Ao todo, temos no mundo, 35 países com regimes ditadores.
Burkina Faso: Liderado por Ibrahim Traoré, após golpes em 2022. O país enfrenta forte isolamento regional e repressão.
Camarões: Paul Biya (no poder desde 1982), com 92 anos de idade, consolidou o poder através da manipulação eleitoral e restrição da oposição.
Djibuti: Ismail Omar Guelleh (no poder desde 1999).
Eritreia: Isaias Afwerki (no poder desde a independência em 1993), governando sem eleições nacionais.
Eswatini (Suíça da África): Monarquia absoluta onde partidos políticos são proibidos.
Gabão: Junta militar no poder desde agosto de 2023.
Guiné Equatorial: Teodoro Obiang Nguema Mbasogo (no poder desde 1979 - mais de 46 anos), considerado o ditador com mais tempo no poder no mundo.
Guiné: Governo militar desde 2021.
Mali: Governado por junta militar desde os golpes de 2020 e 2021, enfrentando pressão por insegurança.
Níger: Junta militar no poder desde o golpe de julho de 2023.
República Centro-Africana: Alta instabilidade e repressão à oposição, com presença de mercenários.
República do Congo: Denis Sassou Nguesso (no poder desde 1997, governou também entre 1979-1992).
Sudão: O país enfrenta guerra civil e é governado em partes por facções militares rivais (SAF e RSF), com colapso total dos direitos civis.
Togo: Faure Gnassingbé (no poder desde 2005), assumiu após a morte de seu pai (que governou por 38 anos), consolidando uma ditadura dinástica.
Uganda: Yoweri Museveni (no poder desde 1986). Em janeiro de 2026, relatos indicaram a vitória de Museveni para seu 7º mandato consecutivo.
Zimbabwe: Regime autoritário com forte repressão a ativistas e oposição.
Bielorrússia (Belarus): É frequentemente citada como a "última ditadura da Europa". Alexander Lukashenko, no poder há mais de 30 anos, mantém um regime repressivo, com eleições antidemocráticas e forte perseguição à oposição. Relatos de 2025 indicam a continuidade do seu governo autoritário.
Rússia: Sob o governo de Vladimir Putin, o país tem consolidado um regime autocrático, com a supressão de vozes dissidentes, restrições severas à liberdade de imprensa e o fortalecimento do poder centralizado, agravando-se após a invasão da Ucrânia.
Cuba: Embora não seja uma ditadura militar recente, o regime de partido único continua restritivo à liberdade política e de expressão, sendo um ponto de atrito constante.
Venezuela: Considerada um regime autoritário sob Nicolás Maduro, com acusações de violação de direitos humanos e manipulação eleitoral, sendo alvo de forte pressão internacional e intervenções dos EUA, conforme notícias de janeiro de 2026.
Arábia Saudita: Classificada como monarquia absoluta, com o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman consolidando o poder de forma autoritária, frequentemente caracterizada como uma autocracia.
Bahrein, Jordânia, Emirados Árabes Unidos: Monarquias constitucionais/autoritárias que mantêm forte controle centralizado.
Egito: Sob o governo do presidente Abdel Fattah el-Sisi, o país é frequentemente descrito como um regime autoritário militarizado após o golpe de Estado de 2013.
Iêmen: O país vive em um cenário de guerra civil e instabilidade, com diferentes facções operando de forma autoritária e sob um "Inverno de Autoritarismo".
Irã: Identificado como uma ditadura teocrática/religiosa, o regime liderado pelo aiatolá Ali Khamenei enfrenta intensos levantes populares, repressão brutal e protestos que começaram em 2026, com relatos de milhares de prisões. Há análises sugerindo que o regime teocrático está "por um fio" devido à opressão extrema.
Oman: Monarquia absoluta onde o sultão detém o poder supremo.
Qatar: Identificado em relatos recentes (início de 2026) como um regime que, apesar de influência diplomática, opera com um histórico de "ditadura brutal" e direitos humanos limitados sob o Emir Tamim bin Hamad Al Thani.
Síria: Continua sob um regime autoritário, com o governo de Bashar al-Assad, que se mantém no poder após anos de guerra civil e através de forte repressão.
Tunísia: Apontada como uma nação que inverteu o progresso democrático da Primavera Árabe, com o presidente Kais Saied centralizando o poder em 2022/2023 e mantendo controle com repressão, afastando-se da democracia.
China: Sob Xi Jinping, o país consolidou um regime de partido único, eliminando espaços para dissidência e mídia independente.
Coreia do Norte: Considerada uma das ditaduras mais totalitárias e dinásticas do mundo, com liberdade zero.
Laos: Regime comunista de partido único.
Mianmar: Atualmente governado por uma junta militar após o golpe de 2021, com repressão violenta contra opositores e resistência ao retorno da democracia.
Turcomenistão: Caracterizado como um dos regimes mais fechados e autoritários da Ásia Central.
Vietnã: Regime comunista que restringe fortemente o pluralismo cívico e intelectual.

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