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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

A FARSA DO POVO BRANCO JUDEU - ELES SÃO KHAZARIANOS

 


Os Judeus brancos que vemos na TV, Revista, Jornais e na Internet, não são pertencentes às 12 tribos, não pertencem à linhagem de Abraão e nunca foram de fato, descendentes de Jacó. 

Estes se auto intitularam Judeus por causa de seu rei, Rei Bulan, que queria ter outra religião, uma que fosse monoteísta e de fácil aceitação para seu povo. Estes ditos "Judeus" são na verdade um antigo povo Khazari que quer dizer Errante, eles dominaram o centro asiático por volta do século VII até o século X, a região centro asiática que eles dominaram é nada mais nada menos que a famosa Turquia, ou seja, os Khazari são um povo branco seminômade turcomana que depois de se estabelecerem na Turquia, se converteram ao Judaismo.  Este povo foi aliado do Império Bizantino e se opuseram ao Império Sassânida e guerrearam também contra o domínio Árabe. 

Fugindo dos ataques dos Mongóis e derrotados pelo reinado de Kiev, os Khazari foram para Europa Oriental, ocupando lugares onde hoje é a Polônia, Hungria e Ucrânia, com o tempo estes ficaram conhecidos como Ashkenazes quando foram morar na Europa Central. O termo Ashkenaz é um termo hebraico medieval para Alemanha que foi um dos locais da Europa Central onde muitos deles foram morar. 

Segundo a Bíblia os  descendentes de Ashkenaz conforme a tradição, seriam os Citas um antigo povo Iraniano que viviam nas proximidades do Monte Ararate e eram chamados Ashkuza nas inscrições Assírias. A região da Ascânia na Anatólia deriva seu nome desse grupo, que se acredita ter avançado até a Europa. 

No ano de 740  em uma terra confinada entre o Mar Negro e Mar Cáspio conhecida como Khazaria, uma terra que hoje é predominantemente ocupada pela Georgia, mas também alcança dentro da Rússia, Polônia, Lituânia, Hungria e Romênia, surgiu o que se conhece hoje como Judeu branco, como vemos hoje na mídia.  Eles viviam cercados, pois tinham os muçulmanos de um lado deles e os católicos do outro lado, e constantemente temiam ataques de ambos os lados. O povo da Khazaria não era de nenhuma das duas crenças, ao invés disso praticavam adoração a ídolos e eram politeístas. O Rei da Khazaria, Rei Bulan, decidiu de modo a proteger sua gente contra o ataque, o povo da Khazaria deveriam converter-se a uma das crenças, mas qual? Se eles se convertessem ao islamismo eles estariam sob risco de ataque dos católicos e vice versa.

Havia outra religião que era capaz de negociar com católicos e muçulmanos. Esta era a raça dos judeus. O Rei Bulan decidiu se ele instruísse seu povo a converter-se ao judaísmo ele poderia manter ambas felizes, desde que eram desejosos de negociar com os judeus, e assim ele fez.

Tiveram que aprender a falar o Hebraico pois o povo Khazaria falava Yiddish, um idioma totalmente diferente do hebreu e adotou os princípios do livro mais sagrado dos judeus, o Talmud.

 

Khazaria

O que o mundo chama de Movimento Sionista, na verdade é uma colonização branca, uma invasão. Tudo orquestrado por um Jornalista maçom chamado Theodor Herzl 1860 - 1904 ele é considerado o Fundador do sionismo moderno

O povo Judeu branco de hoje é maçom, desde sua conversão à religião na Idade Média, Israel por si só é uma região de povo predominantemente negra, não com feições europeias como se vê hoje na mídia. A Israel moderna é hoje infelizmente uma cultura voltada à maçonaria illuminati, o Estado de Israel que nasceu no ano de 1948 na ONU, foi feita por Maçons, vemos até hoje os Estados Unidos, Inglaterra e outros países sempre ajudando a Israel branca maçônica em detrimento de outros povos e minorias que clamam por ajuda humanitária. 

O povo Judeu é negro, essa gente que todos vêem hoje em dia, é o povo da Khazaria que é branco e que resolveu se converter ao judaísmo, isso não é problema, mas se torna um problema, quando resolvem invadir o país e mudar toda a história da região e implantar uma cultura maçônica como vemos hoje.


Rei Bulan

Rei Bulan foi um lendário governante do Império Cazar (séculos VIII-IX) que, segundo as fontes históricas, liderou a conversão de seu povo ao judaísmo após um debate teológico entre representantes de várias fés, buscando uma religião unificadora e neutralidade geopolítica entre os poderes cristãos e muçulmanos, estabelecendo uma linhagem de governantes judeus (Dinastia Bulanid), embora o debate sobre sua exata posição (Bek ou Khagan) e a profundidade dessa conversão no povo permaneçam abertos à interpretação histórica. 

A história mais conhecida, contada na Correspondência Khazar, narra que embaixadores bizantinos e árabes tentaram converter Bulan ao Cristianismo e ao Islamismo, respectivamente. Bulan organizou um debate, e tanto os muçulmanos quanto os cristãos acabaram admitindo que o judaísmo era superior, levando-o a adotar a fé.

A conversão ao judaísmo foi vista como uma forma pragmática de manter a independência do Império Cazar, evitando a subordinação a potências vizinhas como o Império Bizantino e o Califado Abássida. 


Dinastia Bulanid

Após Bulan, seus descendentes, como o Rei Obadias, fortaleceram o judaísmo no reino, convidando estudiosos judeus e estabelecendo instituições.

A dinastia Bulanid (ou Bulanidas) governou os Cazares, com seus descendentes se tornando os reis (Khagans) que continuaram a tradição judaica. 


Fontes Históricas

Correspondência Khazar: Cartas entre o rei José de Khazaria e o estudioso judeu Hasdai ibn Shaprut detalham a conversão.

Relatos Árabes: O escritor árabe al-Bakri também menciona a conversão, embora com uma narrativa ligeiramente diferente.

A data exata e a extensão da conversão (apenas a elite ou o povo todo) são debatidas, com alguns estudiosos questionando a historicidade literal de algumas fontes. 


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