o problema deste calendário, o problema deste calendário, é que as pessoas usam para calcular a idade da terra, tendo só 6 mil anos, usando a idade dos patriarcas, de Gênesis 5, 11, etc, complica, porque o calendário solar, não existia na época destes patriarcas, o povo hebreu, o povo árabe, como muitos povos do oriente, hoje em dia, ainda usam os seus próprios calendários, que são calendários lunares, e o calendário lunar, é um calendário sumeriano, e não hebreu, e se fizer esses cálculos, que eles fazem, usando o calendário lunar, que é o calendário sumeriano, as contas serão bem diferentes, se fizer essas contas, que eles fazem, usando o calendário sumeriano, que é o calendário lunar, que é o calendário usado pelos hebreus, árabes, e etc, a terra terá muito mais que 6 mil anos.


O Tempo de Deus

E tem uma outra questãozinha que os religiosos ignoram, para variar, é a questão do tempo, na perspectiva de quem é religioso, o tempo de Deus é diferente do tempo do ser humano, a noção de tempo da divindade, é totalmente diferente da noção de tempo da humanidade, está escrito: "porque mil anos, são aos teus olhos, como o dia de ontem que passou, eu como a vigília da noite", salmos 90 versículo 4. Este salmos não foi escrito por Moisés, pois ele nunca existiu. E também está escrito: "mas amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor, é como mil anos, e mil anos como um dia", 2 Pedro 3 versículo 8. Não se esqueçam que a palavra dia, em hebraico, de Gênesis, pode ter vários significados, incluindo uma época de tempo indefinido, os escritores do mítico livro de Gênesis podem ter usado os processos e as leis naturais, para escreverem a criação do mundo em 6 eras, o que é mais aceitável, ao invés de 6 dias de 24 horas, como se crê literalmente.


Perspectiva

Os escritores de Gênesis, escreveram em hebraico, e fizeram isso da perspectiva de alguém da terra, mas o conhecimento de que o universo já existia antes do começo dos períodos, ou dias criativos, ajudam a eliminar grande parte da controvérsia sobre o relato da criação, os dias da criação, representam grandes épocas de tempo, cujo qual não sabemos, e óbvio, não são apenas 6 mil anos.


Qual é a Resposta Correta?

Então qual foi a duração dos dias criados por deus? não sabemos, esta é a melhor resposta, esta é a resposta mais honesta, não sabemos, a bíblia não diz, mas no entanto, a fraseologia de Gênesis, capítulos 1 e 2, indicam estarem envolvidos, longos períodos, muito mais que 6 mil anos, a própria bíblia indica isso, falar que a terra tem só 6 mil anos, é tão errado, quanto os cientistas acreditarem piamente no Big Bang.

E tem outra, o Livro de Gênesis é uma ficção, é um plágio dos mitos sumerianos. Sem contar que Moisés nunca existiu e, se nunca existiu, ele não poderia escrever o Livro dos Gênesis. Este livro foi escrito quando o povo hebreu estava cativo no Império Caldeu, que erroneamente é chamado de Império Babilônico.


Caso Sem Solução

Nem a Bíblia, nem a ciência, podem nos dar a ideia exata, da idade da terra, contudo, o mais importante do relato de Gênesis, é que foi Deus, quem criou tudo, com um propósito, ninguém sabe, se alguma dessas teorias é certa, porque ninguém, viu a criação do mundo, todas tem alguns argumentos fortes, e alguns argumentos fracos, mas podemos ter a certeza de uma coisa, nós não somos só frutos do acaso, fazemos parte de um grande plano, e alguém, ou algum ser inteligente e poderoso, com certeza, fez surgir, o que chamamos de vida, mas não foi em 6 dias, e este planeta, não existe a somente 6 mil anos.