Infelizmente, tudo no Brasil é uma farsa e o feriado do Dia de Tiradentes também é uma farsa. Para começo de conversa, ele nem morreu enforcado como se ensinam nas escolas, faculdades, nos documentários, nos livros de história, na internet e etc. Os militares, quando derrubaram a monarquia, não implantaram a república, pois o Brasil se viu em uma ditadura militar e essa ditadura foi, obviamente, arbitrária e tirânica e para conter os ânimos da oposição, eles tiveram que inventar alguma coisa para justificar o golpe de estado que eles deram na monarquia, porque os militares mentiram para a população, dizendo que queriam implantar a república no Brasil, quando, na verdade, o que foi implantado foi uma ditadura militar.
Isso, claro, através de um golpe de estado e para conter o real fato por trás deste golpe de estado, que foi orquestrado pelos militares Campos Salles e Companhia Limitada, forjaram um herói para barrar os protestos dos opositores, que eram contra este golpe de estado militar, porque os golpistas prometeram derrubar a monarquia para implantar a república, quando, na verdade, eles implantaram a ditadura militar. E estes golpistas também tinham a missão de apagar a forte imagem de Dom Pedro II, que ainda pairava no ar. E não foi fácil escolher alguém para se transformar em um herói nacional, porque o Brasil realmente não tem, em sua história, um movimento que realmente fizesse frente para substituir a imagem de Dom Pedro II, que era tida pela população.
E para dificultar ainda mais a missão da figura mítica deste candidato a herói, o Brasil não teve em sua história guerras sangrentas, tal qual se conhece na história. E também não teve, em sua independência, nenhum evento sanguinário que justificasse alguma figura de algum herói. Em proporções históricas, o Brasil não tem, em sua história, guerras encarniçadas e sanguinolentas que justificassem a figura de um herói.
E isso também não aconteceu na independência, pois a independência do Brasil, nós sabemos, foi feita por meio de tratados e contratos comerciais, onde o Brasil pagou 2 milhões de libras esterlinas para que Portugal aceitasse a independência do Brasil. E este acordo foi feito através do Tratado de Paz e Aliança. E na tal república que eles chamavam de revolução, que na verdade não foi uma revolução e nem uma república, não existe nenhum herói que pudesse ser idolatrado pela massa.
Isto porque a oposição era grande contra este golpe militar. Como o Brasil é um país de fazer uma guerra sem lutas, eles tinham que fabricar um herói com urgência para legitimar e justificar o golpe e a ditadura. E pesquisando o que se deveria fazer, encontraram na figura de Joaquim José da Silva Xavier, o personagem perfeito para a invenção deste herói mítico que eles tanto precisavam.
E com isso, no ano de 1890, Campos Salles e outros mentirosos, junto com ele, inventaram o herói de que eles tanto necessitavam, que é esta facciosa, fantasiosa e mentirosa imagem do Tiradentes, que é tido hoje como o herói da Inconfidência Mineira. E como todo herói, Tiradentes precisava de um rosto. Como não se sabe como era o verdadeiro rosto de Tiradentes, eles logo apelaram para a religião, é claro, porque atrelar o rosto de Tiradentes ao rosto de Jesus, como eles fizeram, foi uma jogada de mestre.
Porque um herói que morresse no Brasil, sacrificado por uma grande causa, seria o álibi perfeito para esconder o golpe militar e a implantação da ditadura militar republicana. E foi justamente isto que ocorreu. Tiradentes agora aparece como um patriota justo, grandioso e imponente, cuja imagem é parecida com a imagem de Jesus Cristo, que foi sacrificado por uma causa nobre, igualmente como fora Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
E a propaganda imponente, magnânima, grandiosa, majestosa e épica, fez o efeito esperado. Nós nunca devemos esquecer que estamos no Brasil, e aqui o que é errado sempre prospera. O que é preciso saber, e nunca esquecer, é que Tiradentes não morreu enforcado cabeludo.
Bom, na verdade Tiradentes nem morreu enforcado, ele nem enforcado foi. A tal pessoa que morreu no lugar de Tiradentes, não morreu com barba e cabelo comprido. Isto porque todo preso na época, tinha seus cabelos e barbas cortados por causa da infestação de piolhos, e o erro já começa por aí.
E mesmo que Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, estivesse vivo, ele não tinha cabelos e barbas compridos, uma vez que ele era militar. E sabemos que todo militar que se preze, não vai ter barba ou cabelo comprido, no máximo um bigode bem feito por sinal. Sem contar que, sendo Tiradentes militar, ele teria que morrer fuzilado, e não morrer enforcado.
Isso dado as leis da época. Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, realmente foi preso, e isso é verdade. Não só ele foi preso, como também seus correligionários, e essa prisão se deu no ano de 1789.
Isso aconteceu porque Joaquim Silveiro dos Reis, o integrante do movimento da Inconfidência, traiu o movimento. Em uma delação premiada, Joaquim Silveiro dos Reis, caguetou seus compatriotas. Como ele tinha dívidas, ele fez um acordo, onde suas dívidas seriam perdoadas, em troca dele entregar todos os envolvidos no movimento.
Seria complicado executar os tais envolvidos, pois eles pertenciam à maçonaria, e executar membros da maçonaria estava totalmente fora de questão. E Tiradentes e seus companheiros eram todos maçons. Esses que estavam presos com Tiradentes, muitos deles eram membros importantes da maçonaria mineira, e nunca estes seriam executados.
Sem contar que, segundo as leis da época, se um deles fosse executado, todos teriam que ser executados. Segundo acordos e conversas palacianas, os que estavam presos com Tiradentes foram soltos, pois muitos deles, além de serem membros importantes da maçonaria, eram todos pessoas importantes na sociedade. E com isso fica somente Tiradentes na prisão, por ser o mais pobre da turma, e não ter um cargo tão importante assim na maçonaria.
E também, a Rainha de Portugal, Dona Maria I, não gostava de execuções, e não queria este cenário no seu reinado. Mas é certo que alguma coisa teria que ser feita, pois era indesculpável que tais presos saíssem ilesos destas acusações. E alguém, é claro, teria que servir como exemplo para que esta atitude não acontecesse novamente.
E é aí que entra justamente um personagem desconhecido do grande público. Este personagem se chama Isidro Gouveia. Isidro Gouveia era um carpinteiro, mas ele foi preso por roubo.
E segundo consta os registros históricos, Isidro Gouveia já estava condenado à morte. E esta condenação era a execução por enforcamento. E foi justamente Isidro Gouveia que foi enforcado no lugar de Tiradentes.
Fizeram um acordo com Isidro Gouveia, onde ele topou morrer no lugar de Tiradentes. E no acordo, a maçonaria daria uma quantia de dinheiro significativa para sua família, em troca de sua morte. E também no acordo, sua família sairia do Brasil para morar em Portugal.
Tudo isso foi feito para proteger sua família. Isidro Gouveia concorda com este acordo e morre no lugar de Tiradentes. A maçonaria liberta Tiradentes no mês de agosto de 1792.
E o leva para Lisboa com sua namorada chamada Perpétua Mineira. Isto, claro, junto com a viúva e os filhos de Isidro Gouveia, que morreu no lugar de Tiradentes. Todos eles foram para Portugal no navio chamado Golfine.
Quais são as provas de que Tiradentes não morreu enforcado? As provas que nós temos para comprovar que Tiradentes não morreu enforcado, começa no ano de 1811, onde Hipólito José da Costa publica um livro intitulado Narrativa da Perseguição. Neste livro, ele prova que outra pessoa morreu no lugar de Tiradentes. Outra prova disso está com o historiador e grafologista Marcos Correia.
No ano de 1969, Marcos Correia está em Portugal, estudando a assinatura de uma lista de presença de uma Assembleia Revolucionária. No caso, é a lista da presença da Assembleia da Revolução Francesa. O historiador e grafologista Marcos Correia estava estudando a vida de José Bonifácio de Andrade Silva, o Patriarca da Independência.
E estudando sua assinatura, como ele era um grafologista, ele descobre a assinatura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. E foi encontrado também em Portugal, na cidade de Lisboa, na Torre do Tombo, uma carta do desembargador Simão Sardinha, que conta que teria visto uma pessoa igual a Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. E segundo os registros, Tiradentes, anos mais tarde, quando a poeira baixa, volta a morar no Rio de Janeiro, onde morre de causas naturais no ano de 1818.
Tudo que te ensinaram na escola, faculdade, documentários, livros, revistas, sites e etc, é mentira. A história do Brasil, assim como este país, é uma fraude, é uma farsa. Não esqueça de se inscrever no canal.
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