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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

NEFILINS DILÚVIO E JONAS MITOLOGIAS UM MUNDO DE FANTASIAS



Os Judeus copiaram muitos povos, tradições e crenças de povos mais antigos. Épocas em que judeus nem existiam, não existia judaísmo e nem a bíblia era escrita.

Os nefilins (hebraico: nephilim, נפילים), mencionados em Gênesis 6:1–4, não surgem do nada na tradição israelita. Segundo a maior parte dos historiadores, assiriólogos e especialistas em Bíblia Hebraica, essa passagem preserva um motivo mitológico muito mais antigo do antigo Oriente Próximo. Os Nefilins são estudados como uma tradição literária e mitológica.


Povos e tradições mais antigas associadas aos nefilins

·Mesopotâmicos (sumérios, acádios e babilônios).

·A maioria dos especialistas considera que o pano de fundo de Gênesis 6 está relacionado às tradições da Mesopotâmia.


Essas tradições incluem:

·Os Apkallu, sete sábios antediluvianos enviados pelos deuses para ensinar a humanidade.

·Heróis de origem parcialmente divina.

·O dilúvio narrado na Epopeia de Gilgámesh e no Atrahasis. 


·Embora os Apkallu não sejam gigantes, a ideia de seres semidivinos vivendo antes do dilúvio apresenta paralelos importantes.

.Cananeus e ugaríticos 

·Nos textos encontrados em Ugarit (séculos XIV–XIII a.C.), aparecem:

·O conselho dos deuses;

·Os “filhos de El” (bn il);

·Heróis e guerreiros associados ao mundo divino. 


·Muitos biblistas entendem que a expressão bíblica “filhos de Deus” (bene ha’elohim) em Gênesis 6 preserva uma tradição semelhante.

Tradições hurritas e hititas 

Diversos mitos dessas culturas descrevem:

·Casamentos entre deuses e humanos

·Descendentes extraordinários

·Conflitos entre gerações divinas

·Esses temas eram comuns em todo o Crescente Fértil


O que diz a arqueologia? 

A arqueologia encontrou:

·Milhares de tabuletas cuneiformes

·Mitos do dilúvio anteriores à Bíblia

·Textos sobre seres semidivinos


·Listas de reis antediluvianos

Podemos ver tbm que judeus copiaram narrarivas de Jonas, dilúvio e várias outras narrarivas

Judeus sofreram vários domínios e se tornaram através de grupos e povos viajantes que acreditam em várias divindades e narrativas que foram sendo absorvidas e copiaram.


 NÃO TEM NADA A VER COM HEBREUS

a bíblia está errado e retirada. 

O que diz a crítica histórica?

O consenso acadêmico é que Gênesis 6:1–4 reutiliza temas mitológicos muito antigos do Oriente Próximo.


Entre as interpretações mais comuns:

·Os “filhos de Deus” representam seres divinos que se unem a mulheres humanas.

·Os nefilins são os descendentes ou os heróis dessa união, dependendo da leitura do texto hebraico.

·O autor bíblico adapta tradições conhecidas para introduzir a narrativa do dilúvio.


Principais especialistas

Vários estudiosos defendem essa relação entre Gênesis 6 e as tradições do antigo Oriente Próximo:

John H. Walton

Michael S. Heiser

Mark S. Smith

Ronald S. Hendel

Karel van der Toorn


JONAS ENGOLIDO POR UM PEIXE OU BALEIA

O que precisamos entender é que judeus copiaram várias narrarivas e adaptaram em seus livros . 

Como foi com o dilúvio que copiaram da narrativa do dilúvio da Epooeia de Gilgamesh e trocaram os personagens para Noé.

O livro de Jonas faz parte de um ambiente literário do Antigo Oriente Próximo e do Mediterrâneo em que já existiam histórias de pessoas engolidas por monstros marinhos, peixes gigantes ou criaturas do caos.


1. O Herói e o Monstro Marinho (mitologia mesopotâmica e cananeia)

Muito antes do livro de Jonas (geralmente datado entre os séculos V e IV a.C.), existiam mitos em que o mar e monstros marinhos simbolizavam o caos.

Exemplos:

·O épico babilônico Enuma Elish, com a deusa Tiamat.

·Os textos de Ugarit, onde Baal enfrenta Lotan (Leviatã).

·Diversos textos egípcios envolvendo serpentes e monstros aquáticos.


2. A história grega de Arion (século VII–VI a.C.)

Um dos paralelos mais citados.

Arion era um poeta lançado ao mar por marinheiros. Segundo a tradição preservada por Heródoto, um golfinho o salva e o leva vivo até a costa.


Semelhanças:

·viagem marítima;

·marinheiros;

·lançamento ao mar;

·salvação milagrosa.


Diferença:

·Arion não é engolido.


3. Héracles e o monstro marinho

Em algumas versões antigas do mito, Héracles entra no ventre de um monstro marinho para salvar Hesíone e depois sai vivo.

Essa tradição já circulava antes da redação final de Jonas.


Semelhanças:

·criatura marinha;

·sobrevivência dentro do monstro;

·retorno à vida.


 EPOPÉIA DE GILGAMESH X GÊNESIS BÍBLIA A CÓPIA

Epopeia de Gilgamesh 

·Os deuses decidem destruir a humanidade com um dilúvio. Deuses pq nessa época em que não existiam judeus e nem a bíblia era escrita, não existia monoteísmo adoração há um único deus. O monoteísmo só surgiu no terceiro século antes da era comum qdo judeus sofreram domínios persa. Qdo aconteceu o sincretismo dos dois povos e judeus passaram a copiar muita coisa dos persas. Entre eles o dualismo do nem e do mal, julgamentos e monoteísmo. 

·Genesis 

Deus decide destruir a humanidade com um dilúvio. Qdo já era monoteísmo. Apenas adaptação do politeísmo ao monoteísmo.


·Epopeia de Gilgamesh 

Um homem justo, Utnapishtim, é escolhido para sobreviver. 

·Genesis 

Noé é escolhido para sobreviver.


·Epopeia de Gilgamesh 

O herói recebe aviso antecipado da divindade. 

·Genesis 

Noé recebe aviso de Deus.


·Epooeia de Gilgamesh 

É ordenada a construção de uma grande embarcação. 

·Genesis 

Deus ordena a construção da arca.


·Epopeia de Gilgamesh 

São dadas instruções detalhadas para a embarcação. 

·Genesis 

Também é dada instruções detalhadas para a arca


·Epopeia de Gilgamesh 

A família do herói entra na embarcação. 

·Genesis 

Noé e sua família também entra na arca


·Epopeia de Gilgamesh 

Animais são levados para preservação. 

·Genesis 

Animais também são levados 

·Epopeia de Gilgamesh 

O dilúvio cobre toda a terra. 

·Genesis 

O dilúvio cobre toda a terra.


·Epopeia de Gilgamesh 

A embarcação repousa sobre uma montanha. 

·Genesis 

A arca repousa nos montes de Ararate.


·Epopeia de Gilgamesh 

São soltas aves para verificar se as águas baixaram. 

·Genesis 

Noé solta um corvo e depois pombas.


·Epopeia de Gilgamesh 

O herói oferece um sacrifício após sair da embarcação. 

·Gemesis 

Noé oferece um sacrifício após sair da arca.


·Epopeia de Gilgamesh 

A divindade aceita o sacrifício. 

·Genesis 

Deus aceita o sacrifício.


·Epopeia de Gilgamesh 

O sobrevivente recebe uma bênção especial. 

·Genesis 

Deus faz uma aliança com Noé.


As diferenças culturais locais conforme a sua época. 

Epopeia de Gilgamesh é 2300 anos antes da bíblia

·Em Gilgamesh, existem vários deuses com opiniões diferentes, em Gênesis há apenas um Deus. 2300 anos antes não existiam religiões monoteístas.

·Em Gilgamesh, o motivo do dilúvio varia entre excesso de barulho da humanidade e decisões do conselho divino, em Gênesis, o motivo principal é a corrupção moral e a violência humanas. 

·Utnapishtim recebe a imortalidade, Noé não. 

·São adaptações de narrativas como acontece em várias narrativas copiadas na bíblia. Para encaixar a época, a cultura, a crença local.


Os autores bíblicos conheciam tradições do Antigo Oriente Próximo. Isso era normal entre os povos da região.

Gênesis reformula essas tradições dentro de uma teologia monoteísta, em vez de simplesmente copiá-las palavra por palavra.


As três narrativas  

Repare que a de Gênesis é a mais recente, interessante


Tradições sumérias sobre um grande dilúvio.

1. Epopeia de Atrahasis (c. século XVIII–XVII a.C.).

2. Epopeia de Gilgamesh (versão padrão c. século XII–XI a.C., incorporando o relato de Atrahasis).

3. Gênesis 6–9 (redação final geralmente situada entre os séculos IV e III a.C.)


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