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quinta-feira, 22 de maio de 2025

ESCOLA DE FRANKFURT

 



A Escola de Frankfurt é uma instituição intelectual com viés comunista, neste instituto de estudos, é desenvolvido, protegido e divulgado toda teoria esquerdista.

A escola foi fundada depois da bem sucedida conferência intitulada Erste Marxistische Arbeitswoche (Primeira Semana de Trabalho Marxista) na cidade alemã de Ilmenau. Financiada pelo judeu argentino Lucio Felix José Weil 1898-1975. Aos nove anos foi enviado à Alemanha para frequentar o Goethe-Gymnasium em Frankfurt.Exceto um ano importante na Universidade de Tübingen em 1918 - 1919, onde começou seu envolvimento com a esquerda, permaneceu em Frankfurt, onde se graduou com louvor em ciências políticas.

 Graças ao sucesso deste evento, em 1924 Lucio Felix José Weil e seu amigo Friedrich Pollock, fundaram a Escola de Frankfurt.

A Escola de Frankfurt é frequentemente associada à criação do Instituto de Pesquisa Social, as duas coisas são uma só. Pois o intuito é divulgar os conceitos Marxistas e tudo que envolve o bojo comunista.


Contexto Histórico da Fundação

O século XX já começou muito turbulento. No início da década de 1920, o mundo já havia presenciado a Primeira Guerra Mundial, e, no fim dessa mesma época, ele presenciou a grande crise econômica de 1929.

Em meio à grande mudança tecnológica, à nova configuração social e às experiências do século XX, os teóricos da Escola de Frankfurt perceberam que os ideais do iluminismo e do positivismo haviam falhado em sua teoria de que o avanço científico aliado à ampliação do conhecimento por meio da escolarização e da disseminação da informação levariam ao avanço moral da sociedade.

Os filósofos do iluminismo francês defenderam que o avanço moral da sociedade se daria com o avanço do conhecimento científico e filosófico e sua disseminação global, com vistas a esclarecer as pessoas sobre as questões relativas ao mundo e à sua organização.

Dentre os teóricos iluministas, podemos destacar Voltaire, defensor das liberdades individuais; Montesquieu, criador da teoria da tripartição do Estado; e Diderot e D’Allambert, fundadores da enciclopédia. Todos eles colocaram-se contra o absolutismo na França e defenderam a popularização do conhecimento para a melhoria da sociedade.

Os positivistas, liderados pelo filósofo francês Auguste Comte, já no século XIX, foram mais radicais. Para eles, o avanço social somente ocorreria pelo investimento na criação e disseminação da ciência e numa rígida reorganização da sociedade, com vistas a colocar o avanço novamente para o povo europeu, em especial o povo francês.

Em geral, os filósofos da Escola de Frankfurt defenderam que as teorias iluminista e positivista não se sustentaram, tendo-se em vista os fenômenos ocorridos no século XX. Em primeiro lugar, os pensadores vivenciaram a primeira grande guerra. Em seguida, eles, que eram judeus, vivenciaram a perseguição nazista contra seu povo. Entre eles, o filósofo e crítico literário Walter Benjamin morreu sob domínio dos nazistas, e os filósofos Theodor Adorno, Herbert Marcuse e Max Horkheimer tiveram que se refugiar nos Estados Unidos para escaparem da perseguição.

Na reflexão empreendida pelos teóricos da Escola de Frankfurt após a Segunda Guerra Mundial, a barbárie da perseguição nazista e da criação da câmara de gás (uma invenção feita para matar de maneira mais eficaz, com menos gasto) era a maior comprovação de que não havia um progresso, mas sim um regresso social.

No entanto, existem registros mais precisos sobre a história da criação da Escola de Frankfurt. O socialismo estava sendo fortemente debatido na Europa após a Revolução Russa, dividindo os intelectuais quanto à aplicação ou não dos ideais socialistas na política europeia. Uma visão que se sobressaía era a de que o marxismo já não satisfazia as necessidades do século XX, que eram outras e iam além da relação entre trabalhador e burguesia no mundo industrializado.

Nesse sentido, Felix Weil, intelectual judeu argentino radicado na Alemanha, organizou a Primeira Semana de Trabalho Marxista, um evento que reuniu intelectuais marxistas em Frankfurt no ano de 1922. Uma das propostas da semana foi colocada em prática no ano seguinte: a criação do Instituto de Pesquisa Social. O instituto foi patrocinado por Herman Weil, pai de Félix, e subsidiado pelo governo alemão.

No início, o instituto foi gerido pelo sociólogo Kurt Albert Gerlach, que faleceu ainda no primeiro ano de gestão. O instituto ficou vinculado à Universidade de Frankfurt, justificando o título dado ao conjunto de seus pensadores de Escola de Frankfurt, décadas mais tarde. Entre 1923 e 1930, a gestão do instituto ficou a cargo de Karl Grümberg.

Em 1930, foi criado um escritório do instituto em Genebra, que passou a abrigar a sede da instituição após a perseguição e o fechamento da escola pelos nazistas em 1933. Somente em 1950, com a efetiva retomada das atividades do instituto, é que ele passou a chamar-se Escola de Frankfurt.


A influência do marxismo cultural

Os principais pensadores da escola de Frankfurt reconheceram que a teoria marxista tradicional não podia explicar o desenvolvimento das novas sociedades capitalistas, nem impedi-las.

Por considerarem os seguidores de Marx apenas repetidores de ideias, buscaram ir além da defesa do partido e do comunismo.

Somou-se a isso a percepção que tiveram: a revolução não iria atingir o sucesso pleno e mundial que Marx descrevera. Ao menos, não conseguiria pela violência, se fosse causada por guerrilhas ou por governos ditatoriais.

O marxismo original foi complementado com a psicanálise freudiana, a filosofia existencialista e a filosofia da linguagem.

A própria ideia positivista foi desacreditada. De acordo com os positivistas, o avanço moral da sociedade caminharia lado a lado com o avanço da ciência e da escolarização. Apesar disso, o aumento das tecnologias, do conhecimento e da educação não foi capaz de impedir as guerras.


Antonio Gramsci

Gramsci foi o pioneiro na compreensão de que era necessário destruir a cultura ocidental em vez de tomar o governo pelas armas. Sua ideia era dominar a cultura sem que a estratégia fosse descoberta.

A mudança cultural deveria ter aparência de luta pela dignidade e liberdade do homem. Ele defendeu que o início da nova sociedade só aconteceria mediante a mudança interior das pessoas.

Gramsci e a Escola de Frankfurt descobriram que a cultura é, de alguma forma, uma religião exteriorizada.

Consequentemente, o marxismo cultural não envolve a luta armada, mas sim a posse da cultura, de forma que as pessoas passem a enxergar o mundo de forma dividida, como se a história fosse apenas formada por opressores e oprimidos.

Mas como levar as pessoas a abandonar a herança tradicional que haviam recebido?


A função da teoria crítica da Escola de Frankfurt

Os estudos filosóficos da Escola de Frankfurt ficaram conhecidos como teoria crítica, opondo-se à teoria tradicional. A tradicional foi criada para ser neutra, a crítica para destruir a realidade e reconstruí-la segundo a ideologia marxista.

Tradicionalmente, estudavam-se os conceitos e apenas depois de entender a realidade de forma objetiva e verdadeira, analisava-se quais ações eram necessárias para gerar alguma mudança.

A teoria crítica, ao contrário, critica o máximo possível as condições sociopolíticas e econômicas, focando não a análise da realidade, mas a crítica em primeiro lugar. Na dialética hegeliana, a crítica recebeu ainda mais força.

O importante é criticar o máximo possível, desconstruir, rejeitar, ridicularizar e ocultar o máximo possível dos valores ocidentais. O modo de operar frankfurtiano não é construtivo, é sempre destrutivo.

A religião, a moral, a filosofia grega e até mesmo as teorias marxistas clássicas são atacadas.

A teoria crítica é a politização da lógica. Horkheimer declarava que a lógica não é independente do conteúdo, mas sim que é um instrumento político. Este raciocínio aplicado significa dizer que um argumento lógico apoia a destruição das bases culturais do Ocidente. Por outro lado, se as defende, é ilógico.

Surgiu também a noção do politicamente correto, que despreza o debate aberto e sem censura. Quanto mais o discurso for censurado e impedido de chegar às pessoas, mais facilmente se distorce a realidade para fins ideológicos.

Os principais pensadores da Escola de Frankfurt consideravam que a verdade é algo impossível de ser encontrado. Sendo assim, ensinaram que as ideias precisam sempre estar em choque, como explicado na filosofia de Hegel.

A teoria crítica é ensinada principalmente nas universidades, para que os estudantes aprendam a rejeitar a civilização ocidental e tudo o que ela representa. Acreditam que somente assim o homem será livre e o mundo, um lugar melhor.

Um problema ainda maior é que os pensadores de Frankfurt não tinham um projeto para ser aplicado após a destruição.

Seguindo os passos de Hegel, esses neomarxistas esperavam que da ruína, do caos, a ordem surgisse de alguma maneira desconhecida.


A indústria cultural da Escola de Frankfurt

De acordo com a teoria formulada na Escola de Frankfurt, a sociedade está permeada de uma lógica proposital, que cria um padrão artístico e cultural da mesma forma que uma fábrica produz seus bens em uma esteira de produção.

Os valores tradicionais, capitalistas e burgueses, padronizados, perpetuam-se pela indústria cultural. Tudo o que é produzido destina-se a sustentá-los.

As relações trabalhistas consolidadas por anos, somadas aos meios de comunicação, dizem os frankfurtianos, manipula a população sem que esta perceba.

Theodor Adorno e Max Horkheimer defendiam que esta é uma das maneiras utilizadas pela cultura capitalista para dominar a sociedade.

Por tudo isso, a indústria cultural é uma forma do capitalismo manter as pessoas alienadas, produzindo uma cultura que não resolve as injustiças sociais entre as classes.

Os pilares da indústria cultural são basicamente três:

Cultura erudita;

Cultura popular;

Cultura de massa.


A erudita é produzida por uma elite cultural, refinada, com alto valor estético e mais elaborada. Para os pensadores de Frankfurt, deveria ser preservada e usada como meio para atingir as camadas intelectuais com ideias marxistas.

A popular também é considerada autêntica. Está vinculada às culturas tradicionais intuitivas, vividas pelo povo, sem refinamento técnico. Igualmente, é um meio para garantir que a desconstrução ocidental alcance as camadas populares.

A de massa é considerada inautêntica, porque é entendida como o resultado da fusão dos elementos capitalistas. Segundo os teóricos de Frankfurt, ela é pensada para perpetuar o domínio burguês em todas as classes sociais.

A função da cultura de massa é entreter as pessoas para que se distraiam dos verdadeiros problemas. Por esta razão, deve ser destruída e o instrumento para tal é a crítica.

A dialética de Hegel é o meio de combate, para que por meio dele surja algo melhor.

Na Escola de Frankfurt, considera-se que os trabalhadores não se uniram contra aqueles que os oprimiam porque estavam embebidos da cultura de massa, que os impediu de lutar.

A conclusão a que esses pensadores chegaram é que a militância, a revolução cultural e uma nova educação artística seriam fundamentais para a libertação da opressão que atinge a sociedade.


Principais pensadores da Escola de Frankfurt

Max Horkheimer (1895-1973): filósofo e sociólogo. Junto com Adorno, desenvolveu o conceito de Indústria Cultural, presente no livro A Dialética do Esclarecimento;

Theodor W. Adorno (1903-1969): filósofo, sociólogo e músico. Autor dos livros Dialética Negativa e A Ideia de História Natural. Defendia a educação como forma de emancipação do sujeito;

Friedrich Pollock (1894-1970): filósofo, sociólogo e economista. Foi cofundador do Instituto para Pesquisa Social de Frankfurt. Seus trabalhos mais proeminentes estudaram as relações entre capitalismo e Estado;

Herbert Marcuse (1898-1979): sociólogo e filósofo. Dedicou-se a apontar as relações entre capitalismo e sexualidade, bem como as questões que envolvem raça e exclusão social;

Erich Fromm (1900-1980): psicanalista, filósofo e sociólogo. Utilizou bases do pensamento marxista aliadas aos elementos da psicanálise. Em seus trabalhos, analisava as relações sociais, a família e outros elementos que interferem na formação da pessoa;

Jürgen Habermas (1929): filósofo e sociólogo. Integrou a segunda geração da Escola de Frankfurt. Seus trabalhos analisam as relações entre política, comunicação, linguagem e discursos.



quarta-feira, 21 de maio de 2025

A FILOSOFIA NÃO NASCEU NA GRÉCIA

 


A história da filosofia é tradicionalmente associada ao mundo grego antigo, com nomes como Sócrates, Platão e Aristóteles sendo considerados os fundadores do pensamento filosófico. No entanto, há argumentos que sugerem que a filosofia não nasceu na Grécia, mas sim no antigo Egito, conhecido como Kemet pelos seus habitantes.

Os estudos sobre a presença da filosofia em Kemet começaram a ganhar força na década de 1950 com o trabalho do filósofo senegalês Cheikh Anta Diop. Diop argumentou que a filosofia egípcia era tão antiga quanto a grega e que influenciou profundamente a cultura grega. Ele também afirmou que muitos conceitos filosóficos gregos tinham raízes egípcias.

Um dos principais exemplos disso é a ideia de maat, que era a base da ética egípcia. Maat se refere a uma ordem cósmica que governa o universo e a todos os seres nele contidos. A ideia de maat influenciou profundamente a ética e a moralidade gregas, bem como a noção de justiça e equilíbrio, que foram fundamentais na filosofia de Platão.

Além disso, a filosofia egípcia também se preocupava com a natureza do universo e da existência humana. O filósofo egípcio Ptahhotep, por exemplo, escreveu um tratado sobre a sabedoria, que incluía reflexões sobre a natureza da vida, da morte e do universo. Ele também discutiu a importância da virtude e do comportamento ético em sua obra.

Outro filósofo egípcio importante foi Imhotep, que foi uma figura chave na construção das grandes pirâmides de Giza. Imhotep foi também um médico e um astrônomo e escreveu extensivamente sobre a natureza do universo e da existência humana. Ele também desenvolveu técnicas médicas avançadas, que foram utilizadas na prática médica por muitos anos.

No entanto, a história da filosofia egípcia foi amplamente ignorada e negligenciada pela tradição ocidental. Isso se deve, em grande parte, à colonização e ao imperialismo europeu, que privilegiaram a história e a cultura gregas em detrimento de outras culturas do mundo. A hegemonia cultural europeia, que se estabeleceu a partir do século XVI, foi responsável por obscurecer a rica tradição filosófica africana.

Em resumo, a filosofia não nasceu apenas na Grécia antiga, mas também teve suas raízes na antiga Kemet. A filosofia egípcia influenciou profundamente a cultura grega e muitos conceitos filosóficos gregos têm suas raízes na tradição egípcia. É importante que a tradição filosófica africana seja valorizada e estudada, a fim de se reconhecer a diversidade e a riqueza do pensamento humano.


PASTOR PODE RECEBER SALÁRIO?

 



Neste estudo, não vamos abordar os corruptos de Satanás, os desonestos eclesiásticos, os ladrões do templo, bandidos da fé, carniceiros clericais, estelionatários do altar, vigaristas de mamon, os que mercadejam a palavra de Cristo, não vamos abordar a estes, e sim os honestos, honrados, dignos, escrupulosos, íntegros, retos, cândidos e virtuosos.

Sei que é raro, mas se aparecer um Pastor assim, este é um homem de Deus, e aí daquele que tocar nesse ungido.

Não é ser sustentado, é receber pelo trabalho prestado!

Salário, honorário, pagamento, remuneração,

Um Pastor seriamente comprometido com o Evangelho de Cristo trabalha como qualquer pessoa, pois está escrito: “No suor do teu rosto comerás o teu pão. Gênesis 3:19”

 

Se o tal Pastor:

Prega

Faz Estudos Bíblicos

Faz Estudos Acadêmicos

Faz Administração da Família: Faz Visitas (cadeia-presídios-lares-hospitais etc.).

Faz Aconselhamento

E é Formador de outros Líderes

 ...ele é um pastor de fato!

 

Jesus recebia dinheiro

¹ E aconteceu, depois disto, que andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele,

² E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;

³ E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens

Lucas 8:1-3

 

Paulo recebia dos irmãos

¹⁸ Mas bastante tenho recebido, e tenho abundância. Cheio estou, depois que recebi de Epafrodito o que da vossa parte me foi enviado, como cheiro de suavidade e sacrifício agradável e aprazível a Deus. Filipenses 4:18

 

Receber salário

⁷ E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário.   Lucas 10:7

 

¹⁰ Nem alforges para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordões; porque digno é o operário do seu alimento.  Mateus 10:10

 

⁹ Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois?

¹⁰ Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante.

¹¹ Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?

¹² Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo.

¹³ Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar?

¹⁴ Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

1 Coríntios 9:9-14

 

¹⁷ Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina;

¹⁸ Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.  1 Timóteo 5:17,18

 

Não é viver às custas das pessoas, não é ficar rico, não é ter vida de marajá, não é ter vida de rei.

É apenas viver de uma forma digna como qualquer trabalhador, o Pastor não vive de caridade dos irmãos, não vive de esmola da comunidade, ele apenas recebe o que lhe é de direito pelo trabalho prestado, como qualquer operário, como qualquer trabalhador.

Uma comunidade tendo um homem totalmente dedicado a igreja, família, todos crescem, todos prosperam, todos se edificam.

 

Nenhum Trabalho é Fácil

⁸ Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós. 2 Tessalonicenses 3:8

 

⁹ Porque bem vos lembrais, irmãos, do nosso trabalho e fadiga; pois, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós, vos pregamos o evangelho de Deus. 1 Tessalonicenses 2:9

 

 O pastor que trabalha no Evangelho de Cristo também tem problemas no trabalho, como qualquer trabalhador, o mesmo não pode viver de regalias, viver de privilégios às custas dos outros, antes, o Pastor tem que dar resultado do seu trabalho, produtividade, pois ele é um trabalhador e, todo trabalhador tem que por obrigação, produzir, dar resultado, ser produtivo, ser um operário padrão.

Por isso que o Pastor  pode sim receber salário, pois digno é o trabalhador de seu pagamento.

 

 

RAINHA VASTI

 


O significado do nome Vasti é incerto. Como um nome persa moderno, entende-se que significa "bondade", mas muito provavelmente se originou do reconstruído persa antigo *vaištī, relacionado ao adjetivo superlativo vahišta- "melhor, excelente" encontrado no Avestá, com a terminação feminina - ī; daí "excelente mulher, a melhor das mulheres". ou "Beleza Incomum" ela foi a primeira esposa do Rei Assuero ou Xerxes, filho de Dário.

De acordo com o Livro de Ester, durante o terceiro ano do reinado do rei Assuero ou Xerxes decidiu dar uma festa em Susã. No livro, Vasti é a primeira esposa do rei Assuero. Enquanto o rei oferece um banquete magnífico para seus príncipes, nobres e servos, ela oferece um banquete separado para as mulheres. No sétimo dia do banquete, quando o coração do rei estava "alegre com o vinho", o rei ordenou a seus sete camareiros que convocassem Vasti para vir diante dele e de seus convidados, a fim de exibir sua beleza. Vasti se recusa a vir e o rei fica furioso. Ele pergunta a seus conselheiros como Vasti deve ser punida por sua desobediência. Um deles, chamado Memucã, diz a ele que Vasti fez mal não apenas ao rei, mas também a todos os maridos da Pérsia, cujas esposas podem ser encorajadas pelas ações de Vasti de desobedecer. Memucã encoraja Assuero a dispensar Vasti e encontrar outra rainha. Assuero segue o conselho de Memucã e envia cartas a todas as províncias que os homens deveriam dominar em suas casas. Assuero subsequentemente escolhe Ester como sua rainha para substituir Vasti. Depois disso Vasti nunca mais é mencionada no relato bíblico.

O texto do livro de Ester somente indica que ela precisa usar a coroa real para se apresentar. Mas, dada a embriaguez do rei, e o fato de todos os seus convidados do sexo masculino estarem igualmente assim, entende-se, muitas vezes, que foi ordenado que Vasti aparecesse nua, vestida apenas com a coroa. Sua recusa é ainda uma outra pista para a natureza da ordem do rei. Não faz sentido afirmar que ela correria o risco de desobedecer a um decreto real, se Assuero tivesse apenas pedido para ela mostrar o rosto. Várias fontes midraxicas também afirmam que a ordem do rei era para que Vasti aparecesse sem roupas para os participantes do banquete.

De acordo com o Midrach, Vasti era bisneta do rei babilônico Nabucodonosor II, neta do rei Evil-Merodaque e filha do rei Belsazar. Durante o governo do pai de Vasti, multidões de medos e persas atacaram Babilônia e assassinaram Belsazar. Vasti, sem saber da morte do pai, correu para os aposentos do pai. Lá ela foi sequestrada pelo rei Dario da Pérsia. Mas Dario teve pena dela e deu-a a seu filho, Assuero, em casamento.

Mas não há provas substanciais que provem em definitivo que Vasti era mesmo filha de Belsazar, visto que somente o Midrash alega isso, e até hoje não achou-se outras fontes ou fragmentos históricos além do Midrash Judaico. 

Tanto é que o mesmo Midrash alega que a descendência de Vasti foi responsável pela destruição do templo, bem como em seu infeliz destino, o Midraxe apresenta Vasti como perversa e vaidosa. Visto que Vasti recebeu ordens de comparecer perante o rei no sétimo dia da festa, os rabinos argumentaram que Vasti escravizou mulheres judias e as forçou a trabalhar nuas no sábado. Eles atribuem a relutância dela em comparecer perante o rei e seus companheiros não à modéstia, mas sim a uma doença desfigurante. Um relato diz que ela sofria de lepra, enquanto outro afirma que o anjo Gabriel veio e "fixou nela um rabo". A última possibilidade é frequentemente interpretada como "um eufemismo para uma transformação milagrosa da anatomia masculina."

De acordo com o relato midraxico, Vasti era uma política inteligente, e o banquete de mulheres que ela organizou paralelamente ao banquete de Assuero representou uma manobra política astuta. Visto que as nobres mulheres do reino estariam presentes em seu banquete, ela teria o controle de um valioso grupo de reféns no caso de um golpe de estado ocorrer durante a festa do rei.[10] R. Papa cita um provérbio popular: "Ele entre as velhas abóboras e ela entre as jovens"; ou seja, um marido infiel torna-se uma esposa infiel.[1

Uma coisa que temos que salientar também é que Assuero ou Xerxes era um Rei complicado, pois ele continuou a guerra contra os Gregos e perdeu a guerra, assim como seu pai perdera.

Ele gastou muito dinheiro do império com a guerra contra os gregos, ele se separou de Vasti e se casou com Ester da Bíblia e o casamento não foi as mil maravilhas como se pensa, foi problemático, ele bebia muito, afundou o reinado em uma crise financeira grave que o reino nunca se recuperou e acaba sendo assassinado por seu ministro Artabano em 465 a.C.

Segundo a história acadêmica oficial, a mulher de Xerxes foi a Rainha Améstris, eles tiveram 6 filhos que foram, Artaxerxes I, Histaspes, Dario II, Aquêmenes, Rodoguna e Amitis . Artaxerxes I assume o trono do império com o assassinato de seu pai em 465. 

Améstris era filha de um nobre chamado Otanes, que foi um dos conspiradores que elimiou um dos filhos de Ciro. 

Isto é comprovado pela história sem contestação. 



SÃO PAULO

 


A cidade de São Paulo foi fundada no dia 25 de janeiro de 1554 por Padres Jesuítas, é a cidade mais populosa do Brasil, é a cidade brasileira mais influente no cenário global, sendo, em 2016, foi classificada como a cidade global alfa, por parte do Globalization and World Cities Study Group & Network. O lema da cidade, presente em seu brasão oficial, é Non ducor, duco, frase latina que significa "Não sou conduzido, conduzo". E realmente, conduz, pois São Paulo é a locomotiva do Brasil e de toda América Latina.

Antigamente o nome de onde hoje é São Paulo, era, Piratininga, nome dado pelos Tupiniquins. O nome Piratininga quer dizer 'Peixe Seco' e nome da tribo dos Tupininquins quer dizer  "tupi ao lado, vizinho" ou "tribo colateral, o galho dos tupis".

Na época, o Cacique Tibiriçá era o dono das terras de Piratininga, o nome Tibiriçá quer dizer 'vigilante da terra', ele ajudou os Jesuítas a se estabelecerem na região de Piratininga, como também foi um dos responsáveis pela fundação da Vila de São Paulo dos Campos de Piratininga, embrião da atual cidade de São Paulo. Principal líder tupiniquim, era amigo e sogro de João Ramalho, aventureiro e explorador português com grande prestígio entre os povos indígenas, em nome de quem defendeu os colonizadores portugueses que pretendiam se instalar na região. João Ramalho se casou com Bartira, a filha do Cacique Tibiriçá.

Tudo começa no dia 29 de Agosto de 1553 que segundo a teologia católica, é o dia do assassinato de João Batista da Bíblia, logicamente que esta data, não tem nenhuma conexão com os evangelhos.

Os Jesuítas eram padres católicos que também eram esotéricos, místicos, metafísicos, nos dias de hoje, diríamos que eles eram macumbeiros, agoureiros, espíritas. Isso por conta da cidade de São Paulo, nascer, através de um mapa astral, estes padres espiritualistas da macumbaria católica, calcularam a hora, o dia e o local do nascimento da cidade de São Paulo.

Eles fizeram o que é chamado de Feng Shui, o Feng Shui é o misticismo chinês, é a geomancia chinesa, que segundo eles, são as linhas mágicas da natureza.

Acontece que a geomancia não é uma crença particularmente chinesa, desde a pré-história o ser humano já acreditava que certos locais ou lugares da natureza eram sagrados, ainda no Paleolítico, estas crendices eram aceitas. E na região do Piratininga, os índios que ali moravam, tinham seus próprios lugares sagrados como todo povo supersticioso, para eles tais locais eram locais de poder, eram localidades sacras.

Estes lugares no Piratininga eram adorados e reverenciados pelos índios da época, e no caso, eram cinco, os locais sagrados, sacros ou santos para eles, e estes locais eram trilhas pré-históricas que por séculos eram percorridas pelos índios, estas trilhas, eram rotas comerciais importantes para os moradores de Piratininga, e estas cinco trilhas eram:

1 - A Primeira Trilha descia a Serra do Mar e ia direto para a Cidade de Santos.

Esta trilha é a Rodovia Anchieta dos dias de Hoje.

2 - A Segunda Trilha saia onde hoje é o Mosteiro de São Bento e descia até o Rio Tietê, e andava em direção ao Vale do Paraíba do Sul.

Esta trilha é a Rodovia Presidente Dutra, ou Via Dutra, como é mais conhecida. Antigamente era conhecida como BR3

3 - A Terceira Trilha saía do Pátio do Colégio e ia em direção à Praça da República, subia a Rua da Consolação, chegava no topo da região de Caaguaçu, que é conhecida hoje como Avenida Paulista, o nome Caaguaçu quer dizer 'mata grande' ou 'floresta densa', virando a esquerda de Caaguaçu ou Avenida Paulista vamos pegar onde hoje é a Regis Bittencourt, pegando a Regis Bittencourt até o final, esta trilha nos leva até o Rio Grande do Sul.

4 - Nessa mesma trilha ainda na Caagaçu, tomando outro caminho, descendo onde é hoje a Avenida Rebouças, chega ao Rio Pinheiros e continua toda vida, até chegar à cidade de Cusco no Peru. Esta trilha se chamava Peabiru que  significa “caminho gramado amassado”.

5 - Outra trilha muito famosa pelos indíos era a trilha que margeava o Rio Tietê, mas ao ivnés de ir para o Vale Paraíba do Sul, esta trilha ia em direção à Serra da Cantareira e ia direto para Minas Gerais.Esta trilha é a Rodovia Fernão Dias.

Estando no cerne, no meio, no centro destas trilhas importantes até nos dias de hoje, Piratininga era uma região importantíssima para os índios da época, e, não por acaso, os Padres Católicos Esotéricos Macumbeiros Jesuítas, logo viram que tinham que se apossar da região.

A região do Piratininga, formava um triângulo sagradíssimo pela tribo dos Tupiniquins, era uma colina, um planalto, que os Portugueses chamavam de Planalto do Piratininga. Nesse triângulo do Piratininga tinham três rios principais que eram sagrados pelos índios, e estes rios eram: O Rio Anhangabaú, O Rio Piratininga e o Rio Ipiranga.

O nome Anhangabaú em tupi quer dizer rio ou água do mau espírito, era um elemental, um espírito da natureza em forma de um veado branco de olhos vermelho fogo que protegia os animais dos caçadores maus, que caçavam fora de época de caça, o Anhangá era por tanto, o Espírito Protetor da Caça.

O Vale do Anhangabú era um local denso, era um local de mata fechada, de difícil acesso.

Além de ser um local sagrado, era uma região totalmente santificada pelo Xamã ou Pajé e só ele podia descer no Rio Anhangabaú, algumas vezes por ano, pois era um rio sagrado.

O Rio Piratininga era o segundo rio dessa pirâmide, o nome Piratininga quer dizer Peixe Seco, portanto era o Rio do Peixe Seco, na época, antes do homem branco poluir tudo, aquele local era um afloramento de rochas onde os peixes faziam a piracema, e os índios pegavam estes peixes e os colocava para secar. A piracema é o período de reprodução dos peixes.

E o terceiro rio, era o Rio Ipiranga, o nome Ipiranga quer dizer Rio Vermelho, de onde HI quer dizer rio e Piranga quer dizer vermelho, era um rio barrento, tendo sua coloração avermelhada, daí o nome Ipiranga ou Rio Vermelho.

São Paulo portanto, nasce por conta de um ritual espírita católico, onde padres sensitivos espiritualistas esotéricos católicos, fizeram um saravazinho, usando a geomancia gnosticista cabalista, fizeram no dia e hora marcada, segundo o calendário esotérico metafísico, surgir a cidade de São Paulo, maior metrópole brasileira, o coração financeiro do país.

 

PEABIRU

 


Uma trilha transcontinental conectando a América do Sul muito antes da colonização.

A criação de São Paulo está diretamente ligada ao Peabiru. A pequena população de portugueses que já habitava a região de São Vicente já sabia pelos índios da existência do caminho que ia até “montanhas cobertas de gelo” dominadas por um “Rei Branco” cheio de ouro e prata (era Potosi, e o rei era Inca), segundo os indígenas da nossa região, o caminho teria sido construído por um homem que veio das águas, chamado "Sumé", de longas barbas brancas e que flutuava no ar, ensinando os segredos da agricultura, das ervas e etc. Ao tomar conta disso, o fundador de São Vicente Martim Afonso de Sousa achou pertinente criar ali uma base(São Paulo) para futuras explorações. Os jesuítas vieram na sequência, com planos bem diferentes para aquelas entradas. Os religiosos sonhavam em usar estas trilhas como eixo de expansão da catequese no interior da América do Sul e São Paulo era uma dessas primeiras missões. O intercâmbio ao longo do que os padres chamavam de “Caminho de São Tomé” era tão intenso que em 1553 Tomé de Souza decidiu proibir seu percurso, sob forte protesto dos jesuítas, por medo da influência dos espanhóis que faziam avanços ao longo de sua extensão. O fechamento precoce do caminho é o maior desafio para se estabelecer sua localização, dependendo dos poucos relatos contemporâneos.

Alguns historiadores acreditam que em certos trechos a trilha chegava a ser pavimentada com pedra e documentos de época mencionam um caminho de oito palmos de largura coberto por uma certa erva rasteira mágica que resistia até o fogo e mantinha o contorno do caminho impedindo outras plantas maiores de crescer no lugar. Outros, como Sérgio Buarque de Holanda, sequer pensam que o Peabiru foi uma única via e sim um conjunto de caminhos e instruções de movimentação pelo território sul-americano. Independente de origem e aspecto, o Caminho do Peabiru partia de (ou terminava em) Cusco, passava por Potosí, Assunção do Paraguai e na região do Guayrá (interior do Paraná) se dividia em três ramais que alçavam a costa Brasileira. O primeiro chegava em Santa Catarina, próximo a Florianópolis, o do meio encontrava o mar em Cananéia e o mais ao norte passava por Sorocaba e São Paulo e descia a Serra do Mar até se deparar com o mangue costeiro da atual Cubatão.

Ainda pouco se sabe sobre essas rotas. Segundo a história, os Bandeirantes Paulistas teriam desbravado o interior do de grande parte do país, até então selvagem e desconectado.  Mas a verdade é que, muito antes dos europeus chegarem aqui, já existia uma comunicação transcontinental entre as diversas culturas ameríndias e o principal duto dessa integração era o Peabiru. Através do Peabiru os espanhóis puderam chegar a a capitania de São Paulo na União Ibérica, e através do mesmo caminho os bandeirantes saídos de São Paulo percorriam o Peabiru em direção aos Andes e ao Paraguai, como a bandeira de Nicolau Barreto, que atingiu os Andes e a se Raposo Tavares que atingiu o as missões do Guaíra. Logo depois o trecho entre São Paulo e Paraná se tornou parte do que conhecemos como caminho das tropas, atualmente chamada de Rodovia Régis Bittencourt.




A STELA DA FOME

 



É uma inscrição em hieróglifos num bloco de granito de 2,5 m altura e 3 m de largura localizado na Ilha Sehel, perto de Aswan, Egito.

A estela conta a história de sete anos de seca e fome durante o reinado do Faraó Djoser da Terceira Dinastia 2686 a.C.- 2613 a.C. Pensa-se que a estela foi inscrita durante o Reino Ptolemaico pelo rei Ptolomeu V 205-180 a.C.

A parte superior da estela retrata três divindades egípcias e à frente delas Djoser carrega oferendas nas suas mãos estendidas. O texto descreve como o rei está perturbado e preocupado, pois a terra está sob as garras de uma seca e fome durante sete anos e como os egípcios estão a sofrer como resultado da seca e que estão desesperados e a violar as leis da terra.

Na época da primeira tradução da estela, pensava-se que a história de uma fome de sete anos estava ligada à história bíblica em Gênesis 41.

Investigações mais recentes mostraram que uma fome de sete anos era algo comum a quase todas as culturas do Oriente Próximo: uma lenda Sumeriana também fala de uma Fome de sete anos e na conhecida Epopéia de Gilgamesho o deus Anu dá uma profecia sobre a fome durante sete anos.

Outro conto egípcio fala sobre uma seca duradoura que aparece no chamado "Livro do Templo".

A Fome no Egito de Gênesis 41, são cópias de textos e eventos muito mais antigos do que o mítico evento bíblico.


terça-feira, 20 de maio de 2025

CELIBATO CLERICAL

 


Até o século III o celibato não existia, o Gnosticismo imperava e a igreja Católica como uma organização oficial ainda não existia. O conceito de proibir os Sacerdotes de se casarem, começa no Concílio de Elvira, na Espanha.


Concílio de Elvira 306

O Concílio de Elvira, realizado em 306 na Espanha, foi um dos primeiros a legislar sobre o celibato dos clérigos, especificamente para Bispos, Presbíteros, Padres e Diáconos.

O Concílio produziu um conjunto de 81 Cânones (Regras) que regulam variados aspectos da vida católica como o celibato clerical, o casamento, a idolatria, o batismo, a excomunhão, relacionamento com os judeus, as heresias, etc. Alguns historiadores, porém, creem que alguns dos cânones não são os originais do Concílio mas que foram adicionados mais tarde.

Quanto a proibição dos Sacerdotes se casarem e não terem relações, foi proposto o seguinte:

"Decidiu-se amplamente a seguinte proibição aos Bispos, aos presbíteros e aos diáconos, assim como a todos os clérigos que exercem um ministério: abstenham-se das suas esposas e não gerem filhos; quem o fizer deverá ser afastado do estado clerical"


Agostinho de Hipona 354-430

Santo Agostinho era um defensor do celibato, considerando-o superior ao casamento, especialmente para quem se dedicava à vida religiosa ou à busca da perfeição cristã. Ele acreditava que o celibato permitia uma maior concentração na vida espiritual e no serviço a Deus, livre das distrações e responsabilidades familiares. 


Papa Bento VIII 1012-1024

Foi outro defensor do celibato clerical. 

Durante o seu papado, Bento VIII emitiu várias diretrizes e leis que reforçavam a importância do celibato para os sacerdotes. Ele acreditava que o celibato era necessário para que os sacerdotes pudessem se dedicar plenamente ao serviço de Deus e evitar as distrações da vida familiar.

No entanto, é importante notar que a disciplina do celibato clerical ainda não era universalmente aceita na Igreja Católica durante o papado de Bento VIII. Muitos sacerdotes ainda eram casados e tinham famílias.

A política de Bento VIII em relação ao celibato foi influenciada pela Reforma Cluniacense, um movimento que buscava reformar a Igreja Católica e promover uma vida mais austera e espiritual para os sacerdotes.


Papa Leão IX 1049-1054

Seu pontificado também foi marcado pelo início do Grande Cisma do Oriente, que levou à separação entre a Igreja Católica Romana e a Igreja Ortodoxa Oriental. 

Na questão do Celibato, entre 1049 e 1050 Leão IX favoreceu o celibato para o clero em sua reforma da Igreja Católica. Um de seus primeiros atos públicos foi realizar o conhecido Sínodo da Páscoa de 1049, no qual o celibato do clero (até o posto de subdiácono ) foi novamente exigido.

Leão IX foi um papa reformista que buscou fortalecer a disciplina e a moralidade do clero. Ele acreditava que o celibato era essencial para a pureza e a dedicação dos sacerdotes ao seu ministério.

Durante o seu papado, Leão IX emitiu várias diretrizes e leis que reforçavam a importância do celibato para os sacerdotes. Ele condenou a prática do nicolaísmo, que era o casamento ou a concubinagem de sacerdotes.

Leão IX também convocou sínodos e concílios para discutir a questão do celibato clerical e implementar reformas na Igreja. Ele trabalhou para estabelecer uma disciplina mais rigorosa para o clero e promover uma vida mais austera e espiritual para os sacerdotes.


Papa Gregório VII 1073-1085

Ele acreditava que o celibato era essencial para a pureza e a dedicação dos sacerdotes ao seu ministério e que era necessário para que os sacerdotes pudessem se dedicar plenamente ao serviço de Deus.

Durante o seu papado, Gregório VII emitiu várias diretrizes e leis que reforçavam a importância do celibato para os sacerdotes. Ele argumentou que o casamento e a vida familiar distraíam os sacerdotes de suas obrigações espirituais e que o celibato era necessário para que eles pudessem se dedicar plenamente ao serviço de Deus.

A política de Gregório VII em relação ao celibato foi influenciada pela ideia de que os sacerdotes deveriam ser modelos de pureza e santidade para os fiéis. Ele acreditava que o celibato ajudaria a manter a integridade moral e espiritual do clero.

No entanto, a implementação do celibato clerical não foi fácil e encontrou resistência em muitas partes da Igreja. Muitos sacerdotes já eram casados e não queriam abandonar suas famílias.


Tomás de Aquino 1225-1274

Era outro defensor do celibato sacerdotal, entendendo-o como um meio eficaz para a busca espiritual e a vida dedicada à santidade. Para ele, o celibato permitia uma maior liberdade e foco nas responsabilidades do sacerdócio, como a pregação do Evangelho e a administração dos sacramentos. Ele dizia que o celibato era o caminho menos árduo para a busca espiritual.


Inocêncio II 1130-1143

O Concílio de Latrão, que ocorreu durante o seu papado, reforçou o celibato, estabelecendo que clérigos não poderiam se casar ou manter relações com concubinas. 


Inocêncio III 1198-1216

Presidiu ao Concílio de Latrão IV, onde o celibato foi reafirmado e reforçado. 


João Paulo II 1978-2005

Reforçou a importância do celibato para a vocação sacerdotal, especialmente em sua carta aos sacerdotes da Quarta-feira Santa em 1979. 


Bento XVI 2005-2013

Defendeu o celibato sacerdotal, tal como o seu antecessor João Paulo II. 


Pedofilia

Isso explica o gigantesco e conhecidos abusos que tais sacerdotes comentem contra crianças.


Homossexualismo

Além dos abusos contra menores, tem ainda a questão de muitos padres serem homossexuais enrustidos, cometendo todo tipo de indecência e torpeza debaixo das batinas e sem cueca.


BBCNewsBrasil: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51554441

Veja: https://veja.abril.com.br/religiao/o-tabu-da-homossexualidade-entre-os-padres

CNNBrasil: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/vaticano-aprova-diretrizes-que-permitem-que-homens-gays-se-tornem-padres/

ElPaís: https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/09/internacional/1504975631_832470.html

OGlobo: https://oglobo.globo.com/brasil/religiao/padres-gays-falam-sobre-homossexualidade-na-igreja-nao-um-armario-mas-uma-prisao-23461905


Conclusão:

Proibir um homem em idade adulta, no auge de sua potência sexual, dá margem para todo tipo de pecado, blasfêmia, transgressão e violação. Pois cria-se um tabu religioso que o condena a todo vitupério, vergonha e condenação interna, afetando seu modo psicológico e comportamental, fazendo deste, uma panela de pressão ambulante, que explode em todo tipo de perversão e lascívia libertina, causando estrago nas crianças que são infelizmente abusadas, no próprio homossexual sacerdote que se condena e condena os outros.

Essa religião não pode ser de DEUS!


quarta-feira, 14 de maio de 2025

BANDEIRANTE DOMINGOS FERNANDES

 


Domingos Fernandes (1577 - 24 de janeiro de 1652) foi um bandeirante paulista. Em 1610, juntamente com seu genro, Cristóvão Diniz, fundou o povoado de Itu, Fernandes ergueu o local para devoção a Nossa Senhora da Candelária, que mais tarde se tornaria Padroeira do município.

Era filho de Manoel Fernandes e Suzana Dias, que fundaram a vila de Parnahyba,  que se tornaria a atual cidade de Santana de Parnaíba. Com seu irmão, André Fernandes, em 1602, participou da bandeira de Nicolau Barreto a Guairá, no atual Paraná em busca de minerais e escravos indígenas. Essas missões mais tarde rastreariam e destruiriam ativamente os missionários jesuítas na região, para onde os nativos guaranis também haviam fugido para evitar a escravidão.

Entre 1610 e 1636, fundou a aldeia de Utuguaçu, atual cidade de Itu, nos campos de Piratininga com índios da região e vindos do sertão (escravos). Ergueu, ali, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora da Candelária de Itu (onde hoje, fica a Igreja do Bom Jesus), elevada a freguesia, em 1653, e que foi a origem da atual cidade de Itu.

Ele ergueu uma capela na aldeia, invocando Nossa Senhora da Candelária de Itu (onde hoje se encontra a Igreja do Bom Jesus). A aldeia foi elevada à categoria de freguesia e posteriormente tornou-se a cidade de Itu. Tendo retornado a Parnahyba em 1628, foi avaliador da cidade.

Com seu genro, o sertanista Cristóvão Diniz foi chefe de uma bandeira ao Guairá em 1631.


BANDEIRANTE MANOEL PRETO

 


Manuel Preto foi um bandeirante paulista, nascido na segunda metade do século XVI e falecido em São Paulo em 1630. Era filho de António Preto, que veio na armada de Diogo Flores de Valdés em 1582, e irmão de Sebastião Preto, tendo casado com Águeda Rodrigues, filha do português Gonçalo Madeira e de Clara Parente. Herdou dos pais uma gleba de terras a noroeste do centro da vila, que daria origem ao atual bairro da Freguesia do Ó.

Dos maiores sertanistas de São Paulo no século XVII, desde 1602 (quando, adolescente, fez parte da bandeira de Nicolau Barreto) caçava índios para escravizar. Diz a «Genealogia Paulistana» que foi «destemido explorador, que penetrou o sertão do Rio Grande (rio Paraná nos mapas castelhanos), os do rio Paraguai e a sua província, chegando até o rio Uruguai em conquista de índios bravios, e chegou a prender tantos que em sua fazenda de cultura fundada em 1580 na capela de Nossa Senhora da Expectação do Ó contava com 999 índios de arco e flechas. Foi ele o fundador dessa capela, entre 1610 e 1615 (hoje freguesia do Ó).

Levando 155 índios escravizados, saiu pelo rio Tamanduateí, entrando pelo rio Tietê, até o começo de suas terras. Em 1606 percorreu o Guairá e ao regressar de Vila Real do Espírito Santo, arrebanhou índios Temiminós pacíficos, que trouxe para São Paulo. Nos anos seguintes continuou nas mesmas paragens.

Em 1610 requereu à autoridade religiosa da colônia a autorização para erguer uma capela em louvor de Nossa Senhora do Ó.

Em 1619 a bandeira da qual era mestre de campo assaltou as reduções jesuíticas de Jesus Maria, Santo Inácio e Loreto. Em 1623, com seu irmão Sebastião Preto, o mestre de campo Manuel Preto conduziria uma bandeira ao chamado Guairá, «sertão dos abueus», participando dela o já velho bandeirante Francisco de Alvarenga (ver 1602) e Pedro Vaz de Barros. Destruiram reduções jesuíticas e trouxeram numerosa escravaria indigena. Já mestre de campo, Manuel Preto em 1626 foi processado como cabeça de entradas ao sertão e violências no mister, impedido de exercer o cargo de vereador para o qual fora eleito.

No segundo semestre de 1628 saiu de São Paulo em sua maior bandeira, como mestre de campo e capitão-mor, com Antônio Raposo Tavares como seu imediato. Aniquilaram as 13 reduções reduções jesuíticas do Guayrá. Historiadores estimam que até 100 mil índios tenham sido capturados na região.(ver: Missões jesuíticas no oeste do Paraná). Segundo o historiador Afonso E. Taunay, e algumas dos campos do Iguaçu, «recolhendo-se com avultado comboio» avaliado pelos autores jesuíticos em muitos milhares de cativos, o que nos parece inaceitável; seria um milheiro, no máximo dois mil estes prisioneiros. Foi depois de inutilmente tentarem os jesuítas providências da Bahia que «resolveram operar a transmigração do que restava de suas grandes reduções guairenhas para muito ao Sul, na mesopotâmia parano-uruguaia. O donatário da capitania, D. Alvaro Pires de Castro e Souza, Conde de Monsanto, considerou tão valiosos seus serviços que lhe deu patente de governador das ilhas de Santana e Santa Catarina.

Os moradores de São Paulo de Piratininga haviam concordado em invadir o Guairá (com o argumento de que a região pertencia a Portugal e o gentio ali existente não podia ser monopolizado pelos espanhóis). A grande expedição da qual o chefe nominal foi Manuel Preto viajou dividida em quatro companhias, das quais foram capitães:

Antônio Raposo Tavares (cuja companhia tinha por alferes Bernardo Sanches de Souza e como sargento Manuel Morato Coelho),

Pedro Vaz de Barros (sempre louvado pela audácia e infatigabilidade);

Brás Leme

e André Fernandes, de Santana de Parnaiba.

Em maio de 1629 o mestre de campo Manuel Preto embarcou por mar para Santa Catarina e ali tomou posse das terras e fundou arraial. Retornou ao mesmo tempo a povoado a bandeira que acabava de arrasar as reduções no Guairá e logo foram organizadas outras expedições, que retornaram à região no mesmo ano e nos seguintes, invadindo o territorio ao Sul do rio Paranapanema e arrasando as demais reduções do Guairá, tendo mesmo que ser evacuadas pelos moradores as vilas espanholas de Vila Rica e de Ciudad Real. Mas Manuel Preto, tranquilamente em Santa Catarina, em 15 de julho de 1629 nomeava Manuel Homem da Costa sargento-mor das ilhas.

A morte de Preto no sertão foi noticiada em São Paulo em 22 de julho de 1630, vítima de uma flecha em uma emboscada. Tinha-se internado nas brenhas no início do ano.

Preto era tido como um homem de ação «nimiamente violenta contra os índios e seus superiores, desconsiderando principalmente os jesuítas Simão Masseta, José Cataldino e Antonio Ruiz de Montoya. Destruiu ainda as reduções no Ivaí, no Tibagi e no Uruguai.



BANDEIRANTE DOMINGOS JORGE VELHO

 


Domingos Jorge Velho (1641-1705) foi um bandeirante brasileiro. Chefiou a tropa que destruiu o Quilombo dos Palmares. Fez parte do grupo de bandeirantes que atendiam às solicitações dos governos das capitanias que se sentiam ameaçadas por índios ou negros. Recebeu a patente de Mestre de Campo.

Domingos Jorge Velho nasceu na Vila de Parnaíba, Capitania de São Paulo, por volta de 1641. Era filho de Francisco Jorge Velho e de Francisca Gonçalves de Camargo.

Foi um dos bandeirantes mais ativos do período de caça ao índio, foi o primeiro desbravador do Piauí, onde chegou através da Bahia, procedente de Taubaté e do Rio das Velhas.

Em 1670, Palmares, o grande reduto dos escravos fugitivos, formado por várias aldeias, chegou ao apogeu, com aproximadamente 50 mil habitantes.

Em 1686, o governador de Pernambuco, João da Cunha Souto Maior, preocupado com a ineficiência dos governos anteriores e com a reduzida força que dispunha, para destruir o reduto dos escravos solicitou ajuda ao bandeirante Domingos Jorge Velho.

O quilombo já se espalhava por uma área de mais de 27.000 km, no território da Capitania de Pernambuco, estendendo-se das proximidades do litoral até a área da atual região agreste, desde o rio Serinhaém ao norte, até o rio São Francisco ao Sul.

Com o objetivo de destruir o quilombo localizado na serra da Barriga, onde hoje está a cidade de União dos Palmares em Alagoas, o bandeirante reuniu seus companheiros, entre eles vários índios, e marchou em direção ao litoral.

Por ordem do governador geral do Brasil, Antônio Luís Gonçalves da Câmara Coutinho, Jorge Velho desviou sua rota, para combater os índios janduís, no vale do Apodi, no Rio Grande do Norte.

A luta foi travada, os índios atacados em vários pontos da região, sendo derrotados definitivamente próximo a Lagoa do Apodi.

Domingos Jorge Velho, continuando sua marcha, chegou em Porto Calvo, Alagoas, em 1692, onde se estabeleceu. Com seus modos truculentos, desagradou a população da região.

Demorou algum tempo para atacar o quilombo. Em 1694, com o apoio da tropa pernambucana de Bernardo Vieira de Melo, após 22 dias de cerco, atacou o quilombo. No dia 7 de fevereiro, destruiu o Mocambo do Macaco, a aldeia principal do quilombo.

Zumbi do Palmares, que resolveu abandonar sua aldeia, foi perseguido e no dia 22 de novembro foi derrotado e morto pelo capitão André Mendonça de Furtado.

Vitorioso, Jorge Velho recebeu grande quantidade de terras. Seus auxiliares foram alojados e foi intensificando o povoamento da região. Pelos serviços prestados, o bandeirante recebeu a patente de "Mestre de Campo".

Domingos Jorge Velho faleceu em Piancó, alto sertão da Capitania da Paraíba, no ano de 1705.



BANDEIRANTE MANORL BORBA GATO

 


Borba Gato (1628-1718) foi um dos mais célebres bandeirantes, participou da importante expedição chefiada por Fernão Dias, em busca das sonhadas esmeraldas. Descobriu o filão de ouro das minas de Sabará.

Manuel Borba Gato nasceu em São Paulo, por volta de 1628. Era filho de João de Borba Gato e Sebastiana Rodrigues. Foi casado com Maria Leite, filha do bandeirante Fernão Dias.

Borba Gato acompanhou a caravana formada por seu sogro, o “Caçador de Esmeraldas” que partiu para o interior do Brasil em 1674, em busca das esmeraldas de Sabarabuçu.

Terminada a expedição, em 1681, que havia descoberto as pedras verdes, a caravana voltava para a vila quando Fernão Dias morreu nas proximidades do rio das Velhas.

Com a morte de Fernão Dias, o comando da bandeira passou para Garcia Rodrigues Pais, filho mais velho do bandeirante, que prosseguiu o caminho de volta à vila de São Vicente.

Antes de chegarem ao destino, encontraram Rodrigo de Castelo Branco, castelhano a serviço de Portugal no Brasil desde 1674.

Conforme lhe pedira seu pai, Garcia entrega as pedras a Castelo Branco, que toma posse da jazida. A medida provocou protestos de Borba Gato.

Em 1682, Castelo Branco foi encontrado morto no fundo de um despenhadeiro. Borba Gato foi acusado pela morte do ourives real

Temendo ser preso, Borga Gato foi obrigado a se refugiar no sertão, onde passou dezessete anos.

Durante o período em que estava escondido, Borba Gato vasculhou a região das atuais cidades de Sabará e Caeté, nas proximidades do rio das Velhas em Minas Gerais, onde acabou encontrando um filão de ouro nas minas de Sabará.

Encontrado por Garcia Pais e João Leite, Borba Gato foi informado sobre o baixo valor das esmeraldas encontradas na expedição de Fernão Dias, que na verdade eram turmalinas.

O Governador do Rio de Janeiro, Artur de Sá, quando soube da descoberta do ouro de Sabará, negociou com Borba Gato sua liberdade em troca da informação onde estavam as grandes pepitas.

Novas descobertas foram surgindo e a região viveu o apogeu do ciclo do ouro. À medida que aumentava a remessa de ouro para a metrópole, crescia também o número de forasteiros.

Sentindo-se ameaçados, os paulistas procuraram garantir para si a posse das minas, descontando o quinto (20%) reservado para a coroa. Como Portugal dependia deles, aceitou suas reivindicações.

Essa política separou os mineradores em dois grupos: de um lado os paulistas, chefiados por Borba Gato, de outro, os emboabas, articulados em torno do português Manuel Nunes Viana.

Vários incidentes vieram acirrar a concorrência entre os grupos, entre eles duas mortes. Borba Gato resolve abandonar seu posto e retira-se para sua fazenda em Paraopeba.

Após uma série de conflitos e mortes, os chefes emboabas foram intimados a retirar-se, ordem que tiveram que cumprir, pois os comandados lhes retiraram o apoio.

Só então, Borba Gato retornou a seu posto de superintendente das minas do distrito do rio das Velhas, até que em 1710 foi criada as capitanias de São Paulo e a de Minas de Ouro.

As duas regiões estava em igualdade de condições, sob o controle direto da coroa.

Manuel Borba Gato faleceu em Sabará, Minas Gerais, no ano de 1718.