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segunda-feira, 30 de março de 2026

ESPÍRITO EM SUMÉRIO PARTE I

 


A palavra suméria para "espírito", particularmente o dos mortos, é Gidim, que se refere às sombras dos mortos que habitam o submundo. Se o espírito era malévolo, podia ser classificado como um demônio, um Asag, que era um demônio monstruoso. 

Gidim: A palavra Gidim em sumério era usada para os espíritos dos mortos. Acreditava-se que estes espíritos eram criados na morte, assumindo a personalidade dos mortos.

Submundo (Irkalla): Os gidim viajavam para o submundo, conhecido como Irkalla, onde recebiam uma posição e levavam uma existência comparável à dos vivos.

Relação com os Vivos: Esperava-se que os parentes fizessem oferendas de comida e bebida aos mortos para aliviar as suas condições, e a falta dessas oferendas poderia levar os espíritos a trazerem infortúnios aos vivos.

Etem: O sopro vital, a vida, a essência da pessoa.

Tulpu: A sombra ou o corpo que permanecia após a morte do indivíduo.

Kur: O mundo subterrâneo, um lugar sombrio e desolado para onde as almas dos mortos iam após a morte.

Kishpu: Uma prática de magia ou feitiçaria que os sumérios usavam, talvez na tentativa de se comunicar com o mundo dos mortos ou para afetar a vida.

Asag ou Asague: Um tipo de demônio sumeriano com um espírito malévolo e monstruoso. 

Utucu: Em contraste, quando um espírito era benévolo, podia ser classificado como Utucu. Estes também podiam ser um tipo de entidade associada a demónios, mas sem a conotação negativa da doença e da morte que os Gidim possuíam. 


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