Atta-hamiti-Inshushinak II, também grafado como Atta-hamiti-Inšušinak é reconhecido como o último rei elamita, governando no período Neo-Elamita III, aproximadamente até 520/519 a.C.. Ele foi um dos governantes locais que tentaram manter a soberania de Elão contra a expansão do Império Aquemênida.
Atta-hamiti-Inshushinak II assumiu o poder durante um período de desestabilização após a morte de Martiya (um rebelde contra a Pérsia). Ele se rebelou contra o imperador aquemênida Dario I nas terras baixas de Elão, mas foi derrotado e morto por volta de 520/519 a.C..
Com a sua morte e derrota, o reino de Elão foi finalmente incorporado ao Império Persa (Aquemênida) e deixou de existir como uma entidade política independente. Embora o rei neoassírio Assurbanípal tenha devastado Elão em 646 a.C., evidências indicam que a cultura e governantes locais persistiram, com Atta-hamiti-Inshushinak sendo um dos últimos líderes registrados antes da consolidação total persa.
O nome dele reflete a tradição religiosa elamita, invocando Inshushinak, o deus tutelar de Susã e "Senhor de Susã".
Embora alguns registros apontem outros líderes efêmeros durante a revolta contra Dario I, Atta-hamiti-Inshushinak é comumente citado em listas de reis como o último governante de destaque (ou o "Rei de Elão") antes de sua abolição definitiva.
Antes da queda definitiva, outros líderes como Teumman (664-653 a.C.) governaram durante conflitos intensos com a Assíria (Assurbanípal). A civilização elamita, centrada em Susa e Anshan, terminou com a conquista persa por volta de 539-520 a.C..
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