Seguidores

segunda-feira, 8 de junho de 2026

A FARSA DA EVOLUÇÃO DO HOMEM



Todo mundo sabe como se deu a evolução do homem, na escola, na faculdade, nos documentários, nas revistas, na internet e etc. É ensinado, dito e crido que a evolução do homem se deu por um processo longo e lento através de um antepassado incomum e desde então a ciência sempre procura divulgar em seus tratados que o homem teve uma evolução através de um hominídeo. A isto eles dizem ter feito grandes descobertas através de ossos antigos, mas provando-o à luz do experimento de um método científico e sério, todos estes achados provaram ser uma fraude.

Mesmo assim, ainda hoje estes ensinos falsos são lecionados em escolas e faculdades, como também é dito nos documentários, reportagens e etc. É igual ao sistema religioso, uma mentira contada várias vezes faz com que as pessoas a aceitem por verdade, mas continua sendo mentira. Eu vou mostrar a vocês os vários erros e farsas de grandes cientistas evolucionistas de renome e vocês perceberão que o elo perdido continua perdido.


♦Homem de Neandertal 1856

A história começa na Alemanha, no Vale de Neandertal, onde operários escavando calcário descobrem ossos de hominídeo de Neandertal. Fulch, um cientista alemão, deu o nome ao hominídeo de Neandertal.

Este achado data de 40 mil anos. Segundo a ciência, era a época da Era Glacial. Com o achado, os cientistas pensaram que tinham finalmente conseguido achar a evidência que faltava para confirmar o estágio intermediário entre o homem e o macaco.

Os livros didáticos ainda hoje fielmente ilustram desenhos do hominídeo, provando tal tese. Mas havia um pequeno problema com esta ousada. A caixa craniana média era mais de 13% superior à do homem moderno.

Mesmo assim, os esqueletos de Neandertal continuaram a ser considerados como perfeita ilustração de um importante passo na presumível sequência evolutiva do homem. Famosos evolucionistas provaram a tese do homem de Neandertal, e compelidos publicados em 1973 ainda refletem seus pontos de vista. Um estudioso no assunto, chamado Hegel, supôs resolver todos os problemas do mundo de uma vez por todas, porque, enfim, agora a ciência tem o tal homem de Neandertal, e desde então tudo ia bem no mundo científico, porque todos acreditavam que esse crânio de Neandertal era uma evidência comprobatória de ter existido uma criatura inferior semi-humana que era o elo intermediário entre o homem e o macaco.

Mas este castelo de areia começou a ruir quando a revista Time, do dia 17 de maio de 1971, declara que o homem primitivo de Neandertal não era garantido. E a confirmação disso se deu no ano de 1972, quando Virchow, que na época era o maior biologista da época, sustentava a tese de que as peculiaridades do homem de Neandertal não eram especiais. O homem de Neandertal não era um hominídeo, porque esta alçada pertencia à linhagem humana, e esse osso achado era um grave caso de raquitismo.

E aí vários pesquisadores do campo científico começaram a estudar este achado do homem de Neandertal, e chegaram à mesma conclusão de Virchow, de que esta alçada era uma alçada humana que sofria de raquitismo. Muitas autoridades do meio declararam na revista Nature, ainda no ano de 1970, de que o crânio do tal hominídeo de Neandertal mostrava sinais compatíveis com o profundo caso de raquitismo. E o último prego no caixão desta farsante teoria é que muitas autoridades médicas, estudando o crânio do tal Neandertal, declararam que esta alçada era uma alçada humana, e que era uma alçada que sofria com problemas de raquitismo e péssimo.

Esta alçada é uma alçada de crânios do homem normal, e esta alçada pode ser achada em qualquer escola de medicina. O que eu quero dizer é que o homem de Neandertal é na verdade um homem comum, é apenas um ser humano que sofreu raquitismo, portanto o homem de Neandertal era uma fraude. Mas infelizmente este conceito errado ainda é pregado em muitos lugares, mas este conceito é uma heresia científica.


♦O Homem de Java - Pitecantropos Erectus 1889 a 1891

No mês de outubro, na ilha de Sumatra, na Indonésia, um pesquisador chamado Eugênio de Boá está na Indonésia no período das monções. Ele está procurando o Era Perdido do Homem, tudo sem sucesso, tanto é que ele briga com seu engenheiro e ainda pega a malária.

Mas Eugênio de Boá não desiste de sua empreitada, agora na ilha de Java, ainda na Indonésia, Eugênio de Boá descobre o seu achado, e ele chama este achado de Homo Erectus, e ele dá um outro nome para seu achado, ele chama este achado de Pitecantropos Erectus. Pitecantropos Erectus quer dizer Homem Macaco Erecto, segundo consta os estudiosos, o Homem de Java ou Homo Erectus ou Pitecantropo Erectus, que dá no mesmo, descobre o fogo há um milhão e meio de anos. A alçada em questão que foi achada era uma alçada de uma fêmea fossilizada, estudando esta alçada fossilizada, os cientistas concluem que o tal primitivo Homem de Java era na realidade a junção de um fêmur com uma caixa craniana e três dentes molares, e o mais interessante de tudo é que estes itens não foram encontrados no mesmo local e ao mesmo tempo.

O fêmur, por exemplo, foi encontrado a 15 metros da caixa craniana, e um dos dentes que foi encontrado, foi achado a 3 quilômetros de onde o fêmur e o crânio estavam. E para completar o quadro de manipulação, o Dr. Dubois, que descobriu o material, se esqueceu de mencionar em seu relatório que também encontrou restos mortais humanos na mesma camada de escavação. Ele se lembrou deste detalhe depois de ter passado os 30 anos, sem contar que o tal Dr. Dubois escondeu os crânios debaixo do assoalho de seu quarto por 26 anos.

É claro que ele foi pressionado, teve muita cobrança e sob forte pressão da comunidade científica e da mídia, Eugênio Dubois confessou que ele não tinha encontrado o tal elo perdido. No entanto, ele assumiu em público que o seu Pithecanthropus Erectus era uma fraude e que o fêmur, a caixa craniana e os dentes molares que ele achou eram ossos de um gibão. O homem de Java não é homem de Java, é um gibão, e ele misturou estes ossos do gibão com ossos humanos para formar o seu imaginário Pithecanthropus Erectus. O homem de Java é uma fraude. 


♦Homem de Piltdown 1912

Em Londres é descoberto o Homem de Piltdown por Charles Dawson.

Três anos antes disso, operários escavando o local descobrem as ossadas, e estas ossadas é levada ao Sr. Dawson. O Sr. Dawson estuda estas ossadas e ele pede ajuda ao seu amigo Sir Arthur Smith Woodward. E no ano de 1953 é descoberto que o Homem de Piltdown é uma fraude, e é então retirada esta evidência do Homem de Piltdown.

Como é que descobriram que é uma fraude? Descobriram que é uma fraude porque o Sr. Dawson e o Sr. Arthur Smith Woodward juntaram a mandíbula de um orangotango ao resto de crânio humano. O Homem de Piltdown foi uma fraude forjada a partir de um fragmento de um maxilar, dois dentes e um fragmento de crânio, no caso, crânio humano. Esta farsa foi descoberta 40 anos mais tarde, e infelizmente o Homem de Piltdown não passa de uma outra fraude.


♦Homem de Pequim 1912 e 1937

O Homem de Pequim foi encontrado entre 1912 e 1937. O felizardo descobridor deste Homem de Pequim foi o Sr. David Bullock. Ele estava em Pequim, na China.

O descobrimento consistia em 30 caveiras e 147 dentes. É uma prova mais que plausível, não é? Então, pois bem, acontece que esta farsa foi descoberta no ano de 1941, quando os ossos estavam sendo transportados de Pequim por um destacamento do exército dos Estados Unidos. Como os japoneses estavam prestes a invadir a China, este destacamento americano, autorizado pelo governo de Pequim, tirou estas ossadas para preservá-las.

Nesse interim, é descoberto que estes ossos eram simplesmente os restos de alguns macacos que os trabalhadores de uma pedreira haviam matado para comer. O Homem de Pequim é uma fraude.


♦Homem de Nebraska - Hesperopithecus Haroldcookii 1922

Aí é encontrado o tal Homem de Nebraska. Bom, não foi bem assim, porque, na verdade, o que se achou mesmo foi um dente fossilizado.

Acharam um fóssil de um dente e deu-se a esse dente um nome latino, bem bonitinho, chamado de Hesperopithecus Haroldcookii. Aí desse dente fossilizado, lembrando que não era nem um dente, era um fóssil de um dente. E desse fóssil fizeram desenhos do Homem de Nebraska e etc.

Aí, estudando mais a fundo este fóssil dentário, é descoberto que era um dente de um porco selvagem. Ou seja, era um dente de um javali, um simples javali. Agora não me pergunte como eles fizeram as imagens, os desenhos do Homem de Nebraska a partir de um dente fossilizado, porque eu também não sei.

E estimaram este Homem de Nebraska com a idade de 1 milhão de anos. Depois de 4 anos, na verdade foram exatos 4 anos e meio, descobre-se que aquele dente, lembrando que não era um dente, era um fóssil de um dente, na verdade pertencia a um saudoso e original javali. O Homem de Nebraska é uma fraude.


♦Australopithecus Africanos 1924

O personagem da nossa história é um médico de 31 anos chamado Raymond D'Arc. Raymond D'Arc era colecionador de fósseis.

Sendo assim um colecionador, ele recebe uma encomenda. E essa encomenda era um crânio fossilizado com o cérebro fossilizado de uma criança hominídea. E esse crânio tinha riscos de unhas ou garras em forma de V, e pasma em casca de ovos quebrados.

Raymond D'Arc trabalha por 7 semanas talhando a pedra fóssil e dá o nome a esta pedra fóssil de Australopithecus africanos. Este achado deste fóssil infantil foi encontrado na região de Tang, na África do Sul. Este achado foi datado com a idade de 2 milhões de anos.

E para variar, foram feitos estudos, teorias, desenhos sobre este fóssil. Falaram até que nesta época de 2 milhões de anos, o Australopithecus usava instrumentos de pedra. É claro que este fóssil teve que ir para o laboratório e para os estudiosos pesquisarem.

E examinando este Australopithecus de Raymond D'Arc, descobre-se que o achado em questão era mais uma fraude, porque a alçada era somente a alçada de um chimpanzé, um chimpanzé normal. Mas muitos defendiam a tese de que a alçada era o Australopithecus e que este ser poderia ser um animal que andava eredo. Discussões à parte, foram chamados dois anatomistas famosos na época, que eram o Dr. Solis Huckerman e o Dr. Charles Oxnard.

Eles examinaram o fóssil meses a fim. Depois de examinarem, chegaram a uma conclusão e disseram que realmente não era um Australopithecus. O Australopithecus africano na verdade era um chimpanzé e este osso não poderia ser de um animal que andava ereto, porque a alçada não era nem de longe a alçada de um hominídeo, era apenas um chimpanzé.

Sendo assim, o Australopithecus africano era mais uma fraude confirmada. 


♦Homo Habilis 1959 a 1960

O personagem da vez agora é o Sr. Louis Leake.

Ele estava na Tanzânia procurando os ossos de hominídeo. Achado os ossos deste hominídeo, ele batiza o seu achado de Zygantropo Louisiane. Ele dá este nome em homenagem ao seu patrocinador.

Porém, a comunidade científica conhece este achado como Homo habilis. A idade estimada para este osso é de 1 milhão de anos. Sendo levado este achado para pesquisa, é descoberto, claro, que o tal Homo habilis ou Zygantropo Louisiane era na verdade um homem comum.

O achado do hominídeo era apenas ossos humanos normais. Sem contar que os fatos desta suposta descoberta são altamente controvertidas. O Sr. Louis Leake contava uma história aqui, contava outra história ali.

Quando era interrogado, ele contava uma outra história, mentia, as histórias não batiam. É complicado. Provado que o Sr. Louis Leake era mais um farsante, a comunidade científica retira de seu compêndio, em 1960, essa teoria esdrúxula do Homo habilis ou Zygantropo Louisiane.

Porque foi provado que este achado, que esta ossada se tratava de ossos de um ser humano normal. É descoberto então, Ramapitecos, fazendo pesquisas apuradas neste achado, é descoberto que esta ossada era uma ossada de Orangotango. 


♦Australopithecus Afarensis 1974

Agora nós temos dois personagens nesta história. O primeiro é o Sr. Donald Johansson e o Sr. Tom Gray. Eles estavam em Dakar, na Etiópia.

Escavando, pesquisando, soldando as terras lá em Dakar, na Etiópia, eles descobrem, por fim, uma ossada. E segundo eles, era a ossada mais antiga do planeta. E eles deram o nome a esta ossada.

Eles chamam este achado de Lucy. Eles deram esse nome por causa da música dos Beatles. E o nome da música é Lucy in the Sky With Diamonds.

Porém, o nome científico do achado é Australopithecus Afarensis. A descoberta do esqueleto do Australopithecus Afarensis, que foi feita em 1974, é comemorada pela comunidade. E é, enfim, comprovado que, pelo menos, esta ossada é verdadeira.

E aí fazem livros, desenhos, estudos, montam até uma história para esta tal de Lucy, etc. Só que aí vem o balde de água fria. E este balde de água fria começa pelos próprios ossos do Australopithecus Afarensis, ou Lucy.

Porque eles apresentam uma mistura de ossos humanos e de macacos. Os senhores Donald Johansson e Tom Gray fizeram pilantragem. Eles apenas misturaram ossos de macacos e ossos humanos e deram nome.

E ficaram com a glória. E mais da metade desses ossos não passam de ossos de animais. Não eram ossos humanos.

Fizeram uma contraprova e deu o mesmo resultado. Meses se passaram, fizeram uma outra contraprova e deu o mesmo resultado. Mentira, fake news, montagem, manipulação.

E o pior de tudo é que feitos várias pesquisas, vários exames, conclui que havia outros ossos neste achado. E estes emaranhados de ossos eram na verdade partes dispersas de vários animais que foram juntados. E alguns ossos humanos.

E a confirmação desta fraude foram feitas por todos os examinadores. Com isso, a argumentação do achado do Australopithecus Afarensis ou Lucy caiu por terra. No ano de 1994, quando foi a última vez que pesquisou a fundo este achado.

De novo, deu-se a conclusão de que é uma fraude. Aí então, a comunidade científica séria retira o anúncio da descoberta deste fósforo. Porque é mais que comprovado, durante 20 anos de pesquisa, estudo e etc.

Que de fato, os ossos de Luce ou Australopithecus Afarensis eram mesmo ossos de animais. Contendo um pouco de ossos humanos. Mas infelizmente, como estamos aqui no planeta terra.

E aqui a mentira, a manipulação, a fake news e a pilantragem florescem. É achado, infelizmente, em enciclopédias, livros, documentários e etc. De que o Australopithecus Afarensis é o achado comprobatório.


Conclusão

Entenda, a teoria da evolução continua sendo uma teoria. O elo perdido continua perdido.

Porque além de não conseguir provar a evolução do ser humano como estes farsantes pregam. E também de não ter um elo intermediário para comprovar suas fraudes. Eles apelam para o que? Para mentira.

Já basta isso no sistema religioso e no sistema político. Não na ciência. A ciência tem que conduzir o ser humano para o intelecto superior a respeito das evidências.

E não a respeito das fraudes, manipulações, politicagens e mentiras. Não estou dizendo que não teve uma evolução. Eu estou dizendo que teve uma evolução no conceito de que o homem vai melhorando suas condições perante a natureza.

Mas não houve uma evolução de uma espécie para outra. Não teve esse negócio do macaco virar humano ou do réptil virar pássaro ou virar mamífero. Isso nunca existiu.

A teoria da evolução é uma mentira. A teoria da evolução continua ainda sendo uma teoria. Seja um apoiador do canal.

Assim você ajudará o canal a crescer e a espalhar o conhecimento. 


Nenhum comentário:

Postar um comentário