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segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

REINO DOS MEDOS - CIRO O GRANDE

 



Seu nome original de Ciro é Kūrušh

O império Caldeu está no auge, seu último rei é Belsazar que gosta muito de festas e de curtir a vida. Em uma noite de  5 ou 6 de Outubro do ano 539 a.C. quando o rei Belsazar neto de Nabucodonosor, dá uma de suas inúmeras festas para os seus mais de mil convidados da alta nobreza, regalada a muito vinho, música, sexo e risadas, acontece o evento da escrita na parede Daniel (5:1-31 ver Daniel 5). Nessa mesma noite, aos 62 anos, morre o velho rei Belsazar indolente e néscio. Ciro o Medo começa a reinar em seu lugar, dando fim ao Império Caldeu e começando a era do Império Medo Persa.

São vários povos que habitavam o planalto do Irã, alguns deles são; os iranianos, persas, Medos, Partas, Aquemênidas, Masságetas, Arsácidas, Sassânidas, Cimérios, Citas, Sacas, etc. Ciro o Grande é quem dá início do Poderoso Império dos Medos no ano 539 a.C. quando derrota Belsazar o último Rei Caldeu, o Profeta Isaías tinha profetizado a respeito dele, dizendo com riquezas detalhes seu nome e de como ele venceria os Caldeus - Isaías 44:24, 27, 28 - Isaías 45:1 com mais de 150 ou  200 anos de antecedência, muito tempo antes de o rei Ciro o Grande ter nascido, o profeta hebreu Isaías explicou como esse rei conquistaria a poderosa cidade de Babel.

Os filósofos e historiadores Heródoto e Xenofonte fornecem ambos o mesmo relato básico. Ciro, o Grande desviou o rio Eufrates, que atravessava a Suméria e servia como parte de seu sistema de defesa. Os exércitos conquistadores marcharam então pelo leito do rio, obtendo acesso à cidade através dos portões ao longo do cais. Os Caldeus, entregues a banquetes e festanças, foram apanhados totalmente de surpresa, e a cidade caiu naquela mesma noite. Isaías foi profeta em Jerusalém por cerca de 40 anos de 740 a 701 a.C. ele foi profeta nos reinados dos reis Uzias, Jotão, Acaz, e Ezequias, reis de Judá, Isaías 1:1.

Os persas se estenderam por um largo território. Dentre as suas conquistas destacamos: o Reino Caldeu, o Egito, os Reinos da Lídia, Fenícia, Síria, Palestina e as regiões gregas da Ásia Menor, etc.

Mas foram as suas ações posteriores que marcaram um avanço muito importante para o Homem. Ele libertou os escravos, declarou que todas as pessoas tinham o direito de escolher a sua própria religião, e estabeleceu a igualdade racial. Estes e outros decretos foram registados em acádico num cilindro de argila cozida (em escrita cuneiforme).

Conhecido hoje como o Cilindro de Ciro o Grande, este registo antigo foi agora reconhecido como a primeira carta mundial dos direitos humanos. Está traduzido nas seis línguas oficiais das Nações Unidas e as suas estipulações são análogas aos quatro primeiros artigos da Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Com início na cidade Sumeriana de Babel, a ideia de direitos humanos espalhou-se rapidamente para a Índia, Grécia e por fim chegou a Roma. Ali o conceito de “lei natural” apareceu, na observação do facto de que as pessoas tendiam a seguir certas leis não escritas, no decurso das suas vidas, e a lei Romana era baseada em ideias racionais derivadas da natureza das coisas.

Documentos afirmando os direitos individuais, tais como a Magna Carta (1215), a Petição de Direito (1628), a Constituição dos EUA (1787), a Declaração Francesa de Direitos do Homem e do Cidadão (1789), e a Declaração de Direitos dos EUA (1791) são os precursores escritos de muitos dos documentos de direitos humanos de hoje.

O Rei Ciro da Média, deixou que as nações que estavam sob seu poder voltassem aos seus locais de origem, desde que continuassem pagando os tributos, foi a partir do ano 538 a.C. que Ciro escreve um decreto, deixando os povos exilados voltarem para seus países de origem Esdras 1:1 a 11, esta é mais uma profecia cumprida na bíblia, que foi proclamada pelo profeta de Deus Jeremias, Jeremias 25:1 a 38.

O Rei Ciro o Grande é o único ser humano não Hebreu chamado de Ungido na Bíblia, seu reinado durou de 559–530 a.C. totalizando 29 anos de reinado. Ele foi um dos maiores Reis de toda história, político extremamente habilidoso, bom gestor e um inteligentíssimo líder militar, ele expandiu o império dos medos ao máximo.

Ele era da Tribo dos Aquemênida e colocou os reino dos Medos em destaque no mundo, Ciro morreu em batalha quando lutava contra os Masságetas, ele foi ferido em batalha e não conseguiu se recuperar dos ferimentos. Ciro o Grande foi sucedido por seu filho Cambises II em 530 a.C., ao que parece, Cambises já governava o império Medo com seu Pai, sendo seu co-regente.


O Rei Ciro mencionado na Bíblia;

Isaías 44:26 a 28; - 45:1,2

Esdras 1: 1 a 4 - 4:3 a 7 - 5:13,14 - 6:14

2Cronicas 36: 22-23

O livro de Daniel possui várias referências a Ciro

Daniel 1:21 - 10:1 - 6:28

domingo, 17 de dezembro de 2023

NUNCA EXISTIU IMPÉRIO BABILÔNICO




O Império Babilônico nunca existiu, o que existiu foram povos que dominaram a região da Suméria que se identificavam com o nome de suas respectivas tribos.

Muitos povos dominaram a região da Suméria, tais como: Acádios, Gutios, Hititas, Elamitas e Assírios, e nenhum destes povos, chamou a região de Reino Babilônico, Reino da Babilônia ou Império Babilônico.

Acontece que a cidade Sumeriana de Babel foi sede governamental destas famílias poderosas que montaram reinos potentes e importantes.

Por hora, o que se sabe, segundo a arqueologia, é que foram três tribos poderosíssimas que fizeram da cidade Sumeriana de Babel, a sede de seus fortíssimos reinos. E foram os clãs ou tribos do Amoritas, Cassitias e dos Caldeus que fizeram da cidade de Babel, a sede de seus poderosos reinados.

 

Amoritas

O primeiro clã a fazer da cidade de Babel a sede de seu reinado foi o clã dos Amoritas, começando com o Rei Sumu Abum, fundador do Império Amorita, que reinou por 13 anos.

O Reino Amorita durou 300 anos, de 1895-1595.

Foram no total onze reis Amoritas que governaram seu império e estes chamavam seu império de Reino Amorita e não Reino Babilônico, o famoso Rei Hamurábi que reinou por 42 anos.

O último rei Amorita é o rei Samsu Ditana, que perde seu reinado para a tribo dos Hititas da Turquia, no caso, o Rei Hitita Mursil é quem derrota o Rei Samsu Ditana.  Com a queda do clã dos Amoritas, os Cassitas tomam o lugar que um dia foi da tribo Amorita.

 

Cassitas

Os Cassitas foram a segunda tribo a mandar na região da Suméria, seu reino ficou conhecido como Reino Cassita, outra vez, não vemos esta tribo chamar seu reinado de Império Babilônico. Eles chamavam seu vasto e poderoso reinado de Reino Cassita.

Eles também fizeram da cidade Sumeriana de Babel a sede governamental de seu império.

O Reino Cassita durou 440 anos, de 1595-1155 a.C.

O primeiro rei Cassita foi o Rei Gandas que reinou por 26 anos, foram mais de 18 reis Cassitas que governaram a Suméria tendo a cidade de Babel como Capital.

O último rei Cassita foi o Rei Enlil Nadin Ahhe que reinou 2 anos.

Que perde seu reinado para o Rei Sutruque-Nacunte Rei de Elam, a coroa do país foi dada a seu filho Cutir-Nacunte III. O Rei Cassita Enlil Nadin Ahhe tentou lutar contra o domínio dos Elamitas, mas não teve jeito. Os elamitas, sob o comando de Cutir-Nacunte, agiram com força contra os rebeldes, e após dois anos foram completamente derrotados e o Rei Enlil Nadin Ahhe foi capturado.

 

Caldeus

Os Caldeus foram os últimos a ter a cidade de Babel como capital de seu reinado.

O Reino Caldeu durou somente 87 anos, de 626-539 a.C.

A família dos Caldeus não são originários da cidade de Babel, eles são originários da cidade de Uruk, Nabonassar é o patriarca da família dos Caldeus, ele é pai de Nabucodonosor I que por sua vez é pai de Nabopolassar que derrota o último rei assírio Assur Ubalite II. Nabopolassar é pai de Nabucodonosor II.

Os Caldeus não chamavam seu reinado de Reinado Babilônico ou Império Babilônico, e sim de Reinado Caldeu.

 

A cidade de Babel foi sempre conhecida como Cidade de Babel, nunca foi mencionado o termo Babilônia pelos moradores da região ou pelas tribos que governaram a cidade ou a região da Suméria.

Quanto a Torre de Babel, nem se quer se soube desse nome na época pelas pessoas que moravam lá na época. Acontece que todos os lugares tem os famosos templos religiosos como se tem ainda atualmente, e na época não seria diferente, o que se chama erroneamente de Torre de Babel, na verdade, era simplesmente um templo religioso, que eles chamavam de Zigurati ou Etemenanki.

E estes templos religiosos no futuro, irá inspirar os egípcios a construírem suas famosas pirâmides.

Um fato bem curioso que ninguém menciona são os tão chamados Primeiro e Segundo Impérios Babilônicos. Isso não faz sentido, pois o Reino Amorita durou 300 anos, o Reino Cassita durou 440 anos e o Reino Caldeu durou somente 87 anos, forçando a barra, dá pra dizer que o reinado durou 100 anos, e não dá para ir mais longe que isso.

Porque cargas dáguas então, o menor dos reinos é mais famoso do que os reinos que duraram mais? Tem alguma coisa errada aí.

E outra, nenhum destes clãs chamaram seus reinados de Reinos Babilônicos, a cidade de Babel que tinha o deus Maduk como patrono, foi apenas a sede destes reinos.

Alguém pode até dizer que o nome Babilônia vem devido ao Cativeiro Judeu, mas acontece que o Cativeiro Israelita causado pelo Rei Assírio Salmanaser V foi bem maior e mais notório na época do que o Cativeiro Judeu, isto porque o reino do Norte de Israel era mais rico do que o Reino de Judá do Sul.

 

CALDEU



O membro mais antigo da família dos Caldeus é Nabonassar, ele foi um grande Sumo Sacerdote, da cidade de Uruk do Templo da Eanna (Inana) Deusa  do amor, da guerra e da fertilidade e da beleza. Este templo também era a residência do Deus Anu (An em Sumério) ele era Deus do Céu, Deus dos Deuses. O Templo ficava na cidade de Uruk, que era a Ereke da Bíbia e hoje é o país do Iraque. Se Nabonassr era o Sumo Sacerdote na cidade de Uruk, isto quer dizer, que esta família é oriunda de Uruk. Nabonassar não era somente um simples Sumo Sacerdote, ele detinha todos os títulos sacerdotais Sumerianos: 

Mah- O Sumo Sacerdote chefe no culto prático religioso, e o Teólogo principal.

Ummia - Ele era o Professor, Filósofo, Mestre e Rabino da escola de Uruk.

En - Sacerdote e Governador de Uruk.

Šatammu - Sumo Sacerdote e Juiz Supremo da Coorte Judiciária de Uruk. O termo Šatammu vem de Šataran que é Juiz Supremo das Leis Jurídicas Sumérias, é daí que vem o termo Šatanás.

O nome original de Nabonassar é Nabû-Nāṣir que quer dizer 'Nabu (é) protetor'. O Deus Nabu é o deus Sumeriano da escrita e da sabedoria, da alfabetização, das artes, do conhecimento, deus dos escribas e o deus da educação. Na mitologia Sumeriana, Nabu foi quem deu a escrita para o homem. É o filho de Marduk e casado com Tasmetum. É mencionado na Bíblia como Nebo.

O Šatammu  ou Sumo Sacerdote Nabonassar foi chefe religioso no  templo Eanna em Uruk quando Assaradão reinava na Assíria 681-669 a.C. 

Nabonassar foi pai de Nabucodonosor I, Nabucodonosor I foi pai de NabopolassAr e Nabopolassar foi pai de Nabucodonosor II, Nabucodonosor II conquista o Reino de Judá.

O Caldeu Nabopolassar, pai de Nabucodonosor II, faz muitas coalisões com os reinos da Lídia, Média, Persa, Egito, etc. Seu nome original é Nabu Apla Usur, que quer dizer "Nebo Proteja o Filho"

Com dinheiro em caixa, com o exército armado, com comida estocada e com outros recursos em posse, o Rei Caldeu Nabopolassar, pai de Nabucodonosor II, faz guerra contra a Assíria, e com ajuda de outros reinos (países), vence com muita dificuldade o poderoso, glorioso e fortíssimo Reino da Assíria, vale ressaltar que o Rei Caldeu Nabopolassar, pai de Nabucodonossor vence com muita dificuldade a Assíria, e se não fosse com ajuda de outros reinos (países) ele não conseguiria vencer, pois a Assíria, mesmo com brigas internas, era um poderoso oponente. 

Vencido o forte Reino da Assíria, o Rei Caldeu Nabopolassar, pai de Nabucodonosor, começa a fortificar seu reino e fixa na cidade Sumeriana de Babel, a sede do seu vasto reinado. Nabopolassar, governou seu poderoso império na Cidade de Babel, seu filho e sucessor, Nabucodonosor também reina em Babel. Nabucodonosor foi um ótimo rei, assim como fora seu pai Nabopolassar, ele deu continuidade à riqueza da Caldeia, neste período, o Reino Caldeu era o maior reino do mundo. 

Não existiu o Reino Babilônico, por assim dizer, pois os Caldeus chamavam seu reinado de Reino Caldeu, o termo Reino Babilônico nunca foi citado por eles.

Nabucodonosor continua a expansão do reino da Caldeia e conquista muitos reinos, inclusive o reino de Jerusalém, no dia 16 de março de 597 a. C., seu nome original é Nabû Kudurri Uṣur quer dizer "Nabu ou Nebo, Vigie meu Herdeiro" Nebo, proteja as Fronteiras” ou “Nebo proteja meu Reinado”


Jerusalém cai nas mãos de Nabucodonosor

O último rei de Jerusalém foi o Rei Zedequias, o Rei Zedequias viu seus filhos serem presos, torturados e mortos na sua frente, ele foi preso, algemado, cegado e levado como prisioneiro para a cidade Sumeriana de Babel, onde morreu preso e humilhado em 586 a.C. 2 Reis 25:7 (ver 2Reis 25). A Capital do Reino de Judá era Jerusalém, tendo o templo sagrado no Monte Moriá. Nabucodonosor mandou queimar toda Jerusalém, destruiu o Templo Sagrado que ficava no Monte Moriá e destruiu toda Judá, deixando todo pais em ruínas. 

O declínio do Império Caldeu se dá quando o último rei Caldeu que foi o Rei Belsazar começa a gerenciar mal seu império.

Com a morte de Nabucodonosor, sua filha Nitócris reina junto com seu marido, o Rei Nabonido, Nitócris e Nabonido foram os pais de Belsazar, quando a rainha Nitócris morre, seu marido o rei Nabonido continua a reinar, neste período seu filho Belsazar reina junto com seu pai. Com o tempo, o rei Nabonido também morre e seu filho Belsazar reina sozinho em Babel, com a morte de seus pais, seu reinado é um reinado ruim e desastroso.

No ano 539 a.C. o rei indolente Belsazar dá uma festa para seus lordes, o número destes convidados de alta classe é de mil pessoas, animado pelo vinho, mandou trazer os vasos sagrados que o seu "pai" (ou, mais precisamente, avô) Nabucodonosor havia pilhado do templo de Jerusalém, e, com seus príncipes, bebeu neles. De repente, apareceu uma mão, que escreveu na parede o julgamento de Deus. As palavras eram Mene, Tequel e Parsim. Como ninguém descobriu o significado das palavras, chamaram um ex-sábio do rei Nabucodonosor, Daniel, que interpretou as escritas; na mesma noite, o reino dos caldeus chegou ao fim, e o rei foi morto no ano de 539 a.C. O reino foi tomado por Ciro da Tribo dos Aquemênidas e Rei dos Medos.

Sobre a Queda de Jerusalém, ler;

Jeremias 39 - 46 - 52

2Reis 25 

2 Crônicas 36

Durante muito tempo, a ausência de registros arqueológicos do nome do Rei Belsazar pôs em dúvida o texto do Livro de Daniel, porém em 1854 Sir Henry Rawlinson encontrou uma inscrição de Nabonido na qual ele se referia ao seu filho mais velho. No final do século XIX, foram encontrados documentos de recibos e contratos, com a data do terceiro ano de Marduquesaruzur, que corresponde a Belsazar.

sábado, 16 de dezembro de 2023

ASSÍRIA

 


O Reino da Assíria foi um grandioso império que abalou o mundo de sua época. Mas nem sempre foi assim, no começo o povo da Assíria era um povo pacato e manso.

Os assírios moravam no Norte da Suméria, e o terreno lá é montanhoso, seco e árido, que dificulta a pastagem e a agricultura, mas os assírios faziam o que davam para viver.

Acontece que eles começaram a ser invadidos e escravizados por muitos povos e nações, com o tempo, os assírios perceberam que se eles não fizerem alguma coisa, sua sina nunca iria mudar, então eles juntaram dinheiro, começaram a estudar as nações que estavam ao seu redor, estudaram a forma de organizar um exército, treinaram técnicas de lutas, fizeram armamentos e se dedicaram a também estudar estratégia de guerra. Também começaram a guardar munições, comida e começaram a se organizar.

Mas se eles moravam em uma região tão ruim, por quê eles foram invadidos? Eles foram invadidos devido ao que havia na região. O norte da Suméria que é onde eles moravam, tinha muito bronze onde eles obtinham o estanho. Criavam e comercializavam Gado, Ovelha, Cabras, etc. Os ricos moravam próximos ao Rio Tigre, já os pobres moravam nas regiões próximo às montanhas, sem contar que a região estava em um local estratégico para rotas comerciais.

O tempo passou e os Assírios agora estavam prontos a pararem de serem conquistados e passarem a ser conquistadores, e assim fizeram. O Império Assirio se ergueu efetivamente por volta de 1.300 a.C. e perdurou até 612 a.C. totalizando 688 anos de Império no Mundo, o povo da Assíria era Semita e seus reis eram todos guerreiros, este império foi um império cruel, sanguinário e violento. Os assírios caracterizaram-se, sobretudo, por serem uma nação de guerreiros, isto é, estavam enquadrados em uma sociedade militarizada, governada por uma aristocracia militar altamente organizada. O império Assírio era uma perfeita máquina de guerra. Para evitar revoltas ou insurreição dos povos que conquistavam, os assírios deportavam a população de sua região originária e levavam-nos como escravos para outras partes do império. Essa estratégia desagregava as outras culturas, retirava-lhes a unidade e impedia-as de se reorganizarem.

Os assírios com sua máquina de guerra extremamente violenta, causava medo nas outras nações, tinham países que se entregavam para os Assírios só pela sua fama, isto acontecia porque seu exército não hesitava em decapitar, empalar, castrar, enforcar, queimar, afogar, estrangular, estuprar, esquartejar e torturar seus inimigos. Alguns de seus escravos eram oferecidos em oferta ao deus Assur, no caso, eles queimavam pessoas em homenagem ao deus Assur Aš-šhur. O deus principal dos Assírios era o deus Assur, o deus Assur era o deus do Sol, deus da luz, deus da sabedoria e do conhecimento, também era o deus da guerra. O deus Assur foi marido da deusa Ninlil, a deusa Ninlil era a deusa da cura, deusa mãe.

O Reino da Assíria que até então era o Reino mais poderoso do mundo começou a ter muitas brigas internas entre seus governantes, algumas nações que estavam sob o domínio Assírio, começou a se rebelar, sem contar que a corrupção e mal governo de seus últimos reis somaram para a queda deste grande império.

Os últimos reis da Assíria foram o Rei Sin Sariscum SÎN-ŠAR-IŠKUN, quer dizer "Sim Estabeleceu ou Confirmou o Rei" e o Rei Assur Ubalite, ambos estes reis enfrentaram as tropas de Nabopolasar rei da Caldeu e pai de Nabucodonosor, o penúltimo Rei da Assíria o Rei Sin Sariscum até que tentou derrotar Nabopolassar, mas ele teve outra briga interna com seu irmão Aššur Etil Ilāni que reinava em outra parte do País, ambos eram filhos do grande Rei Assur Banípal, quando Assur Banípal morre, os irmãos brigam pelo poder. Nessa briga entre os irmãos, Sin Sariscum vence seu irmão Aššur Etil Ilāni que morre em 627 a.C.

O Rei Sin Sariscum morre em  612 a.C. em seu lugar reina o Rei Assurubalite, que pega um reino devastado, endividado, fraco e decadente.

As principais cidades da Assíria eram as cidades de Assur e Nínive, inclusive o profeta Jonas foi pregar nesta cidade; (ver livro profeta Jonas), o profeta Naum profetizou contra esta cidade (ver profeta Naum).

No ano 722 o Rei Salmanaser SALMĀNU-AŠARĒD 'Salmanu é o Principal' derrota Samaria, o último Rei de Samaria foi o Rei Oséias que não obedeceu a Deus, por conta disso, Salmanasser invadiu Samaria e devastou toda a região 2 Reis 17:1-4 ele levou o povo de Israel cativo para seu império, espalhando o povo. (ver 2Reis 17). O livro de Tobias registra que o povo de Israel realmente estava na Assíria (ver livro de Tobias).

Nessa época Samaria era a capital de Israel, tendo seu templo sagrado no Monte Gerizim. Salmanaser levou o povo de Israel (Samaria) como cativo e espalhou o povo por seu império 2 Reis 17: 6,7 (ver 2 Reis 17). Salmanasser mandou queimar toda Samaria, destruiu o Templo Sagrado que ficava no Monte Gerizim e destruiu todo Israel, deixando todo pais em ruínas.

ELAMITAS

 


Os Elamitas foram um povo antigo que viveu no Planalto Iraniano, ao sul do atual Irã. 
A civilização Elamita remonta desde 6 a 5 mil anos a.C. eles são a primeira civilização conhecida na região do atual Irã, ainda no final do Neolítico, tendo como capitais Anshan e depois Susa.
Segundo relatos bíblicos de Gênesis 10;22, Elam seria filho de Sem e neto de Noé. Portanto, seus descendentes seriam contados entre as nações semitas. 
Os Elamitas foram rivais dos Sumérios, Acádios, Mitanis, Hurritas, Amoritas, e Cassitas na disputa pela hegemonia da região da Suméria.
O Rei Sutruque-Nacunte Rei de Elam, por fim, derrota o último Rei Cassita, que foi o Rei Enlil Nadin Ahhe que reinou 2 anos. 
Os Elamitas falavam uma língua aglutinante, de afinidades desconhecidas, chamada Elamita. 
Foi a língua oficial do Império Aquemênida do século VI ao IV a.C.. Os registros escritos mais recentes do idioma datam da conquista do Império Aquemênida por Alexandre, o Grande. 
Os Elamitas viveram entre 2.500 a.C. e 539 a.C.. 
Em Atos 2,9, é destacado que haviam Elamitas presentes na descida do Espírito Santo no Dia de Pentecostes. 
O último Rei Elamita foi o Rei Tamaritu II que perdeu seu reinado para o Rei Assírio, Assurbanipal, no ano 647 a.C.. Por fim, os Elamitas foram derrotados Nabucodonosor II da Caldéia, o mesmo Nabucodonosor que capturou o Reino de Judá. 

HITITAS

 

"Os hititas foram um povo indo-europeu que se estabeleceu na região da Anatólia, também conhecida como Ásia Menor (atual Turquia), provavelmente antes de 2000 a.C. A partir de 1700 a.C., eles formaram um grande império na região, que chegou a rivalizar com o Império Egípcio (inclusive travando guerras contra eles). A Civilização Hitita exerceu sua hegemonia na região até aproximadamente 1200 a.C., quando foram conquistados pelos assírios.

As primeiras evidências da existência dos hititas foram localizadas ainda no século XIX, no entanto, a comprovação acerca desse povo aconteceu em dois grandes momentos. Primeiramente, em 1906, o arqueólogo alemão Hugo Winckler descobriu mais de 10 mil tábuas escritas pelos hititas.

As tábuas encontradas por Winckler registravam informações importantes da história dos hititas e de suas transações comerciais, por exemplo. O conhecimento sobre o conteúdo dessas placas só foi possível pelo trabalho do linguista checo Bedrich Hrozny, que, em 1916, conseguiu decifrar o idioma hitita e identificou-o como uma linguagem indo-europeia.

O trabalho de Hrozny pôde ser feito graças à tradução do trecho em hitita `Nu Ninda-An Ezzateni, Vatar-Ma Ekuteni’, que significa “você comerá pão, você beberá água”. A partir disso, ampliou-se a compreensão dos historiadores sobre a trajetória da civilização formada pelos hititas.

A história dos hititas foi organizada pelos historiadores com a seguinte cronologia:

Antigo Império Hitita (1700-1400 a.C.)

Médio Império (1400-1343 a.C.)

Novo Império ou Império Hitita (1343-1200 a.C.)

O Antigo Império iniciou-se aproximadamente em 1700 a.C., com a fixação dos hititas na região e com a formação de um império. O estabelecimento dos hititas aconteceu a partir das campanhas promovidas contra os Hatitas, um povo natural da região da Anatólia. Os ataques dos hititas concentraram-se contra a capital Hatita, que se chamava Hattusa.

Com a derrota dos Hatitas e a destruição de sua capital, os hititas reconstruíram-na pouco tempo depois e fizeram dessa cidade a capital de seu império. A conquista de Hattusa e a fundação do Império Hitita deram-se sob a liderança do rei Hatusil I. Atribui-se a esse rei o mérito de ter conseguido unificar o reino hitita e ter governado as grandes cidades da região com a ajuda de seus familiares.

Dessa forma, os hatitas foram gradualmente assimilados pelos hititas, e os historiadores afirmam ter existido uma grande influência da cultura hatita na cultura hitita. No entanto, sobre o curto período do Médio Império, o conhecimento desses especialistas é extremamente limitado por causa da falta de fontes com informações dessa fase da história dos hititas.

Durante o Novo Império, os hititas alcançaram o seu auge, principalmente durante os anos de reinado do rei Supiluliuma I, considerado o mais importante e mais poderoso rei dos hititas e que teria assumido o poder em 1344 a.C. Sob o governo dele, os hititas conseguiram derrotar o Reino dos Mitani (reino dos hurritas), transformando seus habitantes em vassalos.

Além disso, durante o reinado de Supiluliuma I, os hititas conquistaram os territórios do Levante (que corresponde a parte do Líbano, Síria e Israel). Essa região era controlada pelos egípcios, que foram sucessivamente derrotados com o crescimento e fortalecimento do exército dos hititas. Supiluliuma I ampliou seu ataque contra os egípcios após um de seus filhos ter sido morto por um general do exército egípcio.

Na campanha militar contra os egípcios, o rei Supiluliuma I morreu vítima de uma praga que se espalhou na região em 1322 a.C.. O seu filho, Arnuwanda II, sucedeu-o durante um breve período como rei hitita, porém também foi vítima da praga, e o poder passou para Mursili II, o filho mais novo de Supiluliuma I. Mursili II foi rei hitita no período de 1321 a.C. a 1295 a.C.

O reinado de Mursili II também foi bastante próspero, com o rei garantindo o controle sobre as terras já conquistadas e dominando novos territórios. Durante esse reinado, os historiadores acreditam que os hititas travaram guerras contra um povo chamado Ahhiyawa, que, muito provavelmente, trata-se dos micênicos. Existe, inclusive, uma teoria que afirma que a Guerra de Troia foi, na verdade, uma guerra travada entre micênicos e hititas na Ásia Menor.

Após os reinados de Supiluliuma I e Mursili II, os hititas entraram em um processo de decadência, que coincidiu com o fortalecimento dos assírios na Mesopotâmia. A região foi gradualmente conquistada por esse povo, e a capital Hattusa foi destruída por volta de 1200 a.C. Os historiadores acreditam que a região de Hattusa permaneceu esvaziada até por volta de 800 a.C.

O último rei Hitita foi o Rei Supiluliuma II que pode ter sido morto no grande saque de Hatussa em 1190 a.C. Hatussa foi destruída e ficou por mais de 500 anos abandonada, foi reocupada pelos Frígios, por Cuzi Tessube, um governante de Carquemis e descendente de Supiluliuma II. 


Os hititas e a Bíblia

Os hititas são mencionados na Bíblia em diversas passagens, com algumas traduções da Bíblia usando a denominação heteus. São listados no livro de Gênesis 10,15 (a tabela das nações) como a segunda das doze nações cananeias, descendentes de Hete (חת ḤT no alfabeto hebraico de consoantes). Sob os nomes בני - חת (BNY-HT "filhos de Hete") ou חתי (HTY "nativos de Hete"), eles são mencionados várias vezes como vivendo em ou próximo a Canaã, desde o tempo de Abraão (estimado entre 2 000 a.C. e 1 500 a.C.) até o tempo de Esdras após o retorno do cativeiro babilônico (cerca de 450 a.C.). Hete (hebraico: חֵת, moderno: Het, Tiberiano: Ḥēṯ) é descrito em Gênesis como sendo um dos filhos de Canaã, filho de Cam, filho de Noé.

Os hititas são contados desse modo entre os Cananeus. São descritos geralmente como pessoas que viveram entre os Israelitas mas que tinham seus próprios reis e território, e eram suficientemente poderosos para pôr um exército sírio em fuga segundo o registro bíblico. Urias, marido de Betsabá, era hitita segundo a Bíblia (Segundo Livro de Samuel).



quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

EGITO - KHEMET

 



Os Egípcios são originalmente conhecidos como Khemet que quer dizer, Quente, referindo-se ao povo Negro que mora na região. O Kemet ou Egito fica na África, portanto, o povo que morava lá naquela época era Negro, Preto, Escuro.

A vida egípcia estava regulada pelas cheias do rio Nilo. Quando as águas voltavam ao leito normal deixavam o solo recoberto com um limo que fertilizava a terra para a agricultura.

Os egípcios no começo usavam o sistema de escrita dos Sumérios, com o tempo eles formularam seu próprio sistema de escrita.

O Egito Antigo foi formado a partir da mistura de diversos povos, a população era dividida em vários clãs, que se organizavam em comunidades chamadas nomos. Estes funcionavam como se fossem pequenos Estados independentes.

Por volta de 3500 a.C., os nomos se uniram formando dois reinos: o Baixo Egito, ao Norte e o Alto Egito, ao Sul. Posteriormente, em 3200 a.C., os dois reinos foram unificados por Menés, rei do alto Egito, que tornou-se o primeiro faraó, criando a primeira dinastia que deu origem ao Estado egípcio.

Começava um longo período de esplendor da civilização egípcia, também conhecida como a era dos grandes faraós.

A antiga sociedade egípcia estava dividida de maneira rígida e nela praticamente não havia mobilidade social.

No topo da sociedade encontrava-se o Faraó e sua imensidão de parentes. O faraó era venerado como um verdadeiro deus, pois era considerado como o intermediário entre os seres humanos e as demais divindades. Por isso, era uma monarquia teocrática, ou seja, um governo baseado nas ideias religiosas.

Abaixo do faraó e de sua família vinham as camadas privilegiadas como sacerdotes, nobres e funcionários. Na base da pirâmide social egípcia estavam os não privilegiados que eram artesãos, camponeses, escravos e soldados.

Os sacerdotes formavam, junto com os nobres, a corte real. Tanto a nobreza como o sacerdócio eram hereditários compondo a elite militar e latifundiária.

Os escribas estavam a serviço do Estado para planejar, fiscalizar e controlar a economia. Por isso, sabiam ler e escrever e eram eles que anotavam os feitos do faraó durante o seu reinado. Estes textos seriam colocados nos seus túmulos quando morressem.

Já o exército era constituído por jovens que eram convocados em tempo de guerra e soldados mercenários estrangeiros contratados pelo Estado.

Por sua parte, os artesãos eram trabalhadores assalariados que exerciam diferentes ofícios como cortadores de pedra, carpinteiros, joalheiros, etc. Os camponeses formavam a maior parte da população, trabalhavam na agricultura, na criação de animais e deviam pagar altos impostos.

Na sociedade egípcia, as mulheres tinham uma posição de prestígio. Podiam exercer qualquer função política, econômica ou social em igualdade com os homens de sua categoria social. Isto significava, inclusive, que poderiam ser faraós, como foi o caso de Cleópatra.

Os egípcios, como todos os povos da Antiguidade, eram ótimos astrônomos e observando a trajetória do sol dividiram o calendário em 365 dias e um dia em 24 horas, que é usado até hoje pela maioria dos povos ocidentais.

Na medicina, os egípcios escreveram vários tratados sobre remédios para cura das doenças, cirurgias e descrição do funcionamento dos órgãos. Também existiam os médicos especialistas e seus ajudantes, equivalentes aos atuais enfermeiros.

Na escrita, a sociedade egípcia desenvolveu a escrita pelos hieróglifos. Estes eram figuras de animais, partes do corpo ou objetos do cotidiano que era utilizado para registrar a história, os textos religiosos, a economia do reino, etc.

A principal arte desenvolvida no Egito Antigo foi a arquitetura. Profundamente marcada pela religiosidade, as construções voltaram-se principalmente para a edificação de grandes templos como os de Karnac, Luxor, Abu-Simbel e as célebres pirâmides de Gizé, que serviam de túmulos aos faraós, entre as quais se destacam Quéops, Quéfren e Miquerinos.

A terra pertencia ao faraó e os camponeses eram obrigados a dar parte de seus produtos para o Estado em troca do direito de cultivar o solo. No entanto, a construção de diques, reservatórios e canais de irrigação era tarefa do Estado, que empregava tanto mão de obra livre quanto escrava para fazê-lo.


SUMÉRIA - ÙĜ SAĜ GÍG GA

Os Sumérios são de longe a civilização organizada mais antiga que existe.

Suméria em sumério: 𒋗𒈨𒊒;  ki-en-ĝir; em hebraico: שִׁנְעָר‎;  Šinʿar, que é a bíblica Sinar; em egípcio: Sangar; em hitita: Šanhar(a); em acádio: Šumeru ou Shumer , lit. "terra de reis civilizados" ou "terra nativa".  Os Sumérios referiam-se a si próprios como ùĝ saĝ gíg-ga, numa transcrição fonética uŋ saŋ giga, literalmente "o povo de cabeça negra". Querendo dizer assim, que este povo é Negro, Preto, Escuro.

As comunidades Sumérias eram cidades organizadas em torno de um templo e governadas por um sacerdócio. Dessa forma, a maior parte do povo da comunidade era considerada serva-escrava do deus do templo, devendo dedicar suas vidas a agradar os deuses. O papel do sacerdócio era evitar que problemas causados por deuses descontentes afligissem as cidades.

A estrutura política da Suméria era cidade-estado independente.

"Um dos poucos pontos em comum partilhados pelas cidades Sumérias era o próprio idioma Sumério, uma vez que essas cidades constantemente travavam guerras entre si para impor sua hegemonia sobre a região e para garantir acesso às terras mais férteis. Por causa disso, uma cidade-estado Suméria era extremamente fortificada e possuía muralhas altas.

Nas cidades Sumérias, houve um processo que causou desigualdade social, com a ascensão de uma elite que controlava grande quantidade de terras. Esse processo, especulam os historiadores, provavelmente iniciou-se ainda no período dos Ubaídas e intensificou-se com os Sumérios.

Cada cidade Suméria era governada por um rei, e o primeiro registro que se tem a respeito de um rei refere-se a Alulim de Eridu, segundo a Lista de Reis da Suméria, Alulim foi o primeiro governante Sumeriano, ele teria governado a cidade de Eridu por 28,800 anos, de 454 600 até 388 800 a.C. Segundo a lenda, o Deus Enk, o deus das águas doces, trouxe a civilização para a Suméria. 

Alulim de Eridu, o mítico Adapa e o bíblico Adão, podem ter sidos a mesma pessoa, não se sabe ao certo, contudo, depois de mais de 28 mil anos de reinado, o rei Alulim foi precedido pelo rei Alalngar de Eridu, que foi o segundo rei de Eridu e da Suméria, segundo consta, Alalngar reinou por 36.000 anos.

Os reis Sumérios moravam em luxuosos palácios, enquanto a maioria da população formada por camponeses viviam em casas de palha. As cidades Sumérias também possuíam grandes templos dedicados aos deuses, chamados Zigurates.

Os reis Sumérios eram chamados de Lugal, Lugal  é o termo Sumério para "rei, governante". Literalmente, o termo significa "grande homem". Em sumério, lu  é "homem" e gal é "grande" ou "enorme".

A palavra Patesi ou Ensi quer dizer "Senhor da lavoura" é um termo usado para designar o chefe político-religioso de dado império que viveu na região. O Patesi alegava ser o vice-rei na terra de seu deus, e que ainda estava dentro do limite de seus próprios domínios. Uma inscrição confirma a sugestão de que não havia grande distinção entre os títulos de Lugal e Patesi.

Dingir (em sumério:  DIĜIR, Dinguir) é o termo que traduz, na língua Suméria, a palavra deus ou deusa. 

O símbolo cuneiforme por si só era originalmente um ideograma para a palavra suméria am ("céu" ou "firmamento"); seu uso foi estendido a um logograma para a palavra dingir ("deus" ou "deusa") e a suprema divindade do panteão sumério, Am, e um fonograma para a sílaba /an/. O acadiano assumiu todos esses usos e adicionou-lhes uma leitura logográfica para o "ilum" nativo e de que uma leitura silábica de /il/. Na ortografia hitita, o valor silábico do sinal era novamente apenas /an/.

O conceito de "divindade" em sumério está intimamente associado com o céu, como é evidente pelo fato de que o signo cuneiforme dobra como o ideograma para "céu", e que sua forma original é a imagem de uma estrela. A associação original de "divindade" é assim com hierofanias "brilhantes" no céu

Os Sumérios usavam a palavra Yaru par se referir ao mundo dos mortos ou ao mundo dos Espíritos.

Os Sumérios são os percursores do que se conhece como cidades, pois eles inventaram a Escrita, os Números, a Matemática e todo Sistema Decimal, eles inventaram o Dízimo, o Batismo nas Águas, a Agricultura, o Arado, inventaram a Roda, a Enxada, Picareta, as Estradas, o que se conhece hoje como Boulevard é invenção Sumeriana, ele inventaram as Bigas, inventaram todo o Corpo Jurídico, como os Códigos de Leis com seus Artigos e Incisos, Juiz, Advogado de defesa, Promotoria, inventaram a Arquitetura, a Geografia, inventaram o calendário como os 12 meses do ano, o dia de 24 horas tendo 12 horas para o dia e 12 horas para a noite, os 7 dias da semana, inventaram os feriados os anos bixestos, inventaram a Astrologia e a Astronomia, descobriram os Planetas, as fases da Lua, as estações do Ano, inventaram a Escola, o método como fazemos contas hoje é invenção dos Sumérios, eles inventaram a Aritmética, o que se chama de Teorema de Pitágoras é invenção dos Sumérios, a fórmula de Báskara é outra invenção dos Sumérios, eles inventaram as frações, a divisão, subtração e soma, inventaram a raiz quadrada, inventaram régua, a geometria, inventaram o que conhecemos como compasso, transferidor, inventaram o astrolábio e sextante, inventaram a cerâmica, inventaram os tijolos, inventaram o relógio de sol, foram os construtores das primeiras pirâmides que são conhecidas como ziguratis, a irrigação do solo, a medicina, faziam cirurgias como a trepanação, cirurgia do coração, faziam circuncisão, inventaram a poesia, inventaram o sistema de esgoto fazendo tratamento dos rios Tigres e Eufrates, eles tomavam banhos diários, cuidavam da higiene bucal, nas casas dos ricos já tinha água encanada, etc.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

HISTÓRIA ANTIGA


História Antiga ou Idade Antiga, é um período histórico que abrange mais ou menos de 4 Mil a.C. com o aparecimento da Escrita com os Negros Sumerianos e vai até o ano 476 d.C. com a queda do Império Romano do Ocidente, na Itália.

A História Antiga ou Idade Antiga é um período longo, é um período que dura mais de 6 mil anos, só não é mais longo que a Pré-História.

A História Antiga ou Idade Antiga, é o período histórico que remonta o final do Neolítico, pois foi nesse período que surge com o povo Negro Sumeriano a agricultura, o arado, a pecuária, a roda, casa de tijolos e, a escrita.

Quando surge a escrita com o povo Negro Sumeriano ainda no Neolítico, dizemos que existe uma história, pois temos um registro escrito, sendo assim, temos uma história, e é antiga, pelo simples motivo deste povo ser de um período muito arcaico.

Com o registro escrito, temos por tanto uma história, por assim dizer, apesar de que muitos povos nesse período ainda viverem no Neolítico, ou seja, Pré-História.

Nesta fase de nosso estudo, conhecemos os povos desse longo período histórico, tais como: Sumérios, Acádios, Amoritas, Cassitas, Assírios, Chineses, Hindus, Egípcios, Persas, Hititas, Cretenses, Hebreus, Catargineses, Romanos, Gregos, etc.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

IDADE DOS METAIS

 


A Idade dos Metais é o período do Neolítico onde o ser humano começa a fundir os metais, ou seja, a Metalurgia.

Nesse período a mudança social ocorre mais uma vez, pois os objetos e ferramentas que eram feitos de ossos ou pedras, agora eram feitos de metal, dentre estes objetos, incluímos o arado, que antes era de madeira, arco e flecha, facas, agulhas que eram feitos de ossos, lanças, bijuterias ornamentais, etc.

O primeiro metal que o ser humano utiliza na metalurgia é o Cobre, centenas de anos depois, o homem utiliza o Estanho, com o passar dos séculos, ele mistura o Estanho e o Cobre, nesse resultado, tem-se o Bronze, que é mais duro e resistente.

A Metalurgia surgiu na Suméria, no Neolítico, os Negros Sumérios já eram a civilização mais avançada do planeta, não demorou muito para eles inventarem a escrita ainda neste período do Neolítico.

As cidades fixas, como também a forma de vida sedentária era absurdamente melhor que o estilo de vida nômade, mas ainda a vida nômade era dominante neste período, mas a partir destas revoluções tecnológicas ocorridas nas cidades, o estilo nômade começou a declinar, contudo, ainda nos dias de hoje, temos sociedades que ainda tem o antigo estilo nômade de viver, e não são poucas, temos como exemplo os: Banjara (ciganos da Índia), Beduínos Árabes que vivem em desertos do Oriente Médio e Norte da África, Aborígenes Australianos, Tribos do Tibete e Mongólia, algumas tribos Brasileiras e do Continente Americano, etc.

De uma certa forma, a Pré-História ainda existe para alguns povos ainda nos dias de hoje, pois muitas civilizações ainda tem o antigo estilo de vida rudimentar, por assim dizer, onde não fazem o uso da escrita e mantém a maneira de viver de seus antigos ancestrais.

 

 

PERÍODO MESOLÍTICO

 

O nome Mesolítico é grego, este nome quer dizer Pedra Média, de onde Meso quer dizer Médio e Lithos quer dizer Pedra. É o período entre o Paleolítico e o Neolítico.

Nesse período da história da humanidade, o homem ainda é nômade e fica vagando de região em região procurando caça, pesca e melhores recursos para sua subsistência, entre as fazes do Paleolítico e Neolítico, uma pequena e ínfima parte de pessoas, não querem mais ter uma vida nômade, estas querem ficar morando em um lugar fixo, sendo sedentárias. Isso acontece por vários motivos:

Algumas pessoas ficaram irritadas por ficarem vagando atrás de comida, água e proteção, romper com o costume milenar de vida nômade não foi fácil, teve resistência da sociedade itinerante que já tinha por milhares de anos o costume de ter este estilo de vida, tal mudança trouxe atritos ferozes por parte da cultura da época. A poucas pessoas que não queriam mais este estilo de vida, começaram a ficar onde estavam, não queriam prosseguir com a maioria dos bandos, estas que ficaram, deram adeus a seus parentes e amigos, muitos destes nunca mais se viram, cada qual seguiu-se com sua vida.

Estes poucos e raros que romperam com a sociedade andarilha dominante da época, realmente não abriram mão de seus objetivos, que era de ficar morando fixo onde estavam, com isso, foi se fazendo uma nova sociedade, que era a sociedade sedentária, onde o ser humano fica vivendo no mesmo lugar, até sua morte.

Estas pouquíssimas pessoas, sem querer, mudaram a forma de se viver, pois hoje, a maioria das pessoas moram no mesmo lugar, somos hoje uma sociedade sedentária, fixa, que vive no mesmo lugar, até nossa morte.

Na época não foi assim tão fácil, pois romper com o status quo da época, significava romper com o antigo costume, estas pessoas se fixaram em vários lugares do planeta, e temos registros arqueológicos de pessoas ou comunidades morando em montanhas, cavernas, desertos, lugares gelados, florestas, como também registros de pessoas ou comunidades vivendo próximos de lugares marítimos e próximos dos rios.

É claro que a maioria dos seres humanos da época, ainda tinha o costume de ter o estilo de vida nômade, e um costume milenar, não iria mudar assim tão de repente.

Todos os tipos e estilos de moradias sedentárias tiveram suas inovações, evoluções e melhorias com o passar do tempo, mas os seres humanos que moravam perto dos rios, se saíram melhor no quesito inovação, evolução e progresso.

Foi às margens desses rios que a humanidade deu o pontapé inicial do que chamamos hoje de cidades, rios onde começou a civilização fixa ou sedentária.

 

Rios Tigre e Eufrates - Suméria 

A Civilização Sumeriara surgiu através dos Rios Tigre e Eufrates.

 

Rios Ganges e Shindhu ou Indo - India

A Civilização da Índia surgiu através dos Rios Ganges e Shindhu

O nome da India vem através do Rio Indo ou Shindhu portanto o nome do País original é Shindhu.

 

Rio Amarelo ou Huang He e Rio Azul ou Yangtzé - China 

A China surgiu através do Rio  Huang He Amarelo e do Yangtzé Rio Azul

 

Rio Nilo - Egito

Através do Rio Nilo que surgiu o Egito. O nome original do Egito é Khemeth.


Estes povos criaram grandes cidades e, portanto, grandes civilizações, mas o povo que morou perto dos rios Tigre e Eufrates foram mais inovadores, foram mais inventivos e tiveram mais sucesso do que os outros povos. O povo da Suméria cria a Agricultura e com a agricultura, eles começam a criar animais, estas técnicas revolucionam a forma do homem viver, e a partir disso, nascem às cidades.

Tudo que se conhece por cidade como temos hoje, se deve ao povo Sumério os ÙĜ SAĜ GÍG GA e estas inovações, com o passar do tempo, foram chegando às outras civilizações que moravam perto desses rios, e por conseguinte foi se espalhando para o resto da humanidade.

Entre o Paleolítico e o Neolítico, poucas pessoas ousaram em romper com o antigo regime Nômade e montaram o novo regime Sedentário que dura até atualmente, é uma das maiores mudanças ocorridas na história da humanidade.

 

IDADE DA PEDRA POLIDA - NEOLÍTICO

 

O nome Neolítico quer dizer Pedra Nova, é um termo grego de onde Neo quer dizer Novo e Lithos, quer dizer Pedra. O temo Pedra Polida é por devido ao uso da pedra de uma forma mais ornamental.

Ninguém sabe ao certo quanto tempo durou a fase Neolítica ou Pedra Polida, uns dizem 20 mil anos de duração, outros dizem 18 mil anos, há quem diga de 10 mil ou 8 mil anos de duração, é certo e honesto dizer que não se sabe quanto tempo durou de fato.

Nesse período o ser humano melhorou os aspectos religioso e mitológicos, a caça e a pesca eram mais frequentes e melhores, pois o ser humano já dominava as técnicas de caça e pesca, com o domino do fogo desde o paleolítico, o ser humano assava ou cozinhava carnes, o que melhorou suas dieta e digestão, frutas e legumes eram coletados de uma forma melhor, e o ser humano já dominava boa parte dos animais.

Com melhores instrumentos e ferramentas de caça e pesca, o ser humano podia vagar para lugares mais longes à procura de alimentos, com isso, à exploração do planeta fica intenso. A vida nômade melhora, e outras técnicas comandam a forma de vida do ser humano, que são a Agricultura e a Pecuária. A tecelagem era conhecida desde o Paleolítico, e nesse período a técnica melhora substancialmente.

No período Mesolítico nascem a Agricultura e a Pecuária na Suméria, e os Sumerianos também desenvolvem a roda, porém, mesmo com a insistência de algumas pessoas a se dedicarem ao sedentarismo, às vezes, as mesmas tinham que migrar, pois dependendo de onde eles estavam morando, ou dependendo do clima, as plantações e os animais não davam a produção que eles tanto precisavam.

Devemos entender que os seres humanos deste período falavam todos uma mesma língua, pois seria difícil, senão complicado, estes se entenderem.  A religião e o culto aos mortos, como também a mitologia, estavam muito bem solidificadas na sociedade deste período.

 

IDADE DA PEDRA LASCADA - PALEOLÍTICO

 

O nome Paleolítico quer dizer Pedra Antiga, de onde Paleo ou Palaiós  do grego quer dizer Antigo e a palavra Litos ou Lithos quer dizer Pedra. Já o termo Lascado, era porque o ser humano lascava ou seja,  batia, esfregava as pedras para moer, fabricar instrumentos rudimentares para poder se virar.

É o período arcaico da humanidade, o ser humano era mais uma presa dos animais caçadores, vivíamos em bandos sobrevivendo e não vivendo. Comíamos restos de caça, ou seja carniça e disputávamos com outros animais o que sobrava da caça, como também pegávamos (coletávamos) frutas e legumes.

O ser humano nesta fase é dominado, tinha medo da noite, da morte, do frio e do calor extremos, ele também tinha medo dos terremotos, chuvas e tempestades e do fogo, todos os animais, incluindo o homem, tinham medo do fogo.

A religião o culto aos mortos e a mitologia nascem nesse período, como também a hierarquia social e a técnica da tecelagem (costura) mas tudo isso só é possível, quando o homem faz sua maior revolução na época, que é o Domínio do Fogo e, a partir desse período, o ser humano é o único animal do planeta que começa a não temer mais o fogo.

Foi através do domínio do fogo que o ser humano consegue seus grandes feitos, sem o domínio do fogo, não haveria nenhuma tecnologia ou melhoria.

Mas ainda assim, o ser humano é mais um dos muitos bandos de animais nômades, dormia em árvores, na selva, grutas, cavernas ou ao ar livre mesmo.

Para se proteger das chuvas do frio e de animais ferozes, lugares como cascas de árvores, grutas, cavernas e até buracos no chão, serviam de abrigos. Não é errado dizer que esta fase da humanidade é conhecido como Homem das Cavernas.

Porém o nome que damos para esse período de Pedra Lascada não é a toa, pois o homem se lascava mesmo, e também lascava às pedras, batendo, esfregando as mesmas, eles fizeram os primeiros instrumentos ou ferramentas rudimentares para sua sobrevivência, tais como: flechas, facas, agulhas, anzóis, e nessa fase ele começa a desenhar nas paredes das cavernas, caçar, pescar, etc. Mas ainda era coletor de alimentos e era nômade.

Com o domínio do fogo, a humanidade começa seu domínio sobre os animais e por toda vida na terra, o domínio do fogo é a maior revolução da humanidade, na verdade, é a maior revolução da história de todos os tempos, nenhuma tecnologia até hoje não superou a técnica de domino do fogo, pois todas as coisas que foram criadas, inventadas ou dominadas, vieram a partir do domínio do fogo. Nada supera e nem irá superar a maior técnica revolucionária da humanidade.

É certo dizer que o domínio do fogo é a maior revolução tecnológica feita pelo homem, nenhuma outra técnica impactou a humanidade de uma forma tão revolucionária quanto ao domínio do fogo feita ainda no período Paleolítico ou Pedra Lascada.

 

PRÉ - HISTÓRIA

A Pré-História é o período que abrange milhares de anos, até o aparecimento da escrita.

Ninguém sabe ao certo como surgiu a vida na Terra, religiosos, cientistas e estudiosos afins, procuram cada um à sua maneira, explicar a origem da vida no nosso planeta, mas ninguém pode provar e nem confirmar.

Nem tem como confirmar também a tal "evolução do homem", a saber: os Hominídeos, o Australopithecus, Pithecanthropus Erectus, Homem de Java, Homem de Pequim, Homem de Neandertal, Cro-Magnon, Homo Sapiens, etc. Pois foi provado que há farsas nestas supostas e duvidosas teorias, e tudo isso não passam de teorias forjadas e inventadas.

Veja o Link para ver o Vídeo: A FARSA DA EVOLUÇÃO DO HOMEM - https://youtu.be/rc4EQvjNlKU

É honesto dizer que não sabemos nada sobre o aparecimento do ser humano, mas especular não é errado, só não pode confirmar o que não é possível confirmar.

Dito isso dizer que tudo que envolve nossa sociedade atual, vem da pré-história e é o assunto que iremos abordar a partir de agora.

Antes de aparecer a Escrita na Suméria, o ser humano ao longo do tempo vinha tendo seus hábitos e seu modo de vida, registros que são achados nesse período, nós os historiadores chamamos de Pré-História. Ninguém sabe ao certo quanto tempo durou esta fase do ser humano, e não se sabe, por justamente não existir registros escritos.

A pré-história é dividida em três períodos, que são:

Idade da Pedra Lascada ou Paleolítico - Idade da Pedra Polida ou Neolítico e Idade dos Metais. Tem também o período Mesolítico que não é tão conhecido.

Neste curso, vamos abordar separadamente destes períodos, para melhor aprendizado.

É na pré-história que temos os nascimentos da: Religião, Mitologia, Sociedade, Agricultura, Pecuária, etc.

 

HISTÓRIA - O QUE É - DIVISÃO DA HISTÓRIA



A palavra "História" vem do grego que significa: verificação, exame, apuração, esquadrinhamento, pesquisa, observação, investigação, inquirição. No latim se diz "Historeín" e o significado é o mesmo.

História é a ciência que estuda as ações humanas no tempo e no espaço. O trabalho do historiador consiste em analisar documentos para estudar o passado. Os historiadores estudam o passado de pessoas, povos e nações para entender o presente.

A história também estuda interpreta as ações humanas e eventos que moldam nosso mundo atual. Portanto, a história não estuda somente o passado, mas também como o presente.

Ela busca investigar e analisar evidências, como documentos escritos, registros arqueológicos, vestígios materiais e relatos orais, a fim de reconstruir os acontecimentos e compreender os contextos em que ocorreram.

A disciplina histórica abrange uma ampla variedade de tópicos, como política, economia, geografia, sociologia, antropologia, arqueologia, paleontologia, cronologia, estuda também a cultura, sociedade, religião, guerra, migração e muitos outros aspectos da experiência humana. Os historiadores utilizam métodos de pesquisa e análise para examinar as fontes disponíveis e desenvolver interpretações baseadas em evidências.

Além de seu papel acadêmico, a história também desempenha um papel importante na formação da identidade coletiva de diferentes grupos e sociedades, ajudando a construir narrativas sobre o passado que moldam a visão de mundo e valores culturais.

A história é uma disciplina em constante evolução, com novas descobertas, interpretações e abordagens sendo desenvolvidas continuamente a partir do estudo e da análise crítica do passado e do presente. Sendo assim, a história nunca para, a história é uma ciência em movimento.

 

Idade Antiga

Do aparecimento da Escrita

Até a queda do Império Romano do Ocidente Italiano em 476 d.C.

 

Idade Média

Da queda do Império Romano do Ocidente Italiano em 476 d.C.

Até a queda do Império Romano do Oriente que é a cidade de Constantinopla em 1453, hoje é a cidade de Istambul na Turquia.


 Idade Moderna

Da queda do Império Romano do Oriente que é a cidade de Constantinopla em 1453, hoje é a cidade de Istambul na Turquia.

Até a Revolução Francesa em 1789.


Idade Contemporânea

Da Revolução Francesa em 1789

Até nos dias de hoje.