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sexta-feira, 12 de junho de 2026

BRIGA DOS IRMÃOS ADIDAS X PUMA


 

A rivalidade histórica entre dois irmãos deu origem a duas das marcas mais respeitadas do mundo, mas o que realmente causou a rivalidade dos irmãos e por que eles nunca se reconciliaram?

Uns dizem que a rivalidade começou quando a empresa esportiva dos irmãos Dassler Brothers Sports Shoe Company que na qual os dois eram sócios, conseguiram convencer o atleta negro americano Jesse Owens a usar os tênis da marca nas Olimpíadas de 1936. Depois de Owens ganhar 4 medalhas na competição que fazia propaganda da superioridade ariana, a empresa passou a faturar em dobro, e por conta dessa associação com um atleta negro, os irmãos se desentenderam.

Mas segundo os moradores de Herzogenaurach, um dos irmãos dormiu com a esposa do outro. Quando foram descobertos, os irmãos cortaram os laços filiais para sempre. Essa é a razão pela qual os irmãos dividiram seus negócios até a última caixa de sapatos e nunca mais se falaram. 

O que tudo indica, o que levou os irmãos a terem uma ruptura brusca um com o outro, foram suas divergências sobre a direção da empresa que os levaram a se separar e dividir a empresa até o último centavo. Isto aliado ao fato de que as esposas dos irmãos Dassler se odiavam e ambas estavam brigando entre si pelo controle e lucro da empresa Dassler Brothers Sports Shoe Company. Para apaziguar as mulheres e evitar mais conflitos, os irmãos decidiram dividir a empresa igualmente, Rudi criou a Puma enquanto Adi criou a Adidas. Para muitos, este é o motivo mais provável.

Mas as coisas entre os irmãos Dassler nem sempre foram assim, eles no início antes de criarem duas das principais marcas de esportes e estilo de vida do mundo, eles eram muito próximos um do outro. Eles inicialmente fundaram a Dassler Brothers Shoe Factory  na cidade de Herzogenaurach. Os dois eram sócios igualitários na empresa Dassler Brothers Sports Shoe Company, localizada em Herzogenaurach, na Alemanha. Os irmãos administravam a empresa juntos, cada um cuidando de uma parte diferente. Adolf era responsável por pensar e desenvolver os sapatos e Rudolf lidava com o comercial, vendendo os produtos.

Os irmãos, mesmo sendo filiados ao partido nazista de Hitler, conseguiram convencer o atleta negro americano Jesse Owens a usar os tênis da marca nas Olimpíadas de 1936. 

Depois de Owens ganhar 4 medalhas na competição que fazia propaganda da superioridade ariana, a empresa passou a faturar em dobro.

Rudolf Dassler nasceu no dia 26 de março de 1898 - Adolf Dassler nasceu no dia 3 de novembro de 1900 os dois nasceram na cidade de Herzogenaurach, Baviera, no Império Alemão. Nascidos em uma boa família de renda confortável, eles tinham mais dois irmãos, que eram, Fritz Dassler 1892 que era o mais velho dos irmãos e Marie Dassler 1894 a segunda mais velha dos irmãos. 

Aparentemente todos se davam bem, mas em 1948 as coisas mudaram para sempre. E então o impensável aconteceu: Rudolf e Adolf (Adi) se separaram repentinamente, se separando de maneira amarga. Eles dividem seus negócios até a última mesa, máquina de escrever e centavo. Eles montaram suas próprias empresas de calçados em lados opostos do rio. Sua amarga rivalidade não afetou apenas sua família, mas todos os moradores da cidade. Puma e Adidas se tornaram os principais empregadores da pequena cidade, polarizando os residentes em lados opostos do rio.

Os irmãos seguiram caminhos separados em 1948. Nesse mesmo ano, Rudi mudou-se para outro prédio, que também passou a ser a sede da Sportschuhfabrik Rudolf Dassler ( RUDA ). Ele acabou mudando o nome de sua empresa de calçados para Puma . Em 1949, Adi também fundou sua própria empresa de calçados e a chamou de Adidas, em homenagem ao seu próprio nome.

A rivalidade entre as duas empresas cresceu tanto que se estendeu para praticamente todos os habitantes da região de Herzogenaurach. 

Os moradores da "cidade dos pescoços tortos", como ficou conhecida, olhavam primeiro para os sapatos da outra pessoa antes de começar uma conversa. As lojas poderiam vender tênis de apenas uma das marcas, tendo que escolher o seu “lado”. Também foi especulado que pessoas não namoravam ou tinham relações com outras que preferiam a empresa oposta. 

Como esperado, Adolf e Rudolf trabalhavam de maneiras diferentes. Como Adolf fazia os sapatos na empresa “primogênita”,  a Dassler Brothers Shoe Factory ele tinha mais conhecimento técnico e conseguia produzir melhor os tênis da Adidas, já Rudolf, tinha facilidade com a movimentação dos produtos, tendo uma ótima equipe comercial. Mas os dois não esperavam uma outra concorrente: a Nike. Ela abalou o domínio das duas empresas no setor esportivo. 

Foi apenas em 2009 que um ato de paz simbólico foi feito para tentar controlar a rivalidade de anos na região. 

Rudolf Dassler morreu no dia 27 de outubro de 1974 (76 anos) de câncer de pulmão - Adolf Dassler morreu no dia 6 de setembro de 1978 (77 anos) por insuficiência cardíaca, os irmãos foram enterrados em lados opostos do mesmo cemitério, 


A RELIGIÃO ÁRABE ANTES DO ISLÂ



Na Árabia pré-islâmica, os Árabes eram politeístas, acreditando em vários deuses e adoravam ídolos.
Muitas tríbos praticavam o infanticídio, principalmente de meninas, para evitar o aumento da população, por causa da crescente fome.
Em seus cultos, eles realizavam sacrifícios humanos para agradar aos seus deuses.
Anualmente as tribos faziam peregrinações a cidade de Meca, e era nessa cidade sagrada, que ficava a Caaba, que era um templo religioso que abrigava os ídolos adorados por eles.
Além desses ídolos, dentro da Caaba era guardada a Pedra Negra, um meteorito que caiu do céu que para eles era um objeto muito sagrado.
Segundo consta a Mitologia, a Pedra Negra era branca e brilhante, mas por causa dos pecados cometidos pelos homens, essa pedra ficou negra.

Deuses Adorados
Allat (em árabe: اللات) A deusa da lua árabe, que foi uma das três principais deusas de Meca.

Al-Uzza (em árabe: العزى) "A mais poderosa" ou "A forte" era deusa da fertilidade, que foi uma das três principais deusas de Meca, os árabes só rezavam a ela ou Hubal a pedido de proteção e vitória, antes de qualquer guerra, para mostrar como ela era importante.

Manat (em árabe: منات) foi uma das três principais deusas de Meca, os árabes acreditavam ser a deusa do destino, O Livro dos Ídolos descreve que Manata foi a mais antiga de todos esses ídolos. Os árabes usavam seu nome para nomear seus filhos: 'Abd-Manata e Zayd-Manata. Manata foi erguida à beira-mar nos arredores de al-Mushallal em Qudayd, entre Medina e Meca. Os àrabes rezavam á deusa para pedir proteção em suas peregrinações. No final da peregrinação, no entanto, quando eles estavam prestes a voltar para casa, eles teriam se estabelecido no local onde ficava Manata, para raspar a cabeça, e ficar lá um tempo. Eles não consideram sua peregrinação concluída até eles visitarem Manata.

Manaf (em árabe: مناف) A estátua de Manaf foi acariciada por mulheres, mas houve períodos que não foram autorizadas a aproximarem.

Wadd (em árabe: واد) Deus de amor e amizade. Cobras são animais sagrados por causa de Wadd.

Amm (em árabe: أم) Ele foi venerado como deus do tempo, como seus atributos incluídos relâmpagos.

Ta'lab (em árabe: طالب) Um deus adorado na Arábia do Sul, particularmente no Reino do Sabá. Ta'lab era o deus da lua.

Dhu'l-Halasa (em árabe: ذو الحلاس) é um deus oracular do sul da Arábia. Ele era venerado sob a forma de uma pedra branca.

Al-Qaum (em árabe: القوم) Era o deus da guerra e da noite, e guardião de caravanas.

Dushara (em árabe: ذو شرى) Era o deus Nabataean seu nome significa "Senhor da Montanha"

Espíritos
Marid (em árabe: مارد) Marids são freqüentemente descritos como o tipo mais poderoso de djinn, tendo poderes especialmente grande. Eles são os mais arrogantes e orgulhosos também. Como todos os djinn, eles têm o livre arbítrio ainda poderia ser obrigada a executar tarefas. Eles também têm a capacidade de conceder desejos aos mortais, mas que geralmente requer batalha, e de acordo com algumas fontes de prisão, os rituais, ou apenas uma grande quantidade de bajulação.

Ifrit (em árabe: عفريت) é uma classe de gênios infernais, espíritos abaixo do nível de anjos e demônios, conhecidos por sua força e astúcia. Um ifrit é uma enorme criatura alada de fogo, masculino ou feminino, que vive no subsolo e frequenta as ruínas. Ifrits vivem em uma sociedade estruturada ao longo de antigas linhas árabes tribais, completo, com reis, tribos e clãs. Eles geralmente se casam um com um outro, mas eles também podem se casar com o humano. Apesar de as armas e as forças normais não terem poder sobre elas, são suscetíveis à magia que os seres humanos podem usar para matar ou capturar e escravizá-los. Tal como acontece com os gênios, um ifrit pode ser um crente ou descrente, bem ou mal, mas ele é mais frequentemente descrito como um ser perverso e cruel.

Djinn (em árabe: جن) são gênios bons ou maus que habitavam as pedras, as fontes, as árvores sagradas. Em alguns casos, os gênios do mal são vistos como seres humanos extraviados 

Monstros
Nasnas (em árabe: نسناس) é "meia um ser humano, tendo uma meia cabeça, metade de um corpo, um braço, uma perna, com a qual o lúpulo com muita agilidade". Acreditava-se ser descendentes de um demônio chamado um shikk e um ser humano.

Ghoul (em árabe: غول) é um demônio metamorfo habitante do deserto que pode assumir a aparência de um animal, especialmente uma hiena. Ele atrai viajantes incautos para o deserto para matá-los e devorá-los. A criatura também tem por presa crianças pequenas, rouba sepulturas, bebe sangue, e come os mortos tomando a forma de um que já comeu. Por causa do último habito, o espírito da palavra é por vezes utilizado para se referir a um ser humano comum, como um ladrão de túmulos, ou a qualquer um que se delicia com a macabra.

Bahamut (em árabe: بهموت ) é um peixe grande que reside em um mar imenso, às vezes descrito como tendo uma cabeça semelhante a de um hipopótamo ou elefante. Sobre seu lombo suporta um touro gigantesco nomeado Kujala, que se diz ter quatro mil olhos, quatro mil bocas, quatro mil narizes, quatro mil línguas, quatro mil ouvidos, quatro mil patas; uma grande quantidade de apêndices das quais há uma distância de quinhentos anos de viagem entre cada uma delas. Kujata suporta sobre seu lombo um rubi, que por sua vez repousa um anjo que, por sua vez, suporta os Sete Infernos, logo em seguida a Terra e após os Sete Céus.

A ORIGEM DA RELIGIÃO

 


a) Animismo ou Mana - A idéia de uma força impessoal que estaria em todos os elementos da natureza, dando-lhes vida, animando-os, dando-lhes movimento,

b) Xamã - Indivíduo considerado detentor de poderes especiais recebidos de divindades ou seres espirituais. Mantém o domínio religioso do grupo através do medo, uma vez que é olhado como capaz de fazer o bem e o mal. É quem realiza os rituais de magia e purificação,

c) Fetiche - Objeto ou elemento da natureza, do qual emanaria algum tipo de poder sobrenatural que adviria naturalmente ou após algum tipo de ritual no qual o xamã conferiria poder àquele elemento. Normalmente utilizado para produzir um bem ou um mal a alguma pessoa. O fetichismo é o culto a esses objetos ou elementos,

d) Totem - Objeto construído, quase sempre de madeira, que é venerado como um ídolo protetor contra os maus espíritos,

e) Tabu - Atos e costumes proibidos (geralmente pelo xamã) e que trariam maldições sobre quem rompesse com eles, praticando o que é proibido. São passados de geração em geração e, normalmente, os indivíduos os têm arraigados em seus costumes sem saberem nem mesmo a origem de crença e costume tão rigoroso. São obedecidos irrestritamente sem questionamentos e sem buscar razão lógica,

f) Rituais de Purificação - Práticas religiosas indicadas ou lideradas pelos xamãs e que visam a purificação espiritual do indivíduo. Normalmente são ritos que contém elementos penitenciais,

g) Necrolatria - Veneração de mortos em rituais e cultos onde são invocados, inclusive com o objetivo de angariar sua proteção e intermediação com as divindades ou espíritos.

terça-feira, 9 de junho de 2026

A GRANDE MÍDIA CONTRA O RAP



Historicamente, o rap carrega um DNA contra hegemônico focado em denunciar o racismo, a exclusão social e a violência. Por desafiar o status quo e dar voz às periferias, o gênero sofreu e ainda sofre com a marginalização, o preconceito da mídia corporativa e a falta de espaço nos meios de comunicação tradicionais.

O rap legitima a territorialidade e expõe feridas sociais, como a violência policial e o sistema desigual. Essa postura crítica gera desconforto em setores conservadores.

Desde os primórdios do hip-hop, letras que relatam a dura realidade nas ruas foram frequentemente rotuladas de forma equivocada pela grande mídia como apologia ao crime ou à violência, em vez de serem tratadas como crônicas da realidade periférica.

Quando a mídia abraça o rap, muitas vezes o faz esvaziando seu conteúdo político, focando apenas no apelo comercial (como no caso do trap atual) e ignorando artistas que mantêm discursos mais politizados.

Isso acontece, porque o rap nasceu nas comunidades negras e pobres, denunciando o racismo e a violência policial. A mídia tradicional costumava associar o ritmo à criminalidade, ignorando seu valor artístico.

Letras cruas e críticas sociais incomodavam os detentores do poder econômico na televisão e nas rádio.


Rede Globo e a Mídia x Rap

A tensão entre a Rede Globo e o rap nacional ocorre devido a divergências históricas, políticas e de interesses. O rap brasileiro nasceu na rua como um movimento de denúncia social, racial e periférica, o que colide com a lógica comercial e a imagem institucional da emissora.

O rap clássico aborda questões como racismo, violência policial e desigualdade. Essas críticas sistêmicas muitas vezes entram em choque com a linha editorial e os interesses da grande mídia televisiva da TV aberta.

A relação entre o rap brasileiro e a Rede Globo é historicamente marcada por tensões e distanciamento.

Eu foco na Rede Globo, por que é a maior empresa de comunicação da América Latina e uma das maiores do planeta, tudo que a Rede Globo apoia ou boicota, todos os meios de comunicação do Brasil, irá segui-la sem pestanejar. 

Grupos lendários como os Racionais MC's sempre recusaram convites da emissora, criticando a linha editorial e o elitismo dos programas. E apresentações raras vieram acompanhadas de atritos, como quando o rapper MV Bill cantou músicas críticas à própria Rede Globo durante sua participação no antigo programa Domingão do Faustão no ano de 2004.


Música de Bandido

Quando surgiu o Rap Brasileiro nos anos 1980 em São Paulo, o gênero veio logo na jugular da sociedade branca, com letras fortes e impactantes, abordando assuntos do dia-dia do negro pobre da periferia, o Rap logo foi taxado como música de vagabundo e de criminoso.

Foi tanta propaganda negativa contra o Movimento Rap, que  sociedade, até hoje tem preconceito contra o gênero musical.

Quando na verdade, 70% das letras do Rap, aborda temas importantes para o preto favelado, dando-lhe conscientizações social e política.


O Funk Brasileiro

O Funk Brasileiro foi criado no Rio de Janeiro em 1980. Em 1989 foi quando o ritmo explodiu por todo o Brasil.

Em 1980 o gênero ganhou sua identidade local ao adotar as batidas do Miami Bass. Foi nesse período que DJs e frequentadores passaram a compor letras em português para retratar a realidade das favelas cariocas.

Em 1989 é amplamente considerado o marco de explosão do gênero, impulsionado pelo lançamento da primeira coletânea nacional, o disco "Funk Brasil" produzido pelo DJ Marlboro, que popularizou a inserção de baterias eletrônicas e a temática das comunidades.


Música do Crime Organizado

É provado que o Movimento Funk tem forte relação com o crime organizado envolve tanto dinâmicas de violência, lavagem de dinheiro e controle territorial, quanto a criminalização histórica de uma expressão cultural da periferia. Essa intersecção é frequentemente debatida sob a ótica do mercado de entretenimento, apologia e influência social.

Eventos realizados em espaços públicos e comunidades, muitas vezes sem alvará, são frequentemente dominados ou influenciados por facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo. Nesses locais, o crime organizado atua custeando a infraestrutura das festas (como som e iluminação), utilizando adegas e comércios locais no entorno para lavar o dinheiro do tráfico. Transformando aglomerações em pontos de comércio de drogas a céu aberto e locais para exibição de itens ilícitos.


O Fenômeno do Proibidão

As letras que fazem apologia direta a facções criminosas, ao tráfico e ao porte de armas vertente conhecida como funk "proibidão" geram tensões constantes com a Justiça. Foco em conteúdo adulto, explícito e letras pornográficas, montagens agressivas que lideram as Playlists de Funk Putaria no Spotify.

O funk com letras focadas em "putaria", também conhecido como funk proibidão, funk ousadia ou funk de fluxo, caracteriza-se pelo uso de linguagem explícita, referências diretas a experiências sexuais e descrições sem filtros.


Rede Globo

A Rede Globo teve um papel histórico e fundamental na massificação e popularização do funk brasileiro. Ao abrir espaço em sua grade de programação para o ritmo que nasceu nas periferias, a emissora ajudou a romper barreiras geográficas e sociais, levando o gênero para todo o país e pavimentando o caminho para o sucesso global.

Na década de 1990 e início dos anos 2000, atrações de grande audiência, como o Programa Xuxa Park (apresentado por Xuxa), foram vitrines essenciais. O DJ Marlboro, um dos maiores nomes do gênero, teve forte atuação nesses palcos, introduzindo a batida eletrônica para o público amplo.

A emissora carioca frequentemente inclui o funk nas trilhas sonoras de suas tramas. A exposição em novelas das 21h ajudou a normalizar o som em lares de diferentes classes sociais.

Transmissões de grandes festas, como o Carnaval, passaram a incorporar o ritmo em suas coberturas, consolidando o funk como parte da cultura popular brasileira.

A plataforma digital da emissora também registra a importância do ritmo, com conteúdos que exploram como o funk virou um fenômeno de massa e uma ferramenta de publicidade.


Movimento Funk no Site da Rede Globo: https://redeglobo.globo.com/sp/tvtribuna/splash/noticia/movimento-funk.ghtml

Globo News estreia série sobre o funk e homenageia Elis Regina: https://billboard.com.br/globonews-estreia-serie-sobre-o-funk-e-homenageia-elis-regina/

Funk brasileiro na Globo: a evolução do ritmo na maior emissora do país: https://wmusicabrasileira1.com/funkhiphop/2137.html

GloboNew no Facebook - Funk: Made in Brasil: https://www.facebook.com/watch/?v=669383728860926



A BÍBLIA NÃO FALA DA TRINDADE



A Bíblia fala da trindade? Não! Esta pergunta é válida porque, como é muito pregado a questão da trindade, muitas pessoas acreditam que a Bíblia fala da trindade. Mas será que isto é verdade ou não? Então, a Bíblia não faz nenhuma menção sobre a trindade. Verificando os textos bíblicos, nós vamos ver que não existe a palavra trindade ou alguma coisa que o valha escrito na Bíblia.

Nem no Antigo Testamento, nem no Novo Testamento, vamos ler alguma palavra fazendo menção à trindade. Para a Bíblia, não se trata de três deuses sendo um só. Não é uma consubstanciação que seria o nome técnico para isto.

Então, o que seria a trindade exatamente? Para começar, coloque em sua mente que a Bíblia não diz nada sobre trindade na forma como conhecemos. Não existe a palavra trindade na Bíblia, em nenhum aspecto, de nenhum método, de nenhum jeito. O que chamam de trindade, como é ensinado na religião, vamos verificar nos textos bíblicos, que se trata de uma única pessoa, ou seja, é um Deus.

Não três deuses em um, três deidades em um, três divindades em um. Não é o três em um, é somente um, é somente uma pessoa. O que para os religiosos é uma consubstanciação, ou seja, trindade, na verdade, a unidade.


Textos Bíblicos

2 Coríntios 3,13: A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo, seja com todos vós. Amém. 

1 João 5,6-8: Este é aquele que veio por água e sangue, isto é, Jesus Cristo. Não só por água, mas por água e por sangue.

E o Espírito é o que testifica, porque o Espírito é a verdade. Porque três são os que testificam no céu, o Pai, a Palavra e o Espírito. E estes estão em acordo.

E três são os que testificam na terra, o Espírito, a água e o sangue. E estes concordam entre si. 

Mateus 3,16-17: E sendo Jesus batizado, saiu da água. E eis que lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como a pomba, e vindo sobre ele. 

Eis que uma voz do céu dizia, Este é meu Filho amado, em quem me comprazo.  

João 14,26: Este vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.

Judas 20,21: Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo. Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.

1 Pedro 1,2: Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia. Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas.

Hebreus 9,14: Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo, imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas, para servir-lhes. Ao Deus vivo.


Reparem aqui, que nenhum destes textos dão a entender que existam três deidades, três divindades, três deuses. Não existe uma trindade.


Invenção da Patrística

A palavra "Trindade" (do latim Trinitas) e a definição sistemática do dogma só foram consolidadas séculos depois. Isso ocorreu nos Concílios de Niceia (325 d.C.) e Constantinopla (381 d.C.), quando líderes da igreja primitiva (os Padres da Igreja) precisaram combater heresias e explicar racionalmente como Deus pode ser um em essência e três em pessoas.

A Trindade é uma formulação da teologia patrística e não um termo explicitamente textual da Bíblia. A palavra Trindade cunhada por Teófilo de Antioquia por volta do ano 180 d.C. e popularizada por Tertuliano no século III.

Os Pais da Igreja precisaram criar conceitos formais (como substância, essência e pessoa) para combater outras correntes religiosos cristãos da época, como o modalismo (Deus agindo em três "máscaras" diferentes) e o arianismo (a crença de que Jesus era um ser criado). A definição dogmática formal de que Deus é "um Deus em três pessoas co-eternas e consubstanciais" foi fechada no Concílio de Niceia (325 d.C.) e no Concílio de Constantinopla (381 d.C.).

A patrística não inventou a Trindade do nada; ela traduziu a adoração a Deuses que existia desde antiguidade e formulou um dogma cristão e henoteísta, para se adequar a crença politeísta. O que eles fizeram, foram juntar a crença em vários Deuses com os relatos bíblicos do Pai, do Filho e do Espírito Santo em um dogma formal para proteger o monoteísmo cristão, que na verdade não é um monoteísmo, e sim um henoteísmo cristão. 


DEUSES QUE FORMAM A TRINDADE



O que hoje chamamos de Trindade no mundo antigo tinha outro nome, mas a crença era de que existiam três deuses principais que dominavam o panteão religioso dos povos do mundo antigo. Não necessariamente estes deuses eram os mais poderosos, estes deuses eram os mais populares, os mais temidos, os mais utilizáveis em tempos de guerras, calamidades e etc. Ou também eram deuses mais pregados no dia-a-dia. 

Por várias razões, no mundo antigo sempre existiam alguns deuses que as pessoas mais reverenciavam, ou mais respeitavam, ou mais temiam, etc. Geralmente eram três, não era uma regra, às vezes eram cinco, dez, doze, mas o número três era muito reverenciado no mundo antigo, assim como é ainda nos dias de hoje. O nome Trindade quer dizer três deidades, de onde a palavra tri quer dizer três, e dades vem de deidades, ou seja, três deuses. 

Então o nome Trindade quer dizer três deuses, três divindades, três deidades. E como eu disse, esse negócio de Trindade era muito comum no mundo antigo e era muito antiga. Alguns acreditam que esse negócio de Trindade já vinha desde a época do Neolítico. 

Contudo, registrado, documentado, o primeiro povo a falar sobre o que conhecemos de Trindade são os Sumérios. Então, documentado, a Suméria é o primeiro povo, é o primeiro país a falar a respeito da Trindade. É claro que esse conceito vem muito antes da Trindade. 


Trindade Suméria

Como eu disse, é provável que venha desde o Neolítico. Confirmado, registrado pelos Sumérios, a Trindade vem desta forma. A Trindade vem através dos deuses Ishtar, Shin e Shamash. 

Ishtar era a deusa da guerra, deusa do amor, era uma das deusas mães. Ishtar ganhou o título de deusa mãe muito posterior. Nem todos os Sumérios aceitavam Ishtar como sendo uma deusa mãe, mas com certeza ela era uma deusa da guerra, uma deusa do amor e deusa da beleza. 

O deus Shin era o deus da lua, deus dos bosques, deus da caça. E o deus Shamash era o deus do sol, deus da luz, deus do conhecimento. Depois dos Sumérios, documentado, nós temos o povo do Egito, que também tinha reverência pela Trindade em seu panteão religioso. 


Trindade Egípcia

E a Trindade egípcia era formada por Horus, Osiris e Isis. O deus Horus era o deus redentor, o deus salvador, era o deus da ressurreição e deus da vitória, porque Horus matou seu tio Seth que assassinara Osíris, seu pai. O deus Osíris era o juiz dos mortos e a deusa Isis era a deusa mãe, a deusa medianeira, a deusa do amor e a deusa da fertilidade. 


Trindade da Índia

Na Índia também temos a Trindade, através dos deuses Shiva, Brahma e Vishnu. Shiva é o deus da destruição, mas não é destruição como conhecemos. Na cultura antiga, quando uma divindade tinha o poder de destruição, na verdade era o poder da renovação. 

O deus Brahma era o deus da criação e o deus Vishnu é o deus da preservação. 


Trindade Grega

É claro que os gregos não iriam ficar de fora. A tríade divina da mitologia grega era formada por Zeus, Poseidon e Hades. 

Zeus é o deus do céu, deus dos homens, Poseidon é o deus dos mares e oceanos e Hades é o deus do tártaro, o deus da morte. Os etruscos também tinham a sua versão da trindade. 


Trindade Etrúsca

Os etruscos eram uma civilização que vinha antes dos romanos. 

Muito do que se conhece e que se sabe de cultura romana, na verdade, veio da cultura etrusca. E a trindade na cultura etrusca eram feitas pelos deuses Tínia, Une e Minerva. O deus Tínia é o deus dos céus, o deus dos deuses, o deus poderoso. 

A deusa Une era a deusa suprema da divindade, era a deusa das deusas. A deusa Une era a esposa do deus Tínia. O equivalente romano da deusa Une era a deusa Hera. 

E por fim a deusa Minerva era a deusa das artes, deusa da guerra. A deusa Menerva dos romanos é inspirado na deusa Menerva. Até aqui em terras brasíles tem a trindade e a trindade aqui nas terras tupiniquins são representados pelos deuses Tupã, Guaraci, Ojaci e Huda. 


Trindade Tupi-Guarani

Segundo a mitologia tupi-guarani, o deus Tupã não era exatamente um deus. A divindade Tupã era mais ou menos uma manifestação do deus Nyan Devurusu. Quando o deus Nyan Devurusu ficava bravo, irritado, nervoso, ele lançava um trovão e este trovão que é o Tupã. 

Então Tupã na verdade é uma onomatopeia e não uma divindade. O deus Nyan Devurusu é a energia que existe, é a que sempre existirá. Seria mais ou menos o sol, o céu, o poder. 

E o trovão era a manifestação de seu poderio ou de seu estado emocional. O deus Nyan Devurusu é a representação do sol, às vezes compreendido como aquele que dá vida e também criador de todos os seres vivos. O Jaci ou Guaraci é a mãe dos vegetais na mitologia Tupi, é a deusa da lua, é a protetora das plantas. A divindade Huda é o deus do amor. 


Trindade Zoroastra

A trindade também está representada na religião Zoroastrista através de Aura Mazda, vó humana e o deus Mitra. Aura Mazda é o deus do céu, é o deus da sabedoria, é o deus do conhecimento, é o deus da abundância e da fertilidade. 

O deus vó humana é o deus da inteligência, sabedoria, é o guardião dos animais. A questão do deus vó humana ser o deus da sabedoria seria a sabedoria do dia a dia, a inteligência emocional, como sair de uma situação complicada, é mais ou menos isso. E o deus Mitra era o deus da luz, o deus do sol, o deus da iluminação, o deus do despertar, quando você desperta para o conhecimento. 


Trindade Asteca

E também encontramos a trindade na religião Asteca através dos deuses Ometiotla, Errecatla e Quetzalcoatl. O deus Ometiotla é o deus da criação, esse deus era macho e fêmea ao mesmo tempo, ele era o deus da reprodução, o deus da vida, ou seja, a divindade que emanava vida em si mesmo. O deus Errecatla é o deus do vento, é o deus do ar, o deus da respiração, o deus do nascimento, o deus do movimento cósmico. 

Errecatla era uma das manifestações do deus Quetzalcoatl. Quetzalcoatl era o deus do vento, o deus do ar, o deus do aprendizado, era o deus do conhecimento, o deus do despertar para uma nova consciência, o deus do elemento criativo, o deus da eloquência e o deus do intelecto. Por conta destas efusões de divindades tríades espalhadas por todo o mundo antigo, automaticamente este conceito iria entrar na crença do cristianismo dos primeiros séculos. 


Conclusão

E o debate a respeito da trindade contra ou a favor foi muito calorosa, muito aguerrida e causou brigas, discussões, mortes, guerras, sangues foram derramados por conta desta teoria, seja contra ou a favor. E por conta destas tamanhas problemáticas teológicas, foi feito o concílio de Niceia para discutir várias questões, inclusive a questão da trindade. Mas como era uma polarização acirrada que causou guerras, prisões, execuções, no concílio de Niceia, que durou mais ou menos três meses, não foi logo de fato outorgado, homologado a trindade.

Teve que ter mais um concílio para tentar sanar o problema, que foi o concílio de Constantinopla. Porém a discussão a respeito da trindade perdura até nos dias de hoje e ainda no século 21 aos que acreditam na trindade e aos que não acreditam na trindade. Polêmicas à parte, é fato verificado, historicizado e corroborado que o assunto da tríade divina sempre ocorreu ao longo da história do homem.


OS ELEMENTOS QUE FORMAM A TRINDADE

 


O assunto envolvendo a trindade realmente desperta muita discussão, muita argumentação e muita imaginação. E imaginação o homem tem muito. Ligando a concepção religiosa com os elementos naturais que estão à nossa volta, o ser humano místico, supersticioso e religioso como é, vai elementar a questão da trindade em vários âmbitos do mundo que está à sua volta.

E muitos destes elementos trinitários para o ser humano é encontrado na natureza. Para o ser humano faz sentido a questão da trindade envolvendo o mundo natural, porque no seu arquétipo religioso, Deus, é uma divindade que se apresenta na forma de três pessoas. Para alguns religiosos, a questão da trindade é literalmente acreditado como três deuses formando um.

Seja como for, é fato verificado que há muitos pontos no mundo natural que dão ênfase para o ser humano dar sentido para a chamada trindade. 

Entre esses elementos do mundo natural, nós temos a água, que se comporta em três fases, que é o sólido, líquido e o gasoso. 

E o estado físico de toda a matéria existente no planeta se comportam nestes três elementos, que são sólido, líquido e gasoso.

E também são três elementos que compõem os átomos, os prótons, elétrons e nêutrons. 

E a base dos prótons e nêutrons contém três quarks cada um. 

No número atômico do lítio, nós encontramos o número 3 como o seu número atômico. Seria uma trindade da química.

O tempo também é um conceito que faz o homem pensar muito a respeito da trindade, porque o tempo é feito de passado, presente e futuro. 

Não só o tempo, mas também o espaço faz o homem torrar o cérebro pensando nas dimensões espaciais.

Porque o espaço é formado pela altura, largura e profundidade, ou comprimento, tanto faz. 

Outra questão que faz o ser humano pensar na trindade é a música, que acompanha o ser humano desde sempre. 

E a música é formada da melodia, harmonia e ritmo.

No mundo da geometria, o próprio triângulo é por si só um conceito muito usado na trindade. 

O triângulo é um ângulo que tem três lados. 

O mundo biológico é feito por três reinos. E isso faz realmente o homem pensar que não à toa esse negócio de trindade deve fazer algum sentido. Porque o reino biológico é formado pelo reino animal, vegetal e mineral. 

E para finalizar, os próprios seres vivos, não importam se esses seres vivos são animais, seres humanos, plantas, etc.

Vão obrigatoriamente obedecer três padrões, que são o nascimento, crescimento e morte. 

Estes elementos do mundo da natureza realmente faz-nos pensar sobre a trindade. 

E estas observações são feitas desde a pré-história e continuam até nos dias de hoje.

Mas é fato de que a Trindade, como religião, crença e mitologia, não existe no mundo real.


segunda-feira, 8 de junho de 2026

O EVANGELHO DE PAULO

 


Paulo de Tasso é o autor de 13 dos 27 livros do Novo Testamento. Quase metade da tua Bíblia foi escrita por ele, mas atenção a este detalhe que muda tudo. Paulo nunca conheceu Jesus em vida, nunca esteve com Ele, nunca ouviu uma parábola dEle, nunca ouviu fazer um milagre.

Tudo o que Paulo sabia, alegadamente, foi uma visão na estrada de Damasco, anos depois da crucificação. E ainda assim, hoje, a maior parte do cristianismo mundial não segue os ensinamentos de Jesus, segue a interpretação que Paulo fez deles. Esta diferença, que os teólogos acadêmicos chamam de problema de Paulo, foi documentada por dezenas de eruditos modernos, Bart Ehrman, James Tabor, James Dunn, Géza Vermes.

Paulo, em poucas décadas, transformou um movimento judaico apocalíptico liderado pelos irmãos de Jesus numa religião gentílica radicalmente diferente. As provas estão na própria Bíblia que tens em casa, só precisas de saber onde olhar. Vamos começar pela cronologia, porque a ordem dos eventos muda tudo.

Jesus foi crucificado por volta do ano 30, depois de Cristo. Os doze apóstolos originais, liderados por Pedro, João e Tiago, irmão de Jesus, ficaram em Jerusalém, formaram a primeira comunidade cristã totalmente judaica, continuavam a frequentar o templo, observavam a Torá, faziam circuncisão, mantinham a Kashrut, as leis alimentares judaicas. Eles não viam o cristianismo como uma religião nova, viam como uma seita judaica messiânica.

Entretanto, em algum momento entre 33 e 35 d.C., um judeu fariseu chamado Saulo de Tarso, agente do Sinédrio que perseguia ativamente os primeiros cristãos. Teve uma experiência na estrada de Damasco. Ele descreve isto nas suas próprias cartas, em Gálatas 1, versículo 12 e em Coríntios.

Diz que Jesus apareceu-lhe em visão. Saulo passou a chamar-se Paulo. E aqui vem o detalhe espantoso.

Em Gálatas 1, versículo 17 e 18, Paulo escreve textualmente, Depois disso, não consultei carne nem sangue, nem subi a Jerusalém para falar com os apóstolos que estavam lá antes de mim. Em vez disso, fui para a Arábia. Três anos depois, finalmente subiu a Jerusalém e ficou apenas quinze dias com Pedro.

Não procurou os outros apóstolos, não foi aprendiz de ninguém. Tirou tudo alegadamente de visões pessoais. E agora, presta atenção a esta ordem cirúrgica.

As cartas de Paulo foram escritas entre 50 e 60 d.C. Os quatro evangelhos canônicos, Marcos, Mateus, Lucas e João, foram escritos entre 70 e 100 d.C. Isto significa que Paulo escreveu primeiro. Os evangelhos vieram depois. E os autores dos evangelhos, especialmente Lucas, eram seguidores da teologia de Paulo.

Lucas é literalmente companheiro de viagem de Paulo. Mencionado em Colossenses 4, versículo 14. Atos dos apóstolos, também escrito por Lucas, é essencialmente a história de Paulo, não dos doze apóstolos.

Dos vinte e oito capítulos do livro de Atos, mais de metade são sobre Paulo. Pedro desaparece. Tiago aparece pouco.

João quase nada. Isto cria uma situação extraordinária. A versão de Jesus que tu conheces hoje foi filtrada através da teologia de Paulo, escrita uma geração antes dos próprios evangelhos.

Para os autores dos evangelhos, a forma como interpretaram a vida de Jesus já estava marcada pelo enquadramento paulino. Os teólogos acadêmicos chamam a isto a colonização paulina dos evangelhos.

Agora vamos ao conflito direto entre Paulo e os apóstolos originais. Em Gálatas 2, versículos 11 a 14, Paulo descreve um confronto público em Antioquia. Pedro tinha vindo visitar a comunidade.

Inicialmente comia com os cristãos gentios. Mas quando chegou um grupo enviado por Tiago, irmão de Jesus, Pedro retirou-se e parou de comer com os gentios. Por quê? Porque Tiago e a comunidade de Jerusalém ainda observavam as leis alimentares judaicas.

Para eles, cristãos gentios ainda eram impuros. Paulo ficou furioso. Em público, em frente a toda a comunidade, repreendeu Pedro.

Disse, e estou a citar a tradução portuguesa, Resistile na cara, porque era de censurar. Paulo, um homem que nunca conheceu Jesus, a repreender publicamente o discípulo mais íntimo de Jesus em frente de todos. Imagina o nível de tensão.

Esta cena revela duas versões completamente diferentes do cristianismo. Pedro, Tiago e os apóstolos originais viam a fé em Jesus como uma extensão do judaísmo. Os gentios podiam aderir, mas tinham de cumprir as leis judaicas básicas.

Paulo dizia o contrário. Para Paulo, a fé em Cristo abolia a Torá. Os gentios não precisavam de se circuncidar, não precisavam de observar leis alimentares, não precisavam do sábado judaico.

Ato 5, contra a Torá. Estas eram posições incompatíveis e levaram ao chamado Conselho de Jerusalém em Atos 15, por volta de 49 d.C. O Conselho de Jerusalém é um momento crucial e poucos cristãos modernos sabem o que realmente aconteceu. Os apóstolos originais, presididos por Tiago, irmão de Jesus, reuniram-se para decidir uma única questão.

Os cristãos gentios devem ser circuncidados e observar a Torá. A resposta de Tiago, registada em Atos 15, versículo 19, foi um compromisso. Os gentios não têm de ser circuncidados, mas devem observar quatro coisas.

Abster-se de carne sacrificada a ídolos, de sangue, de carne de animais sufocados e de imoralidade sexual. Pequenas regras, kosher light. Paulo aceitou publicamente, mas, nas suas cartas, ignorou.

Em Coríntios 8, escreve que comer carne sacrificada a ídolos não tem problema, contraria explicitamente o que Tiago decidiu. E aqui está a outra pista decisiva. Lê todas as cartas autênticas de Paulo, as sete que os acadêmicos aceitam como genuínas.

1ª Tessalonicenses, Gálatas, 1ª e 2ª Coríntios, Romanos, Filipenses. Filemon, lê com atenção. Quase nada do que Jesus ensinou aparece nestas cartas.

Paulo nunca cita o sermão da montanha, nunca menciona o Pai Nosso, nunca refere uma parábola de Jesus, nem o filho pródigo, nem o bom samaritano, nem o semeador. Nunca fala dos milagres de Jesus, não menciona a multiplicação dos pães, não menciona a ressurreição de Lázaro, nem o caminhar sobre as águas. Para Paulo, o que importa é uma coisa só, que Cristo morreu pelos teus pecados e ressuscitou.

Compara isto com o cristianismo de Tiago. A carta de Tiago, no Novo Testamento, é talvez o texto que mais se aproxima do que o irmão de Jesus realmente ensinava, e é radicalmente diferente de Paulo. Tiago 2, versículo 14, que aproveita meus irmãos, se alguém diz ter fé e não tiver as obras, pode a fé salvá-lo? Pausa! Isto é uma contradição direta da teologia paulina de salvação só pela fé.

Tiago continua, versículo 24, Vê, diz então, que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé. Pega-se nesta frase, isolada, e parece o oposto exato de Romanos 3, versículo 28, onde Paulo escreve, O homem é justificado pela fé, sem as obras da lei. Estas duas frases não podem ser ambas verdadeiras no mesmo sistema teológico.

Martinho Lutero, no século XVI, notou esta contradição, chamou a carta de Tiago uma carta de palha, quis removê-la do cânone protestante. Lutero estava a defender Paulo contra o próprio irmão de Jesus, e isto, dois mil anos depois, ainda é o problema central do cristianismo moderno. Mas há mais, vai ao ano 144 d.C. Um teólogo chamado Marcião de Sinope, chega a Roma.

Marcião era rico, inteligente, e tinha uma tese, acreditava que Paulo era o único verdadeiro apóstolo de Jesus. Os outros apóstolos, segundo Marcião, tinham corrompido a mensagem com judaísmo residual. Marcião criou o primeiro cânone do novo testamento da história, continha apenas 10 cartas de Paulo e uma versão editada do Evangelho de Lucas.

Removia o antigo testamento inteiro. Para Marcião, o Deus de Israel era diferente do Pai de Jesus. A igreja romana excomungou Marcião e declarou-o herético.

Mas a reação a Marcião levou diretamente à criação do cânone do novo testamento, como conhecemos. A igreja teve de mostrar que Paulo não estava sozinho, por isso adicionou os quatro evangelhos, Atos, as Cartas Católicas e o Apocalipse. Mas o ponto continua.

No século II, já existiam cristãos sérios e influentes que acreditavam que Paulo tinha inventado uma versão diferente do cristianismo. Não era uma teoria moderna, era um debate antigo. Há outro grupo que merece atenção, os Ebionitas.

Eram uma seita cristã judaica que viveu na Palestina e na Síria desde o primeiro até o quarto século. Os padres da igreja, como Ireneu e Hipólito, escreveram sobre eles. Os Ebionitas tinham três características marcantes.

Primeira, viam Jesus como profeta humano, filho biológico de José e Maria. Não acreditavam na divindade de Jesus nem no nascimento virginal. Segunda, observavam a Torá completa.

Faziam circuncisão, observavam o sábado, comiam kosher. Terceira e mais espantosa, rejeitavam Paulo como apóstata e falso apóstolo. Os Ebionitas tinham um evangelho próprio, o Evangelho dos Ebionitas, que foi destruído.

Sabemos da sua existência apenas pelas citações que os padres da igreja preservaram nas suas refutações. Imagina, uma comunidade cristã que descende diretamente da igreja de Jerusalém liderada por Tiago, a que considerava Paulo um traidor da mensagem original de Jesus. Estes não eram pagãos, eram cristãos que rejeitavam o cristianismo paulino, e a sua memória foi quase apagada da história.

Em 325 d.C., Constantino convoca o concílio de Nicéia. Os Ebionitas já tinham sido marginalizados há gerações. O cristianismo que se torna oficial do Império Romano é o paulino.

A teologia que ganhou foi a de um homem que nunca conheceu Jesus em vida, contra a teologia dos irmãos e discípulos mais íntimos do próprio Jesus. E há ainda outro detalhe que poucos cristãos notam. A experiência de Damasco, a base de toda a autoridade de Paulo, está descrita três vezes no livro de Atos, capítulo 9, capítulo 22 e capítulo 26.

Leia as três versões em paralelo, vão te chocar. Na primeira versão, os companheiros de Paulo ouvem a voz, mas não veem ninguém. Na segunda versão, veem a luz, mas não ouvem a voz.

Na terceira versão, todos caem por terra juntos. As três versões contradizem-se. O mesmo autor, Lucas, conta três histórias incompatíveis do mesmo evento.

Os teólogos acadêmicos, como Bart Ehrman, apontam isto como prova de que a experiência de Damasco foi reinterpretada e expandida ao longo do tempo. Pode ter sido uma experiência visionária genuína. Pode ter sido um episódio psicológico.

Mas seja o que for, não é uma testemunha presencial fiável. E sobre essa base instável foi construída metade do Novo Testamento. Os ebionitas não foram a única comunidade cristã judaica suprimida.

Havia também os nazarenos, mencionados por Epifânio de Salames no século IV. Havia os euscesaitas, que sobreviveram até o século VII na Mesopotâmia. Todos partilhavam três traços comuns.

Veneravam Tiago como verdadeiro líder. Observavam alguma forma de Torá. Rejeitavam ou suspeitavam profundamente de Paulo.

Estas comunidades preservavam memórias diretas do círculo familiar de Jesus. E foram todas, sem exceção, declaradas hereges e apagadas pela Igreja Imperial. Vamos arrumar a evidência.

Bart Ehrman, professor de estudos religiosos na Universidade da Carolina do Norte no livro Triunfo do Cristianismo, mostra como Paulo é o verdadeiro criador da religião que conhecemos hoje. James Tabor, no livro Paulo e Jesus, publicado em 2012, defende a tese explicitamente. Paulo criou uma religião nova, distinta da fé original de Jesus.

James Dunn, teólogo britânico premiado no seu livro A Teologia de Paulo, reconhece que existem tensões profundas, irreconciliáveis em alguns pontos, entre Jesus e Paulo. Geza Vermez, professor de estudos judaicos em Oxford, considerado o maior especialista vivo em Jesus histórico, escreveu no livro Jesus Judaico, que o cristianismo paulino é uma religião sobre Jesus, não a religião de Jesus. Então a pergunta original, Paulo inventou o cristianismo? A resposta acadêmica é precisa.

Paulo não inventou Jesus, mas inventou o cristianismo. Inventou a religião que conhecemos hoje, tirou a mensagem judaica apocalíptica de Jesus, traduziu-a em categorias gregas, removeu a Torá, adicionou a teologia da substituição expiatória, abriu aos gentios sem restrições, e construiu uma estrutura institucional que sobreviveu dois mil anos. Foi um gênio teológico, mas Jesus, o judeu da galiléia, provavelmente não reconheceria a religião que existe hoje em nome dele.

O cristianismo original, o cristianismo de Tiago, Pedro e dos irmãos de Jesus, era uma seita judaica messiânica que esperava o regresso iminente do Messias. Não tinha trindade, não tinha encarnação, não tinha pecado original, tinha um Jesus humano, profeta, mestre e mártir. Esse cristianismo morreu com a queda do templo em 70 depois de Cristo.

O que sobreviveu foi a versão de Paulo, simplificada, universalizada, perfeitamente adaptada ao mundo greco-romano. Tu agora podes escolher o que fazer com este conhecimento. Podes continuar a praticar o cristianismo paulino e perceber que estás a fazer uma escolha consciente.

Podes investigar as comunidades judaico-cristãs originais e tentar perceber o que Jesus realmente ensinava. Podes ler a carta de Tiago com olhos novos. Podes estudar o Evangelho de Tomé, descoberto em Nag Hammadi, que muitos acadêmicos consideram preservar palavras autênticas do Jesus histórico.


A FARSA DA EVOLUÇÃO DO HOMEM



Todo mundo sabe como se deu a evolução do homem, na escola, na faculdade, nos documentários, nas revistas, na internet e etc. É ensinado, dito e crido que a evolução do homem se deu por um processo longo e lento através de um antepassado incomum e desde então a ciência sempre procura divulgar em seus tratados que o homem teve uma evolução através de um hominídeo. A isto eles dizem ter feito grandes descobertas através de ossos antigos, mas provando-o à luz do experimento de um método científico e sério, todos estes achados provaram ser uma fraude.

Mesmo assim, ainda hoje estes ensinos falsos são lecionados em escolas e faculdades, como também é dito nos documentários, reportagens e etc. É igual ao sistema religioso, uma mentira contada várias vezes faz com que as pessoas a aceitem por verdade, mas continua sendo mentira. Eu vou mostrar a vocês os vários erros e farsas de grandes cientistas evolucionistas de renome e vocês perceberão que o elo perdido continua perdido.


♦Homem de Neandertal 1856

A história começa na Alemanha, no Vale de Neandertal, onde operários escavando calcário descobrem ossos de hominídeo de Neandertal. Fulch, um cientista alemão, deu o nome ao hominídeo de Neandertal.

Este achado data de 40 mil anos. Segundo a ciência, era a época da Era Glacial. Com o achado, os cientistas pensaram que tinham finalmente conseguido achar a evidência que faltava para confirmar o estágio intermediário entre o homem e o macaco.

Os livros didáticos ainda hoje fielmente ilustram desenhos do hominídeo, provando tal tese. Mas havia um pequeno problema com esta ousada. A caixa craniana média era mais de 13% superior à do homem moderno.

Mesmo assim, os esqueletos de Neandertal continuaram a ser considerados como perfeita ilustração de um importante passo na presumível sequência evolutiva do homem. Famosos evolucionistas provaram a tese do homem de Neandertal, e compelidos publicados em 1973 ainda refletem seus pontos de vista. Um estudioso no assunto, chamado Hegel, supôs resolver todos os problemas do mundo de uma vez por todas, porque, enfim, agora a ciência tem o tal homem de Neandertal, e desde então tudo ia bem no mundo científico, porque todos acreditavam que esse crânio de Neandertal era uma evidência comprobatória de ter existido uma criatura inferior semi-humana que era o elo intermediário entre o homem e o macaco.

Mas este castelo de areia começou a ruir quando a revista Time, do dia 17 de maio de 1971, declara que o homem primitivo de Neandertal não era garantido. E a confirmação disso se deu no ano de 1972, quando Virchow, que na época era o maior biologista da época, sustentava a tese de que as peculiaridades do homem de Neandertal não eram especiais. O homem de Neandertal não era um hominídeo, porque esta alçada pertencia à linhagem humana, e esse osso achado era um grave caso de raquitismo.

E aí vários pesquisadores do campo científico começaram a estudar este achado do homem de Neandertal, e chegaram à mesma conclusão de Virchow, de que esta alçada era uma alçada humana que sofria de raquitismo. Muitas autoridades do meio declararam na revista Nature, ainda no ano de 1970, de que o crânio do tal hominídeo de Neandertal mostrava sinais compatíveis com o profundo caso de raquitismo. E o último prego no caixão desta farsante teoria é que muitas autoridades médicas, estudando o crânio do tal Neandertal, declararam que esta alçada era uma alçada humana, e que era uma alçada que sofria com problemas de raquitismo e péssimo.

Esta alçada é uma alçada de crânios do homem normal, e esta alçada pode ser achada em qualquer escola de medicina. O que eu quero dizer é que o homem de Neandertal é na verdade um homem comum, é apenas um ser humano que sofreu raquitismo, portanto o homem de Neandertal era uma fraude. Mas infelizmente este conceito errado ainda é pregado em muitos lugares, mas este conceito é uma heresia científica.


♦O Homem de Java - Pitecantropos Erectus 1889 a 1891

No mês de outubro, na ilha de Sumatra, na Indonésia, um pesquisador chamado Eugênio de Boá está na Indonésia no período das monções. Ele está procurando o Era Perdido do Homem, tudo sem sucesso, tanto é que ele briga com seu engenheiro e ainda pega a malária.

Mas Eugênio de Boá não desiste de sua empreitada, agora na ilha de Java, ainda na Indonésia, Eugênio de Boá descobre o seu achado, e ele chama este achado de Homo Erectus, e ele dá um outro nome para seu achado, ele chama este achado de Pitecantropos Erectus. Pitecantropos Erectus quer dizer Homem Macaco Erecto, segundo consta os estudiosos, o Homem de Java ou Homo Erectus ou Pitecantropo Erectus, que dá no mesmo, descobre o fogo há um milhão e meio de anos. A alçada em questão que foi achada era uma alçada de uma fêmea fossilizada, estudando esta alçada fossilizada, os cientistas concluem que o tal primitivo Homem de Java era na realidade a junção de um fêmur com uma caixa craniana e três dentes molares, e o mais interessante de tudo é que estes itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo.

O fêmur, por exemplo, foi encontrado a 15 metros da caixa craniana, e um dos dentes que foi encontrado, foi achado a 3 quilômetros de onde o fêmur e o crânio estavam. E para completar o quadro de manipulação, o Dr. Dubois, que descobriu o material, se esqueceu de mencionar em seu relatório que também encontrou restos mortais humanos na mesma camada de escavação. Ele se lembrou deste detalhe depois de ter passado os 30 anos, sem contar que o tal Dr. Dubois escondeu os crânios debaixo do assoalho de seu quarto por 26 anos.

É claro que ele foi pressionado, teve muita cobrança e sob forte pressão da comunidade científica e da mídia, Eugênio Dubois confessou que ele não tinha encontrado o tal elo perdido. No entanto, ele assumiu em público que o seu Pithecanthropus Erectus era uma fraude e que o fêmur, a caixa craniana e os dentes molares que ele achou eram ossos de um gibão. O homem de Java não é homem de Java, é um gibão, e ele misturou estes ossos do gibão com ossos humanos para formar o seu imaginário Pithecanthropus Erectus. O homem de Java é uma fraude. 


♦Homem de Piltdown 1912

Em Londres é descoberto o Homem de Piltdown por Charles Dawson.

Três anos antes disso, operários escavando o local descobrem as ossadas, e estas ossadas é levada ao Sr. Dawson. O Sr. Dawson estuda estas ossadas e ele pede ajuda ao seu amigo Sir Arthur Smith Woodward. E no ano de 1953 é descoberto que o Homem de Piltdown é uma fraude, e é então retirada esta evidência do Homem de Piltdown.

Como é que descobriram que é uma fraude? Descobriram que é uma fraude porque o Sr. Dawson e o Sr. Arthur Smith Woodward juntaram a mandíbula de um orangotango ao resto de crânio humano. O Homem de Piltdown foi uma fraude forjada a partir de um fragmento de um maxilar, dois dentes e um fragmento de crânio, no caso, crânio humano. Esta farsa foi descoberta 40 anos mais tarde, e infelizmente o Homem de Piltdown não passa de uma outra fraude.


♦Homem de Pequim 1912 e 1937

O Homem de Pequim foi encontrado entre 1912 e 1937. O felizardo descobridor deste Homem de Pequim foi o Sr. David Bullock. Ele estava em Pequim, na China.

O descobrimento consistia em 30 caveiras e 147 dentes. É uma prova mais que plausível, não é? Então, pois bem, acontece que esta farsa foi descoberta no ano de 1941, quando os ossos estavam sendo transportados de Pequim por um destacamento do exército dos Estados Unidos. Como os japoneses estavam prestes a invadir a China, este destacamento americano, autorizado pelo governo de Pequim, tirou estas ossadas para preservá-las.

Nesse interim, é descoberto que estes ossos eram simplesmente os restos de alguns macacos que os trabalhadores de uma pedreira haviam matado para comer. O Homem de Pequim é uma fraude.


♦Homem de Nebraska - Hesperopithecus Haroldcookii 1922

Aí é encontrado o tal Homem de Nebraska. Bom, não foi bem assim, porque, na verdade, o que se achou mesmo foi um dente fossilizado.

Acharam um fóssil de um dente e deu-se a esse dente um nome latino, bem bonitinho, chamado de Hesperopithecus Haroldcookii. Aí desse dente fossilizado, lembrando que não era nem um dente, era um fóssil de um dente. E desse fóssil fizeram desenhos do Homem de Nebraska e etc.

Aí, estudando mais a fundo este fóssil dentário, é descoberto que era um dente de um porco selvagem. Ou seja, era um dente de um javali, um simples javali. Agora não me pergunte como eles fizeram as imagens, os desenhos do Homem de Nebraska a partir de um dente fossilizado, porque eu também não sei.

E estimaram este Homem de Nebraska com a idade de 1 milhão de anos. Depois de 4 anos, na verdade foram exatos 4 anos e meio, descobre-se que aquele dente, lembrando que não era um dente, era um fóssil de um dente, na verdade pertencia a um saudoso e original javali. O Homem de Nebraska é uma fraude.


♦Australopithecus Africanos 1924

O personagem da nossa história é um médico de 31 anos chamado Raymond D'Arc. Raymond D'Arc era colecionador de fósseis.

Sendo assim um colecionador, ele recebe uma encomenda. E essa encomenda era um crânio fossilizado com o cérebro fossilizado de uma criança hominídea. E esse crânio tinha riscos de unhas ou garras em forma de V, e pasma em casca de ovos quebrados.

Raymond D'Arc trabalha por 7 semanas talhando a pedra fóssil e dá o nome a esta pedra fóssil de Australopithecus africanos. Este achado deste fóssil infantil foi encontrado na região de Tang, na África do Sul. Este achado foi datado com a idade de 2 milhões de anos.

E para variar, foram feitos estudos, teorias, desenhos sobre este fóssil. Falaram até que nesta época de 2 milhões de anos, o Australopithecus usava instrumentos de pedra. É claro que este fóssil teve que ir para o laboratório e para os estudiosos pesquisarem.

E examinando este Australopithecus de Raymond D'Arc, descobre-se que o achado em questão era mais uma fraude, porque a alçada era somente a alçada de um chimpanzé, um chimpanzé normal. Mas muitos defendiam a tese de que a alçada era o Australopithecus e que este ser poderia ser um animal que andava eredo. Discussões à parte, foram chamados dois anatomistas famosos na época, que eram o Dr. Solis Huckerman e o Dr. Charles Oxnard.

Eles examinaram o fóssil meses a fim. Depois de examinarem, chegaram a uma conclusão e disseram que realmente não era um Australopithecus. O Australopithecus africano na verdade era um chimpanzé e este osso não poderia ser de um animal que andava ereto, porque a alçada não era nem de longe a alçada de um hominídeo, era apenas um chimpanzé.

Sendo assim, o Australopithecus africano era mais uma fraude confirmada. 


♦Homo Habilis 1959 a 1960

O personagem da vez agora é o Sr. Louis Leake.

Ele estava na Tanzânia procurando os ossos de hominídeo. Achado os ossos deste hominídeo, ele batiza o seu achado de Zygantropo Louisiane. Ele dá este nome em homenagem ao seu patrocinador.

Porém, a comunidade científica conhece este achado como Homo habilis. A idade estimada para este osso é de 1 milhão de anos. Sendo levado este achado para pesquisa, é descoberto, claro, que o tal Homo habilis ou Zygantropo Louisiane era na verdade um homem comum.

O achado do hominídeo era apenas ossos humanos normais. Sem contar que os fatos desta suposta descoberta são altamente controvertidas. O Sr. Louis Leake contava uma história aqui, contava outra história ali.

Quando era interrogado, ele contava uma outra história, mentia, as histórias não batiam. É complicado. Provado que o Sr. Louis Leake era mais um farsante, a comunidade científica retira de seu compêndio, em 1960, essa teoria esdrúxula do Homo habilis ou Zygantropo Louisiane.

Porque foi provado que este achado, que esta ossada se tratava de ossos de um ser humano normal. É descoberto então, Ramapitecos, fazendo pesquisas apuradas neste achado, é descoberto que esta ossada era uma ossada de Orangotango. 


♦Australopithecus Afarensis 1974

Agora nós temos dois personagens nesta história. O primeiro é o Sr. Donald Johansson e o Sr. Tom Gray. Eles estavam em Dakar, na Etiópia.

Escavando, pesquisando, soldando as terras lá em Dakar, na Etiópia, eles descobrem, por fim, uma ossada. E segundo eles, era a ossada mais antiga do planeta. E eles deram o nome a esta ossada.

Eles chamam este achado de Lucy. Eles deram esse nome por causa da música dos Beatles. E o nome da música é Lucy in the Sky With Diamonds.

Porém, o nome científico do achado é Australopithecus Afarensis. A descoberta do esqueleto do Australopithecus Afarensis, que foi feita em 1974, é comemorada pela comunidade. E é, enfim, comprovado que, pelo menos, esta ossada é verdadeira.

E aí fazem livros, desenhos, estudos, montam até uma história para esta tal de Lucy, etc. Só que aí vem o balde de água fria. E este balde de água fria começa pelos próprios ossos do Australopithecus Afarensis, ou Lucy.

Porque eles apresentam uma mistura de ossos humanos e de macacos. Os senhores Donald Johansson e Tom Gray fizeram pilantragem. Eles apenas misturaram ossos de macacos e ossos humanos e deram nome.

E ficaram com a glória. E mais da metade desses ossos não passam de ossos de animais. Não eram ossos humanos.

Fizeram uma contraprova e deu o mesmo resultado. Meses se passaram, fizeram uma outra contraprova e deu o mesmo resultado. Mentira, fake news, montagem, manipulação.

E o pior de tudo é que feitos várias pesquisas, vários exames, conclui que havia outros ossos neste achado. E estes emaranhados de ossos eram na verdade partes dispersas de vários animais que foram juntados. E alguns ossos humanos.

E a confirmação desta fraude foram feitas por todos os examinadores. Com isso, a argumentação do achado do Australopithecus Afarensis ou Lucy caiu por terra. No ano de 1994, quando foi a última vez que pesquisou a fundo este achado.

De novo, deu-se a conclusão de que é uma fraude. Aí então, a comunidade científica séria retira o anúncio da descoberta deste fósforo. Porque é mais que comprovado, durante 20 anos de pesquisa, estudo e etc.

Que de fato, os ossos de Luce ou Australopithecus Afarensis eram mesmo ossos de animais. Contendo um pouco de ossos humanos. Mas infelizmente, como estamos aqui no planeta terra.

E aqui a mentira, a manipulação, a fake news e a pilantragem florescem. É achado, infelizmente, em enciclopédias, livros, documentários e etc. De que o Australopithecus Afarensis é o achado comprobatório.


Conclusão

Entenda, a teoria da evolução continua sendo uma teoria. O elo perdido continua perdido.

Porque além de não conseguir provar a evolução do ser humano como estes farsantes pregam. E também de não ter um elo intermediário para comprovar suas fraudes. Eles apelam para o que? Para mentira.

Já basta isso no sistema religioso e no sistema político. Não na ciência. A ciência tem que conduzir o ser humano para o intelecto superior a respeito das evidências.

E não a respeito das fraudes, manipulações, politicagens e mentiras. Não estou dizendo que não teve uma evolução. Eu estou dizendo que teve uma evolução no conceito de que o homem vai melhorando suas condições perante a natureza.

Mas não houve uma evolução de uma espécie para outra. Não teve esse negócio do macaco virar humano ou do réptil virar pássaro ou virar mamífero. Isso nunca existiu.

A teoria da evolução é uma mentira. A teoria da evolução continua ainda sendo uma teoria. Seja um apoiador do canal.

Assim você ajudará o canal a crescer e a espalhar o conhecimento.