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sábado, 27 de junho de 2026

JESUS HISTÓRICO - PARTE I



A história nega que o deus Jesus, já a questão do dito Jesus histórico não é um consenso de que ele tenha existido, no máximo, o que se tem, são suposições e algumas evidências. Mas o que é concreto é que o personagem bíblico e religioso Jesus é apenas mais um deus inventado como todos os outros.

A personagem Jesus Cristo, não é citado nunca por qualquer historiador, pensador ou narrador durante os séculos I e II, ou por quem quer que seja em todo o mundo daquela era.

Autores daquela época como Sêneca, nascido 4 anos antes da era comum e falecido 65 anos depois da era comum, Plínio, o Velho (23 - 79), Quintiliano (39–96), Epitectus (55–135), Marcial (38–103), Juvenal (55–127), Plutarco (46–119), Plínio, o Jovem (61–113), Suetónio (69–122), Tácito (56-120), Philo-Jadaeus conhecido como Fílon de Alexandria (15 aec 50 ec), Flavius Josephus, (37–103), Justus de Tiberíades (35-100), nenhum deles cita um Jesus Cristo em seus textos. 

As breves referências sobre ele supostamente feitas por F. Josefo, Suetónio e Tácito, ou Plínio o jovem, foram consideradas criminosas adulterações levadas a cabo pelos criminosos do Vaticano com interpolações tardias, posteriores feitas pelo tenebroso bispo Eusébio de Cesareia e logo não são referências autênticas.

Todos os relatos existentes dos séculos I e II sobre a História Romana e Judaica ou outra qualquer de qualquer parte do mundo, não mencionam J. Cristo nenhum. 

O nome de Jesus Cristo, só aparece nas narrativas do Império romano, a partir da adoção do Cristianismo no ano 325, data do Concilio de Niceia que criou a divindade Jesus, Concilio esse feito pelo Imperador Constantino e pelo bispo Eusébio de Cesareia e seus capangas cristãos do Vaticano. 

Segundo os relatos cristãos, Jesus teria enfrentado e convulsionado o Império Romano já nos primeiros séculos, mas a História Romana, Judaica ou outra qualquer daquela era, não menciona os fatos alegados pelos farsantes do cristianismo, o Vaticano e seus acólitos mafiosos. 

Como poderia, por exemplo, Jesus, ser oriundo de Nazaré e ser conhecido como o nazareno, se a aldeia de Nazaré só veio a surgir no século III-IV?

De entre os escritores daquela era mais conhecidos, só Filon de Alexandria foi contemporâneo da dita vida do dito Jesus Cristo e este poderia ser testemunha da dita existência de Jesus, porém nem nunca tal nome ele o menciona. 

Suetónio, Plinio, Tácito e até o grande Flávio Josefo, todos eles nasceram depois do ano 33, mas os farsantes, os falsificadores e os ingênuos crentes, acham que eles pode ter mencionado o nome de Jesus, o que não é verdade, pois se provou que os escritos desses autores foram adulterados por vigaristas cristãos na vã tentativa de fazerem crer que Jesus existiu, criando falsas provas. 

Ora esses autores nunca poderiam ter mencionado o nome de J. Cristo, pelo simples fato de que antes deles, ninguém o ter mencionado em parte alguma, não só em Roma, Egito, Síria, Palestina, etc, mas em todo o mundo e de portanto, não existirem fontes anteriores.

Logo se não há, se não havia fontes anteriores a esses escritores, como poderiam tais autores responsáveis e sérios, mencionarem um nome de uma personagem, se não tinham fontes anteriores a eles para se basearem? 

É evidente que é uma falsa prova e uma burla, com adulteração de escritos desses escritores.

Já sobre aquele que poderia ser a verdadeira testemunha da existência do inventado do J. Cristo, Fílon de Alexandria nada de nada em seus escritos Filon refere tal vida e morte de tal dita personagem e claro, que os tolos que se acham historiadores e os crentes religiosos e a própria ICAR e suas filiais da cristandade, a isto se omitem e nada de nada o comentam, pois não lhes convêm.

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